235 - Um Conto Real
Eu e o meu Amigo Jorge Salgueiro, depois de nos termos conhecido, decidimos passar uns dias fora. Esta é uma pequena parte dessa nossa viagem ao países do frio.
O concerto desta noite na casa de ópera foi mais do que deslumbrante. O Jorge tinha-me convidado para assistir a uma peça linda, e durante a noite toda apresentou-me a vários amigos dele.
No fim da noite levou-me para um Hotel em Estocolmo em que ele tinha reservado uma suíte. Lá fora estava um frio de gelar que contrastava com o ambiente quente e acolhedor do interior da suíte do luxuoso hotel.
Eu mal podia acreditar na sequência de acontecimentos do final de tarde e noite: fomos apresentados à elite social e cultural da cidade e estávamos ambos cansados da viagem de avião e da diferença de fuso horário.
O Jorge disse-me:
- Causas-te boa impressão no meio, o príncipe Carl Philip adorou-te e o beijo que te deu na mão à despedida deixou-me bastante desconfortável.
Eu meio embaraçada não lhe digo que na realidade o seu amigo príncipe não tinha tirado os olhos de mim e que depois de me ter sido apresentado e de me ter beijado a mão tinha acariciado a bochecha da minha nádega.
Há champanhe na sala mas eu não quero. O Jorge bebe um pouco, mas deixa o seu copo a meio.
Eu estou na casa de banho frente ao espelho a retirar os brincos das orelhas, tenho uma alça do vestido caída e ele vem por trás para me beijar atrás da orelha.
Fecho os olhos e sinto uma ligeira mordidela, ergo ligeiramente a face e sinto algo que adoro, o seu sussurro no meu pescoço delicado, o seu bafo leve na minha pele fina, clara.
Lentamente ele percorre o meu corpo com as mãos e chega aos meus seios. Adoro quando ele me toca nos seios, é como se ele estivesse a brincar com grãos de areia numa praia de Istambul. Eu deixo cair o brinco que segurava na mão e sinto o corpo dele encostar-se ao meu.
Apenas digo:
- Sim!
Sinto-me quase em fusão com o seu corpo, ele pergunta:
- Sentes o meu calor? Sentes a pulsação do meu coração agitado? O meu coração que bate contra a pele das tuas costas?
Sinto também os seus lábios nas minhas costas, ele tem os lábios secos, e treme.
É estranho porque ele nunca treme das outras vezes que nos tocamos, desta vez treme, treme, porquê? Porque é que treme desta vez?
- Porque tremes e tens a boca seca, sabes explicar-me? Tens receio que eu esteja a pensar no teu amigo príncipe?
Ele apenas me responde com uma pergunta:
- Para ti está a ser tão intenso como das outras vezes?
Creio que é o ciúme que lhe seca a boca
- Estou distraída com os aplausos da noite! Respondo evitando um confronto.
Mas os seus lábios secos chegam aos meus, que estavam como sempre húmidos e libidinosos, exalando sensualidade.
Ele vira-me para me olhar de frente, levanta o meu corpo e senta-me sobre o lavatório, chegando-se a mim, eu envolvo o seu corpo com as pernas e digo:
- Quero sentir o teu desejo!
Sinto uma força invulgar nas minhas pernas, na forma como as minhas pernas o abraçam e retêm, e ele beija-me incessantemente e intensamente.
- Quero te trazer para dentro de mim.
Sinto que ele me arranca o vestido e vejo o tecido rasgado a expor partes do meu corpo, sinto pequenas mordidelas na minha carne a tornarem-se dentadas quase furiosas.
- Quero a prova de que sou a única pessoa que tu desejas ..
Sinto o seu pénis duro, uma massa volumosa, erecta, e agarro-o.
Viro-me para o espelho e sinto as suas mãos a afastarem as minhas nádegas.
Desesperada mal tenho tempo de alcançar o frasco do lubrificante e de espalhar um pouco no seu pénis que treme na minha mão quente.
Com a mão conduzo o pénis para dentro do meu ânus e sou penetrada com movimentos furiosos, de uma intensidade que nunca vivi.
Ele entra e sai de mim, e eu vendo a sua cara de prazer pelo espelho apenas lhe disse:
- Mais!
Ele sem me olhar apenas se preocupou em me dar mais e sempre mais.
Por fim agarra-me os seios e com os seus dedos apertam-me os mamilos intensamente.
Eu mal contenho um grito, o meu prazer é imenso.
Com uma mão acaricia-me o peito e com outra começa a acariciar o meu pequeno pénis que começa a ejacular mal ele lhe toca.
- Sim! Quero ter o teu esperma dentro de mim. O nosso prazer é imenso. Vem …
Vejo pelo espelho o seu semblante que me diz que ele apenas me quer para ser a sua fêmea e fico a apreciar a sua beleza de macho dominante.
Ele ejacula dentro de mim e os seus movimentos abrandam, estamos ofegantes respiramos cada vez mais lento mais ainda com intensidade mantemo-nos agarrados, abraçados, durante mais alguns momentos, ele não me larga.
- Sujaste-me toda. Agora vou para o banho. Quero me arranjar para te poder dar uma boa noite de prazer. Vai para o quarto e espera por mim.
Fui tomar o meu duche e preparei-me para a noite, eu sabia que ele adorava as minhas lingeries e tratei de me vestir de forma a que ele ficasse excitado com a minha visão.
Meias altas com desenhos em renda preta, presas a um cinto de ligas, umas calcinhas fio dental que mal davam para esconder a minha pilinha, um sutiã de renda e um negligé longo.
Penteei o meu cabelo e retoquei a pintura, tratando de realçar os meus lábios carnudos.
Quando me vi ao espelho acreditei novamente que era a menina mais linda que eu já tinha visto, estava orgulhosa da minha beleza e sabia que os homens com quem me cruzava tinham sonhos e desejos sexuais por mim.
Fui para o quarto e vi que ele estava na cama deitado, meio despido, a beber o resto da sua taça de champanhe.
Sem dizer uma palavra, despi-lhe o resto da roupa e comecei a acariciar todo o seu corpo, até que ele ficou novamente excitado e com o seu pénis erecto.
Aproveitei para fazer o que mais gosto, ajoelhei-me ao seu lado e comecei a chupar no seu pénis. Sempre fui viciada em sexo oral e com o Jorge era sempre delicioso. Ele deixava-me ficar longos minutos a deliciar-me com o seu sabor maravilhoso, e quando eu tinha sorte ele deixava-me beber do seu esperma.
Naquela noite ele deixou-me chupar por muito tempo e quando senti que ele estava pronto para se vir, redobrei os meus esforços chupando com força até ele ejacular todo o seu esperma saboroso e me deixar feliz.
Pouco depois de ele se ter vindo de novo fui servir-me finalmente de uma taça do champagne que ainda estava fresco dentro do balde de gelo e voltei para a cama para poder ficar enroscada no calor do corpo dele pensando se ele me iria fazer sua fêmea de novo nessa noite. Estava feliz e agradecida por ele me ter trazido nesta viagem maravilhosa quando senti que alguém batia à porta do quarto.
Ele levantou-se e foi vestir o seu robe, eu fiquei estendida na cama, pensei que devia ser o serviço de quartos com algo que ele tinha encomendado.
Com surpresa vi que ele falava com alguém que estava na entrada da suíte e que mandava ele sentar-se e perguntava se queria uma taça de champagne.
Curiosa saí da cama e fui ver com quem ele falava, espreitei para a sala da suíte e vi que era o seu amigo príncipe …
Fiz a minha aparição e fui cumprimentar o seu amigo, com dois beijos na cara.
Sentámo-nos os três no sofá da sala a beber um pouco de champagne e eu fiquei no meio deles os dois.
De imediato percebi que o meu amante Jorge o tinha convidado para me poder partilhar com ele e claro que eu apenas tinha que fazer o meu amante feliz e aceder aos seus desejos.
Sentada no meio deles comecei a insinuar-me contra o Carl, e marota perguntei-lhe se ele não queria ficar mais descontraído e se queria vestir um roupão do hotel.
Ele levantou-se e começou a tirar a sua roupa, era um homem bem feito e bonito, talvez um metro e oitenta, um pouco mais alto que o Jorge, quase loiro, com pouco pelos no corpo, era forte sem ser gordo, talvez tivesse uns oitenta quilos.
Despiu-se por completo e pude ver que também ele tinha um pénis com um bom volume, em tudo semelhante ao do meu amante.
Sentou-se ao meu lado e eu comecei a acariciar o seu pénis que começou lentamente a ficar ereto e duro. O Jorge veio se intrometer e começou também a acariciar o pénis dele e ele começou a beijar-me e a acariciar os meus seios.
Fomos de imediato para o quarto e para a cama … eu comecei a fazer-lhe sexo oral e senti que o Jorge se lubrificava de novo o rabinho, depois eles trocaram e enquanto o Carl me penetrava eu chupava o Jorge.
Vezes sem conta eles revezaram-se, um de cada lado de mim fazendo-me gemer e ficar satisfeita com as suas penetrações sucessivas que me traziam ondas de prazer sem fim.
Senti um e outro descarregarem o seu esperma dentro de mim e provei o esperma doce e saboroso do Carl. Senti o calor dos seus corpos no meu, a dureza dos seus pénis penetrando-me sem parar e senti um e outro a ejacular dentro de mim tornando-me na sua fêmea eleita.
Não sei quantas eu levei nessa noite, sei apenas que quando adormeci estava realizada e sei que o meu amante também tinha gostado de me ver a satisfazer o seu amigo real.
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