109 - Ano Novo para Recordar
Parar num bar para me proteger do frio na noite de Ano Novo levou-me a uma experiência muito interessante.
Já estava a ficar tarde e até agora o Ano Novo tinha sido bastante monótono. Decidimos ir a outro bar mais perto da baixa da cidade apenas para nos podermos aquecer antes da longa caminhada para casa.
Mas mal abrimos a porta, podemos sentir um calor que nos acolhia e nos fez esquecer a noite gelada.
Do nada algumas pessoa que não conhecíamos de lado nenhum estavam a oferecer-nos bebidas quentes e conversas amistosas.
Apareceram cadeiras vazias para nos sentarmos, oferecidas do nada como que por magia.
A Debra, a minha namorada e eu ficámos sentados numa mesa cheia, talvez quinze pessoas, de vários géneros e raças.
De repente senti uma mão na minha coxa, bem no alto da minha coxa. Quando me virei para ver de quem era a mão que estava a começar a acariciar-me e ia direita ao meu pau, senti uns dedos de pés envoltos em nylon deslizaram pela perna da minha calça.
O meu olhar foi primeiro para o dono das mãos viu um grande homem ruivo com trancinhas, e meio segundo depois, os meus olhos estavam presos nos de uma jovem loura, a dona dos dedos escorregadios. Ela estava vestida com um top justo de renda preta e uma saia extremamente curta. O meu pau cresceu rapidamente sob as pontas dos dedos do estranho.
Olhei em volta para ver que a Debra estava ocupada a conversar com alguém enquanto comprava uma bebida para ela do outro lado do bar.
Eu nunca tinha tido uma experiência gay, mas o meu pau ficou quente e duro como pedra e quando a Debra disse que estava cansada e que ia apanhar um táxi para casa, eu nada disse e deixei-a ir.
Antes da porta se fechar atrás dela, a mão na minha perna começou um movimento de carícia e senti um calor crescendo dentro de mim como eu nunca tinha sentido antes.
O Roberto sussurrou ao meu ouvido enquanto os dedos sedosos da Andreia trabalhavam as minhas canelas.
O Roberto disse que queria dançar, mas era algo em que eu não era bom e, dançar com um homem em público? Eu estava extremamente hesitante.
Mas a ajuda da Andreia e as doses de tequila começaram a fazer a sua magia e passado um pouco tempo eu estava nos braços de um homem que me guiava pela pista de dança. Em questão de segundos as luzes começaram a vidrar e brilhar, e eu podia sentir-me apertado contra o seu corpo. A minha cabeça encostou-se contra o seu peito que cheirava a doces e cacau. Uma das suas mãos acariciou as minhas nádegas e a outra segurou-me na parte de trás do meu pescoço. Senti um pau grosso e duro empurrado contra o meu estômago. Estendi a mão e coloquei os dois braços em volta do pescoço dele enquanto ele me conduziu pela pista de dança. Quando a música finalmente parou, Roberto inclinou a minha cabeça na direção dele e deu-me um beijo longo. Eu respondi sem questionar, a minha língua encontrou a dele, o meu corpo colado ao dele o mais forte que pude. Quando voltamos para a mesa, a Andreia estava com as suas coisas arrumadas e pronta para sair. Os seus olhos verdes escuros brilharam com antecipação, do quê eu não tinha certeza, mas eu suspeitava que breve ia descobrir.
Quando chegamos a casa deles, o Roberto foi se trocar e tomar banho. E a Andreia preparou algumas bebidas. Depois de todas as bebidas estranhas da note, eu estava a sentir-me pronto para tudo e qualquer coisa.
A Andreia percebeu que eu estava pronto e que ia aceitar tudo o que pudesse acontecer e começou a explicar-me como eu me ia preparar para o Roberto.
Eu devia fazer o que ela me pedisse sem questionar e todos nos íamos divertir nessa noite. Eu rapidamente concordei com as regras. O meu pau estava duro já há quase duas horas.
Antes de mais nada, disse ela:
- Fica vais te despir e começamos a partir de aí, Elia. Elia, é um nome bonito, e vai ser o teu nome para o resto da noite. Não apenas esse será o teu nome, mas também a tua personalidade. Como o tempo é curto, é melhor eu te preparar, querida Elia.
Fiz um movimento como se fosse falar mas fui imediatamente calado pela sua mão na minha boca. Eu despi as minhas roupas. A Andreia examinou o meu corpo em silêncio e disse que sabia exatamente como eu devia ficar e saiu. Bebi mais um pouco e esperei o começo da festa.
Quando ela voltou, ela tinha um punhado de roupas rendadas e um kit de maquiagem. Deu-me um cinto de ligas preto de cetim com rendas brancas e calcinhas a combinar. Um baby doll transparente sedoso em tons de rosa. Meias de nylon transparentes e saltos pretos de 10 cm. Depois a maquiagem. Ela colou-me umas unhas postiças que foram pintadas num vermelho provocante a fazer conjunto com os meus dedos dos pés. Na cara aplicou uma base, delineador e, finalmente, batom vermelho rubi. Para acabar ela colocou-me uma cabeleira postiça sedosa que me fez sentir-me bem quando me vi no espelho.
A Andreia sorriu para mim. Agora eu estava pronto, pronta, para a minha lição.
Lição pensei, que lição. Ela não me deixou à espera por muito tempo. Ela despiu o roupão e por baixo ela tinha um strap-on bem realista, com cerca de dez centímetros, mas grosso e escuro. Ela disse-me para eu rastejar para ela e de joelhos beijar o seu pau. Enquanto eu ponderava no quão longe eu tinha ido, eu fui direito a ela e ao seu novo apêndice.
- É isso Elia, queres, vem pegar. Isso querida, coloca os teus lábios na cabeça.
Andreia sussurrava com ternura. Não era muito comprido mas era largo e, apenas a cabeça encheu a minha boca inteira. Como é que eu conseguiria engolir mais?
- Agora beija apenas e lambe um pouco Elia. Segura-o na tua mão. É isso, sissy, lambe bem e gentilmente.
A Andreia levou-me até à cama e sentou-se na beira.
- De joelhos agora, Elia! Hora de aprenderes a chupar um pau e de seres a minha sissy! Sussurrou com voz rouca. Eu fiz o que me foi dito e de novo me ajoelhei na frente dela. Ela trouxe o pau até aos meus lábios.
- Segura-o nas tuas mãos Elia. É o teu trabalho dar prazer e cuidar de mim. Beija a ponta do bebé gentilmente. Em seguida, pega-o e lambe a haste para cima e para baixo. Vais aprender a levar com essa coisa toda goela abaixo e a amá-lo Elia!
Andreia explicava baixinho enquanto acariciava o meu cabelo e eu fazia o meu melhor, tentando seguir as suas indicações.
Em pouco tempo a Andreia estava a conseguindo exatamente o que queria e como queria. Eu mal podia respirar tentando chupar todo aquele pau até que senti os lábios e pelos da sua vagina roçando o meu rosto. Cada vez que eu deslizava para fora, tudo o que eu queria era sentir a pressão empurrando a minha cabeça para baixo e levá-la de volta novamente.
Ela me puxou para a cama e deitou-se de costas enquanto eu praticava o chupar o pau.
- É isso, sissy, lambe tudo. Agora de volta para dentro da tua boca de puta que quer o meu pau por toda a tua garganta. Andreia sussurrava baixinho.
Enquanto a Andreia me dava aquela lição senti que o Roberto também tinha regressado ao quarto e que se tinha sentado na cama observando toda aquela cena com atenção.
- Agora abre os teus olhos Elia para que eu possa ver os teus lindos olhos e tu possas ver este novo grande pedaço de masculinidade que vai foder a sua nova vagina apertada.
Ao abrir vi que o Roberto estava completamente nu e que parecia uma estátua de um atleta. O seu pénis grosso pendia convidando-me a colocar em prática o que a Andreia me tinha acabado de ensinar.
A minha cabeça estava no quadril da Andreia com metade do seu pau enfiado firmemente dentro dos meus lábios pintados. Eu podia ver os dedos longos e finos da Andreia massajando a área do seu clitóris. Eu deslizei o seu pau para fora da minha garganta e afastei-o enquanto me movia para uma posição para lamber as gotas de escorriam dos seus lábios vermelhos rubi. A Andreia gemeu profundamente e um por um colocou cada um dos seus dedos na minha boca para eu chupar e lamber.
- Elia, minha doce sissy, quem teria adivinhado que este fofinho e dedicado chupador estava todo dentro de ti. Diz-me o quanto tu gostas disto, Elia.
- Agora vais sentir um pau verdadeiro, vais fazer o mesmo ao Roberto e vais sentir ele a crescer dentro da tua garganta.
- Aí está ele, Elia. Sente este membro grosso que tanto desejas dentro de ti. Esfrega a cabeça e acaricie-a lentamente com a ponta dos dedos. É isso, sissy, agora diz o que tu queres.
Andreia num tom quase maternal sussurrava para mim. Tentei me safar com uma resposta rápida e ininteligível, mas fui interrompida.
- Não, Elia, uma sissy como tu deve ser capaz de pelo menos pedir isto. Pedir não, mas sim implorar por isto, gemer desesperadamente pelo que tu tanto queres. Diz-me o que queres baby. Implora-me por isso. Excita-me o suficiente para to dar a ti.
Então eu fechei os meus olhos e apenas senti o pau que começava a ficar duro nas minhas mãos empurrando contra a minha cara. A sensação sedosa do baby doll acariciando minha pele. As madeixas do meu novo cabelo longo escovando o meu rosto e a minha pele exposta.
- Oh, oh, por favor, Senhora Andreia. Eu amo chupar um pau. Eu amo sentir o pau contra mim e nas minhas mãos. Eu farei o que quiseres. Por favor, deixa-me beijar e lamber este teu pau grande. Eu quero isto dentro. Eu quero que vocês me fodam como se eu fosse a vossa sua putinha. As palavras vieram sozinhas para minha surpresa.
- Boa menina, Elia. Eu sabia que tinha isto em ti. Agora pode começar a chupar o pau grande que tanto queres, antes de eu foder a tua traseira de puta para a transformar numa vagina trémula de mulher inchada e pingando esperma quente.
Andreia empurrou a minha cabeça para a virilha do Roberto. Eu imediatamente coloquei a cabeça inteira na minha boca e apenas lambi e rolei ao redor. Dentro de segundos parecia que eu tinha todo o pau até os pelos grossos e espessos no fundo da minha garganta. O seu cheiro de lavado me fez apreciar cada milímetro do seu pau. Quando precisei de um fôlego, desloquei-me parte do caminho de volta à glande, respirei pelo nariz e deslizei os meus lábios novamente por aquela enorme haste que agora começava a ficar dura e grossa, o tanto quanto pude.
- Minha cadela puta adoras um grande pau, não é? Eu ouvia a Andreia a dizer de longe.
- Agora fica assim de quatro enquanto eu te preparo Elia sissy, abre essas tuas pernas vadias. É isso minha cadela, abra-as bem e largas.
A Andreia agarrou nos meus joelhos e tornozelos e afastou-os expondo as minhas nádegas, enquanto eu continuava a chupar o pau delicioso e saboroso do Roberto.
Senti que ela me colocava lubrificante e senti os seus dedos entrem em mim, preparando-me para ser penetrada.
Ela colocou-se por trás de mim e a cabeça do seu strap-on enorme ficou encostada contra meu anus húmido e receptivo, desejoso de se tornar numa vagina.
Eu ainda sentia que a minha pilinha estava erecta e sentia o gozo a escorrer a uma taxa constante.
Quando a Andreia se inclinou para mim, senti a cabeça do seu strap-on enpalando o meu cu lentamente, transformando-o na sua vagina submissa. Dor e prazer tomaram meu corpo em ondas de êxtase. Então, de repente, eu engasguei, e tossi, o strap-on deslizou confortavelmente para dentro de mim. Eu gemi alto com as ondas de prazer electrizando meu corpo.
- Pronto, querida Elia. Apenas relaxa e deixa-te vir. A tua traseira é tão boa e apertada. No momento em que eu terminar contigo, vais ter uma vagina desleixada e inchada que só quer mais pau. Explicou-me alegremente.
Momentos depois de ela me ter penetrado senti que eu começava e ter um orgasmo.
Estranhamente pensei que era mesmo uma menina e que queria voltar a sentir aquela dor prazer atravessar o meu corpo para sempre. O meu orgasmo tinha vindo sem eu me ter tocado, sem que eu o tenha planeado e estava a correr todo o meu corpo inundando-me com um prazer nunca antes alcançado.
Algo de quente começou a inundas a minha garganta e senti que o Roberto também tinha chegado ao ponto certo.
Dei mais atenção aquele pau grande que tinha na minha garganta e chupei o mais que pude, meio engasgada sorvi ao máximo todo aquele liquido que me encheu.
Senti que a Andreia continuava a trabalhar o meu anus e agora conseguia sentir o prazer de ser penetrada e de ter um strap-on dentro de mim.
Mas faltava ainda o que eu naquele momento mais desejava, queria ser a menina daquele pénis enorme e duro que eu tinha levado ao orgasmo com a minha garganta de sissy novata.
Será que eu ia conseguir ser uma menina para aquele homem de pénis maravilhoso?
Quando o acabei de chupar e o tirei do abraço dos meus lábios senti que também a Andreia saia de dentro de mim, deixando-me com as pernas meio bambas.
Creio que adormeci durante um bom bocado, mas breve ela me trouxe de volta, e me obrigou a ficar de quatro de novo, ele me explicou que queria que eu e comesse enquanto o Roberto me comia a mim.
Mal ela viu que eu recobrava a minha erecção ela guiou-me até à sua vagina e na posição tradicional eu comecei a fazer o que ela me pedia.
Senti que o Roberto se posicionava por trás de mim e senti o seu pénis erecto a procurar a minha entrada traseira, ele entrou com facilidade e sem cerimónias começou a aproveitar os meus movimentos e a cada estocada que eu dava na Andreia sentia que ele me penetrava mais e mais.
Comecei a ficar realmente excitado por o sentir bem fundo em mim e em menos de um minuto a minha excitação foi tanta que eu tive um novo orgasmo e explodi dentro da Andreia.
Quem não ficou contente foi ela porque ainda mal tinha começado e já eu estava a ficar murcho e sem conseguir acompanhar o seu ritmo. Breve senti que a minha pilinha murcha saia de dentro de ela e que ela saia da posição em que estava por baixo de mim. O Roberto esse parecia que ainda mal tinha começado e eu sentia que a dureza que ele continuava a bombear para dentro de mim era cada vez maior.
Decidi aproveitar e saborear aquela maravilha, mas foi por pouco tempo porque logo a Andreia agarrou-me na cabeça e enfiou a minha boca na sua vagina que escorria com o meu esperma. Ela exigia que eu a deixasse limpa, e eu senti o meu sabor pela primeira vez, misturado com os seus sumos.
O Roberto por trás de mim apreciava tudo e continuava com os seus movimentos. Mas mal a Andreia se deu por satisfeita eu pedi para mudar de posição e que que o Roberto me penetrasse de frente.
Ele não se fez esquisito e com as mãos segurou nas minhas pernas, afastou-as e desta vez penetrou-me quase sem esforço. Envolvi as minhas pernas em volta de suas costas e puxei-o para perto de mim. Comecei a sentir o seu peso e o seu calor. Eu empurrava contra ele cada vez que ele se movia em mim. Qualquer dor tinha desaparecido e tudo que eu podia sentir era prazer em todo o meu corpo. Roberto começou a me foder cada vez mais forte, toda a largura e profundidade do seu pénis, agora totalmente erecto e duro, estava dentro de mim. Sem aviso, um novo orgasmo envolveu todo o meu corpo. Eu gozei e gozei com o meu esperma quente a jorrar por todo o meu estômago. O meu anus agora era uma vagina com os lábios inchados envolvendo o meu novo amigo. Enquanto eu estava lá incapaz de me mover, a Andreia mergulhou a ponta do dedo no meu esperma e trouxe-o até aos meus lábios ansiosos. Eu lambi as suas unhas vermelhas polidas de volta ao brilho de cada vez que ela me oferecia.
O Roberto não descansou e animado por me ter feito gozar redobrou os seus esforços e finalmente libertou o seu líquido, inundando-me. Senti todo o meu interior quente e confortável.
Sabia agora que era tão bom ficar por cima como por baixo.
Adormeci com o seu pau ainda dentro de mim.
- Ai minha sissy vadia, nós agora temos uma nova putinha a invadir a nossa cama. Dorme agora minha amante para que eu possa começar a fazer planos para mais aventuras que estão por vir.
Andreia continuou a sussurrar enquanto eu adormecia.