176 - Paragem do Autocarro
Eu trabalhava até tarde, num restaurante de um grande hotel, e sempre que saia ao fim da noite e apanhava o autocarro para minha casa, no trajeto passava por um grupo de travestis, que andavam por ali á procura de clientes.
Cada um deles era mais lindo que o outro, e todas as notes aquela visão enchia-me de muito tesão. E quando eu chegava a casa acariciava-me a pensar neles. Mas não não tinha coragem de sair com um deles.
Um dia a meio do trabalho desentendi-me com a minha chefe da cozinha de tal forma que percebi ser quase certo eu ser dispensado do trabalho num dos dias seguintes. Quando ia para casa meio abatido sem saber o que devia fazer, vi que o transito estava meio parado. O autocarro que apanhei ficou alguns momentos parado num local onde estavam quatro travestis, reunidos enquanto esperavam pelos seus clientes. Um deles veio até próximo do autocarro e dirigiu-me uma olhada que me fez ficar cheio de arrepios.
Disfarcei e fingi que não era comigo que ele se estava a meter. Porém no momento em que o desejo anulou todo o meu raciocínio, levantei-me e toquei no sinal para descer, a paragem seguinte era longe de modo que tive de andar bastante até chegar voltar ao local. Quando lá cheguei percebi que já lá não estava o mesmo travesti, provavelmente já tinha arranjado algum cliente. Mas um outro veio ter comigo e disse :
- Queres gozar amor?
- Sim! O que tenho de fazer?
- Pagas 100 euros mais o preço do hotel, uns 30 euros!
Eu tentei discutir o preço, mas sem sucesso, depressa desisti pensando que não valia a pena, ficar ali a discutir um desconto. Dei uma volta e já me ia embora, mas quando me afastava ouvi um voz serena a dizer.
- Já te vais embora lindo? Tens a certeza que não queres falar comigo?
Olhei para trás e era ela, a rapariga que me tinha enchido de arrepios e que me tinha feito sair do autocarro.
- Tu não estavas por aqui ….
- Pois é, um homem queria levar-me para casa dele há pouco, mas não quis pagar o meu preço. E tu estás com vontade de pagar para a gente brincar muito?
- Eu quero ir brincar muito. Mas não faço nada que não seja por parazer. Não quero pagar para fazer sexo, mas eu respeito o teu pedido. Voltei só para te ver assim de perto.
Naquele momento vi que o rosto dela mudou de irónico, para espantado e irritado e ela disse:
- Fala a sério rapazinho. Vais dizer que nunca comeste uma puta ...
Eu respondi logo que não e ela logo percebeu que muito menos uma travesti. E ela disse meio que sem jeito:
- Se quiseres podes pagar só o motel, certo?
- Como é que é isso?
- Eu vou contigo ... não sei bem porquê, mas estou a gostar de ti.
- Ok! Boa vamos lá.
Eu estava meio surpreso e também meio assustado, mas ali na rua reagi de uma forma que não parecia ser eu a decidir.
A dois minutos a caminhar a pé havia um motel ideal para aqueles momentos e ela levou-me pela rua fora enquanto me ia fazendo algumas perguntas.
Chegamos rapidamente ao motel, ela perguntou-me o nome, eu disse o primeiro que me veio à cabeça, Alex, eu perguntei o nome dela e ela disse para eu lhe chamar o que quisesse, e disse:
- Sei bem que tua também não me disseste o teu nome verdadeiro.
Eu ri ela aproximou-se de mim e deu-me um beijo.
Chegados à porta do motel pedi um quarto, paguei os 35 euros e subimos para o quarto.
Quando entrei no quarto ele deu-me outro beijo, fingi que ia resistir ao seu beijo mas ela apanhou-me á mesma.
Ela atirou-se para a cama e puxou-me para cima dela. Beijou-me e mordeu o meu pescoço, enquanto passava a mão nas minhas nádegas e com os dedos tentava afastar uma da outra.
Fui-me despindo aos poucos enquanto ela continuava a acariciar-me. Tanto forçou a sua mão que que encontrou o meu anel e ficou a acariciar a entrada do meu anus enquanto me beijava.
Depois começou a beijar o resto do meu corpo, que foi percorrendo até começar a chupar meu o meu pénis. Quando se fala em boca de veludo é de facto uma comparação mais que merecida e ela fez uma das melhores chupadas que o meu pénis já tinha sentido. Ela chupava os meus meus sacos de uma maneira ímpar e sabia dosear pois não queria que eu goza-se logo de início.
Pegou num travesseiro e colocou por debaixo de mim, abriu as minhas pernas e começou a lamber o meu anel ... no começo senti-me estranho e incomodado mas depois relaxei e vi que seria difícil viver sem aquilo dali para a frente.
Eu disse meio em suspiros:
- Eu quero te comer agora! E ela disse em voz ofegante:
- Eu também! E começou a enfiar um dedo no meu anel. Eu pedi para ela parar mas ela ignorou-me e quando enfiou dedo por completo perguntou:
- Doeu alguma coisa?
- Um pouco. Disse eu sem condição, enquanto ela tirava as suas calcinhas justas e expunha um pénis que devia ter uns 17 cm. Estava a brilhar e inchado, quase que se podia notar o latejar daquela cabeça. Eu fiquei a olhar parado e ela perguntou :
- Queres chupar?
Eu não sabia o que devia responder e ela pegou na minha cabeça e puxou-a contra o seu pénis. Eu comecei a chupar com força, com vontade e ela reclamou a dizer que eu tinha de chupar como se estivesse a chupar uma banana e não a pudesse danificar. Tentei melhorar e continuei a chupar o pénis dela. Ela apenas disse:
- Olha que bom, aprendes depressa lindo: Eu continuei e ela disse :
- Agora quero comer esse teu rabinho delicioso e gostoso.
Eu ainda disse que não, mas sem nenhuma convicção, ela ajeitou o travesseiro pegou nas minhas pernas colocou-as nos seus ombros e espalhou um lubrificante para logo depois começar a pressionar muito levemente e a fazer caricias com a cabeça do pénis em torno do meu anel, eram movimento circulares, e foi pressionando, ela falava ...
- Estás a gostar de ser a minha menina devassa? Gostas do meu pau no teu rabinho é? ... safada, viadinho escondido, foste apanhado …..
Tudo aquilo me dava mais prazer e pouco depois percebi que as bolas dela estavam a bater nas minhas nádegas, nesse momento ela disse:
- Agora vai começar a festa, minha puta , ela ficou mais violenta, mandou-me relaxar mais e eu senti que ela conseguia ir mais fundo em mim, abri a boca para gemer e ela cuspiu na minha boca e mandou-me engolir. Eu, surpreendido, não quiz e ela deu-me uma palmada nas nádegas e arranhou-me com as unhas.
Depois perguntou se eu queria que ela parasse, mas aos berros :
- DIZ, SAFADA QUERES QUE EU PARE? OU QUERES DAR-ME ESSE RABO SEU VIADO FILHA DA PUTA?
- Não pares, come-me, e rasga ... arroba-me ... vai come meu o meu cú vai!
Continuamos assim por uns 10 minutos até que ela tirou o pau do meu anel, tirou o preservativo pegou na minha cabeça e botou o pau na minha boca.
Parecia que o coração estava ali, na cabeça do pénis dela. Então veio o primeiro jato que foi direto à minha garganta. Afastei a cara por instinto, e os outros jatos saltaram para o meu rosto, nariz e até nos olhos. Ela disse:
- Querias fazer amor de graça e já está, gostaste?
Mas eu ainda não tinha gozado e ela disse:
- Então vamos lá fazer este menino explodir.
Começou a lamber o meu rabinho dorido e a masturbar-me. Em menos de 2 minutos eu comecei a gozar e a jorrar o meu esperma.
Depois se descansarmos um pouco ela perguntou?
- Acha-me bonita?
- Linda ...
- Vais dar-me de novo o teu pau?
- Quando tu quiseres.
- Sério?
- Sério!
- Então faz-me mais uma oral!
Eu ajoelhei-me e chupei de novo.
Depois ela tomou nota do meu número de telefone e sempre que ela tem um dia com poucos clientes ela liga-me para eu ser a sua putinha de novo.