62 - Um Médico Adorável <> Alexandre = Alexandra
Há pouco mais de um ano precisei de um atestado médico, marquei uma consulta com um médico de clínica geral recomendado por uma amiga. Foi uma experiência incrível que vivi, ainda está a acontecer, e que mudou em muito a minha vida completamente.
Eu me chamava Luís Alexandre, tenho 48 anos de idade, solteiro, sou uma pessoa absolutamente normal, exceto por um pequeno detalhe, adoro me travestir, hábito que tenho desde pequeno. Nunca tive interesse por pessoas do mesmo sexo, tenho tido algumas namoradas e encontros com várias delas, mas sempre que posso lá estou eu a vestir-me de mulher. Tenho uma formação universitária, um bom emprego, uma vida independente e estável que me permite viver com algum luxo.
Marquei uma consulta e no dia combinado fui até à clínica. Depois de ser atendido pela secretária, fiquei a aguardar a minha vez.
Depois de alguns minutos entretido com as habituais revistas de mexericos, a secretária me mandou entrar no consultório.
O médico de nome Dr. Carlos, era um homem de uns 40 anos mais ou menos, moreno, alto e um corpo atlético que sugeria o hábito de frequentar ginásios de musculação.
- Boa tarde, em que posso ser útil? Perguntou o médico, depois do aperto de mão.
- Bem, na segunda feira eu senti-me indisposto, com tonturas e não fui trabalhar e necessito de um atestado para encaminhar para a empresa onde trabalho. Respondi.
- E porque é que o Sr. escolheu a nossa clínica? Perguntou novamente.
- Foi-me recomendada por uma amiga que é sua paciente e que me falou muito bem das suas capacidades profissionais. Respondi.
- Muito bem, mas antes de lhe passar o atestado quero algumas informações sobre si e preciso também de o examinar.
Depois de me fazer muitas perguntas sobre o que tinha acontecido e de fazer várias anotações na sua ficha, pediu-me para tirar a camisa para poder me examinar.
Com o aparelho de medir a pressão e um estetoscópio, mediu minha pressão arterial e auscultou os meus batimentos cardíacos e vias respiratórias.
- O Sr. está com a pressão um pouco alterada e com os batimentos cardíacos um pouco acelerados, talvez tenha sido isso que causou o seu mal estar, acho que vou recomendar alguns exames. Disse o médico.
Terminada essa parte, ele começou a apalpar-me em várias partes do corpo e ia perguntando se eu sentia dores. Fui respondendo que não. Ele deteve-se mais tempo examinando o meu peito.
Eu sempre tive uns peitinhos avantajados desde a puberdade, fato que me tinha trazido algumas piadas por parte dos meus amigos. Eu tinha vergonha de me despir no meio de outros rapazes, mas por outro lado adorava quando colocava um sutiã de tamanho pequeno, ele se encaixava perfeito neles.
Fazia mais ou menos um ano e meio que tinha começado a usar um creme à base de hormonas femininas (estrogênio), cujo anúncio publicado numa revista dizia que este creme tinha o poder de aumentar o tamanho dos seios, mas em mulheres.
Tinha aquela sensação de estar a fazer o que não devia, mas apesar do complexo, eu sempre tivera a vontade de ter uns peitos maiores e resolvi adquirir o produto, sem consultar um médico para ver se devia fazer isso. E o resultado apareceu depois de algum tempo. Os meus seios desenvolveram-se, mas trouxe além disso, aumento dos quadris, diminuição de pelos e mudanças no cabelo e também uma discreta mudança da libido.
O Dr. Carlos começou a fazer umas massagens e apalpar eles e comentou:
- Acho que o Sr. está com algum tipo de disfunção hormonal, pois está me parecendo que você sofre de ginecomastia, que é o aparecimento de seios em homens. Os seus peitos estão muito grandes para um indivíduo do sexo masculino e, a menos que tenha usado hormonas, alguma coisa está errada.
- O Sr. usou algum tipo de hormonas femininas ultimamente? Perguntou.
E agora? O que vou dizer? Estava com medo de revelar para o médico o uso dos cremes hormonais. Resolvi contar para ele que sempre tinha tido peitos um pouco grandes desde a puberdade, inclusive falei dos meus complexos, mas ocultei o uso dos cremes.
- OK, há homens que desenvolvem esta parte do peito mais do que outros, uns por praticar musculação, outros por problemas genéticos, mas no seu caso, já não se trata de peitos avantajados, mas seios mesmo, como os de uma mulher. Disse.
- Vou pedir uns exames específicos, para ver como anda o seu metabolismo, infelizmente não vou poder passar o atestado que me está a pedir sem verificar antes os resultados destes exames. Logo os tenha feito, volte ao meu consultório, mesmo que eu não esteja a dar consultas. É urgente que eu veja estes resultados para fazermos o tratamento adequado rapidamente. Deu-me o numero do seu telefone pessoal para eu o contactar em caso de alguma emergência.
O que eu não esperava é que de todas as vezes que o médico apalpava os meus peitos eu sentia uma sensação estranha, uma espécie de arrepio e um calor que começava nos quadris e subia para a cabeça, provocando um bem estar que nunca tinha sentido antes.
Fui meio confuso para casa. Mas no dia seguinte iniciei os exames e depois de duas semanas marquei nova consulta.
Eu normalmente uso e usava calcinhas no meu dia a dia por baixo das minhas roupas normais e no dia de voltar á clínica, achei que não ia ser novamente examinado e vesti umas calcinhas para ir à consulta. Eu estava muito ansioso.
Sentado na sua secretária ele leu os resultados dos exames e disse,
- Não sei se vai gostar de ouvir os resultados, mas vamos por partes. Os exames de rotina estão normais, quanto aos exames de metabolismo, lamento dizer que você está mais para Alexandra do que para Alexandre, ou seja, está com quantidade muito grande de estrogênio no organismo e isto pode ser perigoso para a sua saúde.
- Você costuma manusear algum tipo de remédios? Eu pergunto isto porque geralmente esses produtos são fatores de risco.
Diante da pergunta do médico fiquei praticamente desmascarado e não tive outra alternativa senão contar a verdade.
- É uma longa história doutor!
- Você vai contar-me tudo, tenho todo o tempo do mundo. Vai é ter que esperar um pouco para eu ver se tenho alguma outra consulta urgente.
Ele ligou para a secretária e disse-lhe para ela não aceitar mais nenhum cliente naquele dia e de seguida também a dispensou.
Vendo que tinha tempo relatei tudo o que tinha feito até aquele dia, do meu crossdressing, do uso e da quantidade do creme a base de estrogênio, falei do aumento dos quadris e demais efeitos que o remédio produzia. Falei também da sensação que tinha sentido no dia em que ele tinha examinado aquela região.
Ele pôs a mão na cabeça e disse,
- Como é que você pôde fazer isso? Conforme os exames e a sua informação o seu organismo deve ter recebido num pouco mais de um ano, quase a mesma quantidade de estrogênio que uma mulher produz durante sua vida ativa até à menopausa e você tem ideia do que isso significa?
- Não, não tenho a menor ideia, na verdade o que eu queria mesmo era apenas dar uma forma mais bonita na região que eu mais gosto do meu corpo. Respondi.
- As sensações que você sentiu outro dia, já são uma das causas que as hormonas femininas provocam. E a sua libido vai sofre algumas mudanças, aos poucos você vai encarar o sexo de uma maneira diferente da que tem até hoje.
- Eu estou envergonhado de ter ocultado isto de si no outro dia, estou me sentindo como uma criança que foi apanhada a mentir.
- Bem, isso é o menos importante nesta história, o que importa agora, é o que vamos fazer. No seu corpo não há muito fazer, os seus peitos crescerão um pouco mais, bem como os seus quadris, você terá uma diminuição de esperma, devido ao desequilíbrio na produção hormonal masculina, vai ficar impotente, pode vir a ter um ataque do coração e doenças cancerosas entre outras coisas. Meu caro, precisamos remover de alguma forma este excesso de hormonas femininas que você tem.
- A coisa é tão grave assim doutor? Perguntei.
- Sim, é muito grave. As hormonas, quando administrada corretamente e em pequenas quantidades, com acompanhamento médico e exames regulares, ajudam em muitas coisas, se você tivesse procurado ajuda médica, não estaria correndo o risco que está correndo.
O Dr. Carlos disse que eu devia a partir daquele dia iniciar um tratamento para a neutralização do excesso do estrogênio do meu organismo.
Prescreveu uns remédios e disse que gostaria de me ver semanalmente durante os próximos seis meses.
Disse que gostaria de voltar a examinar o meu corpo novamente e pediu para eu tirar a roupa e ficar só de cuecas na sala ao lado.
E agora? Como é eu me ia apresentar, ainda estava de calcinhas. Bem, o mal já estava feito e o remédio era ir em frente.
Quando ele entrou na sala em que eu estava levou um susto mas não fez nenhum comentário.
Meio sem graça eu sentei-me na maca de atendimento para ele me examinar.
Pediu para ficar de pé e começou a tirar umas medidas e comentou,
- O seu busto e os quadris já estão com medidas mais apropriadas para mulheres, acho que poderemos interromper o crescimento, mas não dá para consertar o que já está feito”.
Depois desse diálogo ele continuou a me examinar e quando começou a apertar novamente o meu busto fez umas massagens diferentes e eu comecei a me remexer na maca de atendimento, aquela sensação estranha e gostosa repetiu-se e um calor tomou conta do meu corpo e depois tive uns arrepios e os bicos dos meus peitos endureceram, sensação que eu nunca tinha tido antes. Não tive erecção. Ele me perguntou o que estava sentindo e eu relatei tudo a ele.
- Já é o efeito das hormonas, você está tendo uma excitação sexual mais própria das mulheres, se você tivesse uma vagina, certamente ela estaria humedecida agora, você tem certeza de que é isto mesmo que você quer? Perguntou.
- Depois disto tudo que o Sr. me e disse a respeito do uso indevido desta droga, já nem sei em que pensar.
Eu já estava a começar a arrepender-me do que fizera, mas ao mesmo tempo estava contente, muito contente com as novas formas adquiridas pelo meu corpo, eu estava radiante, agora quando coloco um vestido ou qualquer outra roupa feminina, elas se ajustam melhor no meu corpo fazendo com que eu me sinta bem.
Vesti a minha roupa, peguei na receita e no atestado e fui para casa, preocupado com o que tinha descoberto naquele dia.
E agora? Será que me ia transformar numa mulher? Será que nunca mais ia ter uma erecção? Será que nunca mais vou estar com mulheres? E se perder o controle da coisa o que pode acontecer? Será que vou morrer jovem ainda? Não sei, só sei que tudo nesta vida tem um preço e se para ser feliz eu tiver que pagar um preço alto, paciência, nada mais podia ser feito.
Comprei os remédios prescritos e iniciei imediatamente o tratamento. Eu moro num pequeno apartamento de um edifício na região das avenidas novas em Lisboa. Bastante abatido cheguei a casa e tomei os meus primeiros remédios. Estava atónito com tudo o que acontecia, no dia seguinte fui ao meu emprego entregar o atestado e solicitei umas férias no serviço para esfriar a cabeça e pensar no rumo que teria que tomar a partir daí.
Eu estava me sentindo bem com minhas novas formas. Se não houvesse nenhum problema de saúde eu ia adorar aquelas formas.
Depois de uns dias, já mais calmo, eu tive uns sonhos diferentes. Numa noite sonhei que o Dr. Carlos me examinava e apalpava os meus seios, sentia aquela sensação diferente e gostosa novamente, que começava nos quadris e subia na forma de calor. Acordei com o corpo molhado de suor, mas continuava sem ter uma erecção, eu remexia os quadris e apertava os meus seios. Comecei a me masturbar e ai sim tive uma erecção, atingi o orgasmo e notei que o esperma estava muito ralo. Era apenas uma espécie de líquido transparente, muito diferente do esperma que eu conhecia. Conforme o Dr. Carlos também isto ia acontecer.
E o tempo foi passando, as visitas ao consultório do Dr. Carlos já se tornavam rotineiras e acho que nos tornamos amigos.
Eu já o tratava por Carlos, tamanha era a nossa intimidade. Ma os sonhos repetiam-se e mais, folheando revistas pornográficas que eu gostava de ler e outras vezes navegando na Internet por sites pornográficos, eu gostava de ver sites com fotos de travestis. Cada vez que via eu tinha aquelas sensações gostosas. Vendo um filme em que um transexual fazia sexo com um homem, eu comecei a suar frio e a remexer-me no sofá e o que é mais estranho eu estava me sentindo na pele daquela trans, como que querendo ser possuída também. Às vezes na rua ao cruzar-me com homens altos e atléticos, tinha essas mesmas sensações, aquela comichão nos quadris e um calor intenso, o meu rosto pegava fogo. O que estava acontecendo comigo?
Num dia o Dr. Carlos ligou-me dizendo que queria me ver no consultório ao fim do dia. Na hora marcada cheguei e o porteiro da clinica disse que ele ainda não tinha chegado mas que tinha deixado recado que eu o esperasse. Dentro de poucos minutos ele apareceu e desculpando-se por me chamar àquela hora enquanto subíamos para o seu consultório.
Perguntei o porquê daquela consulta, já que ainda não era o dia que ele tinha reservado para me consultar.
Ele respondeu-me que tinha pesquisado muito sobre o meu caso e tinha algumas novidades frescas para me contar.
Entramos no consultório. Naquela hora tardia a secretária dele já não estava a trabalhar.
- Muito bem. Disse ele.
- E qual a é a novidade? Perguntei.
E ele começou a explicar-me umas coisas que eu não entendi muito bem, o Dr. Carlos parecia estranho. Mas não comentei nada com ele.
Pediu para eu tirar a roupa para me poder medir e eu fiquei só de calcinhas, já me tinha acostumado a ficar assim na presença dele.
Ele disse que ia apalpar os meus seios para ver se tinha aparecido algum caroço e pediu para que eu relatar se sentisse alguma coisa.
Será que eu poderia ter nódulos nos seios como as mulheres?
Ele começou a massajar os meus peitos bem lentamente e as vezes apertava alguma parte, os bicos estava bem sensíveis e à medida que ele os apertava eu sentia aquela excitação. Ele aumentou o ritmo das massagens e eu já estava começando a me remexer na maca. Percebi que ele estava muito excitado, acho que ele estava a tentar me provocar alguma outra coisa e pedi para ele parar.
Ele pediu para eu me deitar de bruços e começou a massajar-me as costas. As suas mãos percorriam as minhas costas até as nádegas em movimentos lentos e precisos. Eu já não estava mais aguentando a minha excitação e o curioso é que não tinha erecção nenhuma, ao contrário, remexia muito os quadris .
Ele disse,
- Realmente tudo o que li a respeito do seu caso confirmou-se, as suas sensações são femininas mesmo, vai ser difícil reverter este quadro clínico.
- Mas isso nós já sabemos Carlos, onde está a novidade?
Ele olhou-me de frente e disse:
- Aqui! E de seguida deu-me um beijo na boca. Tentei reagir, mas fiquei imobilizado, como se esperasse por tudo aquilo. A sua língua procurou pela minha e os seus movimentos deixaram-me quase sem fôlego.
Nos separamos e eu gritei indignado,
- Mas o que é isto Carlos, você enlouqueceu? É assim que trata as suas pacientes?
- Desculpe-me Alexandre, mas eu precisava disto.
- Um beijo na boca? Perguntei.
- Sim, eu estou louco para fazer isto desde que te vi de calcinhas da primeira vez. Respondeu.
Acho que eu estava a fazer ele ficar excitado e o que é mais curioso, ele também me excitava, e resolvi deixar acontecer o que ele quisesse.
Carlos era divorciado e já há algum tempo que ele estava só, conforme ele já me tinha dito.
- Carlos, eu também preciso fazer isto. Disse e em seguida colei os meus lábios nos dele e nos beijamos novamente. Eu tinha gostado do beijo dele, acho que era a mudança de comportamento que as hormonas provocavam, na verdade eu estava querendo outra coisa, mas não sabia o quê.
Nos beijamos pela terceira vez e eu senti realmente o que estava a acontecer quando ele colou o seu corpo no meu o seu pénis duro sob as calças se encostou em mim. De leve eu apalpei aquilo como vira um travesti fazer num filme.
As minhas reações eram femininas. O efeito das hormonas tinha mudado algo dentro de mim e eu já não estava a ter nenhum controle sobre o que se passava comigo.
Carlos deitou-me na maca de atendimento e tirou as minhas calcinhas. O meu pénis estava meio endurecido, Carlos começou a chupar os meus seios carinhosamente eu remexia-me na maca, como uma fêmea com cio, fungando e retorcendo o corpo todo e acariciando o seu pénis.
Deixei o meu novo instinto se soltar, não conseguia mais controlar os meus desejos.
Ajoelhei-me na sua frente e coloquei o seu pénis na boca, nunca tinha feito aquilo antes, mas procurava avidamente por ele, como se seu pénis fosse o meu alimento daquele momento. Ele curvou-se um pouco e continuava a acariciar os meus seios. Eu vibrava, aquilo era novo e eu não sabia como ia terminar.
Carlos pegou na minha nuca com uma das mãos e segurou a minha cabeça contra o seu corpo. Começou a ter uns espasmos e de repente gozou abundantemente dentro da minha garganta, quase me afogando.
Depois de limpar o seu pénis com a minha língua, sentei-me numa cadeira enquanto ele se deitava na maca.
Meio envergonhado, ele desculpou-se pela fraqueza, disse que aquilo não era correto. Eu não sabia o que dizer, ainda estava muito excitada, mas era uma excitação diferente. Eu não estava a ter erecção, naquele momento eu me lembrei do transexual a fazer sexo e senti que precisava do Carlos para apagar um fogo que me consumia internamente, eu era uma mulher naquele instante e só pensava em agarrar aquele homem completamente nu deitado naquela maca. Comecei a beijar o seu corpo, fui descendo com a língua e em instantes fiz o seu pénis endurecer de novo, afinal tinha sonhado muitas noites com ele a acariciar os meus seios.
Carlos entendeu rapidamente e não se fez de rogado.
- Vou fazer de ti o que tu queres agora, vou te fazer mulher de verdade. Disse e pegou num creme do seu armário.
Finalmente já sabia o que queria, e me coloquei em posição para o receber, ele passou o creme no meu buraco e disse brincando que ia fazer-me um toque retal e começou a enfiar um dedo lá dentro. Nunca tinha sentido nada a entrar ali, mas também não reclamei, deixei ele bem à vontade.
Quando ele sentiu o momento certo, colocou o seu pénis forçando a entrada do meu ânus.
Pedi para ele ter cuidado pois eu era virgem ainda. E ele foi bastante cuidadoso.
Aos poucos senti aquilo me penetrando e fui meio sem jeito empurrando em sentido contrário para que ele entrasse lá dentro, até que senti as suas bolas baterem nas minhas nádegas.
Apesar de sentir um pouco de desconforto e dor, estava a gostar e dei graças aos céus por ter me envolvido com as hormonas, o lado bom da coisa estava acontecendo ali. Sentir o Carlos dentro de mim foi ótimo, me masturbei e gozei muito, sujando o tapete do consultório.
Carlos trabalhou ativamente o seu vai e vem e gozou abundantemente dentro de mim. Depois de tudo trocamos um longo e apaixonado beijo, agradecendo aquele momento inesquecível.
Eu ainda não entendia o que estava acontecendo direito, estava meio confusa. O Carlos se ofereceu para me acompanhar até minha casa, o que aceitei.
Nos vestimos e fomos embora sem falar nada.
Ao chegarmos ao meu apartamento, convidei-o para entrar e ele aceitou meu convite.
Enquanto preparava uma bebida, o Carlos quis saber como eu me sentia.
- Como tua paciente ou como tua amante? Perguntei brincando.
- As duas. Respondeu ele.
- Como paciente eu não poderia estar em melhores mãos, como amante eu tive um homem maravilhoso a fazer amor comigo. Disse.
- Fico contente por ti. Disse ele. Ao me aproximar com os copos ele disse:
- Vem cá! E puxou-me para perto dele e acabei sentada ao seu colo.
Nos abraçamos e nos beijamos novamente. Eu não sei, mas estava me portando como uma colegial que faz amor pela primeira vez, as reações e sensações que estava tendo, não se comparavam em nada com a maneira que eu vivia anteriormente. Ele sussurrou em meus ouvidos,
- Alexandra, eu gostaria de te ver usando algo mais feminino, com este corpo deves ficar mais bonita usando roupas mais adequadas a ti.
Pedi para ele esperar um pouco que ia me trocar.
Eu tinha um conjunto de camisola preta curta com o busto trabalhado em renda e umas calcinhas pretas que faziam conjunto. Era muito sensual.
Depois de me vestir ajeitei os meus cabelos, eles estavam um pouco compridos, com um aspecto mais feminino, passei um pouco de maquiagem e um batom vermelho com sabor cereja. Olhei-me no espelho e me vi convincente como mulher, acho que o bastante para agradar aquele homem. Fui até a porta do quarto e perguntei:
- Que tal estou?
- Divina, maravilhosa. Respondeu ele.
Terminamos a bebida rapidamente com ele acariciando-me os seios, e eu já estava excitada novamente e ele mais ainda. Ele acabou por passar a noite no meu apartamento depois de fazermos amor novamente. Que noite!
Depois deste dia, eu comecei aos poucos a mudar meu visual, não via mais sentido em me travestir só na intimidade. Resolvi assumir o meu lado feminino aos poucos.
Eu continuei o tratamento por mais algum tempo com a supervisão de Carlos. Depois de uns oito meses ao analisar o último exame, ele verificou que a quantidade do estrogênio no organismo havia diminuído bastante, a níveis insignificantes, o que significava que eu não corria mais perigo de ter problemas na saúde, aos poucos fui recuperando a erecção e deixei de ser impotente, graças aos remédios administrados por Carlos. Mas meu corpo mudou completamente, eu adquiri seios maiores, quadris mais largos, fiz depilação a laser, para eliminar de vez a barba e os pelos do corpo. Carlos e eu nos tornamos amantes e passamos a morar juntos, realizando assim um desejo dele que era viver com um travesti.
Nossa amiga comum ao saber de tudo me deu a maior força em todos os sentidos, inclusive na ajuda para montar meu guarda roupa feminino, sob a aprovação de Carlos. Nós íamos juntos para todos os lugares como um casal normal. A única pessoa que estranhou foi a sua ex esposa que passou a me odiar, já que ela nutria o desejo de reatar com ele. Fiz pequenas correções cirúrgicas para melhorar o meu corpo, mas eu não quis ter meu pénis amputado.
Hoje vivo como Alexandra em tempo integral, tenho um bonito corpo de mulher e um adorável homem para me namorar.