110 - O Empréstimo
Dormi com o gerente do banco para ele aprovar o meu empréstimo?
Esta história tem quase 5 anos e relata o que aconteceu entre mim e um gerente de um banco que me pediu alguns favores.
Foi em 2010 quando tive que pedir um empréstimo pessoal a um dos principais bancos.
Após a inscrição on-line, recebi uma chamada do banco e apenas dois dias depois um funcionário do banco visitou o meu apartamento para concluir as formalidades do preenchimento dos formulários e inscrição.
Percebi que os seus olhos estavam a percorrer as minhas coxas em calções e as pequenas protuberâncias dentro da minha sweet-shirt, mas não manifestou mais interesse do que devia numa relação puramente bancária.
Ele esteve no meu apartamento pouco mais que 15 minutos e disse que eu ia receber uma chamada do meu balcão, e que talvez precisasse de ir ao banco, caso fossem necessários mais alguns esclarecimentos, e eu disse:
- Ok, não há problema.
Como esperado, recebi uma chamada a pedir para eu ir à agência para efetuar algumas verificações finais e aprovação do empréstimo. Esta visita acabou por ser uma forma de aparecerem novas oportunidades!
Eu vesti uns jeans e um polo um pouco apertado e estava sentado à espera na entrada da dependência para conhecer o gerente do balcão. Como tinha depilado todo o meu corpo um dia antes, as minhas mãos pareciam muito lisas e brilhantes. O meu rosto estava a brilhar com a base e um pouco de maquiagem que eu tinha aplicado. Eu apenas queria parecer um “rapaz feminino”.
O gerente do balcão tinha saído e eu tive que esperar cerca de meia hora. Depois de algum tempo, vi um senhor idoso, vestido formalmente, passando pela minha cadeira, apenas me deitou uma olhada e entrou num gabinete. Imaginei que ele devia ser a pessoas que eu ia conhecer. Acabei por me levantar meio impaciente e perguntei à funcionária se ele era o gerente e ela disse:
- Sim senhor, daqui a pouco ele vai pedir para o senhor entrar, por favor aguarde.
Apenas passados 5 minutos, fui chamado para o seu gabinete. Era um homem de cerca de 56 ou 57 anos, vestido formalmente, com cabelos brancos, um cavalheiro perfeito, executivo experiente muito impressionante..!
Os primeiros 10 minutos de conversa foram completamente formais. Ele verificou os meus documentos e fez algumas perguntas. Embora tenha sido uma reunião muito formal, vi que os seus olhos percorriam todas as minhas protuberâncias, ombros e braços luzidios. Não me senti nada mal por isso, já estava acostumado aos olhares lascivos dos homens. Após a conversa formal, ele começou a falar mais livremente e mostrou-se curioso para saber mais sobre a minha vida pessoal e fez algumas perguntas como:
- Quem está a morar em sua casa? O senhor está sempre sozinho? O que faz no seu tempo livre? etc. etc.
Respondi com algumas cautela, porque não queria que o meu pedido de empréstimo fosse rejeitado por motivos frívolos.
Ele não se esqueceu de elogiar o meu tom de pele. Sorri, enquanto ele me garantia que eu ia obter o empréstimo, que seria processado e aprovado o mais rápido possível. Ele pediu o meu número de telefone pessoal e disse-me que ligava se houvesse algum problema no processo de aprovação. Dei o meu número e saí do seu gabinete.
No mesmo dia, por volta do fim da tarde, recebi um “oi” no meu Whatsapp de um número desconhecido.
Eu digitei: “Posso saber quem é, por favor?”
Ele: “Olá, aqui é Silva, o gerente do banco”
Eu: “Olá senhor Silva, diga-me por favor. Alguma atualização para mim?”
Ele: “Eu já o vou colocar a par de tudo. Mas antes disso, me diga qual o perfume você usa?”
Eu: “Por quê senhor?”
Ele: “Você estava a cheirar tão bem dentro do meu gabinete, diga-me qual é que você usa?”
Eu: “Eu usei Versace.”
Ele: “oh uau..! Eu realmente adorei o aroma. Diga-me também, qual o segredo da suavidade da sua pele?
Eu: “Nada demais, senhor Silva. Quando é que posso obter uma informação sobre a aprovação do meu empréstimo, pode me dizer, por favor?”
Ele: “De certeza que amanhã. Eu vou tentar manter a informação atualizada. Adeus por agora."
Eu: “Adeus senhor”
Embora a conversa tenha sido um pouco rápida e durado pouco tempo, fiquei com a sensação de que ele estava tentando me impressionar ou a seduzir-me. No entanto, eu resolvi não dar muita importância ao assunto, e além disso, eu não estava assim tão interessado em ser conquistado por um homem velho. Eu só queria que o dinheiro do meu empréstimo fosse creditado na minha conta e depois esquecer o gerente bancário.
Acho que ele também sentiu que eu não estava interessado.
Como não recebi nenhuma atualização no dia seguinte, resolvi mandar uma mensagem para o seu Whatsapp.
Eu: “Boa tarde Silva senhor. Posso saber se há alguma novidade acerca do meu pedido de empréstimo, por favor?”
Ele: “Boa tarde, desculpe mas tenho aqui um pequeno atraso técnico, ligo-lhe à noite.”
Eu não tinha a certeza de que ele me iria dar alguma informação durante a noite. No entanto, eu respondi-lhe que esperava a sua chamada.
Nessa mesma noite, ele ligou-me, já depois do jantar, por volta das dez e começou a falou sobre sua vida pessoal e outros assuntos mais.
Eu sentia na sua conversa que ele era uma pessoa muito romântica, mas que a sua esposa não era. Ele disse que já tinha filhos adultos, mas que nunca fora feliz na sua vida sexual com a sua esposa. Contou do filho que trabalhava numa empresa de Tecnologias da Informática e da sua filha que estava a tirar um curso de engenharia já no último ano. Eu senti que podia me relacionar com ele e apenas tentei consolá-lo com as minhas respostas, tentado ser simpático. Ele novamente elogiou o meu corpo e a maciez da pele. Ainda me disse:
- O Luís é muito simpático e atraente. Eu gostava que fosse a minha filha.
A conversa continuou por mais 2 horas naquela noite, mas sobre o empréstimo nada, fiquei a sentir-me um pouco frustrado.
No dia seguinte, sábado de manhã, recomeçaram as mensagens no Whatsapp.
Ele: “Bom dia querido Luís.”
Eu: “Bom dia senhor Silva.”
Ele: “Foi muito bom conversar contigo ontem à noite. Muito obrigado”
Eu: “Sem problemas senhor”
Ele: “Posso te perguntar uma coisa?”
Eu: “Sim, por favor senhor”
Ele: “Que prenda me podes dar se eu aprovar o teu empréstimo?”
Eu: “Que prenda quer senhor Silva? Posso levá-lo a jantar fora.”
Ele: “Uau, Ok mas não num restaurante. Desejo jantar no teu próprio apartamento.”
Eu: “Sem problemas senhor, posso arranjar um jantar para nós os dois, mas quando é que o meu empréstimo vai ser aprovado?”
Ele: “Hoje mesmo querido..! Posso ir a tua casa amanhã à noite? É domingo. Podemos nos divertir.”
Eu: “Claro senhor, me telefone e venha.”
Ele: “Definitivamente querido, vais receber uma mensagem do banco sobre o crédito do empréstimo até hoje até às duas da tarde.”
Eu: “Muito obrigado senhor Silva.”
Ele: “Tudo bem querido. Então, eu me encontro contigo amanhã.”
Eu: “Sim senhor, adeus por enquanto”
Ele: “Tchau querido”
Eu percebia muito claramente que ele estava a pedir-me um favor em troca da aprovação do meu empréstimo.
Tal e qual ele tinha prometido recebi um SMS do banco dizendo que ia ter o meu empréstimo disponível para movimentar na minha conta a parir da próxima segunda feira.
Resolvi que podia receber o gerente em minha casa e quando saí para fazer as minhas compras para a semana comprei um bom vinho tinto e um bom queijo, que resolvi servir com uma peça de carne assada.
No dia seguinte preparei tudo e resolvi que e devia vestir a rigor para o receber. Eu não sabia como é que ele poderia reagir quando me esse toda produzida, mas resolvi arriscar.
Depois de ter preparado tudo para servir o jantar e de ter posto a mesa fui tomar o meu banho e escolhi com cuidado tudo o que devia usar nessa noite.
Não sabia bem o que se ia passar mas da minha parte eu já tinha decidido que tinha que agradar ao gerente.
Escolhi um conjunto de lingerie branca calcinhas e top, uns calções justos com aplicações douradas, com uma blusa de seda meio transparente, uma par de meias de renda até aos joelhos e uns sapatos de salto.
A meio da tarde ele telefonou-me perguntando a que horas podia aparecer e eu disse para ele aparecer no meu apartamento a partir das seis da tarde, e disse-lhe também para não vir de fato mas com uma roupa mais informal.
Tomei o meu banho, fiz a minha depilação e lembrando-me das perguntas sobre o brilho da minha pele espalhei uma generosa quantidade de creme com um aroma feminino e enquanto esperava pela hora andei pela casa arrumando tudo e preparando tudo para o receber, toda a casa ficou com o aroma do creme.
Perto da hora vesti as calcinhas, bem apertadas, o top de renda, e vendo-me ao espelho achei que me ficava tudo muito bem.
Coloquei um pouco de pintura, uma base, sombra e um batom muito leve e vesti o resto do meu conjunto, soltei o cabelo e escovei dando-lhe volume.
Mais uma vez vendo-me ao espelho achei que estava linda.
Pouco depois ele tocou à campainha, eu mandei-o subir e fui abrir a porta para o receber.
A cara de surpresa dele foi linda.
Ele ficou à porta do meu apartamento, estendendo-me um ramo de flores, meio a gaguejar, quase sem acreditar que eu era o Luís.
Mandei-o entrar e dei-lhe dois beijinhos na face.
Expliquei-lhe que quando estava só em casa eu passava a ser a Elia.
Levei-o para o meu terraço e convidei-o a sentar-se para eu lhe preparar algo para beber.
Fiquei com ele lá sentada a seu lado na conversa, sem dar pelo tempo passar.
Naquele dia verifiquei que afinal mesmo ele tendo uma idade mais avançada que a minha ele era um homem romântico e bom conversador.
Falei com ele de tudo e de mais algumas coisas.
Chegou a hora de jantar, eu servi o jantar e no final ficamos sentados à mesa a beber todo o vinho.
Quando me levantei para levar algo para a cozinha ele pegou-me pelo braço e puxando-me para si sentou-me ao seu colo e deu-me um beijo na face.
Eu deixei que os seus lábios se encostassem aos meus e ele sofregamente beijou-me, naquilo que me pareceu durar "anos".
A minha pilinha quase saiu das calcinhas apertadas. Deixei o vinho de lado e comecei a beijar o seu pescoço, o seu peito, abri a sua camisa e chupei o seu mamilo.
Levante-me a pegando-lhe pela mão levei-o para o meu quarto. Mandei-o sentar na borda da minha cama e ajoelhando-me voltei a beijar os seus lábios, enquanto lhe tirava a camisa e descendo para sua barriga comecei e acariciar o seu pau ainda mole por cima das calças.
Ele abraçou-me e puxou-me para a cama onde fiquei a trocar carícias e beijos com ele.
Ele acariciou todo o meu corpo e começou a despir-me, fiquei apenas com as calcinhas e top em renda e ele também se despiu por completo, mostrando que o seu pénis começava a ficar erecto e desejoso de me ter.
Deitado por cima de mim com as pernas ele fazia movimentos de vai e vem que aos poucos ficou como seu pau duro.
Soltei-me, tirei os meus sapatos, e deitada a seu lado agarrei no seu sexo e comecei a mordiscar o pau dele.
Ele tirou as minhas calcinhas e também começou a chupar a minha pilinha num lindo 69. Enquanto fazíamos o 69 ele enfiava o dedo no meu rabinho e eu no dele. Eu chupava a cabecinha do pau dele ao de leve, ele gemia e pedia para eu não parar, mas eu desobedeci e coloquei-o todo na boca, e voltei de novo só para a cabecinha.
Pedi-lhe para ele me comer, colocou a camisinha e com uma gentileza de uma mulher entrou em mim lentamente. Mas breve perdeu a paciência e começou a bombear em mim como um macho. Eu de quatro pedia-lhe para ele ir devagar porque me doía e eu queria sentir prazer. Pouco depois começou a ser delicioso e gostoso. Ele soube ir doseando o seu esforço e foi controlando o seu orgasmo de forma a que eu o pudesse apreciar.
A certa altura ele disse que me queria beijar e eu mudei de posição para ficar de frente para ele. Nós nos beijamos e eu pedi-lhe para ele estar em mim de novo, ele fez até gozar dentro de mim.
Eu comi-o depois mas o mais importante foi que eu senti um homem nova dentro de mim.
Dormimos juntos e adorei ele me fazer adormecer acariciando e chupando os meus mamilos.
Na manhã seguinte foi tudo de novo. Que pau gostoso que ele tinha.
Muitos dos meus amigos também me mandam presentes doces. Este fui eu que tive que dar um bom presente, a troco do empréstimo.
Vocês também me podem surpreender com um presente!