01 - OLÁ BOM DIA A TODOS
Resolvi começar a contar umas quantas aventuras e histórias da minha vida, dos factos que me levaram a querer ser a Elia. E claro que para relatar tudo isso, o melhor é explicar como é que eu tive essa oportunidade e de contar como começou esta minha vida dupla.
Comecei a morar só tinha eu apenas 16 anos de vida, sem irmãos, filho de pais emigrantes, quase que sem vigilância paternal e sem regras ou barreiras consegui conhecer e entrar num mundo que me levou mais tarde a ser a Elia.
Ano de 1978, início de verão, Lisboa.
Eu a morar só, com 16 anos acabados de fazer, sem grandes preocupações pela escola que me corria sempre bem.
Tinha todo o tempo que queria para me dedicar a fazer nada de nada ou a ficar entediado sem sair de casa.
Felizmente eu não era de ficar fechado em casa a ver a TV, a ler ou a dormir. Metia-me na motorizada, nova em folha, dava os meus passeios, fazia o meu desporto, ténis, natação, caminhadas mas claro que com 16 anos nos falta sempre algo mais.
Eu para mim próprio há muito que sabia que era um rapaz diferente e que me sentia mais atraído por homens que pelo sexo oposto.
Como muitas outras meninas, que fui depois conhecendo ao longo da vida, também comecei por revirar as roupas da mamã, por usar os colares e os saltos, etc.
As roupas dos estendais das vizinhas corriam sempre perigo, eu inventava mil formas de fazer um assalto às roupas bonitas que ia vendo pelos estendais, e regra geral não me faltavam roupas para eu experimentar e para ir usando na minha intimidade enquanto estava em casa, nada de sair ou de ter amigos que me visitassem.
Claro que também o sangue de jovem me impelia o sentido contrário e me dizia que eu tinha de arranjar uma namorada.
Parte I - A Discoteca
Um dia me decidi que tinha de dar o passo quer fosse para um lado ou para outro tinha que resolver a minha curiosidade sexual e tinha de me iniciar.
Decidi ir a uma discoteca no Estoril que pelo que eu sabia era frequentada por pessoal da minha idade e onde alguns rapazes meus conhecidos se gabavam de arranjar namoradas nas matinés de fim de semana.
Sexta feira ao fim da noite lá me sentei na motorizada e fui até ao Estoril.
Quando cheguei à porta o porteiro me olhou de cima a baixo e percebeu logo que eu não tinha idade para entrar à noite, perguntou-me se era a primeira vez que eu ia lá e sorrindo me mandou entrar. Ainda lhe perguntei quanto era que tinha de pagar para entrar mas ele meio a rir disse para eu não me preocupar que de certeza apareceria alguém para me oferecer uma bebida. Guardou-me o capacete e o casaco e disse para eu entrar descansado.
Desci as escadas e o ambiente era pesado cheio de fumo, escuro, música disco a tocar alto.
Pelo pouco que eu ia vendo me apercebi que eu devia ser a pessoa mais nova lá dentro. Muito homem a beber cerveja encostados à roda da pista, alguns casais na pista e pouco mais consegui ver.
Claro eu fui logo para o meio da pista e me deixei levar pela música.
Mal tinha passado um quarto de hora senti que alguém passava por mim e me dizia algo, olhei em volta e lá estava ele a dançar à minha frente. Bom aspecto, talvez uns trinta anos, barba feita, cabelo curto, bem constituído fisicamente e a sorrir-se para mim.
Ainda levei uns bons cinco minutos para interiorizar o que se estava a passar e outros tantos para responder ao seu sorriso.
Quando ele me fez sinal para eu o acompanhar eu o segui até ao balcão do bar e quando ele me perguntou se eu bebia uma cerveja eu limitei-me a acenar com a cabeça.
Depois nos fomos sentar e só aí me apercebi que sentados meio na penumbra estavam vários pares como nós, pelo que eu me senti mais à vontade em estar ali só acompanhado por outro homem.
Ele se apresentou era o Luís e eu me apresentei como sendo o Didi.
Me perguntou se eu tinha vindo só e se estava a fim de o acompanhar a beber uma cerveja e a conversar um pouco com ele, e eu fui sempre acenando dizendo que sim.
Enquanto ele falava nem me lembro sobre o quê eu fui vendo que à nossa volta também sentados vários pares de homens estavam abraçados e alguns se beijavam e percebi finalmente que tinha vindo à discoteca errada ou então na hora ou dia errado.
Foi sem surpresa que senti a mão dele se encostar à minha perna e que senti as suas carícias me percorrerem a coxa.
Perguntei-lhe se ele pretendia me levar para algum lado e fui dizendo que eu era inexperiente e que nunca tinha estado com um homem.
Ele lá se sorriu e me foi pondo há vontade e tentou arranjar uma conversa mais leve acabando por me dizer que sim que me queria levar para a cama.
Fomos para a rua e eu o segui na motorizada até á casa dele que não era muito longe, onde, felizmente ele tinha garagem e deu para estacionar.
Me levou para cima e directamente para o seu quarto onde me começou a beijar e acariciar.
Eu nunca me tinha sentido tão bem e me deixei envolver naquelas carícias boas e nos seus beijos doces, mal me apercebendo que ele me ia despindo aos poucos e me levava para a cama onde nos deitamos os dois.
Eu fiquei logo excitado, o meu desejo por sexo era muito e quando ele me tocou no pénis eu quase que me vinha.
Também ele tinha o seu pénis erecto e eu nunca tinha tocado no pénis de outro homem e podia agora acariciar e beijar o seu pénis.
Enquanto nos beijávamos e acariciávamos mutuamente fomos nos enroscando um no outro na sua cama e ele me foi dando instruções de forma a podermos fazer um 69.
Eu não resisti muito tempo e pouco depois explodi ejaculando para a sua boca.
Ele riu-se e sem nada dizer me limpou todo e me foi continuando a acariciar.
De seguida me disse que me ia penetrar e que eu tinha de ser forte porque me podia doer, foi buscar um lubrificante e deitando-me de costas começou por me penetrar com um dedo e pacientemente foi espalhando pelo meu anus o lubrificante enquanto me ia alargando o anus e me ia relaxando.
Eu fui apreciando cada um dos momentos e quando senti que estava pronto lhe disse para ele me penetrar.
Quando ele entrou em mim foi a princípio um pouco doloroso mas breve passou e quando senti que ele estava já todo dentro de mim e que me ia possuir eu me deixei levar pelos seus movimentos e pelo prazer que me ia invadindo.
Foi para mim algo de maravilhoso, sentir que ele me possuía e que eu excitado me vinha a cada movimento do seu pénis dentro de mim.
Não sei quantas vezes seguidas ejaculei com ele dentro de mim apenas fechei os olhos e gozei sentindo-o dentro de mim cada vez mais fundo e mais rápido até que senti que também ele me enchia com o seu esperma quente. Sentia cada movimento dele dentro de mim e senti a loucura do seu esperma me invadir e me aquecer todo por dentro.
Deve ter sido nesse momento que eu decidi que queria ser menina. Tudo o que veio de seguida apenas foi fortalecendo a minha vontade e determinação.
Não me lembro bem se adormeci se apenas fechei os olhos de exaustão.
Me lembro de no dia seguinte ele me acordar meigo e excitado e de termos feito amor novamente, agora com mais calma, ele me sentou ao seu colo virado para ele e a encher-me a boca de beijos senti o seu pénis a crescer e a procurar o meu anus e agora já mais relaxado consegui fazer com que ele me penetrasse sem dor e com um prazer enorme a percorrer todo o meu corpo.
Vivi uma semana maravilhosa com o Luís ele me tomou para seu amante aqueles dias e foi com tristeza que no fim da semana de férias dele nos despedimos e que eu rumei de novo a casa.
Parte II - As Boleias
De novo estava só, em casa, e sem nada para fazer o resto do verão. Tinha 16 anos, época de fim de aulas, e estava todo contente de entrar finalmente em férias. Tudo tinha corrido bem e estava dispensado das provas finais.
Tinha recebido um telefonema de duas amigas que tinham ido de comboio para o sul de França, e que me incitavam a ir ter com elas. Como estava sem dinheiro, o avião estava fora de hipótese e se fosse de comboio gastava o dinheiro todo na viagem, o que não me apetecia nada.
Em conversa com um amigo, ele tinha-me contado que já tinha viajado à boleia em camiões TIR que faziam transportes na Europa. Bastava ir de madrugada até um dos bares na saída do porto onde os motoristas costumavam tomar o pequeno almoço, e tentar convencer um deles a levar-me.
Ainda era de noite, meti-me no autocarro, com a mochila na mão, e aí fui eu tentar a minha sorte. Cheguei ao local e de facto estava apinhado de motoristas que conversavam com grande ruído.
Como tinha o cabelo alourado e bastante comprido e levava calções por causa do calor, senti alguns olhares convergiram para mim. Dirigi-me ao balcão e perguntei ao empregado como fazer para saber quem ia para a Alemanha. Ele indicou-me um grupo que conversava numa mesa. Perguntei a um deles:
- Desculpe, algum dos senhores vai para o sul de França?
Um deles olhou fixamente para mim, e disse:
- Eu vou só até Sevilha, mas a partir daí será fácil arranjares outra boleia. Anda vamos embora que eu já estava de partida.
Levantou-se, pagou a conta e dirigiu-se para a porta. Eu seguia-o um pouco nervoso.
Entrámos para o camião e começámos a rodar. A minha T-shirt teimava em colar-se ao corpo, realçando as minhas formas, e os calções deixavam ver quase totalmente as minhas pernas. Ele olhava para mim de vez em quando, apreciando o que via.
- Como te chamas? perguntou
- Didi.
- Eu sou o Alfredo.
Não estávamos a andar há mais de meia hora quando ele parou o camião na berma da estrada. Virou-se para mim e começou a acariciar-me as pernas.
- Olhe, não pense que eu sou uma rapariga porque não sou. Disse eu com a voz trémula.
- Eu não penso nada mas não me digas que não podemos brincar um bocadinho.
E continuou a afagar-me as pernas até chegar às virilhas. Eu comecei a sentir-me excitado e não consegui esboçar qualquer tentativa de o rejeitar.
- Vamos ali para trás. Disse ele, apontando a cama por detrás do banco.
Obedeci e comecei a despir-me, mas ele estava com tanta pressa quem nem me deixou tirar a T-shirt. Saltou para cima de mim e encostou-me o pénis à barriga esfregando-o energicamente. A relação não durou muito pois ele estava tão excitado que ejaculou passados um ou dois minutos, deixando-me todo sujo na barriga e no peito.
Levantou-se, puxou as calças e sentou-se novamente ao volante, retomando de novo a marcha.
Eu sentei-me também, compus a roupa e fingi ver a paisagem. Ficámos em silêncio durante algum tempo. Eu sentia o esperma dele escorrer-me pela barriga e pedi-lhe algo para limpar, ele estendeu-me os lenços e nada disse o resto do dia.
Ao fim da tarde quando começou a escurecer parámos para comer qualquer coisa. Jantámos num pequeno restaurante à beira da estrada e voltámos para a cabina do camião.
- Agora vais fazer-me uma mamada. Disse ele sem pudor, enquanto tirava o pénis para fora.
Eu ajoelhei-me e comecei a chupar-lhe o membro. Nunca tinha feito isto antes dentro de um camião, mas não quis mostrar nervosismo e tentei fazer o melhor que podia. Não desgostei de sentir aquela pele macia e quente, e de sentir o pénis quase estalar com a erecção. Ele começou a gemer e agarrou-me com força pelo cabelo. Percebi que estava quase a ter o orgasmo, e pouco depois senti um jorro quente na minha boca. Continuei a chupar até ele cair para o lado e largar a minha cabeça. Fiquei com o esperma na boca, sem saber o que fazer. Ele, ao aperceber-se do meu problema, disse:
- Ou engoles ou vais lá fora cuspir. Mas não me sujes o camião.
Como estava um pouco descomposto e tive vergonha de sair, resolvi engolir o liquido. A sua textura gelatinosa deixou-me uma certa impressão na boca, mas não me deixei descair e fingi que estava tudo bem.
De seguida ele tomou-me de quatro e agora já satisfeito deixou-me ser eu a comandar os movimentos, era o que eu queria, finalmente podia satisfazer a minha necessidade no seu membro duro e calejado.
Ele estava por cima da mim e eu de costas para ele, podia acariciar-me e fui-me estimulando enquanto ele me acariciava o peito, logo comecei a sentir que me estava a vir e pedi-lhe que me possuísse de frente, ele virou-me no ar e empurrou-me as pernas para traz, enfiando todo o seu membro por mim a dentro, e então sim gostei do meu primeiro camionista.
No dia seguinte, continuámos a viagem, e quase a chegar a Sevilha ele virou-se para mim e exclamou:
- Bem, estamos quase a chegar. Eu vou-te deixar aqui num bar onde costumam parar muitos camionistas, tenho a certeza que arranjas boleia num instante.
- Ah, obrigado.
- Mas antes, temos de dar mais uma para a despedida.
E pára o camião na berma, e faz-me sinal para passar para trás do banco. Baixei as cuecas e ele pôs-se em cima de mim. Como estava mais aliviado demorou bastante mais tempo, o que me permitiu também eu ter um orgasmo.
Passado pouco tempo chegámos ao tal sitio que ele tinha dito, e despedimo-nos.
Eu entrei e repeti a minha estratégia. Fui falar com um dos empregados. A cena repetiu-se quase a papel químico. Pouco depois estava a sair com um dos camionistas, desta vez um espanhol. Chamava-se Angel.
Tal como eu já previa, tinha-mos feito poucos quilómetros quando ele pára o camião e começa a apalpar-me. Puxou-me a T-shirt para cima e desatou a lamber-me o peito. Continuou a despir-me e a lamber todo o meu corpo. Seguiu-se o costume: fomos para o beliche atrás do banco e ele montou-me. Durou poucos minutos até ele se vir.
Vestimo-nos e retomámos a viagem.
Como não tinha tido hipótese de tomar duche, o meu buraquinho estava cheia de esperma que escorria para as cuecas. Começava a incomodar-me um pouco, embora ao mesmo tempo gostasse da sensação.
Disse-lhe que estava sujo e que precisava de me lavar, ele parou numa estação de serviço e mandou-me tomar banho nos lavabos, quando já estava quase pronto ele apareceu e estendeu-me um saco, dizendo: Toma roupa nova.
Dentro do saco estavam: uma blusa florida, umas calcinhas vermelhas de senhora umas sapatilhas rosa e um pano, sem mais nada para vestir, tinha deixado a mochila no camião, arranjei-me como pude e quando saí dos lavabos o Angel passou-me a mão pelo corpo e disse-me:Agora sim és uma autêntica menina, anda vou-te apresentar a alguns amigos.
Enquanto estávamos a comer, alguns motoristas vieram falar com o Angel e ao mesmo tempo olhavam-me com um ar guloso.
Quando voltámos para o camião um deles seguiu-nos. Subi para o camião, mas para meu espanto quem entrou para o outro lado foi um dos amigos do Angel. Começou a apalpar-me mas eu tentava afastá-lo.
- Tranquila, tranquila. Dizia ele tentando acalmar-me.
A certa altura mostra-me uma nota de 2 000 pesetas. Como estava quase sem dinheiro pensei - porque não, quem já fornicou com dois homens também pode ir com mais um.
E agarrei na nota. Fomos para o beliche e ele pediu-me que chupasse o seu pénis. Passado pouco tempo penetrou-me no anus e ejaculou quase de imediato. Tinha sido a cópula mais rápida da minha vida.
Ele saiu e entrou o Angel. Deitou-se e, sem me dirigir a palavra, começou a dormir. De manhã, acordo a sentir uma mão nas minhas coxas e a acariciar-me o traseiro. Era o Angel, que com uma cara sorridente se preparava para me montar outra vez. Começámos o dia com mais uma cópula, mas desta vez demorou o suficiente para eu também me poder masturbar e virmo-nos ao mesmo tempo.
Continuámos viagem, e ao fim da tarde ele chamou-me a atenção para uma placa que indicava que faltavam apenas 25 quilómetros para Marselha, o meu destino.
Tal como eu já previa, também o Angel quis despedir-se com mais uma sessão de sexo. Parámos num local sossegado e fomos de novo para trás do banco. Ele montou-me mais uma vez, e fornicámos energicamente. Consegui ter vários orgasmos até ele se vir.
Despedimo-nos e eu segui o meu caminho, com um papel na mão com a morada onde estavam as minhas amigas à minha espera.
Mas antes tive de parar numa casa de banho de um café, para me lavar, pois o esperma era tanto que escorria-me pelas pernas abaixo, claro que também mudei de roupa.
Se as minhas amigas soubessem a viagem que eu fiz...
Já tinha feito sexo com um amigo, e fantasiado várias vezes com aventuras, mas nunca tinha imaginado poder ter o anus cheio de sémen de vários homens apenas em três dias.
FIM