105 - APANHADA
Apanhada na casa de banho com lingerie
Eu estava ajoelhada no chão frio de cimento ao lado do banheiro, vestida com lingerie e pintada com batom rosa e esperava que a porta se abrisse, enquanto a minha mente continuava a divagar em círculos tentando perceber a sequência dos acontecimentos daquele dia e como ali tinha chegado. Interrogava-me se eu podia ter feito algo diferente para evitar tudo isto.
Lembrei-me de que estava sentada na sanita, a olhar para as minhas calcinhas de nylon rosado e rendas brancas, resistindo à vontade de brincar comigo mesma. As calcinhas pareciam lindas a tocar nas minhas pernas claras e rapadas, logo acima das meias presas ao cinto de ligas.
Eu corei um pouco e sorri pensando na pervertida que eu era por estar a usar lingerie por baixo da minha roupa de trabalho. Não era algo que eu fizesse com muita frequência, mas esta manhã, depois de tirar a camisola rosa de boneca e as calcinhas de cetim com que tinha dormido tinha pensado que seria uma ousadia fazer isso de novo.
Ao princípio tentei ignorar essa minha vontade, pois sempre havia a possibilidade de alguém notar o cinto de ligas ou as calcinhas quando eu me inclinava. Eu nunca sabia quem podia estar a observar-me no escritório. Mas logo depois de ter tomado o meu banho e feito a barba, eu senti-me particularmente excitada olhando para o meu corpo totalmente depilado no espelho e passei as mãos sobre o inchaço leve e macio na parte superior do meu peito. Pareciam seios de meninas com mamilos grandes e redondos, um rosa um pouco mais escuro do que o resto do meu peito.
Acho que foi nesse momento que decidi usar lingerie por baixo da roupa. Estremecia um pouco enquanto colocava o sutiã, uma camisola fina, o cinto de ligas e as meias. Vendo-me ao espelho pensava em quão sissy e gay eu parecia vestida assim. O último item, claro, foram as calcinhas rosadas, “corte de menino”, sorri para mim mesma enquanto pensava nesse nome, “Boy cut”. Parecia que todos os meninos e rapazes deveriam usar. Que tal uma lei que dissesse que os rapazes tinham de os usar até aos 18 anos, isso sim seria algo de bom. Todos aqueles garotos e rapazes bonitos, todos machos, andando por ai com calcinhas cor-de-rosa e sutiã por baixo das suas roupas. Acho que eles não iriam chamar ninguém de bicha ou gay se todos soubessem que estavam a usar o mesmo tipo de calcinhas.
Só para garantir, que ninguém percebia que eu tinha aquela lingerie vestida eu usava uma camisola por cima do sutiã, pois não queria que ele se visse através da minha camisa, e depois ainda usava um colete leve por cima da camisa. Tudo aquilo devia esconder qualquer contorno revelador ou sinais visíveis do que eu estava vestindo.
Sentia o contorno do sutiã e da renda ao redor na parte superior da camisola, e não pude resistir à vontade de me tocar depois disso, deixando escapar um gemido suave enquanto acariciava o meu pau. Foi tão bom, que eu sentei-me na sanita um pouco mais, deleitando-me com a sensação entre minhas pernas e o cheiro da casa de banho.
Eu não sabia o porquê de aquele cheiro fazer-me eu sentir que era mais vergonhosamente erótica e depravada. Com um suspiro eu parei, sabendo que eu não me podia masturbar até chegar ao clímax, porque queria que aquele sentimento continuasse pelo maior tempo possível.
De pé, virei-me para puxar a descarga da sanita e abaixei-me para puxar as minhas calcinhas para cima.
Quando fiz isso, a porta do banheiro abriu-se. Eu congelei em choque. Na pressa de fazer xixi, tinha-me esquecido de trancar a porta. Eu estava tão petrificada que não conseguia mexer-me, nem mesmo para olhar em volta para ver quem era. Ouvi movimento, a porta a fechar e o clique da fechadura. No segundo seguinte a luz apagou-se. Eu me ouvi a gemer em pânico e o som do meu coração batendo nos meus ouvidos, mal conseguindo respirar. Eu cabei por me virar, mas não consegui ver quem era, apenas o som dos seus passos suaves vindo na minha direção e o som áspero de um fecho.
Eu queria correr, mas estava petrificada demais para me mover, e correr para onde? Eu senti-o a chegar perto de mim, e então a sua mão tocou nas minhas virilhas, acariciando-me com dedos ásperos. A sua respiração roçou a minha orelha quando ele se chegou para mais perto de mim.
- Belas calcinhas, putinha! Sussurrou ele com uma voz rouca.
Entre as batidas do meu coração e minha respiração ofegante, eu não conseguia perceber quem ele era. Alguém do meu escritório era tudo que eu sabia, alguém que agora sabia que eu era uma sissy de calcinhas disfarçada de homem de verdade. Eu não pude evitar, entre o seu cheiro de homem, a escuridão, o cheiro de banheiro e a sua mão apertando o meu pau, comecei a ficar duro. Senti movimento e sabia que ele estava a brincar com o seu pau. Ele parou e usando as duas mãos, ele empurrou o meu colete e desabotoou a minha camisa.
Eu queria detê-lo, queria dizer não, mas não podia. Ele empurrou a camisa para os meus ombros e passou a mão pelo meu corpo enquanto o colete e a camisa caíam no chão. Sem uma palavra, ele levantou minha camisola e puxou-a sobre a minha cabeça, deixando-a cair no chão, suponho. Eu sinto-o a suspirar e os seus dedos voltam a correr pelo meu corpo novamente, sentindo o sutiã e descendo para os meus quadris. Agarrando a faixa de elásticos da calcinha, ele puxou-a para baixo e libertou o meu pau endurecido. Com uma mão voltou a apertar o meu pau, enquanto com a outra voltou a masturbar-se, e eu pensei por um momento que aquilo ia ser o suficiente. Mas a sua mão vagueou pelo meu corpo até que descansou no meu ombro e começou a empurrar-me para baixo.
Soltei um pequeno soluço, percebendo o que ele queria.
Tentei dizer a mim mesma para não fazer aquilo, que tinha de recusar, mas não consegui. Lentamente, caí de joelhos, lágrimas de vergonha escorriam pelo meu rosto. Ele tinha me visto, sabia quem eu era. Se eu não fizesse aquilo, eu sabia que ele ia contar a todos. O meu joelho bateu no chão de cimento húmido e frio e eu senti o cheiro da sua masculinidade, bem na frente do meu rosto.
Eu solucei novamente quando ele se inclinou, e usando o polegar e o indicador apertou as minhas bochechas até que a minha boca se abrisse. No momento em que isso aconteceu, ele empurrou a cabeça do seu pénis por entre os meus lábios para dentro da minha boca.
- Chupa-o bichona!
Chorando de vergonha, comecei a lamber e chupar o seu pau grande e não demorou muito para que ele começasse a bombear suavemente para dentro e para fora da minha boca. Eu tremi de desgosto com a sensação do pau na minha boca, saboreando-o bem com à pequena dose de pré-sémen almiscarado que pingou da ponta. No começo, ele apenas acariciou o meu cabelo, mas gradualmente moveu uma mão para a parte de trás da minha cabeça para puder empurrar a minha cabeça para frente enquanto empurrava seu pau para dentro e para fora da minha boca. Então ele colocou as duas mãos na minha cabeça, segurando-a com força, gradualmente acelerando suas estocadas e começando a ofegar.
- Chupa com força minha puta brochista!
Soluçando em torno do pau, com lágrimas quentes de vergonha escorrendo pelo meu rosto, foi o que fiz. Chupei o pau duro como pedra enquanto ele deslizava para dentro e para fora entre os meus lábios molhados. Senti o pau inchar na minha boca, e com um gemido alto de prazer, ele atirou o seu sémem na minha boca, enchendo-a com o seu esperma quente. Eu engasguei quando o líquido atingiu o fundo da minha garganta, mas ele não parou, apenas continuou a foder a minha boca. Em desespero eu engoli, e continuei engolindo enquanto mais e mais esperma me enchia a boca. Com um último impulso ele parou e eu sentindo-o a estremecer verifiquei que ele lentamente retirava o pau da minha boca.
- Hummmm bom! Murmurou ele e eu ouvi um som áspero do fecho das suas calças.
Sem outra palavra, virou-se e atravessou o banheiro em direção à faixa de luz que entrava por baixo da porta. Por um momento ele parou e virou-se para mim.
- Ei putinha! Sussurrou ele alto o suficiente para eu ouvir.
Olhei na sua direção para apenas sentir um flash nos meus olhos. Ele tinha acabado de tirar uma foto minha. Eu solucei novamente e baixei a minha cabeça quando ele abriu a porta e saiu, fechando e trancando a porta atrás dele, fazendo-me ficar grata, pois eu não achava que não me podia mover naquele momento.
Enxugando as lágrimas dos meus olhos, virei-me, pensando que ia vomitar na sanita, mas não o fiz. Por mais nojento que aquilo tivesse sido, eu não me senti nem um pouco doente. No final, levantei-me, puxei as calças o suficiente para poder ir acender a luz, e verificando se a porta estava trancada, vesti-me, lavei a boca, lavei e sequei o rosto e as mãos e fiquei ali a olhar-me ao espelho.
Não conseguia olhar-me por muito tempo, sentindo vergonha de mim mesma. Eu tinha acabado de ser usada como uma vagabunda barata e deveria tê-lo impedido, mas não o fiz. O que me fez corar ainda mais foi o fato de que durante toda a provação eu estar com uma erecção, duro como uma rocha. Felizmente, ele, quem quer que fosse, não tinha visto isso. Mas não tenho certeza se isso fosse fazer alguma diferença.
O que eu ia fazer agora? Alguém lá fora sabia o que eu era e tinha uma foto minha. Ele ia contar? Ele diria algo a alguém ou ia mostrar a foto? Eu não sabia. Penteando o meu cabelo, caminhei lentamente de volta à minha mesa como se tivesse passado de fora do comum e tentei continuar com o meu trabalho. Mesmo assim, foi difícil me concentrar, e quando olhava para as outras pessoas dentro do escritório imaginava qual delas era o homem que me tinha encurralado.
O dia progrediu, deprimente hora após hora. Um mini almoço de sumo de laranja não conseguiu tirar o gosto do seu pau e esperma da minha boca, não importava o quanto eu tentasse. Ainda estava lá, no fundo da minha garganta, um lembrete constante do que eu tinha feito. Às três, fiz uma pausa e saí para tomar um pouco de ar fresco, pensando que isso poderia ajudar.
Quando voltei para a minha mesa, enfiado debaixo da minha placa de identificação, havia um envelope com meu nome e algo volumoso dentro. Com os dedos trémulos eu abri. Dentro estava apenas um simples bilhete, uma foto impressa e um batom. Verificando para ver se ninguém estava a olhar para mim, eu abri o batom e sustendo a minha respiração li a nota. A nota era simples: “17:00 - casa de banho - batom - luzes apagadas - está pronto - ou então …”. Abri o batom e vi um rosa brilhante.
Não havia assinatura e a nota podia ter sido impressa em qualquer uma das impressoras do escritório. Por pior que fosse, a minha imagem colorida, impressa no papel dizia tudo. Um eu reconhecível, ajoelhada na frente de uma sanita, vestido com umas calcinhas de sissy e bicha. O escritório fechava às 4h30 e rápido todo o mundo saiu deixando-me só. Às cinco, eu estava no banheiro escuro, só de lingerie, usando o batom rosa brilhante e ajoelhada no chão. A porta abriu-se, mas eu não olhei para cima. Eu não queria saber quem ele era. Ele aproximou-se e parou à minha frente, abrindo o fecho das calças e enquanto o fazia disse:
- Levanta-te e inclina-te para o lavatório, putinha.
Eu gemi baixinho e fiz o que ele me dizia, sentindo as suas mãos viajando pelo meu corpo quando me virei e me inclinei.
Os seus polegares engancharam no elástico das minhas calcinhas, e levaram as calcinhas até os meus joelhos.
- Boa. Abre as tuas pernas, garota bichona!