15 - ELIA E DANIEL
Olá, bom dia de novo.
Como vocês sabem esta minha vida é um pouco esquisita, vida dupla ou tripla. Venho aqui hoje para vos contar uma pequena, não sei se história, não sei se aventura, que me aconteceu, simplesmente aconteceu não pude evitar.
Faz já alguns meses que moro num sítio ermo e isolado, uma casa que comprei no meio do campo e embora a casa tenha a maior parte dos luxos da vida moderna é apenas uma casa simples e já um pouco velha. Apenas a comprei porque era a única casa assim isolada que estava dentro dos preços económicos que eu podia suportar. Quando chegava a casa me podia dar ao luxo de passar a ser a Elia sem preocupações de alguém ver ou poder perceber que eu era uma pessoa com duas apresentações diferentes. Passados poucos dias de lá estar a morar já me atrevia a ir dar o meu passeio diário e as minhas corridas com a roupa da Elia e isso para mim era super agradável. Então se fosse durante o fim de semana eu podia ser uma menina por vários dias seguidos sem me preocupar com a ida à cidade e ao escritório onde eu trabalhava.
Numa sexta feira, dia de princípio de verão, ainda não estava muito calor, acabada de chegar do trabalho, fim de tarde mas ainda com sol e lá me decidi a ir fazer uma caminhada. A primeira meia hora do exercício foi intensa e tinha feito eu ficar encharcada em suor. Eu já ia um pouco mais devagar daquilo que era normal ia mais a passear, relaxar, a recuperar o fôlego e a apreciar a paisagem dos campos por onde passava.
Avistei ao longe um rapaz a trabalhar num terreno mesmo à beira do meu caminho. Vocês sabem que lenhadores, lavradores, pastores e outra gente que trabalha no campo são pessoas simples e humildes que raramente vão à cidade e que não conhecem muito da vida mas também, talvez por isso, são pessoas que não fazem grandes juízos de valores são pessoas que aceitam as diferenças com alguma facilidade.
Reparei que o rapaz estava parado no meio de um bosque, devia ter acabado o seu trabalho e arrumava algo dentro dos seus sacos. Ele me seguiu com o olhar. Passei perto dele, acenei sorrindo e continuei calmamente o meu caminho vendo que ele também retribuía o cumprimento.
Talvez nem uns cinco minutos adiante me deu uma daquelas vontades loucas de fazer o meu chichi, coisas estranhas que acontecem a estas meninas que têm o pénis escondido e disfarçado. Sem tomar cuidado me cheguei à beira da vereda, puxei os calções e calcinha para baixo, coloquei de cócoras e comecei a fazer o meu chichi pensando que não havia ninguém por perto. Erro meu.
Enquanto fazia as minhas necessidades tirei um lencinho da bolsa e quando me levantei limpei os pingos da pilinha e tentei me arranjar de novo, dobrar a pilinha era sempre uma das minhas exigências quando eu usava roupas mais apertadas como aqueles calções e enquanto eu fazia as minhas manobras tive a sensação de que alguém me observava. Assustada olhei em volta e lá estava ele a sorrir do meio do caminho a uma dúzia de metros de mim.
Disfarcei o melhor que consegui e também sorri de volta. Ele me perguntou:
- Anda perdida? Precisa de alguma indicação para chegar à civilização?
- Não obrigada, estava aqui apenas a descansar um pouco antes de continuar a minha caminhada. Está calor, estou toda suada e esta sombra me pareceu agradável.
Enquanto falava fui tirando da minha mochila uma garrafa de água e bebi um golo esperando que ele se decidisse na direção em que ia para eu de seguida decidir se o seguia ou não. Mas ele estava meio sem saber o que fazer e sem se decidir.
No meio do silêncio um pouco confrangedor reparei que ele trazia a tiracolo um grande saco cheio com algumas plantas e tentando quebrar o silêncio apontei para o saco e perguntei o que era aquilo que ele tinha ali.
Ele abriu o saco e começou a falar explicando que andava a apanhar bagas selvagens e que aqueles bosques tinham muitos agora nesta época do ano e que os ia vender ao mercado da vila mais próxima. Concluiu a sua conversa dizendo:
- Tenho de ir andando senão não é hoje que faço negócio e preciso deste dinheiro, também vem nesta direção?
Acenei afirmativamente e voltei ao caminho onde começamos a andar.
Ele até que andava depressa e eu quase que tinha dificuldade em o acompanhar, e rápido recomecei a ficar com o suor a escorrer por mim.
Ele de repente começou a falar e a contar que se chamava Daniel, vivia por ali perto numa casa que os avôs lhe tinham deixado antes de ir viver para a cidade, que vivia da apanha de fruta silvestre, cogumelos e por vezes da caça. Me foi explicando tudo de forma bem pormenorizada e eu apenas me limitei a ir escutando. Quando se lhe acabou a corda achei que também eu devia dizer quem eu era e porque andava por ali nas minhas caminhadas. Lhe disse que era a Elia lhe expliquei qual a casa onde morava e que todos os dias saia para trabalhar na cidade.
Na bifurcação do caminho nos separamos, acenando e sorrindo e eu lhe estendi a mão para ele apertar, mas ele se aproximou de mim e me deu dois beijos na cara rindo e partiu na direção da sua aldeia.
Nada lhe perguntei sobre o que ele vira quando me tinha surpreendido a fazer o meu chichi e ele também nada disse.
Quando ele se afastou consultei o meu GPS e lá me decidi pelo caminho de volta que já tinha feito muito mais distância do que inicialmente tinha planeado.
Quando cheguei à minha casa quase noite fui tomar o meu banho e voltei à minha rotina diária, pensando no Daniel que tinha acabado de conhecer e que me parecera uma pessoa simples e simpática. Pensei para mim que era pena eu não ter aproveitado para fazer um amigo, mas pensei também que provavelmente nuca mais o veria e que não haveria problema.
Mas estava enganada. Logo no dia seguinte sábado de manhã era o dia em que eu ia à povoação perto, para comprar alguma fruta, verdura, pão, e algo mais que eu visse pelo largo da praça. Sem pensar vesti não a roupa da Elia mas sim umas calças e t-shirt mais masculinas e com o boné a tiracolo escondendo o meu cabelo que já estava a ficar bem comprido me meti no carro e fiz a mini viagem até à povoação. Fiz as minhas compras normais e já estava quase a decidir voltar para o carro quando decidi dar mais uma espetadela ao outro lado do largo e dei de caras com o Daniel numa banca a vender as suas frutas silvestres.
Mal o vi reparei que era impossível eu disfarçar e fazer de contas que não era a Elia, ele se sorria para mim e me fazia sinal para eu me aproximar. Eu tentando parecer que estava calma me aproximei da banca dele e quando lá cheguei ele me estendeu a mão e ma apertou, dizendo:
- Venha aqui comprar algumas das minhas frutas por favor, olhe que esta foram apanhadas ontem nos bosques em muito boa companhia. Ele riu-se e eu também mas estava aflita com o que se podia passar. Ele continuou:
- Olhe eu hoje já não vendo mais nada e vou fechar a loja, quer me fazer companhia aqui ao lado no bar para tomar algo?
- Sim vamos, disse eu um pouco envergonhada. Mas primeiro me deixe ir colocar as minhas compras no carro.
Assim fiz, fui ao carro deixar as minhas compras, enquanto ele cobria colocava as suas coisa na sua carrinha a tapava a sua banca com uma lona. Voltei e ele me indicou o caminho até ao bar da aldeia, entramos e era agradável, um pouco mais fresco que quente do dia que se estava a por. Ele me perguntou o que eu queria tomar e eu lhe disse que bebia o mesmo que ele e me fui sentar naquele que achei ser o recanto mais calmo enquanto ele ia ao balcão.
Quando ele veio com dois copos de imperial fresca eu achei que lhe tinha de explicar o que se passava comigo, mas antes de eu poder falar começou ele:
- Então? Olha aqui dentro parece que estamos só nós dois, podemos falar com calma e penso que sem ninguém nos ouvir, mas se preferires vamos para outro local. Antes de outra coisa quero te dizer que ontem todo o dia achei que tinha visto algo de extraordinário, mas hoje mal te vi percebi que tinha mesmo visto que tu tinhas um pénis. Estou a dizer algo incorrecto Elia?
- Olha sabes Daniel eu sou CrossDresser e gosto de ser menina, mas apenas consigo em algumas ocasiões ser a Elia que tu viste ontem. Até que fico aliviada por tu teres percebido hoje o que se passava e por não teres feito uma feira com o facto.
Ele se riu e me disse que não tinha nada a criticar ou a rir do que eu fazia, e que se eu o queria fazer ele não era pessoa para dizer que estava mal ou que era incorrecto. Eu fiquei aliviada e como o local era agradável fui lhe perguntando mais algumas coisas sobre ele e sobre o seu trabalho. Afinal ele morava por ali mas tinha um curso superior e já morara em Lisboa onde tinha trabalhado e apenas tinha voltado à aldeia de seus antepassados porque achava que queria uma vida mais calma e também porque tinha o sonho de escrever e acreditava que ali na aldeia ia arranjar a calma necessária.
Ficamos conversando principalmente sobre ele mas perto da hora do almoço eu lhe disse que tinha de ir, ele ficou com cara triste e imediatamente me perguntou:
- Então te vais embora já? Eu estava a gostar da tua companhia e conversa, não queres tomar um copo e conversar logo mais ao fim do dia?
Eu devo ter corado mas me enchi de coragem e perguntei:
- Olha se eu cozinhar algo para o jantar tu achas que irias gostar de ir jantar comigo e depois podias levar a Elia a visitar alguns pontos noturnos aqui da região?
- Assim tipo eu e a Elia irmos sair num encontro hoje à noite? Sim ia adorar, qual é a indumentária? Desportiva, ou cerimónia.
- Desportiva seu tonto, sabes onde eu moro? Te lembras de eu te ter explicado? Ele me acenou positivamente e eu lhe disse ainda para lá estar por volta das oito da noite.
Todo o resto da tarde foi para mim um rodopio. Mal cheguei a casa parecia uma tonta a correr, pensar no que ia fazer para o jantar, que roupa ia usar, devia usar saltos? Devia usar saia? Como me devia arranjar? Ufa levei um bom bocado para decidir tudo. E depois de almoçar passei toda a tarde nos preparativos. Dei uma arrumação na sala e como devia fazer uma noite quente decidi colocar uma mesa no pequeno jardim ao lado da cozinha. Tirei um peixe do congelador, e decidi que o ia fazer no forno com alguns legumes, arranjei tudo e deixei no forno pronto para ligar mais tarde.
Depois fui tratar de mim e tomei um banho de imersão bem longo até sentir que toda eu ficava com os perfumes dos sais, sai do banho e de depilei toda com cuidado, espalhei pelo corpo óleo perfumado, senti que estava excitada e que o meu pénis tinha ficado duro quando sentira as minhas mão pelo corpo a espalhar o óleo. A minha parte masculina ainda acordava mas breve eu sabia que ela iria ser dominada. Eu não sabia se devia optar por uma vida total de mulher ou se devia apenas ser uma menina com um pénis. Este e outros pensamentos me cruzavam constantemente a vida e eu sabia que tinha decisões a tomar que não poderiam ser adiadas por muito mais tempo se eu quisesse vir a ser uma mulher. E
Enquanto refletia nisto tudo pintei as unhas dos pés e das mãos, escolhi uma saia leve com um padrão em flores de tons rosados, uma blusa de cetim com algumas rendas e uns sapatos abertos de salto. Vesti umas calcinhas e sutiãs rosa, minha cor sempre preferida, e de roupão fui tratar de tudo o resto. Ainda era cedo mas eu queria que tudo estivesse perfeito no momento em que o Daniel me visse. Arranjei algumas flores para a sala e arrumei tudo o que consegui. Coloquei o que era preciso para a mesa do jantar à porta da cozinha, liguei o forno no mínimo, coloquei uma garrafa de vinho branco no congelador, vi se tinha cervejas, alguns amendoins e rápido subi para me pintar e acabar de arranjar. Quando passado meia hora dei por finda a minha pintura da cara acho que nem eu tinha visto nunca a Elia tão radiante e alegre. Me vesti e coloquei meia dúzia de coisas na bolsa para sairmos depois do jantar.
Desci dei a volta ao peixe que começava a ficar bem cozinhado e a espalhar o cheiro pela casa, acabei de por a mesa no jardim e arranjei uma boa meia dúzia de velas para acender ao jantar. Já o fim da tarde estava próximo e o pôr do sol me dizia que deviam ser quase oito horas da noite.
Senti que um carro se aproximava pelo caminho de acesso principal e fui receber o Daniel à porta da frente.
Ele quando saiu da sua carrinha não consegui disfarçar o seu espanto e quando chegou perto de mim me disse logo:
- Estás linda Elia, hoje vou te levar a passear e vou sair com a rapariga mais bonita de toda a região.
Ele ficou a olhar para mim e me o ramo de flores que trazia. Lhe dei a mão e o conduzi para dentro de casa onde lhe mostrei a parte de baixo, levando-o pela cozinha para pequeno jardim onde estava a mesa posta. Nos sentamos e ficamos um pouco na conversa, me esqueci por completo de tudo o mais ele não parava de falar e de me elogiar.
Queria saber tudo de mim e das minhas opções e de como eu era e do que fazia etc. Me perguntava e voltava a perguntar sempre mais, interessado em tudo o que eu dizia e lhe contava da minha vida.
Pouco depois servi o peixe e o vinho fresco e ficamos no jardim sempre conversando. Mesmo depois de tudo comido ficamos trocando ideias e bebendo o resto da garrafa de vinho fresco gozando o ar fresco da noite que começava a cair.
Logo logo lhe disse que queria então ir dar a volta que ele me prometera e ele disse que estava pronto para ir. Me levantei e com a ajuda dele arrumei tudo rápido, fechei as portas da cozinha e fui ao WC retocar a minha pintura, quando cheguei à porta de casa ele me esperava e me disse que tinha gostado muito de tudo e eu lhe disse para ele me dar os parabéns por eu ser uma tão noa dona de casa. Ele me pegou pelo braço e me puxou para ele e me deu dois beijos na face agradecendo.
Eu gostei do toque dos seu lábios na minha cara e me aproximei dele e também o beijei na cara, ele então se virou para mim e me disse que era melhor sairmos antes que acontecesse algo mais.
Toda a noite ele me levou para conhecer os pousos da vida noturna de toda a região. Primeiro fomos tomar um café, e um pequeno digestivo e mais uma vez conversamos, ele agora me perguntava sobre os meus gostos musicais e sobre os meus filmes preferidos e sobre as minhas leituras, etc. Quando saímos do café foi com naturalidade que ele me deu a mão e me conduziu até à sua carrinha, abriu a porta e quando eu ia a entrar senti que ele me segurava e beijava de novo na face.
De seguida fomos até um bar com música e onde se podia dançar, estava pouca gente, eu não conhecia ninguém, mas apareceram algumas pessoas para cumprimentar o Daniel e ele me apresentou a todo o mundo dizendo a minha amiga nova, a Elia. Logo logo já nos tinham oferecido várias bebidas e todo o mundo conversava connosco. Ele me levou para a pista e tentando evitar as conversas com o resto do pessoal ele ficou a dançar comigo olhando-me e voltou a gabar a minha beleza várias vezes. Acabei por me deixar envolver nos seus braços a dançar agarrada a ele, poisei a minha cara no seu peito e senti o calor que saia dele. Senti a sua mão nas minhas costas apertando-me e senti que ele me desejava. Me virei para ele e lhe agradeci pela noite maravilhosa que ele me estava a proporcionar e disse que devia ser a noite mais perfeita da minha vida.
Pouco depois lhe disse que era melhor ele me levar para casa e depois de nos despedirmos de todos ele me levou de novo para a carrinha, mas desta vez o seu beijo foi mais demorado e eu me virei para ele e deixei que os seus lábios roçassem nos meus. Entrei e me sentei, procurando me encostar a ele que quando entrou no carro me voltou a beijar os lábios. Todo o percurso para casa foi quase em silêncio. Eu sentia o calor que lhe saia do corpo e que me deixava excitada e sabia que ele seguramente também me desejava e estava excitado. Quando ele parou o carro à minha porta apenas lhe disse “anda”.
Abri a porta de casa e pegando-lhe na mão conduzi-o direto para o meu quarto, entrei e o abracei e senti que os seus lábios procuravam os meus. O beijo dele era quente, demorado, a sua língua era deliciosa de veludo quente. Logo as suas mão me apertaram e acariciaram todo meu o corpo. Senti que ele estava excitado e desejoso de fazer amor comigo, e comecei a despir-me dizendo-lhe para ele se despir também. Fiquei apenas com a lingerie cor de rosa e ele com os seus boxers que já não conseguiam disfarçar o seu pénis erecto. Lhe disse para se sentar na cama e fui à minha cómoda buscar o lubrificante, perguntei-lhe se ele queria usar preservativo e ele disse que eu é que decidia, e eu de imediato optei por não usar.
Fui até á cama e me ajoelhei na frente dele e tirei puxei os seus boxers para baixo expondo o seu pénis lindo, grande e sem ser circuncisado. Eu também me sentia excitada e sabia que debaixo das minhas calcinhas o meu pequeno pénis lutava para ficar liberto. Lhe perguntei se me podia despir e ficar com o meu sexo exposto e ele rindo-se me tirou as calcinhas e o sutiã expondo-me ao seu olhar curioso. Mas logo nos envolvemos em beijos e carícias. Senti que as suas mãos percorriam todo o meu corpo explorando-o, os seus lábios mal largavam o meu e também eu o comecei a acariciar até sentir o calor do seu pénis nas minhas pernas, me libertei do seu abraço e virei as minhas nádegas na direção dele e logo senti aquele calor imenso se aproximando de mim, o seu pénis erecto a ficar prisioneiro das minhas nádegas as suas mãos acariciando os meus seios.
Lhe disse para ele me colocar algum lubrificante na minha fenda e senti os seus dedos com o frio do lubrificante a espalharem o líquido, fui lhe dizendo que ele tinha de preparar a fenda com o dedo e ele meigo me colocou um dedo no anus, logo depois colocou mais lubrificante e outros dedo entrou e foi me alargando e preparando para a sua entrada. Quando senti que eu já estava bem preparada lhe disse para ele avançar e deitados de lado ele procurou a minha fenda, senti que a sua cabeça se encostava ao meu buraquinho e que ia aos poucos forçando a entrada, respirei fundo e me preparei para o que pudesse acontecer. Não era o meu primeiro homem, mas há tanto tempo que eu não era penetrada que estava receosa. Ele foi super meigo e foi empurrando aos poucos, um centímetro de cada vez e descansando, empurrando de novo e descansando, deixou que eu sentisse todo ele duro e quente entrando aos pouco em mim e fazendo-me sua menina submissa, até que começou com os seus movimentos de vai e vem que fizeram todo ele entrar em mim.
Eu já estava super excitada e quando ele me apertou mais e a sua mão envolveu o meu pénis não consegui evitar e tive um orgasmo que me fez gemer de prazer, ele sentindo que eu estava a gostar não me largou, apertou-me e redobrou a velocidade dos seus movimentos. Logo senti que também ele começava a gozar e senti dentro de mim aquela explosão quente e deliciosa que me encheu de prazer de novo. Eu gemia de prazer e também ele quase que gritava ao sentir o seu orgasmo louco.
Quando ele parou eu me deixei ficar apertando o seu pénis dentro de mim e tentando fazer com que todo o seu líquido seminal saísse para dentro de mim. Senti o seu abraço forte, uma das suas mãos me acariciava os seios, outra o meu pénis que continuava erecto e os seus lábios tentavam me beijar, eu me virei para trás e de forma acrobática consegui sentir os seus mas senti o seu pénis a deslizar de dentro de mim e me deitei de costas na cama enquanto ele me continuou a beijar de forma intensa.
Fizemos amor de novo na posição de franguinho e de novo senti a sua virilidade me preencher por completo e de novo as suas carícias no meu pénis fizeram com que eu explodisse sujando-o todo. Ele apena se ria e dizia que estava a adorar e que estava excitado e queria fazer amor de novo. Mas não demorou muito que eu ficasse extenuada e adormeci nos braços dele sentindo-me protegida pelo seu forte corpo.
Quando acordei no dia seguinte a primeira coisa que vi foi o seu sorriso lindo e senti os seus lábios quentes nos meus. Lhe disse que era melhor irmos tomar banho e o levei para a banheira onde o lavei esfreguei e pude observar o seu corpo perfeito de atleta. Eu mais pequena que ele mas já com algumas curvas e com os seios a despontar também era uma menina bonita e ele tratou de o dizer vezes sem conta enquanto também me esfregava o corpo todo com água e gel de banho.
Saímos do banho e nos enrolamos em toalhões e de novo fomos para o quarto onde eu recomecei a beijar todo o seu corpo, ele se estendeu e se deixou acariciar e beijar por mim, breve cheguei ao seu pénis e também o beijei, demorei de forma longa o meu beijo e tentei perceber o seu tamanho real, tinha seguramente uns bons 22 cm quando erecto e talvez uns 5 cm de diâmetro, quase o dobro do meu, comecei a chupar a sua cabeça que quando cresceu mal me cabia dentro da boca e tentei colocar todo aquele monumento dentro da boca mas logo me engasguei e tive de me contentar em apenas sentir o seu calor até metade do seu comprimento. Enquanto eu estava em cima dele senti que as suas mão me acariciavam e finalmente ele me levantou no ar me rodou e colocou de forma a que também ele me conseguisse chupar o meu pénis. Para ele foi fácil envolver todo o meu pequeno pénis na sua boca mas eu não conseguia e o dele começou a ficar mais duro e a crescer e então mal entrava na minha boca. Eu entretanto com as suas carícias senti que estava a ter um orgasmo mas admirada vi que que nada saia de mim, eu seguramente que tinha esgotado todo o meu esperma na noite anterior. Mal me vim quiz que ele me penetrasse de novo e ele não se fez rogado, me colocou de novo lubrificante e depois se deitou de barriga para cima e me mandou eu me acocorar por cima dele. Assim fiz e agora fui eu que controlei todos os movimentos tendo ele apenas se limitado a me ir acariciando os seios. Não sei quanto tempo levei para fazer com que ele tivesse novo orgasmo, mas sei que fiquei extenuada de novo e sei que tive de dormir mais umas horas até à hora de almoço.
Quando fui fazer almoço para podermos ganhar forças de novo para satisfazer os nossos desejos eu lhe disse que tinha gostado tanto de fazer amor com ele que decidira passar a ser sempre Elia.
FIM