16 - Enfermeiro tímido e recatado
Não sei se os contos que encontro por todo o lado são verdadeiros, ou apenas fantasias que transmitem o desejo de quem os escreve. Eu pretendo contar parte da minha vida sexual tal como aconteceu, desde o começo. Não pretendo inventar nada, nem esconder nada, mas nem sempre a realidade é relatada e por vezes o nosso romantismo encobre e disfarça muitas das coisas menos boas pelas quais passamos. Eu vejo muitas pessoas pagarem para ir ao psicanalista e contarem-lhe a sua vida, mas eu decidi poupar o meu dinheiro contando aqui para todo vós.
Não tenham muitas esperanças de que eu relate grandes aventuras e fantasias, minhas, imaginadas ou reais. A minha vida sexual é normal, como a de praticamente todas as outras pessoas da nossa terral. Só faço sexo com um homem de cada vez, não engulo esperma, raramente tive mais de dois homens na mesma noite, sempre um de cada vez e nunca um soube do outro. Em suma, sou extremamente conservar e recatado. Comecei a ter estes prazeres já tarde, já com vinte e dois anos, porque era recatado, sempre em casa, embora pouco católico as minhas crenças me proibiam de ter sexo antes do casamento.
Comecei a trabalhar como auxiliar de enfermagem num hospital da minha cidade, cujo nome omitirei por razões óbvias. Neste hospital, havia um médico asiático que começou a mostrar-se fortemente atraído por mim. O médico enviava-me prendas com frequência, deixava recados para mim e tanto fez que resolvi lhe dar uma oportunidade e sair com ele, como amigos. No momento em que acedi a sair com ele, nem pensei em sexo, apenas aceitei em ir dar o passeio que ele me tinha proposto fazer. Com o passar dos tempos, depois de alguns dias de passeios e com a conversa agradável dele as minhas convicções começaram a enfraquecer. A nossa amizade começou a ser mais forte e fomos jantar várias vezes.
Um dia ele me convidou para ir ao seu apartamento, eu o considerava como sendo meu amigo, mas finalmente ele acabou por se revelar tentando seduzindo-me, e eu cedi aos seus avanços, mas breve percebi que ele apenas me queria comer.
Na nossa primeira tentativa, doeu-me muito, e tivemos de desistir da penetração. Ele, porém, foi muito paciente, e continuou a convidar-me e a esforçar-se para tirar a minha virgindade durante dois meses. Foi uma experiência desgastante. Às vezes eu pensava que o pénis do médico me tinha entrado, mas quando lhe perguntava recebia sempre um não como resposta. Um dia, porém, quando ele tentava mais uma vez enfiar o pénis na minha fenda, senti uma dor aguda no reto. Depois de tantas tentativas frustradas, duvidava já que daquela vez o pau tivesse entrado. Mesmo assim, perguntei-lhe se o seu pénis finalmente estava dentro de mim. Ele riu muito, e disse que sim. A minha virgindade tinha finalmente passado à história. Pois é, caros leitores, levei dois meses para perder a virgindade. Depois dessas primeiras tentativas frustadas, o médico começou a convidar-me quase todos os dias para se satisfazer comigo, todos os dias, durante quase um ano!
Após seis meses de muito sexo, em que eu apenas tinha um papel passivo, fiquei convencido de que o médico nada mais queria que sexo e mais sexo comigo. Para além disso algumas das minhas amizades comentavam comigo que pénis de asiático é pequeno, e comecei a ficar curioso em saber como seria o sexo com alguém com o pénis grande.Tinha também curiosidade em conhecer sexualmente rapazes de minha idade, já que o médico era bem mais velho do que eu. Claro que, se ele quisesse ter um namoro sério comigo, o tamanho do seu pénis não seria problema, e eu lhe teria sido fiel. Mas como ele claramente só queria meter, não senti nenhum peso de consciência em pensar em dar para outro rapaz.
Um dia estava no banco, para tratar de decidir uns quantos problemas com as minhas poupanças, quando o funcionário que me atendeu me disse que achava o meu corpo muito feminino, elegante e ainda que o meu traseiro era muito bonito, arrebitadinho. Perguntou quanto eu cobrava para um programa. Respondi que não era prostituto, mas auxiliar de enfermagem. Ele foi muito galante, disse que eu era tão lindo que pensara que eu era um gigolô e que, por me ter visto algumas vezes a passear com o médico velho e rico, concluíra que certamente eu era gigolô.
Agradeci os elogios, e disse que, longe disso, era um rapaz recatado e moralista, apenas conhecia o médico do emprego no hospital. Como o bancário foi educado e tinha elogiado a minha beleza, e perante a sua simpatia quando ele me convidou para sair com ele, acedi em ir a um bar ou algo assim. Depois de termos conversado nesse nosso primeiro encontro e quando ele me levou para casa, ele em envolveu num abraço, abriu a minha camisa e olhou o meu peito, em plena rua. Era já tarde e, felizmente, ninguém viu. No encontro seguinte, sabia que ele ia me comer. Afinal, o que mais poderia esperar depois do incidente do peito? Nesta segunda vez, ele me foi buscar de carro e demos um passeio de final de tarde. Enquanto ele conduzia, me pediu para eu abrir a minha camisa, me olhou o meu peito e começou a massajar cada um dos meus seios, passou as mãos nas minhas coxas, finalmente parou o carro e mamou nos meus seios, beijou-me na boca e no pescoço, o que me deixou arrepiadinho.
Quando ele viu que eu não oferecia nenhuma resistência, voltou a conduzir o automóvel e disse que ia procurar um lugar mais tranquilo para me comer. Parou perto de um pequeno jardim que existe nesta cidadezinha e começou a se preparar. Deitou o meu banco de passageiros para trás, me desapertou as calças e as tirou, puxou a minha calcinha para o lado, de modo a descobrir a minha fenda. Examinou-a detalhadamente, e começou a meter um dedo, sentado a meu lado e eu permanecia sentado. Com ainda estava de calcinha, tendo apenas afastado a parte do tecido que fica sobre a fenda para ele poder descobrir o buraco onde tinha de meter, o resto do pano pressionava o meu pénis de menina, o que lhe parecia dar grande prazer. Ele acenava a cabeça dizia que a minha fenda parecia muito apertada. Disse-lhe que era apertada mesmo, pois tinha perdido a virgindade há apenas seis meses, e para o médico asiático. Como o funcionário do banco não era muito alto, conseguia meter e chupar os meus seios ao mesmo tempo. Isso até que era gostoso, mas o Marco, é o seu nome, gostava de olhar o seu pau entrando na minha fenda. E para conseguir isso, ele tinha que manter o seu corpo afastado do meu, o que não me agradava muito, pois gosto de sentir o contato de pele. Mesmo assim, continuei a ser o seu amigo especial e a aceder aos seus desejos por mais alguns meses.
O médico também continuava me convidando e comendo praticamente todos os dias, quase até ter feito um ano que tinha tirado a minha virgindade. Houve alguns dias em que tive de aceder aos avanços dos dois.
Um dia o Marco me comeu três vezes ele era jovem e forte. Saí da casa dele tarde e, como não havia mais autocarros, tive de ir andando, a pé. Não queria que o Marcos me levasse de carro, para que os vizinhos não desconfiassem. Neste dia, saí apressadamente, sem tomar banho, na vã esperança de pegar o último autocarro. Estava todo pegajoso, e tinha a impressão de que o esperma estava a escorrer pelas pernas. Quando passei pela Praça da República, onde morava o médico e mora até hoje, me lembrei que ele tinha ficado à minha espera durante todo o tempo em que tinha estado com o Marco. Num impulso toquei à sua campainha e lhe pedi para ele me deixar usar a sua casa de banho. Uma vez em sua casa tive que também dar para ele.
No ano seguinte, tive que me mudar para uma cidade vizinha, quando consegui uma bolsa na Faculdade de Enfermagem. Como eu era de família com poucas posses e queria estudar, tive que me candidatar a uma bolsa e creio que não foi difícil conseguir a bolsa. Apenas tive de mostrar parte da minha faceta feminina para algumas pessoas influentes no hospital, mas não passou disso. Nada me exigiram, talvez por respeito ao médico asiático, que provavelmente se tinha vangloriado junto dos seus colegas.
Quando fui para a Faculdade de Enfermagem o Marco continuou a me visitar e ficava na república onde eu arranjei lugar para morar. Geralmente, durante essas visitas, ele começava a comer-me na sala da república. Eu vestia a bata de enfermeiro larga e longa, ficava sem calções, e sentava-me ao colo dele. Então, ele enfiava o pénis na minha fenda, e ficava me beijando e acariciando-me, sempre mantendo o pénis erecto dentro de mim. Alguns colegas de república passavam pela sala, mas se notavam alguma coisa, nada diziam. Quando o meu companheiro de quarto saía para se encontrar com a sua namorada, íamos para a cama, onde ele acabava de me comer. Deitava-me de costas, vinha para cima de mim, apoiando-se nos braços esticados, de modo a manter o torso longe do meu, e poder ver o seu pau entrando na minha fenda. Como disse antes, ele tinha esta estranha preferência.
Na próxima oportunidade, contarei parte da minha vida depois de enfermeiro já formado.
FIM