48 - COMO É QUE A MINHA VIDA MUDOU
Olá. Eu sou o João. Quando eu era solteiro e um jovem de 25 anos de idade frequentava vários bares e clubes quase todos os dias. Estava sempre à procura de namoradas novas que me pudessem satisfazer nas minhas ideias loucas de sexo. Nunca tinha pensado sequer em ter qualquer tipo de relação gay, mas isso foi só até ao dia em que conheci a Ivete num clube.
Fim de férias, em Albufeira, os bares cheios e calor todo o dia. Eu tinha acabado de entrar e de pedir a minha primeira bebida e estava a beber sozinho quando vi a Ivete também a beber sozinha. Pensei para comigo mesmo: se não tentar, não vou conseguir. Aproximei-me dela, perguntei se lhe podia fazer companhia e ela sorrindo acenou concordando.
Ela era uma garota muito doce. Nós nos apresentamos e conversamos. De imediato nos demos muito bem. Talvez estivesse-mos um pouco bêbados. Ela era solteira e convidou-me para ir ao apartamento dela e eu aceitei logo.
Fomos para o apartamento dela, bebemos mais cerveja e conversamos mais, sentados a apanhar o fresco da noite no sofá da varanda.
Ela me disse que tinha 22 anos. Eu só tinha olhos para o seu corpo. E que corpo! Os seios não eram exagerados, talvez umas maçãs, mas muito bem colocadas no sítio certo. O seu trunfo mais quente eram as suas nádegas grandes e cheias.
Ao fim de duas ou três cervejas ela veio, sentou-se ao meu colo e começou a me beijar. Eu retribuí o beijo de volta e começamos a nos beijar e acariciar. Eu acariciei os seus seios perfeitos e os beijei, mordisquei e chupei.
Mas eu naquela noite só tinha olhado para o seu traseiro perfeito e só queria era ver e sentir que ele podia ser meu. Eu a virei, a dobrei no sofá e puxei as suas calças jeans e calcinhas para baixo. Eu estava com tanta excitação que comecei a beijar as suas nádegas, lambendo-as e acariciando-as. O seu traseiro era delicioso. O seu aroma era inebriante. Eu beijei as nádegas e lambi até chegar ao seu ânus por largos minutos.
Quando resolvi tirar as suas calças jeans e calcinhas e a virei pensando que ia começar a chupar a sua vagina eu quase caí do choque que apanhei.
A Ivete não tinha uma vagina. Ela tinha um pénis duro. Eu não sabia o que fazer. Eu não era gay, mas de imediato senti que queria tocar e chupar.
Perdi os receios e decidi que o devia fazer. Eu lentamente peguei no meu primeiro com a mão. Até aquele momento só tinha tocado no meu.
Lambi desde as suas bolas até à ponta do seu pau. Ela estava muito bem depilada e limpa. Encarei a ponta arroxeada do pénis e a coloquei entre os meus lábios começando a chupar lentamente enquanto brincava com as suas bolas. Chupei por um tempo enquanto a fui empurrando para o sofá.
Quando ela se sentou no sofá eu peguei nas suas pernas e as coloquei sobre os meus ombros e apontei o meu pénis para a sua fenda. Não foi necessário muito esforço, rápido o pénis estava na sua fenda até ao ponto das minhas bolas bateram nas suas nádegas. Eu comecei a foder a sua fenda segurando no seu grande pénis enquanto ela começava a gemer alto. Eu comecei a beijá-la nos lábios, os seus lábios eram super suaves. Continuei acariciando-a em todo o seu corpo e beijando o masque podia até chupar os seus seios enquanto a fodia bem dentro da sua fenda.
Mas ela estava impaciente e levantou-se, ajoelhou-se na minha frente e chupou o meu pénis. Depois ela empurrou-me para o sofá onde me mandou ficar de quatro e começou a lamber e chupar a minha fenda. Nunca tinha sentido aquele prazer a percorrer o meu corpo, mas de imediato senti que era apenas aquilo que eu queria. Ela tocou na minha fenda até que sentiu que eu estava relaxado e empurrou o seu grande pénis para dentro da minha fenda virgem. Doeu sim e muito e eu tive que fazer um esforço para me segurar até que o seu grande pénis estivesse totalmente dentro do meu ânus.
Ela começou a foder a minha fenda lentamente sabendo que era a minha primeira vez. Começou dentro de mim com um ritmo lento, depois de um tempo a minha dor amainou e foi embora e eu comecei realmente a gostar de ser comido pelo ânus. Quando ela percebeu que eu já estava a ter prazer começou a foder a minha bunda forte e rápido.
Quando ela sentiu que ia gozar me virou e gozou no meu rosto, espirrando muito esperma, que me sujou por completo, no final ela lambeu o seu esperma do meu rosto e engoliu.
Passei a dedicar a minha atenção ao seus peitos, e ela me deu atenção com a sua boca, fazendo-me gozar no seu rosto sexy. E eu fiz o mesmo que ela, lambi o meu esperma do seu rosto e engoli.
A meio da noite adormecemos no sofá exaustos e bêbados. Quando acordei de manhã e me lembrei dos acontecimentos da noite anterior procurei a Ivete que estava nua ao meu lado com um pénis duro da excitação matinal. Ela ainda estava a dormir. Tinha gostado do que acontecera na noite passada e queria mais. Então comecei a chupar o seu grande pau e ela acordou. Ainda comi e fodi a sua fenda conseguindo gozar profundamente dentro dela. Também tive que me deitar e deixar que ela gozasse dentro de mim. Foi fantástico. Desde aquele dia em que começamos de imediato a viver juntos até que nos casamos passaram apenas de 3 meses, tendo sido eu a propor que nos casasse-mos. A minha vida ficou mais feliz do que nunca. Ivete é a melhor foda de todos os tempos.
FIM