133 - Prepúcio
Joaquim atravessou o vestiário a caminho dos chuveiros pensando no próximo relatório que ele ia que apresentar na reunião trimestral no final da tarde.
Embora tudo estivesse bem preparado, ele sabia que esta era uma apresentação muito importante.
Ia estar presente com o chefe de marketing do escritório central, que estava na cidade só para participar na reunião.
Ao entrar nos chuveiros do ginásio da empresa, o Joaquim não ficou muito surpreso por encontrar um estranho a ensaboar-se por baixo de um jato de água quente.
Muitos dos vendedores da empresa traziam clientes que por vezes usavam as suas instalações.
Enquanto ele abria a torneira do seu chuveiro, o estranho virou-se e acenou ao Joaquim numa saudação.
O Joaquim apresentou-se e descobriu que estava a tomar banho com Mateus Silva, o vice-presidente do escritório central.
Enquanto conversava sobre a empresa e as várias atividades em curso no geral, o Joaquim, não pôde deixar de notar que o Mateus tinha o maior pénis que ele já tinha visto, e ainda mais surpreendente era o fato de que ele não era circuncidado.
O Joaquim, é claro, tinha visto outros pénis não cortados, mas o de Mateus tinha muito mais pele do que ele jamais se lembrava de ter visto.
Ele já tinha chupado e feito sexo com muitos outros pénis na faculdade e depois disso, mas nunca nada tão magnífico quanto o de Mateus Silva.
Ele tentava não olhar, e tentou pensar em outras coisas, mas o seu próprio pau traiu-o quando passou de flácido para uma erecção plena numa questão de segundos.
O Joaquim tentou desesperadamente virar-se para não ser visto, mas foi tudo em vão.
Ele quase sem perceber começou a ouvir o Mateus comentar algo sobre a dureza excepcional do seu pénis.
Voltando-se para encarar o seu novo conhecimento, atordoado Joaquim, viu que o enorme pau do Mateus também estava a ficar duro.
Um sorriso do Mateus foi tudo o que Joaquim precisava para se aproximar e começar a acariciar lentamente o órgão monstruoso.
Os dois homens beijaram-se profundamente enquanto as suas línguas sondaram a boca um do outro, ambos sentindo-se selvagens com a luxúria, acariciando a masculinidade inchada um do outro.
Finalmente Joaquim separou-se, caiu de joelhos e imediatamente começou a chupar a enorme cabeça.
Ele ficou extasiado com a forma como o prepúcio deslizou para trás sobre o botão aveludado expondo a sua cabeça roxa e uma bela fenda.
Antes que ele pudesse apreciar na boca o esperma quente do Mateus, sentiu-se levantado pelo Mateus que o colocou de pé e lhe mostrou uma técnica sexual que ele nunca tinha ouvido falar.
Ele puxou o prepúcio todo para trás, expondo completamente a sua cabeça enorme.
Então pegou no pau do Joaquim com a mão esquerda e segurou-o contra o seu, de modo que ambos os paus ficassem para fora com seus buracos tocando um no outro.
A aparência era a de uma ponte de pénis entre os dois homens, mas o único problema era manter a ponte no lugar.
Mateus tinha uma solução para isso também.
Enquanto segura os dois paus no lugar, ele deslizou o prepúcio não apenas sobre a sua própria cabeça, mas sobre a de Joaquim também.
Ao ver o seu próprio pau envolto no enorme prepúcio do Mateus foi quase o suficiente para o fazer disparar a sua carga ali mesmo.
Naquele momento o Mateus começou a masturbar a ponte de pénis num suave movimento de carícia.
O Joaquim podia sentir as duas cabeças escorregando e deslizando uma contra a outra presas pela carne extra de Mateus.
Finalmente, ele não se conseguiu segurar mais e o seu orgasmo irrompeu profundamente das suas bolas e enviou uma torrente de esperma para a armadilha do pénis.
Mateus também estava a derramar a sua semente quente, e o esperma escorria da cobertura do prepúcio e espalhava-se por todo o membro quente do Joaquim.
Depois de alguns momentos, para a recuperação, o Joaquim caiu de joelhos mais uma vez e chupou o pau do Mateus até à sua dureza total.
O Joaquim olhou para o Mateus nos olhos e disse:
- Eu preciso disto dentro de mim, podes me dar uma boa foda agora, por favor?
O Mateus riu-se, puxou o Joaquim para os seus pés, beijou-o com força na boca e respondeu:
- Claro, encosta-te na parede e abre bem as pernas!
O Joaquim posicionou-se e tentou relaxar a sua fenda, porque este era o maior pau que ele ia ter dentro dele, e ele tinha certeza de que, inicialmente, poderia ser um pouco doloroso!
Mateus pegou numa boa dose da sua saliva e lubrificou generosamente o anus do Joaquim, preparando-o para a foda que se seguiria, e depois de salivar também o seu enorme pau, deixando-o bem liso e pronto para entrar no buraco de Joaquim, ele pressionou a cabeça contra o seu buraquinho.
Mateus foi gentil e levou o seu tempo, fez uma leve pressão até que a cabeça grande desapareceu dentro do buraco de Joaquim, mas mesmo assim, Joaquim soltou um pequeno gemido quando o tamanho do membro invasor o alargou, fazendo-o se sentir totalmente subserviente ao grande pénis.
Quando Mateus se sentiu segurança, vendo que não aleijava o Joaquim, começou a acariciar lentamente dentro e fora do anus quente do jovem executivo, gradualmente aumentando o seu ritmo até sentir que estava totalmente, dentro do seu novo amigo.
Mateus empurrava para dentro do Joaquim, querendo-o submisso.
Joaquim sentia uma mistura de dor e prazer, os dois entrelaçados, indistinguíveis enquanto o pau enorme batia dentro dele.
O seu próprio pau ficou duro como uma rocha, e ele começou a sacudi-lo furiosamente ao ritmo das estocadas duras de Mateus.
Mateus estava agora perto de seu próprio clímax, e em numa voz áspera ordenou:
- Vamos minha putinha, eu quero que tu gozes agora!!!
Ouvir o Mateus a chamar-lhe putinha foi mais do que ele podia aguentar, e o seu pau começou a jorrar jato após jato de esperma quente por todo o chão do banheiro.
Mateus também não aguentou muito mais, e o seu próprio pau soltou uma torrente de esperma no rabinho gostoso de Joaquim.
Enquanto se vestiam para voltar ao escritório, Joaquim estava muito menos preocupado com sua próxima apresentação, porque já estava no saco, ou deveria dizer prepúcio?!?
FIM