237 - Um casal que conheci
Olá fieis leitores e amigos, como vocês sabem o meu nome feminino é Diana.
Sou Cross Dresser, bisexual e quero vos contar mais uma das minhas aventuras na noite de Lisboa, e claro que é algo de real.
Em alguns dos meus contos anteriores já vos contei muito de como foi a minha iniciação como menina, com o apoio de algumas amigas, e também já expliquei como tive a minha primeira experiência com um homem com ajuda da minha melhor amiga.
Mas vamos ao que interessa e que todos vós querem ler.
Depois da minha iniciação como menina CD eu tentei voltar à minha vida normal de homem, trabalho, namoradas, bares e noitadas foi numa dessas noitadas que tive esta minha segunda experiência.
O meu fascínio por roupas e acessórios femininos nunca foram esquecidos e eu sempre tive muitas coisas femininas maquilhagem, lingerie, sapatos de saltos, etc. e eu tinha a mania de deixar tudo dentro do porta bagagens do meu carro, como ainda hoje faço. Nunca se sabe quando vamos precisar de tudo aquilo.
Naquele dia à noite resolvi sair para dar uma volta sozinho e fui até uma estação de serviço onde sabia que o pessoal se reúne para ligar o som e exibir seus carros transformados.
Encontrei uns quantos amigos e bebi umas cervejas, mas por volta da meia noite resolvi sair dali e fui de carro para Santos.
Parei o carro, comprei uma cerveja e fiquei por ali sem fazer nada, até que uma rapariga se aproximou e me pediu um cigarro. Dei-lhe o cigarro e perguntei-lhe o nome. Ela era simpática, respondeu Camila e começamos a conversar de nenhum assunto em especial.
Passados uns quinze minutos uma outra rapariga ainda mais linda que a Camila aproximou-se querendo saber a razão da demora da amiga e eu apresentei-me. Ela disse que o seu nome era Alexandra, ela era fantástica, na verdade as duas eram lindas mas a Alexandra era um mulherão daqueles que os homens têm medo de acompanhar a qualquer lado porque são sempre o foco das atenções.
Começamos a conversar, os três, e eu convidei as duas para irmos a um barzinho ali perto, um lugar mais calmo, elas ficaram com um pouco de receio, mas depois de alguma conversa, por volta da uma da manhã, elas aceitaram o convite.
Sentamo-nos e eu pedi uma cerveja grande para bebermos todos e uma doze de batata frita para petiscar e começamos a conversar até que elas se soltaram e confessaram que eram namoradas mas eram um casal diferente dos restantes.
Quando a Alexandra saiu da mesa a Camila contou que a Alexandra era na verdade uma travesti e perguntou se eu me sentia mal por aquilo, prontamente disse que não.
Conversa vai conversa vem depois de 4 cervejas eu confessei que vestia roupas de mulher e que já me tinha relacionado com homens.
Aquilo foi o que faltava as duas ficaram excitadissimas e me convidarem para ir para casa delas. . Aceitei de imediato, lógico.
Chegados lá as duas começaram a dizer que me queriam ver vestido de mulher e eu fui buscar as minhas coisas ao porta malas do carro e subi com elas para o apartamento.
Entramos e elas as duas, que já estavam excitadas, foram paro sofá. A Camila começou a acariciar o pau da Alexandra que começou a crescer. Era enorme devia ser três vezes o meu em largura e em tamanho. Eu fiquei louco.
A Camila que era a mulher levou-me até ao quarto da Alexandra e mostrou-me as coisas dela. Comecei a minha transformação, cinto de ligas preto calcinhas de fio dental, salto alto, pintura completa só não coloquei a peruca por que não a tinha levado. Coloquei um batom vermelho da Alexandra mais algumas maquilhagens dela. A Camila ajudou-me na produção e até me deu alguns batons para eu levar para casa.
Quando eu e a Camila saímos do quarto eu estava bem produzida e a Alexandra fez-me vários elogios. Ela já estava com aquele pau lindo para fora de lado nas calcinhas com o vestido justo a levantar em baixo e com os seus fartos seios de silicone para fora.
Ela disse-me que agora eu ia ser a sua putinha e mandou eu começar a chupar. Caí de boca sem pensar. A Camila só me observava a engolir aquele pau maravilhoso no máximo que eu conseguia. O meu pequeno pau já estava a pingar e ficar bem melado.
A Camila veio por trás, afastou as minhas calcinhas para o lado e meteu a língua no meu rabinho. Fui às nuvens com aquilo e ela ficou a lamber o meu rabinho por uns dez minutos, enquanto eu chupando o pau da Alexandra.
A Camila voltou a levantar-se e foi para a frente posicionando-se acima da Alexandra para ela a poder chupar na sua vagina.
Nunca tinha visto algo assim e fiquei com tanta tesão que me levantei e também comecei chupar a vagina da Camila ao mesmo tempo que a Alexandra. As nossas línguas entrelaçavam-se naquele grelinho.
Subi mais um pouco até ao colo da Alexandra, posicionei o meu cuzinho na cabeça do pau dela e comecei a forçar para entrar. Mas não entrava, era muito grosso, eu insistia e não conseguia.
A Camila vendo aquilo saiu foi ao quarto trouxe uns preservativos e lubrificante, esfregou lubrificante no meu rabinho e colocou a camisinha na Alexandra.
Mandou-me eu descer devagarinho e foi segurando aquele pau enfiando-o em mim. Parecia que eu estava a ser aberto ao meio. Que pau delicioso e que dor. Mas foi ficando bom, ficamos uns cinco minutos só a dilatar o meu rabinho até ficar todo relaxado e a foda começou.
Ela a enrabar-me e a Camila hora me chupava, hora chupava-a a ela. E eu delirando com aquele pau maravilhoso dentro do meu anus.
Mudamos de posição varias vezes, mas eu não comi nem a Camila nem a Alexandra, só fui comida.
Eu e a Alexandra demos tantas dedadas e chupamos tanto a Camila que ela foi a primeira a gozar depois foi a Alexandra, que gozou dentro de mim, e por último eu gozei com o pau gostoso da Alexandra ainda dentro de mim.
Descansamos um pouco até o dia começar a nascenr. Depois tirei toda a roupa e maquiagem. Despedi-me, trocamos telefones e eu fui embora .
ATENÇÃO: ESTA CASA MUDOU PARA OUTRO LOCAL
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