78 - Novo Trabalho
Quando o telefone tocou, ela pegou nele e atendeu-o o mais rápido que lhe foi possível. Era a primeira chamada que recebia agora que decidira trabalhar como profissional.
- Olá! Disse ela com um ronronar feminino o mais tranquilo que conseguia.
- Eu vi o teu anúncio num site. Respondeu uma voz forte masculina.
- Hmmmm.. Talvez um bombeiro, pensou ela.
- Qual é o teu nome?
- Roberto. Foi a resposta nervosa.
- Como é que tu és, Roberto?
- Eu tenho um metro e oitenta, musculoso, cabelo escuro e algumas pessoas dizem que eu pareço com o James Bond.
- Que bom. Disse ela, enquanto os seus dedos acariciavam o fio do carregador do telefone.
- E tu? Perguntou ele.
Samanta mexeu-se desconfortavelmente na velha cadeira irregular do apartamento que herdara da sua avó. Ela queria substituir os móveis, mas simplesmente não tinha dinheiro para isso. No entanto, alguns móveis, traziam-lhe algumas boas memórias. Ela se recordava de engolir o seu primeiro pau sentada naquela cadeira e de perder a virgindade ajoelhada na cadeira.
- Eu sou loira, magra, seios bonitos, bronzeada e tenho um brinde com 15 centímetros.
Roberto sentiu que estava a começar a ter uma erecção. Ela parecia deliciosa. Ele perguntava-se como seria o toque dela. Ele fechou os olhos fingindo que ela estava subindo por entre as suas pernas, nua e com uma erecção.
- Tens a mão em volta do teu pau? Perguntou a Samanta.
- Sim. Disse ele.
Samanta tirou os saltos altos, levantou a saia e acariciou lentamente o seu pénis, maravilhada com o quão forte e ereto ele tinha ficado. Ela podia sentir o sangue pulsando. Samanta não estava a usar calcinhas e fazia já uma semana desde a última vez que tinha se masturbado.
- Eu quero chupar os teus seios. Disse ele respirando forte.
- Eu gosto disso. Disse ela. O que mais farias comigo?
O pau de Roberto estava agora totalmente ereto enquanto ele lutava para tirar as calças.
- Eu te beijava apaixonadamente, sondando com a minha língua enquanto acariciava os teus seios. Eu desabotoava a tua blusa, desabotoava o teu sutiã e estenderia a mão por baixo da tua saia para acariciar o teu pénis. Eu beijava-o lentamente com os meus lábios. Eu tentaria deixá-lo selvagem.
Samanta contorceu-se na cadeira, os seus seios e o seu pau imploravam por atenção.
- Por que é que não vens até ao meu apartamento? Perguntou ela, percebendo que com isso estava a quebrar as regras. Mas fazia um mês que ela tinha terminado com o namorado e ela ansiava pelo gosto do pau.
- Qual é o teu endereço? Perguntou Roberto, sentindo o coração bater forte e a voz a ficar trémula.
Isto podia estar a acontecer-lhe a ele? Uma oferta como esta?
- Avenida da Alameda, nº 22, apartamento M.
- Estarei aí em 10 minutos.
Oito minutos depois, ele batia à porta, o seu pénis ainda saliente apertado nas suas calças de ganga.
Samanta abriu a porta com um sorriso. Ela estava nua, com os seus mamilos e o seu pau firme. Roberto quase desmaiou.
Ela era um sonho. O seu perfume depressa o encantou. Samanta pegou a mão dele e o levou para dentro. Guiou-o pelo apartamento, passando pela cadeira da avó, e levou-o diretamente para o seu quarto. Sem dizer uma palavra, ela tirou-lhe as calças de ganga, as cuecas e a T-shirt. Ele apenas teve de tirar os seus sapatos.
Ela empurrou-o suavemente para a cama pressionando os seus lábios e o seu corpo contra o dele. Eles se beijaram apaixonadamente, as suas línguas brincando uma com a outra. O corpo dela era liso e o dele também.
Os seus pénis esfregaram-se ficando mais eretos (se é que isso era possível). Roberto virou-a gentilmente até que ela ficasse deitada de costas. Primeiro, ele mordiscou os seus seios, deixando a sua língua traçar círculos ao redor dos seus mamilos. Então, ele se moveu para baixo chupando o seu pénis enquanto acariciava a base com os dedos. Samanta gemia de prazer. Ela sabia agora que o seu convite para o Roberto ir a sua casa era uma boa decisão.
- Eu adoro o jeito como tu chupas o meu pau. Suspirou ela.
Roberto nada respondeu, a sua boca estava demasiado ocupada a tentar engolir o seu pénis. Samanta sentiu-se a subir como se estivesse flutuando pelo céu fora da sua cama. O orgasmo foi incrível. Roberto engoliu, secando-a, mas queria mais. Samanta caiu para trás, ofegando, mas aproveitou para de imediato pegar na garrafa de plástico com lubrificante. Ela massajou o líquido ao redor do pénis de Roberto e o guiou entre as pernas agora abertas para dentro dela.
- É a tua vez! Disse ela com um sorriso travesso.
Roberto sentiu o calor envolver o seu pénis e pensou que ia explodir de imediato.
- Não tão rápido. Repreendeu ela.
Lentamente, suavemente, com golpes regulares, ele começou a bombear no seu traseiro apertado. Aquelas horas na academia estavam prestes a valer a pena. A sua resistência foi incrível. Ela podia sentir o seu pénis escorregando confortavelmente para a frente e para trás. Ela o puxou para perto, beijando-o profundamente enquanto se acariciava sentindo que ia ter para outra erecção. Ela podia sentir o seu coração acelerado e sabia que ele estava prestes a gozar. Samanta enfiou a mão por baixo do travesseiro e tirou um pequeno consolo que inseriu suavemente no ânus do Roberto. Ele gemeu de prazer e explodiu ao mesmo tempo. Finalmente desabou nos seus braços, satisfeito.
- Gostavas de passar aqui a noite? Ofereceu ela.
- Sim! Respondeu ele feliz, sabendo que esta seria uma noite inesquecível.