227 - A minha tia convenceu-me
Olá, o meu nome é Sam e sou um crossdresser com um físico elegante, tenho 28 anos.
Sou designer de moda e sempre tive uma queda por roupas femininas.
Não só adoro desenhar as peças de roupa femininas, mas também gosto de as vestir como todas as meninas.
Hoje apenas quero contar uma pequena peripécia, um incidente, que aconteceu há alguns anos.
Eu teria cerca de 20 anos e tive um pequeno romance com a minha tia verdadeira, num fim de semana, que passei na casa da minha tia.
Eu tenho um corpo bem feito e cheio de curvas, consigo ter um aspecto mais feminino do que muitas mulheres quando visto algumas peças de roupa femininas e me transformo por completo.
A minha tia é viúva e não tem filhos, por isso sempre gostou de me receber em casa dela e sempre insistiu para eu lá passar algumas pequenas temporadas.
Eu com os meus 20 anos estava a começar a descobrir o meu gosto pelo crossdressing e adorava ver roupa de senhora para tentar perceber como se faziam e para poder também experimentar algumas.
Quando cheguei a casa da minha tia nesse fim de semana, depois de a cumprimentar, fui para o quarto de hóspedes que ela me indicou para arrumar a minhas coisas.
Enquanto guardava algumas das minhas roupas no guarda-roupa do quarto de hóspedes, encontrei uma caixa que estava um pouco meio aberta dentro do roupeiro, mas que tinha algumas roupas.
Quando abri a caixa encontrei algumas roupas femininas bem caras, lingerie sexy e perucas.
De imediato senti necessidade de as experimentar e vesti um dos vestidos, azul, em forma de tulipa. Pintei os lábios com um batom vermelho que costumava ter comigo e experimentei uma peruca com os cabelos cacheados em rosa.
Enquanto eu admirava o meu visual de menina, no espelho do quarto, a minha tia entrou no quarto.
Empolgado com as roupas tinha-me esquecido de trancar a porta.
Quando a vi a olhar para mim fiquei envergonhado, mas ela, de imediato, deu meia volta e foi-se embora.
Tirei as roupas e arrumei as minhas malas e estava pronto para me ir embora quando ela me chamou da sala dizendo-me:
- Sam. Anda cá, quero falar contigo. Senta-te aqui a meu lado. Tímido e envergonhado, sentei-me ao lado dela.
- Peço desculpa tia Lisa. Eu …
- Não peças desculpa Sam. Não tens que te ir embora, ficas cá este fim de semana!
- Mas tia, eu não sei o que lhe diga, eu apenas não resisti, e …
- Eu sempre soube que tu és diferente dos outros rapazes. Tu gostas de homens?
Abanei a cabeça em resposta, num nem sim nem não, talvez num nim.
- Eu não vou contar nada a ninguém se tu concordares em ficar este fim de semana cá em casa, mas tens que te travestir e conviver um pouco comigo.
Eu fiquei um pouco surpreso. E ela contou-me que depois da morte do meu tio ela tinha ficado só e que a ideia de fazer sexo com outro homem sempre fora um pouco incómoda para ela. Pelo que tinha decidido tornar-se lésbica. Ela contou-me também que sempre tivera fantasias em conhecer um homem travesti.
Concordei com suas exigências para poder manter o meu segredo.
Ela entrou em seu quarto e trouxe uma camisa de noite preta para mim.
Pediu para eu me trocar na frente dela, porque queria aproveitar todos os pedacinhos do fim de semana travesti.
Eu a princípio hesitei, mas ela começou a despir-me com algum vigor e quando me viu nu massajou um pouco o meu pénis já duro.
Ela ajudou-me a vestir a camisa de noite, depois segurou-me pela mão e levou-me para dentro do seu quarto.
Quando me sentei no canto da cama dela, vi que ela abria o seu guarda-roupa e tirava um vibrador enorme, de 20 centímetros, e um par de algemas.
O meu pénis começou a ficar excitado, imaginando aquele vibrador dentro do meu rabinho bem apertado.
Depois ela abriu uma segunda gaveta e tirou um pote de lubrificante. Ela empurrou-me para a cama e começou a tirar as suas roupas.
Os seus seios eram grandes e pareciam ser deliciosos.
Ela pulou para cima de mim e começou a beijar-me e a derreter a sua língua na minha.
Ela fez-me chupar os seus seios. Enquanto eu chupava os mamilos dela, ela agarrou-me pelos meus cabelos e empurrou-me para dentro do seu peito, fazendo alguns gemidos altos.
Ela começou a levantar a minha camisa de dormir e tirou-a.
Ela desceu e puxou as minhas calcinhas com os dentes para baixo, lambeu as minhas bolas e acariciou o meu pénis. Eu estava a ficar muito excitado. Ela cuspiu no meu pénis e espalhou a saliva por todo ele com a língua molhada.
Depois ela disse-me para eu ficar na posição de cachorrinho e para me acariciar com uma das mãos.
Enquanto eu fazia o que ele me dissera, senti um líquido a cair no meu anus. Era lubrificante. Quando virei a cabeça, vi que ela ajustava a correias do vibrador e também espalhava lubrificante nele.
Uma tremura percorreu todo o meu corpo quando percebi que ia ser penetrado no meu anus.
Ela subiu para cima de mim e inseriu o vibrador lentamente dentro de mim.
No início doeu-me muito, mas depois comecei a ter prazer. A minha tia estava a penetrar-me com força com o seu vibrador e fazia-me gemer com força.
Depois de 10 minutos a foder-me com o vibrador de 20 centímetros, ela parou por um momento e apertou um botão no vibrador que começou a tremer.
As minhas mãos pararam no movimento de me acariciar, mas ela disse-me para eu continuar. O prazer e a dor que a minha tia me estavam a proporcionar foram o suficiente para eu atingir o meu nirvana. Eu estava prestes a gozar. Ela tirou o vibrador, virou-me e começou a chupar o meu pénis.
Tive um orgasmo dentro da sua boca e ela engoliu.
Depois empurrei-a para a cama, deitei-me ao seu lado, e comecei a acariciar a sua vagina com os dedos.
Ela pediu-me para eu a algemar na cama e inserir o vibrador dela.
Eu obedeci. Algemei-a na cama, abri as suas pernas, peguei no vibrador e penetrei-a de uma só vez, começando a empurrar o vibrador para dentro e depois puxar para fora.
Ela começou a gemer alto e depois de algum tempo esguichou.
Tirei-lhe então as algemas e ela enxugou-se com lenços de papel e foi para a casa de banho para tomar um duche.
Nós os dois aproveitamos o nosso fim de semana e tivemos uma maravilhosa versão de um romance travesti.
Continuamos a fazer algo parecido sempre que nos encontramos.
ATENÇÃO: ESTA CASA MUDOU PARA OUTRO LOCAL
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