207 - Tenho uma sobrinha nova
Olá eu sou o Gustavo, sou jogador de futebol e por causa da minha profissão fui morar para fora do país para jogar, e fiquei muitos anos sem vir a casa para visitar a família. Depois de uns bons anos fora resolvi vir até à minha cidade para passar umas semanas de férias, visitar os familiares e amigos e matar algumas saudades do pessoal e dos locais.
O meu irmão mais velho foi buscar-me ao aeroporto. Eu tinha combinado que ia ficar em casa dele durante as minhas férias. Foi muito bom revê-lo depois de tanto tempo longe.
Fomos na conversa até à casa dele. Contou-me tudo o que se tinha passado com o resto da família durante aqueles anos. Recordava-me que o meu irmão tinha um filho que se chamava João, e que quando eu o tinha visto em pequeno achei ele uma criança meio afeminada, mas nunca comentei nada com o meu irmão, não sabia qual seria a sua reação por ter um filho gay. Quando estávamos a chegar a casa ele começou a contar-me que o João se tinha assumido como gay há uns anos e que estava bem diferente agora. Imaginei que ele deveria ser um daquele rapazes super femininos, mas não perguntei nada.
Quando chegamos a casa a minha cunhada veio logo receber-me no portão. O meu irmão tinha uma mulher boa como o milho, e ela não tinha mudado muito com os anos, tinha um traseiro que chamava a atenção de qualquer homem. Ela abraçou-me, e levou-me para dentro da casa. Quando entro deparo-me com uma menina muito bonita e bem sexy na sala. Ela tinha a pele branca, cabelo preto até à cintura, o corpo parecia que tinha sido esculpido, cintura fina e umas nádegas bem grandes e redondas.
Ela olhou para mim e disse:
- Olá tio, tudo bem?
Eu fiquei sem reação. Aquele era o João? Ele tinha virado uma mulher?
Ela veio até mim, para me abraçar e eu senti os seus pequenos seios duros apertados contra mim. Retribui seu abraço e perguntei?
- Tu mudaste muito, como é que eu te chamo agora?
- Podes me chamar Júlia.
- Então dá aqui outro abraço ao teu tio, Ju.
Eu achei a minha reação muito estranha, mas queria sentir aqueles peitos novamente. Ela sorriu e veio abraçar-me novamente. Os seus pais entraram e começamos todos a comemorar a minha visita, eles tinham planeado um almoço e convidaram mais uns parentes, o pessoal foi chegando e passamos a tarde a beber e conversar, mas eu não conseguia tirar a minha nova sobrinha da cabeça.
O meu irmão parecia aceitá-la tranquilamente, não disse mais nada sobre aquela mudança.
Passei a tarde a beber, comer e conversar. Foi muito bom rever todas aquelas pessoas da família. Quando foi anoitecendo as pessoas começaram a despedir-se e ir embora, e continuamos somente eu e meu irmão a beber e conversar.
Já passava das dez da noite quando ele foi dormir, dizendo que já estava muito cansado.
Mas eu, mais habituado a estas festas, estava doido para sair e continuar a beber num lugar qualquer. Estava a tentar arrumar a cozinha quando a Júlia entrou, e comecei a conversar com ela:
- E ai sobrinha Ju? Estou doido para sair, vamos beber um copo a qualquer lugar da moda?
- Já bebeste a tarde inteira tio, ainda aguentas mais?
- Aguento muita coisa ainda, Ju. Respondi, eu não percebia o que me estava a acontecer, nunca tinha ficado assim meio parvo com nenhuma mulher. Ainda por cima ela era minha sobrinha. Eu estava com um desejo louco, cheio de tesão.
- Há um disco club bem bom aqui perto do nosso bairro, podemos ir até lá, o que achas?
- Acho ótimo, vamos?
- Deixa-me eu ir me arranjar e vamos logo.
Aproveitei e também fui tomar um banho. Não conseguia parar de pensar naquele corpo, naquelas nádegas. Eu queria comer aquela menina ainda hoje. Arranjei-me, e fui para a sala esperar por ela. Demorou um pouco, mas quando a Júlia desceu as escadas, ela estava uma mulher perfeita e sexy. Tinha vestido um vestido curto, sapato de salto alto e tinha o cabelo solto.
O meu irmão tinha feito uma bela mulher, em vez do rapaz feminino que eu tinha conhecido dez anos antes.
Ela apareceu com um sorriso, foi buscar as chaves do seu carro e saímos de casa.
No caminho quase não conversamos nada, eu alternei o meu olhar entre a estrada e as pernas dela.
Quando chegamos ao clube paguei as nossas entradas e pouco depois estávamos dentro da sala escura com a música bem alta. Perguntei o que ela queria beber e ela pediu um Gin, fomos até ao bar e comprei bebidas para nós dois.
Seguimos para a pista e começamos a dançar, quando chegou um rapaz perto da gente e lhe perguntou se ela estava só, eu sem saber bem o que me deu naquela hora, apenas passei o braço em redor dela, puxei-a para mim, olhei para o rapaz e disse que ela estava comigo. Ele pediu desculpa e saiu. Depois disso começamos a dançar juntos, ela só olhava para mim e sorria, enquanto dançava ela esfregava-se em mim. Eu já estava com o meu pénis bem duro. Ela virou-se e começou a roçar as suas nádegas contra mim. Além de linda e sexy a minha sobrinha era uma menina provocadora.
Ela disse que ir ao W.C. e eu fui com ela, de mãos dadas. Quando chegamos próximo das casas de banho, num corredor meio deserto, eu empurrei-a contra a parede e comecei a beijá-la.
A Júlia tinha uma boca macia, lábios carnudos, uma maravilha para beijar. Ela disse:
- Vamos para outro lugar, só nós os dois?
- Vamos!
Saímos do clube e fomos para o carro.
- Podemos ir para um Motel?
Ela acenou e conduziu em direção a um motel, enquanto ela dirigia, passava a mão pelo volume do meu pénis, por cima das calças e olhava-me com carinha de puta. Eu disse:
- Tens a certeza que queres fazer isto? Eu sou teu tio.
- Hoje eu quero ser toda tua, tio.
Continuamos até o motel e quando chegamos ela agarrou-me ainda na garagem, passou as mãos pelo meu pescoço e puxando-me para o capô do carro, prendeu as pernas atrás de mim enquanto me beijava e eu já roçava o meu pénis naquelas nádegas, mesmo com ela ainda vestida. Peguei nela ao colo e fui andando para o quarto, entre beijos disse-lhe ao ouvido:
- Quero comer-te com força nesta cama.
- Come-me como tu comes as tuas amigas, vem, faz de mim tua mulher.
Pousei-a na cama e fiquei de pé, desabotoei o cinto e as calças e despi tudo junto com as cuecas. O meu pénis estava duro e apontava para cima. Eu tinha um pénis com 20 cm e grosso. Ela olhava-me e sorria, não parecia em nada o menino que eu tinha visto crescer, transformara-se numa mulher muito linda. Ela começou a tirar o vestido enquanto eu acariciava o meu pénis e olhava para aquele monumento na cama. Ela ficou só de calcinhas. Fui para cima dela e comecei a chupar aqueles pequenos seios duros que tanto atiçavam a minha imaginação. Ela virara os olhos de desejo, tinha um gemido muito gostoso que me deixava mais excitado ainda.
Naquele momento eu já nem pensava que ela era a minha sobrinha, só queria enfiar o meu pénis naquele buraquinho. Levantei as pernas dela apoiando-as nos meus ombros, coloquei as calcinhas para o lado e comecei a passar a cabeça do meu pénis na fenda do seu ânus entre as suas nádegas. Estranhamente ela já estava molhadinha, parecia até uma vagina. Ela beijava-me enquanto apertava as suas pernas em mim. Eu disse:
- Dá essa fendinha ao teu tio vem. Deixa eu meter em ti.
- Aiiiiii tio, eu quero ser tua mulher, mete tudo em mim vem.
Ouvir ela a dize aquilo deixava-me louco, e então comecei a enfiar o pénis naquela fenda. Bolas ela era muito apertadinha, aquela menina estava a deixar-me louco.
- Vem devagar tio, o teu pau é muito grosso.
- Tu não queres ser mulher? As minhas mulheres não reclamam não, só abrem a coninha para mim e deixam-me meter.
Ela gemia e apertava as suas pernas em redor do meu corpo. Senti as suas unhas arranhando o meu peito. Comecei a bombar o pénis dentro daquela menina apertada e ela só gemia, com os olhos fechados e aquele rostinho lindo de mulher que gosta de macho como eu.
- Geme pra mim vem Jú, tu agora és a minha mulherzinha, estás a gostar deste pau na tua coninha?
- Aiii tio, eu quero me dar para ti todos os dias. Que pau gostoso tu tens, podes meter todo em mim.
Ela falava entre gemidos.
- Eu vou comer-te todo o dia meu amor, podes ter a certeza, este teu buraquinho é bem gostoso.
Ela gemia alto enquanto eu metia tudo, como um cavalo naquele anus.
O meu irmão ia ficar orgulhoso da putinha em que o filho dele se tornou.
- Come-me, come-me de quatro tio.
- Tu pedes, e é uma ordem tua princesa! Vira esse rabinho para mim vira.
Enfiei novamente naquela fenda apertada, segurei nos seu quadris e comecei a bombar com força.
Ela olhava-me de lado enquanto gemia.
- Estás a gostar de dar para o teu macho assim meu amor? Tu és gostosa demais, sabias?
- Estou a adorar ser a tua puta, se eu não fosse tua sobrinha iria ser tua esposa para te ter todos os dias.
Quando ela me disse aquilo, puxei-a pelo braço e colei o meu corpo no dela, passei o braço pelo seu corpo enquanto empurrava mais o meu pénis dentro dela.
- E quem disse que tu não podes ser a minha esposa? Tu agora és a minha mulher, estás a ouvir? Só eu é que vou comer esta coninha, e vou gozar dentro de ti, tu vais ficar grávida de mim menina, vou dar-te um monte de criança.
- Então goza dentro da tua mulher, eu sou toda tua. Goza em mim amor! Dizia ela entre os seus gemidos.
Abracei-a com força e aumentei as minhas investidas dentro dela enquanto mordia o seu pescoço, senti o meu pénis crescer dentro dela e os primeiros jatos de esperma inundaram o fundo do seu rabinho.
- AAAA!! ESTOU A VIR-ME MINHA MENINA!! TU ÉS A MINHA MULHER AGORA …
Foram uns 5 jatos de esperma dentro dela, naquele ânus apertado, que maravilha.
Continuei a bombar até sentir que estava a sair esperma pelos lados do rabinho dela. Caímos juntos na cama, e vi que as sua calcinhas estavam todas molhadinhas na frente.
Ela disse que tinha gozado muito com o meu pénis dentro dela.
Que sexo tão bom …
Ela colocou a cabeça no meu peito e ficou aninhada em mim, apagamos abraçados na cama. Acordamos algumas horas depois e fomos para casa.
Continuei a sair com ela durante muito tempo. Para um homem que nunca se tinha envolvido com uma travesti, eu acabei por me apaixonar por uma, e o melhor é que ela era a minha sobrinha.