205 - Descobri o que queria
Não é a primeira vez que escrevo e conto que sempre gostei de vestir calcinhas.
Quando fiz a asneira de me casar a coisa ficou um pouco fora de controle, porque as calcinhas estavam ali mesmo ao meu lado e sempre à disposição.
Com o passar do tempo também comecei a experimentar algumas mini-saias, calções, camisas de dormir da esposa e ficava sempre excitado a fazer isso.
De vez em quando eu tentava parar, forçava-me a ficar um tempo sem usar, mas a vontade votava em grande e eu não resistia.
Mas nos meus últimos 3 anos de casamento é que perdi o controle por completo. Comecei a vestir calcinhas para ir para o trabalho.
Quando apareceu a internet nos telemóveis comecei a ver muita pornografia e quando via um homem envolvido com uma mulher em vez de me sentir excitado por ver a mulher, eu colocava-me no lugar passivo, da mulher.
Comecei a usar calcinhas com mais regularidade. Ia ao cinema, ia ao super mercado, ia ao centro comercial, e em todos lugares passeia a usar calcinhas sem receio.
Acredito que esta minha atração por roupas femininas e o desejo de me querer sentir mulher começou com os meus 13 anos de idade.
Lembro-me de andar sempre a ver se conseguia arranjar calcinhas ou outro tipo de roupa interior feminina, espreitava para os estendais das casas da vizinhança e sempre que via alguma peça que me despertava a curiosidade lá tinha eu que engendrar um mini assalto para poder vestir uma peça de roupa feminina, ainda que só por breves instantes, ou quanto muito, umas horas.
Um dia consegui comprar um dildo e comecei a brincar com ele, enfiando-o no meu anus, sempre que ficava sozinho em casa. Ansiava pela hora de poder ir buscar o meu dildo e ficava a masturbar-me em frente ao espelho.
Sempre pensei que tudo aquilo iria ficar esquecido no passado, mas vi que não, mal me casei, e um dia tive que tomar a decisão acertada que foi pedir o meu divórcio e assumir para mim mesmo que eu era uma pessoa diferente.
Talvez o episódio que mais me tenha empurrado nesta decisão foi o que me aconteceu um dia num autocarro super lotado, que eu apanhei no regresso do trabalho.
Eu vestia umas calças com o tecido muito fino, por cima das minhas calcinhas. Um homem, que entrou atrás de mim, encostou-se a mim e eu senti o seu sexo encostado ao meu rabo.
Eu sem jeito e com vergonha afastei-me para o lado, mas momentos depois ele voltou a encostar-se de novo. Encostou-se de forma que eu senti o seu pénis duro nas minhas nádegas. Mas uma vez afastei-me mas não foi o suficiente, o homem era insistente e tentou novamente.
Então pensei! Já que estás aí, vou permitir, e virei-me para trás sorrindo.
Quando ele percebeu que eu não ia voltar a fugir mais ele deu um jeitinho e ficou numa posição em que a cabeça do seu pénis ficou bem encaixado na fenda das minhas nádegas.
Então ele começou a fazer pressão contra mim sempre que o autocarro fazia uma curva ou mudava de velocidade, travando ou acelerando. Ele punha todo peso dele no meu rabo.
A certa altura eu já estava a adorar aquilo. E quando o autocarro fazia uma curva para o outro lado eu também fazia pressão nas minhas nádegas contra aquele pénis duro. Mantivemos aquilo uns bons quinze minutos, mas o autocarro começou esvaziar e eu preferi distanciar-me.
Creio que se eu deixasse e pela vontade dele, ele tentaria me comer ali mesmo.
Nesse dia percebi que realmente eu era uma menina, gostei do encosto do pénis dele no meu traseiro e, pior ainda, quando cheguei a casa fui masturbar-me pensando num homem pela primeira vez.
Comecei a alimentar a ideia de ter um nome de mulher para me identificar na NET e escolhi Alexandra para isso.
Agora vivo só e tento estar totalmente entregue à tarefa de ser mulher e quero revelar isso para todo o mundo, pois o meu próximo passo é fazer um tratamento hormonal e evoluir na minha feminilidade.
Quero me libertar, quero ser livre e fêmea como sempre desejei.
Agora não me vai faltar a coragem.
Entretanto arranjei um namorado. Pouco tempo depois de ter começado a morar só, abri um perfil com o meu novo nome de Alexandra numa app de encontros e um homem, perto de mim, respondeu-me dizendo que estava interessado em ter um relacionamento sério comigo.
Ele tem 37 anos e trabalha como segurança numa empresa próxima do bairro para onde vim morar.
Como ele trabalha durante a noite, pediu para eu ir até lá, para conversar.
Vesti um par de meias altas, uma cinta de ligas e umas mini calcinhas que faziam conjunto com o sutiã, e vesti as minhas roupas de homem por cima.
Peguei no lubrificante e em alguns preservativos, escolhi um par de sapatos de salto alto que coloquei na minha mochila e fui a pé até ao local onde ele trabalhava.
Entrei e ele levou-me para a sala de descanso.
Sentei e ele começou a conversar sem parar tentando cativar-me.
A certa altura percebi que ele estava a ficar com o pénis duro, e logo ele comentou:
- Olha o que estás a fazer comigo.
E num impulso, ele levantou-se, fechou as persianas da rua, agarrou-me e beijou-me.
E eu, como me sentia uma menina fácil, deixei ele avançar.
Senti o seu desejo enorme a roçar-me.
Ele perguntou se eu queria mamar ...
- Claro que quero!
Sentei-me novamente, ele ficou em pé na minha frente, acariciei o pénis dele por cimas da calças, desapertei o cinto, baixei as calças dele e comecei a fazer-lhe sexo oral.
Ele gemia muito.
Enquanto eu chupava eu olhava para os olhos dele e via um fogo, um desejo.
Ele tirou o pénis da minha boca e fez-me chupar as bolas dele.
Coloquei as duas na boca e deliciei-me.
Ele não aguentava com a excitação e voltou a enfiar o pénis na minha boca começando a gozar muito.
E eu, safada, engoli tudo.
Ele levantou-me, deu-me outro beijo na boca e disse:
- Tu é minha, minha namorada. E eu disse:
- Que estás a pedir-me em namoro?
- Sim! Tu aceitas ser só minha?
E aceitei.
Mas disse que não voltava a ir ter com ele ao seu no trabalho para não o prejudicar.
Dias depois ele convidou-me para ir passar um fim de semana, numa pequena casa que os seus pais lhe tinham deixado no norte, só eu e ele.
Um lugar simples, mas muito lindo e arranjado com bom gosto.
Chegamos sexta-feira à noite e eu fui direta para a cozinha preparar uns petiscos deliciosos para o “meu namorado”.
Enquanto eu preparava, ele ficou a abraçar-me, encostando-se a mim e dizendo-me coisas deliciosas.
Jantamos e ele perguntou se eu queria tomar um banho. Eu disse:
- Sim, vou tomar um banho ... vens comigo?
Ai, ai, que homem.
Ele viu-me eu a despir-me e viu que toda a minha roupa interior era feminina.
Ficou a elogiar o meu corpo enquanto eu me despia.
Ele deu-me banho e eu retribuí.
Beijamo-nos, trocamos caricias e fomos para o quarto.
No quarto ele perguntou se eu ia vestir de novo as roupas femininas, e eu disse que sim.
Pedi para ele sair do quarto enquanto eu me arranjava.
Coloquei as calcinhas, a cinta liga com meias altas, o sutiã uma mini saia e uma blusa meio transparente.
Estava a ver-me ao espelho quando ele voltou a entrar e disse:
- Que tesão!
Levou-me até à cama, eu sentei-me e ele ficou a olhar para mim com o pénis duro.
Abaixei as boxers dele e comecei a mamar como uma bezerra.
Ele estava com o pénis já todo molhado, a pingar, e pediu-me para eu me deitar de bruços, e eu obedeci rapidinho.
Ele beijou a minha nuca e foi descendo dando-me um banho de língua até chegar ao meu traseiro.
Eu estava completamente arrepiada de desejo e excitação.
Ele colocou um preservativo no pénis e muito lubrificante no meu rabinho.
Senti a cabeça enorme começando a penetrar-me, bem devagar, aos poucos, até ele encostar as bolas nas minhas nádegas.
Ficou alguns segundos imóvel, para meu rabinho se acostumar com aquele pénis enorme.
De repente, começou o seu vai e vem calmo e compassado. E eu comecei a gemer de dor e prazer.
Ele adorou os meus sussurros e gemidos e perguntou se eu estava a gostar. Eu respondi:
- Simmmmmmmmmm.
Ele sabia exatamente o que eu precisava.
Quando ele estava a meio do seu percurso mandou eu virar-me e colocou os meus calcanhares nos seus ombros, segurou-me e voltou a penetrar-me agora com mais impaciência, começando de imediato o vai vem de uma forma um pouco mais frenética.
Eu senti que ele começava a gozar dentro de mim e senti-me maravilhosa a ver a cara de prazer que ele fazia ao descarregar toda a sua seiva em mim.
Que loucura.
Fizemos amor o fim de semana todo ... de todo os jeitos, em todas as posições que conseguimos imaginar. A nossa “lua de mel” foi maravilhosa.
Depois daquele fim de semana comecei a encontrar-me com ele em motéis e a fazer sempre muito sexo.
Acho que me apaixonei por ele …