108 - A menina do chefe
O meu chefe enganou-me para tentar fazer de mim a sua nova namorada
Um dia o meu chefe convidou-me para ir conhecer a sua casa de campo com a desculpa de que o ia ajudar a preparar o lançamento da nossa próxima campanha de vendas.
Ele levou-me para uma pequena propriedade numa localidade remota no interior. Era uma casa bastante rústica, mas arrumada e limpa. Móveis e decoração simples, e uma bela vista das montanhas da janela do quarto.
No fim de tarde em que lá chegamos verifiquei um pouco surpreso de que só havia um quarto com uma grande cama de casal.
Enquanto ele preparava o jantar acabou por me dizer que íamos ter que dormir os dois na mesma cama e logo, na primeira noite, mal fomos para o quarto ele despiu-me e abraçou-me. Ele também se despiu e enquanto me abraçava levou-me para a cama onde nos continuamos a abraçar nus. Ele acariciou-me, beijou-me na boca e acariciando-me começou a masturbar-me, até sentir que eu gozava na sua mão, depois limpou-me carinhosamente com um pano.
De seguida pediu-me para eu o chupar, dizendo que já que ele me tinha dado prazer, também ele queria um pouco.
Relutantemente, eu, atrapalhado comecei a chupar o seu pénis erecto e desejoso, mas aos poucos fui ficando menos relutante e menos atrapalhado e breve comecei a sentir o seu esperma na minha boca. Atrapalhado fui lavar a minha boca e cuspir na sanita. Depois, timidamente, voltei para a cama e adormecemos os dois abraçados.
De manhã ele desfez as sua malas e espalhou uma grande variedade de roupas femininas e bonitas por cima da cama.
Procurei as minhas roupas, mas não as encontrei.
Ele sorrindo disse-me que já tinha pensado em mim vestido com aquelas de roupa por várias vezes ao longo dos últimos meses.
Disse que eu devia tentar vestir aquelas roupas e posar para ele enquanto ele fazia algumas fotos e vídeos de tudo aquilo.
Ele levou-me para a casa de banho e juntou-se a mim no chuveiro, ele rapou todos os meus pelos do corpo e barba.
Quando terminou, ele caiu de joelhos e chupou-me ali mesmo na banheira. Eu adorei toda aquela sensação, o sentir o meu corpo macio, acariciado pela água morna que corria suavemente sobre nós. Ele mostrou que era perito a fazer o meu pau ficar duro e rapidamente sentir o prazer. Ele estava a agarrar as bochechas das minhas nádegas enquanto me levava a minha pilinha a penetrar profundamente na sua garganta. Ele disse-me para eu falar com ele, tratando-o de mestre e senhor. Ele queria que eu me mexesse, gemesse e gritasse enquanto ele me chupava. Então eu fiz o que ele me pedia, tentei movimentar-me e fazer o máximo de barulho que pude, ele gostou disso.
Depois do longo banho levou-me de volta ao seu quarto onde as roupas femininas estavam. Pareciam saídas de uma loja de fantasias. Ele vestiu-me um lindo vestido de empregada primeiro, todos os acessórios serviam-me perfeitamente. Um sutiã acolchoado de renda preta e umas calcinhas de menino, mas em renda. Ligas e meias pretas com a costura nas costas, um top e saia de empregada de renda preta e branca justos. Ele colocou-me ainda uma peruca de mulher.
Fotografou-me enquanto eu fingia limpar e tirar o pó das mobílias da casa. Eu curvando-me mostrava o meu decote e o meu traseiro espetado. Mas breve ele não aguentou mais, e largou a máquina fotográfica. Colocou a câmara de vídeo ao canto do quarto ligada, e veio ter comigo.
Ele agarrou-me e abraçou-me, acariciando as minhas nádegas e os meus seios. Ele segurou-me contra a parede e beijou-me para que eu não pudesse falar ou resistir. Finalmente, ele empurrou-me para o chão, segurando-me os braços acima da minha cabeça. Forçou o seu grande pau na minha boca. Senti-me um pouco humilhada chupando-o ali na frente da câmera.
Eu não pude evitar de ver, com o canto do meu olho, enquanto ele me fodia, o prazer que ele sentia. Não demorou muito para ele gozar. Esguichou na minha boca e depois em todo o meu rosto. Caíram ainda alguns pingos na minha blusa bonita.
Então ele puxou-me para cima com força, amarrou os meus pulsos acima da minha cabeça a uma tira de couro pendurada na parede. Ele ajoelhando-se baixou as minhas calcinhas para baixo e chupou-me, comigo a balançar pendurada e a gritar com ele.
Mais tarde naquele dia, ele mandou-me tomar banho novamente e vestir uma roupa nova. Uma saia de farda colegial, num xadrez azul, muito curta. Eu sentia-me linda com as meias brancas até o joelho, blusa transparente, sutiã rosa e calcinhas.
Desta vez ele colocou-me uma peruca loira curta. Eu tinha sido uma garota má, e eu devia ser punida por me comportar mal. Com a câmera posicionada logo atrás de mim, ele inclinou-me sobre uma cadeira, com as minhas pernas abertas, as minhas calcinhas rosa apareciam por baixo da saia. Ele bateu nas minhas nádegas com força, e eu pulei e gritei a cada palmada. Eu tive que prometer que ia ser uma boa menina, chamar-lhe sempre mestre e tive que implorar para que ele parar, oferecendo-me para fazer qualquer coisa como penitência.
Entre os golpes, ele apalpou os meus seios, tocou nas minhas nádegas e bolas enroladas nas calcinhas macias e sedosas. Ele não parou até ficar excitado, erecto e duro como uma rocha, num momento em que eu já estava a choramingar. De pé na minha frente, enquanto eu ainda estava curvada sobre a cadeira, ele segurou meus braços com força, e empurrou o seu pénis duro pela minha garganta. Eu podia sentir e saborear as minhas lágrimas escorrendo pelo meu rosto. Mas o seu esperma rapidamente veio com um gosto quente e salgado, enchendo a minha pobre boca. Eu lutei e engoli, engasgando-me um pouco, e entornei um pouco no meu queixo.
Ele me deixou limpar um pouco, dando-me uma toalha molhada. Com a câmera de vídeo novamente ligada, ele sentou-me na cadeira, ajoelhou-se na minha frente, colocou as minhas mãos na sua cabeça e chupou-me forte até que eu descesse pela sua garganta. Ele acariciou as minhas nádegas, acariciando as calcinhas rosa, desabotoando a minha blusa, apertando o meu sutiã bonito, balançando para cima e para baixo no meu pau. Eu estava a olhar de frente para a câmera enquanto ofegava, gritava, e estremecendo gozei.
Ele fez-me continuar a usar as roupas do uniforme de menina de colégio o resto do dia e noite adentro.
Ele deu-me uma palmada no rabinho, agarrou os meus seios e foi passando a mão pelas minhas calcinhas a noite toda.
A certa altura ele entrou em frenesi sexual novamente, ele disse-me que me ia raptar e manter em cativeiro todo o resto da noite. Tentei me afastar, mas ele pegou nos meus braços e prendeu-os com força atrás das minhas costas. Algumas tiras de couro apareceram para me atar, empurrou-me para a cadeira novamente, e amarrou os meus braços atrás de mim com as tiras, amarrou os meus tornozelos às pernas da cadeira, separados. Fiz algum barulho, e comecei a reclamar das tiras que ele usava.
Ele abriu uma bolsa sua e retirou 4 estranhos brinquedos na mesa. Uma grande mordaça de borracha vermelha com largas tiras pretas. Era tão grande, eu achei que não ia caber na minha boca. Um vibrador gordo preso a um cinto de couro preto. Eu fiquei com medo que o vibrador pudesse ser colocado na minha boca também. Uma mordaça redonda de couro com um buraco do tamanho certo para o pau dele entrar nela, e depois na minha boca. Um tubo curto que ia manter a minha boca aberta e silenciosa. Finalmente, ele escolheu uma máscara escura acolchoada que encaixou sob o meu queixo, pressionando firmemente sobre minha boca e acima do meu nariz, amarrada e afivelada atrás da minha cabeça com 3 tiras largas. Uma longa alça larga e grandes palas subiam de cada lado do meu nariz, cobrindo os meus olhos, acima da minha cabeça e apertadas por trás.
Pelo que pareceram horas, eu podia senti-lo ao meu redor, tirando fotos, beliscando-me os meus seios, acariciando a parte interna das coxas e virilhas, esfregando o meu sutiã e calcinhas.
Finalmente ele começou a dizer que me ia foder, me ia violar, devastar e molestar como a uma refém. Eu gemi o mais alto que pude, balançando a minha cabeça em protesto. Finalmente, ele encostou-se ao meu peito, forçando o seu pau entre os bojos do meu sutiã, apertando-os juntos, envolvendo o sutiã macio em torno do seu pau grande, e ele me fodeu, movendo-se rapidamente para cima e para baixo contra mim, chamando-me de cadela, puta sissy, gemendo e abusando de mim, ele finalmente gozou no meu peito. Eu senti o seu sémen quente a pingar por todo o meu corpo liso e rapado.
Comigo amarrada e indefesa, pingando o seu esperma, ele aproximou-se, deslizando uma mão sob as minhas calcinhas e a outra sob o meu sutiã molhado. Ele começou a beliscar os meus mamilos e a apertar o meu pau até eu ficar duro. Enquanto ele beijava e lambia a minha orelha, ele sussurrava que puta eu tinha me tornado e o quanto ele esperava que pudéssemos continuar a brincar depois deste fim de semana. Tudo que eu podia fazer era gemer 'Mummph' através da mordaça apertada. Ele me masturbou até que eu esguichei na sua mão e sujar toda a minha calcinha e meias.
Ele deixou-me atada à cadeira a noite toda, andando perto de vez em quando, para me acariciar, e depois masturbar-se em mim. Ele realmente devia gostar de me ver ali, com a minha blusa desabotoada, o sutiã molhado, as saias erguidas mostrando as calcinhas encharcadas de esperma, amarrada e amordaçada, gritando enquanto lutava para me libertar, mascarada e indefesa.
Na manhã seguinte, ele me soltou e levou para a banheira, ainda a usar o sutiã e as calcinhas justas. Ele lavou-me e ensaboou-me. Ele não conseguia manter as mãos longe de mim vestida com as calcinhas molhadas.
Fui beijada e acariciada, molestada como uma jovem vítima, e ele fez eu o masturbar enquanto me beijava de boca aberta, olhando-me nos meus olhos.