49 - PASSEIO DE BICICLETA
Olá, o meu nome é Luís, sim, esse é o meu nome verdadeiro, e não apenas um nick para este site onde publico os meus contos. Espero que gostem do conto que hoje aqui vos apresento de seguida.
Numa tarde de sol de sábado. Duas das minhas melhores amigas a Bruna, uma miúda pequena de cabelos castanhos e pele escura com os olhos cor de chocolate traseiro grande e seios igualmente avantajados e a Anita, uma miúda alta bem pálida com os olhos castanhos claros cabelos pretos em caracóis os seios bem feitos e traseiro pequeno, me convidaram para fazer uma volta de bike pela serra.
Nós já tínhamos feito um passeio uma vez. Tinha sido muito divertido, tínhamos atravessado as matas nos arredores da cidade, de bicicleta. Dessa vez, tencionávamos dar uma volta por uma serra alta que havia perto da cidade.
A meio da manhã, depois da Bruna me ter telefonado a perguntar se eu queria ir, fui me arranjar para a volta. Fui para o quarto de banho do meu apartamento, onde tenho as minhas roupas de desporto. Tirei a t-shirt, e apreciei no espelho os pequenos seios rosados que começavam a ficar com um volume apreciável. Apesar do sol, o dia estava um pouco frio. Tirei os calções de pijama que eu ainda estava a usar. A minha pilinha ainda estava húmida da manhã. Naquela manhã, sábado, me tinha deixado ficar na cama e me tinha masturbado, como em todas as outras manhãs em que eu não tenho compromissos, de uma forma muito gostosa. Eu tinha vestido uma daquelas calcinhas que vibram, presente de natal de um bom amigo, e tinha brincado com o meu dildo bem lubrificado até ter um orgasmo daqueles que parecem ser muitos.
Lavei-me depilei-me e comecei a vestir-me. Coloquei uma t-shirt rosa bem justinha, justinha demais, que marcava e realçavam os meus seios sem sutiã. Procurei uma calcinha de licra, e não encontrei. Bolas! Tinha posto tudo para a máquina de lavar. Vasculhei a casa toda em busca de uma calcinha. Todas molhadas na máquina. Frustrada, coloquei os meus calções mais justos, pretos, mesmo sem a calcinha, e fui ver ao espelho. A pilinha dobrada parecia uma grande pata de camelo. Das maiores que eu já tinha visto. Olha que se lixe, vou assim mesmo que dá nas vistas!
Fui comer algo de leve e fazer a mochila com água e meia dúzia de pequenas coisas. Mal me despachei e me sentei no sofá para esperar elas chegarem. Foi só eu apertar o controle para ligar a TV e o telemóvel começou a tocar com uma delas a me mandar descer e esperar na rua. Enquanto descia uma buzina ecoou pelas ruas. "Okay, vamos lá" pensei eu. Abri a porta, e lá estavam as duas, Anita e Bruna, me esperando na carrinha vermelha, de caixa aberta, da Anita. Era a Anita que costumava sempre guiar, e a Bruna estava de fora da carrinha, me olhando com a boca aberta e um sorriso irónico.
- Anita! Gritou ela rindo-se muito. Vamos fazer uma trilha no deserto, é?
A Anita não entendeu, mas eu entendi.
- Não, quê! Respondeu a Anita confusa. Que raio de pergunta é essa?
- Ai, não vai ser no deserto? Bruna ria. Amiga, podes deixar esse camelo aí então. Disse ela, dando-me uma palmada na minha virilha.
Sem querer, eu soltei um gemidinho. E as duas riram-se muito. Coloquei a minha bicicleta na traseira aberta da carrinha, juntamente com as outras duas bikes. E só então percebi uma coisa.
- Pessoal, como é? Eu vou onde? Na caixa?
A Anita riu.
- Se quiseres podes ir lá atrás, mas cabes aqui no meio, atrás da caixa das mudanças.
- Nada disso! Bruna fez uma cara de aborrecida. Ela vai sentar-se aqui ao meu colo, e ponto final.
É complicado discutir com elas. Apesar delas estarem a brincar, a ideia me agradou e entrei para a cabine onde acabei por me aconchegar sentado entre as pernas da Bruna.
Estávamos na estrada. Já se conseguia ver a silhueta da serra, no horizonte.
De repente, senti algo quente no meu pescoço, logo acima do ombro. Demorei uns bons segundos para perceber que a Bruna estava com a cabeça recostada no meu ombro e ia dando beijinhos no meu pescoço. Pensei que era alguma brincadeira, talvez ela só estivesse tentando me provocar, por causa do gemido que tinha deixado escapar. Não disse nada.
Senti as mãos dela, que antes estavam cruzadas na frente da minha barriga, deambulando pela minhas pernas. Então ela encostou uma mão na minha virilha e deixou-a lá por um tempo.
- Olha uma lomba na estrada! Avisou a Anita.
O impacto fez com que a mão dela fizesse um movimento. Curioso. O dedo indicador dela havia feito um traço de baixo para cima bem no meio da minha virilha. Quase soltei outro gemido, mas consegui segurar e soltar um suspiro.
- Ops... Desculpa... Disse ela baixinho no meu ouvido
- Anita, e que tal colocar uma música para animar o pessoal? É preciso de ânimo para olhar para a serra.
Depois do pedido, ela colocou um CD, e começou a tocar "Fuck Time - Green Day". Achei meio irónico. Mas resolvi não dizer nada.
- Amiguinha. Disse a Bruna, com uma voz bem sensual. A tua racha está quente. Acho que precisas de uma pequena massajem aqui.
O calor da voz dela estava me deixando louca, e acho que ela notou. Ela começou a gemer, bem baixinho, e começou um movimento de vai e vem com a ponta do dedo indicador, de modo que ia acariciando a minha pilinha desde a base até à parte entalada nos calções.
Eu estava a começar a ficar vermelha, e a Bruna não colaborava. Enfiou uma mão dentro dos meus calções e agora estava a tocar na minha pilinha diretamente. Numa questão de um minuto, eu estava toda molhada, em êxtase.
Ela estava a masturbar-me. Não importava o quanto eu gemesse, ela não parava. Aliás, quanto mais eu gemia mais rápido ela mexia os dedinhos, que já tinha a minha pilinha para a frente e a acariciavam de cima a baixo.
E soltou a minha pilinha e tirou a mão dos calções levando-a para perto do meu rosto. Estava toda molhado. Ela colocou os dois dedos na minha boca, e eu chupei-os com o maior prazer. Enquanto isso, com a outra mão, ela pegou na minha mão direita, e a colocou em baixo de mim, dentro dos seus calções apertados. Ela também estava sem calcinhas.
No começo, ela que estava a fazer o trabalho todo. Mas logo logo eu que me empolguei, e enfiei três dedos na vagina dela. Ela gritou, e Anita olhou imediatamente para nós duas.
- Bolas! Safadas, estão a masturbar-se e nem me convidaram!
A Anita estacionou no meio do mato, desceu da carrinha e nós duas fomos com ela. Ela me mandou ir na frente, dizendo que estava com medo de encontrar alguma cobra no meio do mato. Assim fiz. Fui abrindo caminho na frente delas, com a minha pilinha pingando e escorrendo pelas minhas pernas.
Caminhamos o bastante para que ninguém da estrada nos pudesse ver. Então, começou uma surpresa deliciosa, a Anita me empurrou, e eu quase bati com a cara contra uma árvore. Antes de eu me conseguir virar, ela correu e me apertou contra o tronco. Os meus seios roçaram contra aquela madeira dura. Hmmmm.
Ela puxou os meus calções com tanta força, que se rasgaram, e a Bruna caiu de boca. Pensei que ela iria só me lamber. Mas não, ela começou a chupar a minha pilinha, enquanto massajava o meu ânus com um dedo.
Eu estava gemendo feito louca. Senti um tremor dentro de mim... Não consegui aguentar, e gozei na boca da minha amiga! O meu nariz ficou vermelho, como sempre fica quando eu fico animada demais.
Bruna se levantou e me olhou. A cara dela estava toda lambuzada. Ela se aproximou, e me deu um beijo. Enquanto a beijava e tentava sentir os restos do meu gosto na sua boca, senti algo estranho... Olhei para baixo, e Anita também estava a chupar-me com a boca. Eu gritava, e pedia para ela parar. Ela aumentou a velocidade, e eu comecei novamente a sentir que ia ter outro orgasmo. Também gozei dentro da boca dela.
Depois disso, as duas deitaram-me no chão sujo, e despiram-se. A Anita ficou entre as minhas pernas, de modo que nossos sexos se tocassem, e começou a se esfregar. Ela gemia muito... Eu também... Olhei para o lado, e vi que Bruna se masturbava com muita força. Ela gritou, e sentou-se na minha cara. Fiquei toda lambuzada também.
Depois disso a gente voltou para a carrinha na estrada, paramos mais uma vez, no início do passeio. As duas tentaram fazer com que a minha pilhinha voltasse a renascer mas sem efeito, e eu tive que retribuir o favor oralmente.
Bom, amiguinhas ... Vou terminar o conto por aqui antes de ter uma queda … O resto do passeio foi meio estranho ... Já experimentaram andar de bicicleta sem calcinhas? É uma delícia! Tenham uma boa noite com as vossas namoradas, e espero que tenham gostado.
FIM