166 - Um Polícia Solitário
Olá, tenho 50 anos, sou de Évora e acordei tarde para este meu interesse por roupas femininas.
Já fui casado, tive 2 filhos e uma vida estável. Este meu lado feminino sempre esteve latente em mim por muitos anos, e eu sempre olhei para as mulheres invejando as roupas bonitas que elas usavam. Um dia comecei a usar algumas roupas íntimas da minha esposa.
Sou baixo e elegante, 1,70 m, 70 kg, corpo atlético e nessa época era bem peludo. Gostaria muito de me depilar para me sentir mais feminino, porém pensava que a minha ex-mulher ia desconfiar.
Só depois de me divorciar e começar a morar só é que comecei a usar regularmente lingerie feminina e, em casa, saltos altos.
Adoro sapatos de salto alto, quando os usei pela primeira vez e me olhei no espelho, morri de excitação. O meu rabinho ficou empinado, as pernas torneadas e eu senti-me uma mulher deliciosa.
Comecei a ganhar o hábito de ficar nas redes sociais a conversar com frequência, para provocar os homens que gostam de CDs.
Adoro ficar na câmara do PC a exibir-me, desfilar de saltos altos e a ouvir elogios sobre o meu traseiro empinado e gosto de ser chamada de vadia, puta, cadela, entre outros elogios que eles me fazem.
Por vezes mostro o meu rabinho, agora todo depilado, enfio um dedinho ou um consolo.
Os homens ficam loucos. Vários pedem o meu contato, e eu tive que arranjar um contacto que serve apenas para este meu lado feminino.
Eu morria de medo de e preferia ficar só no lado virtual da aventura, apesar de me sentir louca para ser fêmea de um homem maduro e experiente.
Um dia conheci online uma travesti com quem me encontrei e me comeu de lingerie e saltos altos, mas eu queria um encontro secreto com um homem de verdade para poder matar a minha curiosidade.
Há dias estava eu de novo a exibir-me na câmara, enquanto conversava com um homem com o nome de XuiPauzudo. Começamos a conversar e ele disse que me queria ver. Mostrei-me para ele bem provocante, empinando o meu rabinho e super oferecida.
Ele foi muito elogioso sobre o meu corpo, principalmente disse que adorava as minhas nádegas. Quando ele mostrou o seu pau duro quase tive um ataque de receio. Que pauzão. Ele disse que tinha uns 24 cm e era bem grosso. Fiquei super desejosa logo com vontade de o sentir em mim e fiquei a salivar enquanto ele se masturbava frente à câmara. Esmerei-me nas minhas pose e reboladas, mostrei o meu rabinho e adorei quando ele gozou uma enorme quantidade de esperma para cima da sua barriga.
Senti que também eu gozava no mesmo momento e fiquei toda molhada.
Normalmente os homens para quem eu me mostro gozam e despedem-se, mas aquele ficou com a câmara ligada e continuou a conversa querendo ver eu a gozar também.
Ele disse-me onde morava, não muito longe da minha casa, era divorciado, tinha 50 anos, vivia sozinho e o seu ideal era ter um cuzinho de macho onde pudesse todos os dias descarregar a sua energia, mas queria que fosse assim feminino como eu e principalmente queria que estivesse vestido de mulher.
Pediu-me para se encontrar comigo. Gelei. Morria de medo da exposição, afinal de contas era um homem acima de qualquer suspeita para a sociedade. Mas ele insistiu, dizia que estava com muita vontade de me comer, que eu seria a fêmea dele, que ele era super discreto, até por ser militar.
Tentei enrolar a conversa de várias formas, mas ele era convincente, bom conversador e logo logo já estava com o seu pénis duro de novo e queria ver-me um pouco mais.
Me arranjei de novo, agora com uma lingerie mais provocante, introduzi um consolo no rabinho e gemi feito uma cadelinha, pedindo um homem com pau duro, chamando-o de meu macho pauzudo.
Ele, por sua vez, gemia de prazer, dizia que estava louco para me ter agora, que eu era a putinha mais gostosa que ele já tinha visto na net e que me queria para sempre.
Mandou o número de WhatsApp e disse para eu lhe ligar naquele momento, mas fiquei com algum receio e sai do messenger.
Mas eu continuava em brasas de tanto desejo. Aquele homem perfeito estava bem perto de mim. Parecia ser tudo o que eu desejava para me fazer mulher. Tomei coragem e mandei-lhe uma mensagem que foi respondida prontamente. Pedia para eu ir à casa dele, e para eu ir vestida como estava. De calcinhas pretas bem pequenas com fio dental, sutiã preto de renda, saia curta vermelha, saltos de 13 preto, peruca loira e uma máscara que cobria os meus olhos.
A conversa e mensagens no WhatsApp sucederam-se nas horas seguintes e no dia seguinte ele disse a sua morada e descreveu a sua casa, dizendo que tinha garagem e que era só estacionar, que ele estaria lá para me receber na porta do carro de pau desejoso por mim.
Disse-lhe que eu tinha pouca experiência com homens mas que estava louca por sentir o cheiro do seu pau meio molhado, que morria de desejo por saborear aquele presente.
Acabei por lhe dizer que iria ter com ele no dia seguinte e combinei tudo em pormenor.
Creio que levei muito mais tempo a arranjar-me naquele dia e com muito mais cuidado do que em todas as outras vezes em que tinha me exibido ou que tinha feito uma das minhas pequenas saídas como mulher. A meio da tarde já estava em casa a tomar banho, depilar, perfumar, fazer uma lavagem interior, pintei-me, escolhi a minha melhor roupa e lingerie mais provocante, coloquei uma peruca loura, calcei os meus saltos e coloquei a morada que ele me tinha dado no GPS, que me dizia que o trajeto seria de meia hora.
Mandei-lhe uma mensagem a dizer que devia chegar a sua casa dentro de meia hora e do jeito que eu estava entrei no meu carro e fui ao encontro do meu homem.
Um misto de ansiedade, medo e excitação. Imaginava o que faríamos, como faríamos e tudo o mais. Ao entrar pelo acesso da garagem da sus moradia, ele caminhou em direção ao meu carro.
Era bem maior do que eu pensava depois de o ter visto na câmara. Devia ter quase 2 metros, forte, moreno cabelos e barbas curtas, mas bem tratadas e cara de mau. Fiquei meio paralisada. Ele abriu a porta do carro.
- Que bom que viste ter comigo, menina gostosa. Queria muito conhecer-te na intimidade. Podes ficar tranquila, sou um homem tranquilo, mas bem carente.
Com um sorriso sai do carro. Ele deu-me um beijo na boca, andou para traz e pediu para eu dar uma voltinha.
- Minha nossa senhora, tu és muito mais gostosa pessoalmente. Que delicia. Vou te comer todinha, safada.
- Aíii! Safado, páraaa. Assim eu fico com vergonha. É minha primeira vez com um homem! Disse eu com uma voz afetada e tentando caminhar empinando o meu rabinho para ele. Ele pegou-me pela cintura e apertou-me contra si. Senti na hora o volume do seu pénis na minha barriga.
- Já estás bem animado, ein?
- Tu és gostosa demais. Não há como não ficar animado ao te ver.
Ele beijou o meu pescoço, deu uma mordidinha que me arrepiou toda. Dei um gemido e empinei-me mais ainda. Que excitação sentia eu. Ele continuou a esfregar-se em mim e eu roçando-me naquele alto das calças dele.
Quando me virei de novo para ele ele deu-me um beijo de língua daqueles. Nunca tinha beijado um homem. Abracei o seu pescoço e entreguei-me. Ele estava ofegante com tesão, enfiava a língua na minha boca com vigor, puxando-me forte para junto dele e o seu pau cada vez mais duro.
Eu beijava e soltava gemidinhos que o deixavam louco.
- Safada. Estás a gostar, não é? Estás a gostar de ser a minha fêmea, não é?
- Hummm, estou a adorar meu macho safado.
- Agora cheira o meu pau. Tu não gostas? Então cheira, sem colocar a boca. Vai, puta!
Abaixei-me mais que depressa, despertei as suas calças e apareceu aquele monumento na minha cara.
- Meu deus, é enorme! Que delícia! Hummm que cheiro…
O meu pauzinho, entalado nas calcinhas apertadas, latejava de tesão. Eu aspirei fundo e senti aquele cheiro delicioso da pré ejaculação, enquanto ele esfregava a cabeçorra no meu nariz.
- Isso, cheira o meu pau, putinha.
Estava a delirar, queria acariciar-me também e que ele me acariciasse o meu rabinho.
- Agora pede para chupar. Pede para chupar o cacete do teu macho, pede! Chama-me de Tio.
- Aiii, tioooo, deixa-me mamar nesse pauzão, deixa? Por favor! Esse pau cheiroso, deixa-me chupar, deixas, tioooo?
Ele fez-me uma carícia na minha cara que eu adorei.
- Chupa, vadia! Vai!
Comecei devagar, cheirando e lambendo a cabeçorra, fui para a base, para os sacos, depois comecei a engolir tudo (o que cabia, não é? Era enorme!). Eu dava gemidinhos enquanto ele me segurava a cabeça e o empurrava para a minha garganta.
- Vem cá, vem. Não estou a aguentando com tanta tesão. Vamos lá para dentro.
Fui a andar na frente dele, rebolando com a calcinha enfiada no cu e a sainha levantada a mostrar o meu rabinho, igual a uma vadia. Ele dava umas tapinhas, enfiava o dedo no meu rego e eu gostava. Chegamos à sala, ele colocou uma música e pediu-me para eu desfilar e dançar para ele. Adorei a ideia. Ele sentado no sofá com o pau na mão, eu ia até a porta, empinava-me, rebolava, agachava com o dedinho na boca, bem provocante mesmo. Ele estava a adorar.
- Caralho, tu és a mais gostosa que eu já vi. Que corpo, que pernas e que traseiro. Mais gostosa que muitas mulheres. Vou acabar por me apaixonar.
Adorei ouvir aquilo. Cheguei perto e rebolei o meu traseiro no pau dele, até sentir a cabeça roçando no meu cu com o fio dental. Depois virei-me de frente e caí de boca no pauzão de novo.
- Isso mesmo, minha safada. Como tu és safada.
- Huhum, sou sim. A tua safada.
Colocou-me de pé e começou a acariciar o meu rabinho, passou o dedo no meu buraquinho, afastou as calcinhas e enfiou a língua no meu cu.
- Ai, caralho, que delicia tiooo, chupa o meu cuzinho, chupa! Aaaaaiiiii, está gostoso, hummm.
Ele enfiava aquela língua lá dentro e fazia-me delirar. Penetrava o meu cuzinho com a língua dele e acariciava o meu grelo.
- Não estou a aguentar, safada, quero te comer!
- Ai, come! Estou louca de desejo por isso. Come-me com esse pauzão!
O pau era muito grande, pesado, batia na minha bunda enquanto eu rebolava e pedia o pau no cu.
Ele chegou as calcinhas paro o lado, passou bastante lubrificante no pau e veio esfregar no meu rabo. Eu estava de pé, com os meus saltos altos e a traseira toda empinada esperando e vendo aquela cena excitante pelo espelho da sala. Começou a introduzir a cabeça e disse:
- Vem, putinha, rebola gostoso no pau do teu tio e faz ele entrar, vem! Vadia! Estás a gostar, estás? Isso, rebola, que cu tão gostoso.
- Aiii que pauzão, tio, que gostoso esse pauzão abrindo-me toda. Aiiii, estou a adorar rebolar nesse pau do tio, aaaiiiii! Aiiiii, safadoooo!
Que prazer, que gosto sentir um pauzorro entrando em mim. Fui ficando com mais e mais tesão e o pau foi entrando todinho. 24 cm dizia ele!!! Delirei
- Nãoo, que cu guloso, estás a aguentar tudo minha puta! Que cu gostoso, quentinho, cu de puta.
Segurou-me pela cintura e começou a bombar. Primeiro devagar, para me acostumar com o tamanho, depois com mais vigor. Agarrou-me pela nuca, puxou a minha cabeça para traz e pôs a boca perto do meu ouvido, a gemer, bufar, e a falar.
- AAAAiiiiii, que gostoso, meu macho! Fode-me, vai, fode-me com esse pauzão, aiiii que pau grande, que pau grande tioooo, aaaiiii!
Eu rebolava e rebolava naquele mastro até que…
- Não estou a aguentar mais … Ahhhh! Safada, toma leite no teu cu!
- Enche o meu rabinho de esporra, safado!
Sentia a esperma quente a jorrar dentro de mim. Quando tirou o pau escorreu muita esperma para o chão. O pau todo lambuzado com esperma.
Depressa agachei-me e comecei a chupar aquela esperma quente e azeda.
- Isso, deixa tudo limpinho, minha bichinha! Lambe o leite do teu macho. Caramba, que delícia de orgasmo. Tu és espetacular!
O pau já a meia haste ainda pingava esperma na minha boquinha.
- Agora vai, ali à cozinha, buscar uma cerveja para mim, vadia!
Obedeci, é claro. Fui rebolando, com o cu arrombado. Parecia que tinha empinado mais ainda o meu traseiro. Nunca me senti tão feminina.
Ele veio ao meu encontro, abriu a cerveja, deu um gole considerável, me deu um beijo na boca, pegou-me pela mão e conduziu-me para o seu quarto.