56 - Castigo na Biblioteca
Esta aventura aconteceu-me quando eu ainda era muito novo, creio que naquela altura eu ainda tinha 14 anos.
Eu era considerado um menino rebelde que fazia tudo que havia de asneirada na escola, pegava fogo ao lixo, fazia troça dos funcionários, roubava os lanches, fugia dos professores, brigava com todos, pintava as mesas aulas, etc. Um sem número de maldades que me custaram muitos açoites.
Um dia quando estava a tentar pintar uma parede da escola, era algo que já tinha feito por várias vezes e por isso já tinha sido suspenso.
A diretora já me tinha avisado que se me apanhassem de novo a pintar alguma parede eu seria expulso da escola. E eu sabia que dificilmente qualquer outra escola me iria aceitar sabendo que eu era um arruaceiro. Iria para a pior escola da cidade ou talvez mesmo para uma escola do reformatório.
Quando acabo a pintura olho pra traz e vejo a minha professora da biblioteca a olhar para mi e para a minha obra.
Ela era linda, alta, loira, com um traseiro super bem feito e gostoso e com uns peitos maravilhosos.
Todo o mundo da escola a admirava, e quando me dirigi a ela para tentar me explicar, ela mandou-me calar a boca, e disse que ia pensar se me ia denunciar à diretora e com isso provocar a minha expulsão, ou então ia ela mesmo me arranjar castigar para eu pagar por aquilo.
Voltei pra casa muito preocupado, o que seria de mim se me expulsassem, os meus pais não iriam perdoar, com certeza que eu ia levar mais uns bons açoites, e ficar sem sair de casa por um bom tempo. O medo do que me esperava tinha começado a tomar conta de mim e naquela noite eu mal consegui dormir a pensar na minha situação.
Quando me levantei, manhã cedo, e fui comer a minha mãe meio que desconfiou de não me ter tido ido acordar para eu ir para a escola. Eu me fiz um pouco mal disposto pensando que podia arranjar uma desculpa para não ir à escola, a pensar no que me ia acontecer quando lá chegasse. Será que a professora da biblioteca me vai denunciar para a diretora?
De nada me valeu a minha má disposição e cara de não ter dormido, fui logo posto a andar direto para a escola como aviso de que o cinto dos açoites estava pronto para ser usado a qualquer momento.
Quando cheguei à escola, aparentemente estava tudo normal, ninguém me chamou para ir á direção, e eu comecei a ficando aliviado pensando que a minha professora se tinha esquecido.
Mas quando chegou a hora do primeiro intervalo e fui para o recreio, ela apareceu e veio falar comigo:
- Pensei no teu caso Luís, e decidi que não vou contar à diretora o que tu fizeste ontem.
Eu fiquei com um enorme sorriso na cara, mas ela voltou a falar logo para me trazer de volta à terra:
- Não adianta ficares feliz, que eu vou te dar um castigo bem sério, e se tu não aceitares vou a correr e conto tudo à diretora.
Eu meio atrapalhado lhe disse:
- Pode me dar o castigo que quiser que eu vou aceitar professora. Mas por favor não diga nada do que fiz ontem.
Ela aceitou e disse que no dia seguinte eu ia ser chamado para ir até à sala dela, e que eu ia aprender a nunca mais fazer aquele tipo de destruição na escola.
Eu me sentia muito feliz quando fui para casa no final do dia. Afinal que castigo ela podia me dar? Ia fazer-me ler alguns livros durante a aula? No máximo podia me mandar carregar os livro da biblioteca para os arrumar. Tudo tarefas que deveriam ser melhores do que ser denunciado à diretora.
No dia seguinte cheguei à escola e me preparava para a aula de matemática, quando ela apareceu na porta e me chamou para ir até à sua sala. Creio que nesse dia não tinha nenhuma aula programada. Eu fui muito sorridente pois além de não ser expulso da escola ainda estava a livrar de uma aula de matemática.
Ela vendo a minha felicidade, logo me disse para eu guardar aquele sorriso parvo.
Quando chegamos à sua sala ela se encaminhou até o seu armário que estava sempre trancado, nunca tinha visto ela abrir aquele armário desde que tinha começado a estudar lá.
Perguntei qual ia ser o meu castigo, e ela calmamente me disse que me ia transformar numa bonequinha, e me estendeu uma roupa feminina, umas langeries e uma maquiagem completa.
Eu fiz um gesto de quem ia sair da sala e ela de imediato me barrou a porta e me lembrou da pintura da parede.
Eu olhei pra ela com uma cara de choro, e ela me deu logo uma palmada na boca bochecha, voltando a dizer que eu tinha de fazer o que ela queria e que ia sofrer nas mãos dela.
Ela mandou-me tirar as roupas que eu tinha vestido e me disse para eu ficar nu.
Como eu tenho o pénis pequeno ela riu-se de mim quando o viu.
Ela me foi estendendo peça a peça dizendo como eu que eu devia vestir cada uma das coisas que me ia dando.
Me obrigou a vestir um vestido vermelho com calcinhas de renda e um sutiã e, de seguida, me fez ajoelhar na sua frente, foi até o seu armário e pegou num chicote, e me ordenou:
- Levanta a saia! Eu levantei e ela me surpreendeu e me deu umas chicotadas que doeram e muito. Eu me apercebi que ela tinha prazer em me provocar dor.
Enquanto me foi dando as chicotadas me dizia:
- Isto é para tu aprenderes menina. Nunca mais vais fazer arte nas paredes.
Depois de me bater muito ela saiu da sala e me mandou esperar. Eu já pensava que tudo tinha acabado quando ela voltou a aparecer.
Trazia pela orelha um aluno mais velho que eu que ele tinha apanhado a tentar fazer gazeta. Quando ele me viu ficou com cara de surpresa. Ela disse que ele ia ter de provar a menina que ela tinha trazido para a escola.
Mais uma vez quando tentei fugir ela me segurou e me deu mais um palmada na cara.
Eu como já estava fraco, pois tinha apanhado muito, cai no chão. Ela me atou a uma carteira, e me deu mais umas chicotadas dizendo:
- Ou tu te comportas ou vais sofrer muito mais!
Depois falou para o outro aluno que tinha trazido dizendo-lhe para ele se despir de imediato.
Mal ele tirou a roupa percebi que era muito bem dotado, devia ter uns 20 cm.
De imediato ela começou a rir e me disse:
- Estás a ver? Isto sim é que é um homem. Tu és uma menininha.
Ela mandou o rapaz se servir de mim enquanto ia á casa de banho.
Ele veio para cima de mim de imediato e sem hesitar colocou o pau na minha boca começando a fuder a minha garganta. Mas breve se fartou e levantou-me as saias e sem cerimónias me tirou a virgindade do cu.
Nunca tinha sentido tanta dor como a que naquele dia ele me provocou enquanto me fodia com ódio pois ele tinha já percebido que eu era o rapaz que já lhe tinha dado uma valente surra.
Quando achei que finalmente ia acabar a minha vergonha, pois ele já devia estar pronto para gozar, a professora entra com uma garotas que eu já tinha namorado e tinha traído com outra.
Os olhos dela brilharam ao ver a cena, e eu chorava de vergonha tentando sair das algemas.
Nesse momento o rapaz que me comia começou a gozar dentro de mim.
Na frente delas, ele se veio por completo e quando ele saiu de dentro de mim elas vieram até ao meu lado e me bateram nas minhas nádegas rindo e dizendo:
És mesmo uma menina vadia e safada.
Ficaram a rir muito tentando me envergonhar até que se foram embora.
Eu fiquei todo ardido nas nádegas de tanto apanhar e mal conseguia andar pois tinha perdido a virgindade. Meu traseiro estava a arder todo.
A professora da biblioteca mandou-me vestir de novo e ir embora de regresso à minha sala de aula. Me lembrou que me podia denunciar.
Ainda me foi dizendo que com certeza eu iria ser o seu brinquedinho até eu acabar os estudos.
ESTUDEM MENINOS