30 - CARLOS E ELIA
PARTE 3 - O AMIGO
Levantei-me e fui tomar o meu banho, fazer toda a minha higiene intima e aproveitei para me depilar por completo.
Perdi algum tempo a fazer uma pintura leve, um pouco de sombra nos olhos, rouge, umas sobrancelhas mais bem desenhadas, as pestanas bem definidas e um pouco de batôm.
Fui para o quarto onde olhei para todas as minhas novas roupas e acessórios e tentei decidir o que deveria usar hoje.
Eu escolhi e vesti umas meias com costura, um sutiã preto com os postiços e uma calcinha grossa que me permitia disfarçar a minha pilinha dobrada. Finalmente optei por uma minissaia vermelha de xadrez com uma blusa vermelha transparente.
Me olhei no espelho e gostei do que vi. Procurei uns sapatos ou botas e depois de muita hesitação me decidi por um par de saltos altos pretos com bico fino. Cambaleei por alguns minutos até me acostumar para eles. Reparei que todos os sapatos e botas que o Carlos me tinha comprado eram de salto alto.
Tratei de dar uma arrumação ao meu quarto e de o pôr mais apresentável para poder receber o Carlos nessa noite e quando desci para tomar o meu café e comer algo a manhã já ia a meio.
Depois de comer me olhei novamente no espelho do corredor e ainda não conseguia acreditar na minha transformação e no quão sexy eu parecia, mal me vi no espelho senti que estava a ficar excitada, mas como eu tinha apertado bem a minha pilinha nada se notava no espelho.
De repente decidi que tinha de sair, peguei na pequena carteira que na véspera tinha ficado ali na entrada da casa, nas minhas chaves, carteira, dinheiro e cartão do banco e saí de casa antes que pudesse mudar de ideia.
Percebi que a carteira não tinha espaço para colocar nada, tinha de ir ver se comprava uma bolsa ou carteira bonita, e também pensei que seria importante faria um furo nas orelhas para poder usar brincos e porque não também algumas jóias, uns colares, anéis, pulseiras talvez. A lista mental que eu comecei a fazer ia crescendo e eu estava sempre a pensar em algo mais que devia comprar, tinha de me acalmar.
Eu fui andando a pé em direção ao centro da cidade e depressa percebi que a ideia dos sapatos de salto não tinha sido a melhor. Mas continuei decidida a ir até à baixa, pensando que seria melhor no regresso apanhar um taxi.
Fui calmamente tentando notar se alguém olhava demais para mim e me cruzei com alguns rapazes que ficavam a observar-me ou olhando fixamente. Eu simplesmente sorri para eles e continuei o meu caminho.
Estava a ficar cada vez mais confiante com o passar do tempo.
Quando cheguei à zona das avenidas comecei a olhar para as vitrinas que ia encontrando e numa loja de carteiras entrei e de imediato uma funcionária jovem se aproximou.”
- Posso ajudá-la menina? De que é que tem falta?
Eu lhe disse que precisava de um par de novos sacos para usar com a minha roupa nova e ela me ajudou a escolher um saco que ficava bem com a minha saia e blusa vermelhas e depois me ajudou ainda a escolher mais outra mala prática de rua e uma para sair á noite. Eu examinei tudo o que ela me ia sugerindo e finalmente me decidi e paguei tudo. Coloquei as minhas coisa numa das malas imediatamente e o resto ela colocou numa sacola de compras para eu levar.
Continuei a descer a avenida e entrei numa joalharia. Dei uma boa olhada em volta e optei por um par de anéis, um colar bonito e alguns pares de grandes brincos de argola.
Satisfeita com as minhas compras, procurei um local que fazia os piercing e fiz nas duas orelhas.
Eu perguntei-lhe se eles podiam colocar as minhas novas argolas que tinha acabado de comprar, ela disse que não devia, mas acabou por reconhecer que eles completavam o meu look com perfeição. Enquanto pagava me olhei no espelho e parecia uma menina bem arejada e moderna.
Sem ter planeado vi que estava perto do edifício da empresa do meu pai e achei que podia surpreender o Carlos indo até ao seu escritório, não ia lá há mais de dois anos e achei que ninguém me poderia reconhecer. Me dirigi ao edifício eu fui até à recepcionista.
- Por favor, você pode dizer ao Dr. Carlos que a Elia está aqui para falar com ele? Ela pegou o telefone e falou com ele, dizendo-me de seguida:
- Ele vai descer, senhorita.
Poucos minutos depois as portas do elevador se abriram e o Carlos apareceu.
Se o queixo dele fosse móvel teria atingido o chão, tenho certeza que teria. Ele veio ter comigo e me deu um beijinho na bochecha.
- Olá, sexy, sussurrei eu ao seu ouvido. Não sabes o que dizer? ele acenou com a cabeça.
- Leva-me até ao teu escritório. Eu agarrei na mão dele e o levei para o elevador antes que ele me pudesse impedir.
- Estás uma tesão de menina linda Elia, Disse-me ele no elevador afagando-me as nádegas discretamente
Chegamos ao andar dele e fomos para o seu escritório passando por todas as meninas e meninos que trabalhavam para ele. Quando chegamos ao seu escritório ele fechou a porta e me beijou.
- Isto vai dar-lhes algo para conversar e fofocar durante muitos dias, e eu vou subir na estima deles. Disse ele sorrindo para mim.
- Olha Elia estás incrível e eu adoro os teus brincos, muito putinha. Parece que sabes bem tudo o que me excita.
- Estou aprendendo Carlos. Mas agora quero uma bebida proteica.
- Não podemos fazer essas coisa aqui linda.
- Sim, nós podemos Carlos, eu quero ser a melhor menina sissy que eu puder ser para ti.
Empurrei-o para o sofá que ele tinha no seu grande escritório e abri o fecho das suas calças. Puxei o seu pénis para fora e o levei para os meus lábios pintados. Eu chupei-o até todo o seu comprimento estar na minha boca e me tocar na garganta:
Ele logo se rendeu aos meus esforços e apesar do seu medo e cedo estava me dando o que eu queria.
- Mmmm isto é muito bom! Disse eu lambendo os lábios.
- Exatamente o que eu queria. E beijei-o, colocando-o dentro das calças e corri o fecho.
- Vou ver-te hoje à noite meu amante?
Ele olhou para mim e sorriu.
- Sim, menina, vais ver, espera até eu chegar em casa esta noite.
- Já estou Carlos, já estou à tua espera.
Antes de sair do escritório, verifiquei o meu aspecto no espelho e retoquei o meu batom.
Na saída do escritório passei por todos aqueles funcionários e me senti bem por ver que alguns deles se viravam para me tentar ver bem.
Eu estava satisfeita comigo mesmo hoje, rapidamente tinha aprendido a amar a minha nova personalidade com a orientação do Carlos.
Saí do edifício andando pela rua com a cabeça erguida sentindo um que tinha arrasado no escritório e que tinha sido o alvo de todas as atenções.
Eu estava a ficar com fome e sede e decidi tomar um café e um bolo e parei numa pastelaria onde me sentei.
Naquele mesmo momento em que me sentava entrou um rapaz que eu reconheci, era o garçom do restaurante.
Ele me reconheceu imediatamente e veio na minha direção sorrindo.
- Você se importa se eu sentar aqui?
Eu acenei afirmativamente a minha cabeça e ele se sentou.
- Suponho que você se tenha apercebido de como me transtornou ontem no restaurante? - Sim, eu sei! Senti como você estava excitado. Disse eu sorrindo.
- Então, Elia, não se importa que eu a chame de Elia, pois não?
- Claro que não, especialmente porque é o meu nome.
- Você não se lembra de mim, lembra? Eu olhei para ele com curiosidade.
- Andámos no secundário juntos eu me lembro de si Luís.
Eu olhei para ele com curiosidade, um pouco aflita sem saber o que dizer, mas ele continuou.
- Nós estivemos na escola juntos, eu era um pouco nerd na época e não tinha a aparência ou o corpo que tenho agora, mas me encontrei e isso me tornou um homem melhor. Também me parece que você se encontrou, e eu tenho que dizer Luís que gosto da Elia, eu gosto da pessoa em que você se tornou. Você é um menina sissy perdidamente linda.
- Xavier? Eu me lembrei de repente, ele acenou com a cabeça.
- Porra. Xavier, você usava óculos de armação de tartaruga, bem grossos, era gordo e tinha cabelo esguio e oleoso. Uau, como você mudou.
- Nós dois mudamos Elia e para melhor. Você é monogâmica?
- Eu realmente não discuti isso com o meu namorado, o Carlos, já que acabamos de iniciar o nosso relacionamento e eu ainda estou a descobrir no que estou me tornando.
- Eu adoraria ficar com você e Carlos se ele gostar de sexo a três, tome nota do meu número e se ele concordar, por favor, me ligue.
Ele se levantou, me beijou na bochecha e sussurrou em meu ouvido:
- Você não ficará desapontada. Enquanto esfregava ostensivamente o seu pénis nos jeans apertados. Ele piscou-me o olho e saiu.
Terminei meu café e voltei para casa, carregada com os meus sacos e já com os pés a doerem-me um pouco.
Entrei e ia tomar uma cerveja, ia beber direto da garrafa, mas me lembrei da minha nova personalidade, então fui buscar um copo e servi a cerveja. Eu mal me tinha sentado quando senti a campainha da porta da frente. Me levantei e sem pensar me olhei no espelho do corredor antes de abrir a porta.
- Olá senhorita, tenho uma entrega para você. Eu recebi o pacote, assinei e fechei a porta.
Estava-me endereçado abri. Lá dentro estavam mais roupas provocantes, enviadas pelo Carlos. Mini-saias ainda mais curtas, vestidos de malha justos, vestidos de lycra, botas em PVC que chegavam até os joelhos e um monte de tops e t-shirts pequenas que quando eu experimentei me realçavam os meus seios falsos dando-lhes proporções generosas.
No fundo da caixa estava uma coisa de borracha que parecia uma rolha grande, coloquei-a de lado, sem perceber a sua utilidade.
- Bem, pensei comigo mesmo, o Carlos quer que eu me vista como uma putinha, oh bem ele é o patrão. E levei tudo para cima e experimentei os vestidos e as botas acima do joelho. Alguns vestidos apenas cobriam a minha calcinha e as botas de PVC correspondentes tinham saltos de 15 centímetros e demorei um pouco para as conseguir usar.
Consegui descer as escadas e passeei pela casa tentando aperfeiçoar a minha postura feminina. Queria estar perfeita para a chegada do Carlos a casa mais tarde naquela noite. Eu sentei-me e bebi mais uma cerveja e comecei a sentir a necessidade de um pouco de ação. Carlos ia demorar algumas horas para voltar a casa. Liguei para o Xavier.
- Oi Xavier, é Elia. Onde você está? O meu amigo Carlos ainda não chegou a casa e eu preciso de um amigo.
Ele me disse onde estava e eu dei-lhe a minha morada dizendo-lhe:
- Ótimo, você está a apenas 5 minutos de distância.
Subi de novo, tirei as coisas novas e vesti uma minissaia e uma blusa. Fui ao WC e lubrifiquei a minha coninha de menino e coloquei a calcinha de volta no lugar.
Minutos depois, a campainha tocava, eu me verifiquei novamente no espelho e corro a abrir a porta.
Xavier estava usando calção e botas Timberland com meias grossas. Eu sorri e o puxei pela porta da frente fechando-a atrás dele. Eu o levei para a sala e empurrei-o para o sofá.
- Você gosta do que você vê Xavier?
- Foda-se, sim Elia, você é um menina gostosa.
E ele esfregou a virilha do seu calção fazendo sobressair o seu pau.
- Coloque para fora.
Ele tirou o calção e sentou-se nu e duro como uma rocha. Eu fui para o seu colo e puxei a calcinha para o lado e sentei direita no seu pau, sentindo-o a entrar na minha coninha de menino. Enquanto eu estava de frente para ele, eu o beijei e comecei a foder eu mesma balançando-me para cima e para baixo.
- Foda-se, eu preciso que me fodas bem.
Eu saí de cima dele e fui para o chão pondo-me de quatro, estilo cachorrinho, e Xavier ficou atrás de mim e me fodeu.
- Agora está melhor, posso te foder bem fundo agora.
E ele começou a trabalhar.
Senti que a porta da frente se abria enquanto o Xavier me podia e o Carlos devia ter chegado a casa, não sabia o que ele pensaria e francamente eu não me importava, eu precisava de pau e Carlos não estava em casa.
- Bem, menina, não podias esperar por eu chegar a casa, tinhas que encontrar um pau
para ti.
Ele tirou o fato e ficou nu em quase nenhum tempo.
- Eu vou me contentar com tua garganta menina vagabunda.
Carlos veio para a minha boca e enfiou seu pau em minha boca, eu o engoli levando-o para baixo na minha garganta.
Xavier estava fodendo minha coninha de menino no compasso em que Carlos estava fodendo minha garganta e ambos empurrando ao mesmo tempo.
- Sua menina é uma boa foda Carlos.
Xavier e Carlos se beijaram enquanto fodiam meus buracos.
- Eu preciso de uma foda também, você está preparado Xavier.
Ele acenou com a cabeça e Carlos me deixou de boca vazia e colocando-se atrás de Xavier o penetrou quase sem preparo.
Carlos estava fodendo Xavier forte e enquanto ele o empurrava fez com que Xavier empurrasse ainda mais forte. Xavier gemeu em voz alta e eu o senti descarregar na minha coninha de menino, Carlos continuou a foder o Xavier enquanto ele estava descarregando em mim.
Mal Carlos se apercebeu que Xavier tinha ejaculado em mim saiu de Xavier e tirou Xavier de dentro de mim e enfiou seu próprio pau em mim.
- Mmmm isso é tão bom Elia, fodendo minha menina sissy logo depois que ela foi preenchido com um esperma quente de homem.
Entretanto Xavier deu a volta para a frente e me levantou a cara.
- Limpe meu pau menina. E empurrou a sua arma na minha boca. Ele continuou empurrando e eu o senti entrar na minha garganta.
- Foda-se, sim. Disse ele enquanto ia até as bolas.
Ele fodia a minha garganta e Carlos fodia a minha coninha de menino.
Foi a vez de Carlos gemer agora e eu o senti descarregar profundamente.
Justin também me deu outra carga na garganta, senti seu esperma quente deslizar para baixo direito ao meu estômago.
Ambos os homens saíram dos meus dois buracos e sentaram-se de costas para o sofá
e eu deitei no chão totalmente exausta.
- Bem, menina, foi bom teres vindo para casa, eu gosto de foder uma coninha de menino bem apertada e cheia por outro homem. Eu ia esperar um pouco antes de perguntar se você gostava de um ménage à trois e tu a arranjas-te para mim. Carlos me beijou e sussurrou em meu ouvido.
- Ele não é um remendo para ti menina. Eu fiquei a rir.
- Obrigado por me permitir usar sua menina sissy, Carlos. Eu estava com medo que você pudesse expulsar quando você voltou para casa. "
- Você pode usar a menina a qualquer hora, contanto que eu consiga foder a coninha dele direito mais tarde.
- Obrigado, agora eu tenho que ir para o trabalho no restaurante.
Ele me beijou e apertou Carlos pela mão. Vestiu o seu calção e saiu.
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