181 - O vestido vermelho
Eu tenho uma grande atração por roupas femininas, bem como muitas fantasias relacionadas com o crossdressing.
As sedas macias, os tecidos brilhantes, as cores ousadas, os padrões, os transparentes, etc eu adoro tudo isso.
Mas eu era um rapaz e a ideia que eu tinha era que todos os meus amigos se iam rir de qualquer outro rapaz que usasse uma camisa rosa ou uma roupa com tecidos transparentes ou brilhantes.
E adoro as cores e os padrões das meias. Eu sempre tive a tentação de vasculhar o armário da minha mãe e de usar todos os seus vestidos, de me maquiar e de me exibir como a diva que eu me sinto.
Mas guardei tudo isso em mim durante muitos anos, até que uma noite vi os meus pais a vestirem-se com as suas fantasias.
A minha mãe vestida de policia e o meu pai de enfermeira. Parecia que eles estavam a interpretar algum tipo de peça, a mãe era um homem e o pai era uma mulher. Foram para uma festa assim e regressaram já eu dormia há muito!
Depois daquela noite, arranjei coragem para abrir o armário da minha mãe. Quando ela estava no trabalho eu escolhi e vesti o seu melhor vestido, coloquei uns sapatos e pintei os meus lábios.
Eu estava linda e finalmente, quando já tinha 22 anos, percebi quem eu devia ser.
Alguns dias depois dessa experiência, vi uma publicidade de um clube queer. Eles anunciavam uma festa noturna para homens que gostavam de crossdressing e aquilo despertou a minha curiosidade, e acordou o meu desejo.
Eu tinha economizado durante alguns meses o dinheiro suficiente para comprar em segredo um par sapatos com os saltos prateados e já os sabia usar.
Mais uns dias, semanas, de poupanças e consegui comprar alguma maquilhagem na Sephora para participar daquele evento.
A minha mãe tinha um vestido lindo em tons de vermelho, feito de sedas e organza que eu sabia que tinha de escolher para aquela noite.
Com um pouco de maquiagem nos olhos e uma pitada de batom, eu estava pronta.
Coloquei uma peruca morena que completava o meu visual.
Olhei para o resultado e não pude deixar de pensar que já devia ter feito aquilo há muito tempo.
Chamei um Uber para me levar ao clube e entrei sem receios.
A casa estava cheia. Havia muitos vestidos de mulheres e uns poucos homens.
Eu já sabia que sentia atração por homens e tinha as minhas fantasias de travesti. Claro que uma dessas fantasias era ter um namorado homem. Mal entrei os meus olhos pousaram no barman, ele era um gato lindo e fofo.
Dirigi-me para o balcão do bar e cruzo-me com várias meninas, lindas como eu.
Pedi uma bebida e fui para a pista de dança.
Depressa consegui fazer um pequeno grupo de novas amigas. Conversamos e dançamos enquanto a noite avançou.
Percebi que o barman tentava fazer algum contato visual comigo a noite toda e que me sorria.
Eu devolvi todos os sorrisos.
Com as conversas da noite com as minhas novas amigas aprendi muito sobre moda e maquiagem.
Na hora de fechar, passei pelo balcão das bebidas de novo e fui recebida pelo barman que me disse:
- Tu hoje estás linda.
- Obrigado, tu também. Respondi eu.
Conversamos um pouco e ele pergunta se eu queria ir com ele tomar um último copo a sua casa.
Concordei.
Em casa dele, oferece-me uma bebida gelada e conversa comigo um pouco.
Eu enchi-me de coragem e beijei os seus lábios. Ele retribui o beijo e nossas línguas se encontram.
Eu provo aquele sabor forte novo e quero continuar a beijar.
Ele segura no meu rosto, e beija-me com mais força. Mordeu os meus lábios e eu sinto-me excitada e sexy.
Sinto-me poderosa, sexy e atraente.
Sinto as suas mãos começarem a acariciar o meu corpo, descendo até às minhas nádegas e tremo de emoção.
As suas mãos movem-se sob o meu vestido e tocam as minhas coxas.
Aos poucos ele acaricia o meu pénis fico com uma erecção.
Eu olho atenta para ele e lambo os meus lábios antecipando o desejo de ter o meu primeiro homem.
Ele ajoelhou-se e levantou completamente o meu vestido, puxou as minhas calcinhas para baixo.
Pegou no meu pénis com ambas as mãos e acaricia-me enquanto me aperta com força.
Fiquei completamente excitada e agarro-me ao sofá para não pular.
Aquela primeira carícia sexual de um homem foi muito satisfatória.
Ele acariciou o meu pénis uma mão enquanto se acaricia com a outra.
Eu não consigo ver o pénis dele, mas sei o que ele está a fazer.
A cabeça dele abaixa-se e sinto os seus lábios envolvendo a cabeça do meu pénis, enquanto puxa o prepúcio para trás.
- Ahh! Exclamo eu, gemendo com o toque sensível.
Eu na verdade, nas minhas fantasias de crossdresser, não esperava estar a ter tanto prazer.
Ele apertou mais o meu pénis e a minha cabeça cai para trás, gemendo de prazer.
Sinto as suas duas mãos em mim. Com uma mão ele acaricia e pressiona o meu pénis enquanto chupa a cabeça. Com a outra mão, ele acaricia as minhas pequenas bolas levando-me ao prazer.
Eu também quero provar o seu pénis e digo-lhe.
Ele levanta-se frente a mim e expõe o seu pénis.
Eu, sentada, tento chupar todo o comprimento do seu pénis, tentando engolir e fazer garganta profunda.
Engasgo-me e ele segura na minha cabeça e empurra ainda mais.
- Respira, respira! Explica-me ele e eu faço como ele me vai dizendo Eu começo a engolir fundo e a ouvir os seus gemidos.
Ele retira-se da minha boca e mandou-me eu despir o meu vestido.
Vejo que agora ele tem na mão um tubo de lubrificante.
Ele guia-me para eu me ajoelhar no sofá, e começa a espalhar o líquido frio do lubrificante pela minha fenda, tocando o meu anel.
O meu pénis ainda está excitado quando ele faz isso.
Sinto quando ele começa a empurrar o seu pénis pela minha fenda.
Claro, não foi de uma só vez. Eu nunca tinha feito sexo anal.
Ele tentou várias vezes, tocando-me no meu anel virgem antes que o seu pénis conseguisse entrar.
Mas depressa ele ficou dentro de mim. Ele era longo e grosso e a minha fenda parecia estar cheia.
Eu respirava com dificuldade quando ele começou a movimentar o seu pénis dentro de mim.
Ele movia-se, lentamente, puxando para trás e voltando a entrar.
As suas mãos fortes aplicam algumas palmadas nas minhas nádegas uma, duas, três vezes.
Eu grito de cada vez, em espasmos de prazer.
Então ele aperta o meu pénis e eu gozo.
Ele continua os seus movimentos para momentos depois também começar a gozar dentro de mim.
Sinto o seu líquido enchendo-me, enquanto ele ainda acaricia e aperta o meu pénis, ordenhando-o.
Eu relaxo quando ele sai.
Ele é gentil o suficiente para limpar o meu anel cheio do seu esperma.
Eu visto as minhas calcinhas e sento-me.
Já é tarde, mas ficamos a trocar beijos e carícias até ao amanhecer.
Está na hora de eu voltar para casa.
A minha primeira experiência como menina foi excelente e gostei muito de viver as minhas fantasias de crossdressing.
Agora eu só faltava eu ter que descobrir como voltar a colocar o vestido da minha mãe no seu armário, sem ela notar.