229 - A chuvada
Eram quase 9 horas da manhã, a primeira aula já tinha começado e eu claro que estava super atrasado. O autocarro estava atrasado e para piorar o dia estava a cair uma chuva sem fim.
Assim que entrei no átrio principal da faculdade consegui entender a desgraça em que eu estava. Acho que não havia nenhuma parte minha que estivesse seca.
Eu não estava a perceber como é que ia conseguir ir para a aula, e na verdade não sabia como ia conseguir, parecia que tinha feito uma cena de um filme a cantar à chuva, mas sem as assistentes no fim a estenderem-me um roupão para me agasalhar.
Lembrei-me que eu costumava guardar alguma roupa do ginásio na mochila, que por sorte não parecia estar molhado por dentro, também pelo preço que ela tinha custado devia proteger tudo da chuva.
Dirigi-me para as casas de banho do rés do chão e agradeci quando verifiquei que estavam vazias, nas horas das aulas dificilmente apareciam alunos por ali.
Comecei a tentar secar-me com uma toalha de rosto que costumava trazer com a roupa do ginásio, era a única coisa que eu podia usar. Tirei os meu sapatos, meias e quando estava com as calças a meio dos joelhos ouvi alguém a entrar nas casas de banho. fiquei em pânico po momentos, mas, depois de alguns segundos percebi que aquele seria o menor dos meus problemas. Continuei a tirar as calças e, já só de cuecas, percebi que quem tinha entrado era o auxiliar da escola, provavelmente ele aproveitava as horas das aulas para ir tratar da limpeza das casas de banho.
- Bom dia, desculpa, pensei que não estivesse ninguém! Disse ele assim que me viu apenas de camisa, que estava totalmente molhada e cuecas.
- Sem problemas, eu entrei a pensar que não ia aparecer ninguém.
Ele era um homem alto, magro, com a pele muito branca. Cabelo curto com um corte militar, barba bem feita. Vestia um uniforme da faculdade, uma camisa azul de pano, com a gola em V e um bolso na lateral esquerda. As calças eram de trabalho, bem largas nas pernas, mas presas nos sapatos.
- Então rapaz o temporal está bem forte? Deu cabo de ti? Ele começou a falar enquanto arrumava o esfregão e o balde num canto das instalações sanitárias.
- Deu bem cabo de mim, sim! Já viu o dilúvio que está a cair? Tive que apanhar o autocarro, que se atrasou, e graças à chuva molhei-me todo. Eu falava e continuava a tirar o resto da roupa molhada, estava quase nu, só de cuecas.
- Pois é rapaz que azar. Ele falava e ia verificando as divisórias das instalações, provavelmente a verificar os caixotes do lixo. Sinceramente, a mim, parecia que aquilo já tinha sido tudo limpo, mas não quis opinar.
- Muito azar. Agora estou aqui a tentar me salvar para ir assistir à segunda aula
- Mas vais para a aula só de cuecas? Haha?
- O quê? Ah não! Eu estava tão ocupado a secar-me todo que mal tinha avaliado a minha figura ali, estava só com umas cuecas brancas, que também estavam um pouco molhadas. Eu tenho alguma roupa seca aqui na mochila.
- Menos mau.
Continuei a tentar secar-me e fui tirando as roupas da mochila. Nessa altura ele já tinha inspeccionado todos os compartimentos verificando a limpeza.
- Acho que já me consegui secar todo! Disse como se estivesse a falar para mim mesmo.
- Acho que não! Olha aí.
- Hã?! Fiquei parado onde estava, olhei para ele e depois olhei para meu corpo. Não havia água, então onde mais estaria eu molhado?
- As tuas cuecas, elas estão molhadas na parte de trás.
A minha reação na hora foi: QUE MERDA. Eu tava tão atento à parte da frente que me esqueci da parte de trás que também poderia estar molhada.
- Agora lixei-me, como é que eu vou assim?
- É! Não dá não. Ou então vais sem as cuecas.
- Sem cuecas? Não vai ser possível senhor. Naquele momento eu mostrei os calções que tinha disponíveis para usar. Era uns calções adidas brancos, e meio curtos, pouco acima dos joelhos. Tinham uns furos que, se não usasse as cuecas, faziam aquilo ser bem transparente. Se eu usar isto, sem cuecas, vou ser preso por exibicionismo ou assédio, e não quero mais desgraças hoje.
- Isso é bem transparente, rapaz! Mas sendo sincero eu não me incomodava por te ver a usar isso. O que é bonito é para se mostrar.
Eu não sou uma pessoa que fique muito corado, mas tenho um problema muito grande quando percebo uma cantada ou um olhar de quem me deseja ou manda um piropo, o meu pénis começa a ficar duro e creio que é fácil perceber que esconder um pénis duro não é fácil.
Engoli em seco e virei-me para a parede quando senti o meu pénis a crescer, com a intenção de esconder o volume porque, aquilo ia ficar bem visível, as cuecas eram brancas e estavam parcialmente molhadas. A única coisa que consegui responder depois daquilo foi:
- Mas infelizmente não posso usar isto assim molhado. Não é?!
Enquanto tentava esconder a minha erecção olhei para o espelho, mas conseguia ver que ele estava a olhar de relance pra mim
- Ficaste nervoso rapaz?
- Hã? Não, só estou com pressa. Tentei falar de forma normal, mas sentia que o meu pau não parava de crescer.
- Pareceu-me que tivesses ficado. Estás mais animado depois de eu ter falado das cuecas.
Ele arrumava o esfregão e o balde.
- Olha, se quiseres mais privacidade eu posso fechar a porta da casa de banho. Coloco um aviso de limpeza, só que eu vou ter que ficar aqui, para ninguém estranhar.
Ele claramente queria alguma coisa e eu não sabia como me esquivar, apesar de eu sentir que, de alguma forma, eu até estava a gostar daquilo, o meu pau continuava a responder.
- Acho que não é preciso, eu entro num cubículo se for necessário.
- Nesse pedacinho de espaço aí? Vai dar asneira! Tens de te acalmar, eu não te vou atacar.
Eu tentei tratar de me preocupar com a roupa. Realmente não havia maneira de usar as cuecas, olhei bem e vi que ele tava de costas para mim a olhar para a porta. Então resolvi tirar as cuecas e colocar a t-shirt rapidamente.
Consegui vestir a t-shirt seca e vesti os calções por cima da pele, quando.
- Realmente, os calções são transparentes!
Quando eu ouvi aquilo, percebi que ele já estava virado pra mim e sentia o meu pau tava duro como pedra, não conseguia esconder mais.
- Parece que eu estava certo hã! Estás mesmo animado rapaz!
- É, acho que estou um pouco! Não havia outra forma senão aceitar e tentar levar na boa a minha dureza.
- Não há problemas rapaz. Acontece a todos os homens. Acho que eu também estou assim agora.
Quando ele disse aquilo subiu-me um arrepio pela espinha e o meu pau que estava duro parecia que começou a ficar melado a pingar. Eu olhei pelo espelho na direção dele e consegui ver a marca da erecção dele que nas calças do uniforme se conseguia ver bem.
Eu engoli seco e fiz tenção de terminar de me vestir e de arrumar as minhas coisas, mas claramente estava nervoso.
- Rapaz, eu não costumo fazer estes comentário, e sabes bem que se fores contar eu sou logo dispensado deste trabalho. Eu sabia que era verdade, e dei-lhe um pouco de atenção. Eu apenas fiquei com água na boca quando te vi e nem sei se tu também estás interessado, não quero forçar nada, mas se quiseres.
Naquele momento ele tirou o pénis para fora da calça, e que pénis. Parecia ser bem maior que a minha, escuro e cheio de veias.
Eu realmente não sei o que se passou na minha cabeça naquela hora, mas a minha resposta foi tirar o meu para fora e dirigir-me a ele. Ficamos próximos um do outro batendo cada um a sua punheta, até que ele disse:
- Fazes uma mamada gostosa neste pau fazes?
Eu simplesmente coloquei-me de joelhos, segurei o pau daquele homem e comecei a mamar nele. Foi instintivo. O pau dele era enorme, saboroso e eu não conseguia evitar chupar, parecia que quanto mais eu colocava na boca, mais eu queria dele.
- Isso rapaz safado, mamas bem e gostoso. Ai porra! Que mamada boa rapaz.
Ele falava baixinho, quase sussurrando, mas ouvi-lo deixava-me com mais tesão. Agora eu mamava aquele pau enorme enquanto me masturbava freneticamente. O pénis daquele homem parecia um doce na minha boca, era impressionante.
Passados minutos ele segura na minha cabeça e avisa que vai gozar, eu tiro o pau da boca e coloco-o na direção do chão, por mais que quisesse saborear o líquido, aquele não era o momento e eu não me podia sujar mais, ainda tinha algumas aulas.
Ele gozou fartamente, que desperdício! Logo de seguida eu gozei também, no chão da casa de banho.
- Caralho rapaz que bom, delicioso! Acho que agora consegues ir para a aula sem causar distúrbios.
Levantei-me:
- É... Acho que agora eu posso ir. O teu pau é uma delicia.
Falei enquanto me dirigia o lavatório. Olhei para o reflexo dele e consegui ver um sorriso a sair do rosto dele.
Ele levou a mão a um saco que tinha pendurado no carrinho da limpeza e tirou de dentro do saco umas calcinhas brancas femininas que me ofereceu dizendo:
- Usa essas hoje que ninguém vai reparar e quando quiseres, é só chamares por mim. O que há nesta faculdade são cantos para foder.
Concordei com a cabeça e agradeci as calcinhas que vesti e coloquei por cima os meus calções, olhei para o espelho e vi que não se conseguiam ver.
- Rapaz, já que estás saciado, vou te dar espaço para terminares de te arranjares. Mas se quiseres algo mais eu vou estar no estacionamento logo, logo.
- Haha entendi, podes contar comigo, quando eu precisar eu te procuro.
Ele saiu da casa de banho, deixando-me sozinho.
Tudo aquilo foi sem preparação, uma maluquice, refleti enquanto acabava de me arranjar. Mas que foi uma maluquice gostosa ….
FIM
ATENÇÃO: ESTA CASA MUDOU PARA OUTRO LOCAL
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