06 - Diretor e Secretário
A história que vos vou contar aconteceu numa empresa em que trabalhei alguns anos.
Quando fui contratado por esta empresa tivemos alguns problemas de falta de espaço, pelo que tive que ficar a trabalhar numa vulgar mesa redonda de reuniões, em vidro. No dia em que me apresentaram o director comercial percebi que não poderia ficar indiferente àquele homem. Numa das primeiras reuniões, ele ficou sentado ao meu lado e discretamente aproveitei para avaliar o volume entre as suas calças. "- Não está nada mal servido! - Pensei", enquanto olhava pela mesa de vidro.
Certo dia eu e ele, no meu gabinete, tivemos uma discussão muito violenta sobre o trabalho, era 6ª feira e eu estava cansado de toda a semana ter trabalhado para ele, sem que houve-se um encorajamento ou reconhecimento da sua parte.
A discussão acabou por me excitar e saí do gabinete batendo a porta. Fui dar uma volta pela rua para refletir sobre o que se tinha passado. Mas cerca de uma hora depois já mais calmo resolvi voltar para o escritório a pensar se não seria melhor pedir a demissão e ir procurar outro emprego.
Quando entrei novamente no escritório reparei que, devido a já ser tarde, quase toda a gente se tinha ido embora e fui diretamente para o meu gabinete para colocar a papelada em ordem.
Mal me tinha sentado entrou novamente o meu diretor e eu pensei que não podia adiar mais e que tinha que lhe pedir a demissão. Mas ele nem me deu tempo para começar a falar foi logo pedindo desculpa pelo modo como me havia tratado e foi prometendo que não me voltaria a tratar mal.
Eu fiquei sem resposta, e olhando novamente para o homem com uma bela figura que tinha à frente não pude deixar de ficar novamente excitado, e balbuciei em voz fraca que não havia problema nenhum que eu já tinha esquecido a discussão.
Sorridente ele voltou-se para mim e disse-me que o melhor era fazer-mos as pazes tomando um copo e convidou-me para jantar ao mesmo tempo que me pedia para voltar com ele ao escritório no final da noite para acabar-mos os relatórios ainda nesse dia.
Como nada tinha programado para essa noite acedi de imediato e levantei-me para o acompanhar, ele conduziu-me a um pequeno restaurante perto do escritório, onde ia habitualmente quando ficava a trabalhar até mais tarde, pelo que me apercebi, e onde era conhecido e bem tratado.
Estranhamente um dos rapazes que servia à mesa tinha mais à vontade com ele do que seria de esperar e reparei que o rapaz olhava para mim com certo desdém, mas não liguei importância ao caso. Durante o jantar limitámo-nos a conversar sobre o trabalho e eu quase que me esqueci da minha anterior excitação, mas a meio do jantar ao me debruçar para apanhar o guardanapo não pude deixar de ver que o meu diretor tinha umas meias num tom rosado e aquele pequeno pormenor voltou a aguçar o meu apetite.
Findo o jantar demos uma pequena volta ao quarteirão para dissolver o jantar e gozar o princípio de noite amena e quente. Durante o passeio ele foi-me fazendo algumas perguntas de carácter mais pessoal, se morava só? Se tinha namoradas? E outras do género que eu ia respondendo e também aproveitava para o interrogar sobre os mesmos assuntos, chegando os dois à conclusão que tínhamos algumas coisas em comum, ele era 3 anos mais velho do que eu mas tínhamos, praticamente os mesmos hábitos e tipo de vida.
Chegados á porta do escritório ele mandou-me subir e disse que iria logo para cima para acabarmos o trabalho, e que ele só tinha umas compras para fazer na loja de conveniências.
Subi sozinho e atirei-me ao trabalho que afinal de contas não estava assim tão atrasado, e em pouco tempo organizei a papelada e escrevi o que faltava dos relatórios, apenas faltava o meu diretor ler para eu puder imprimir tudo e levar-lhe para ele assinar, peguei no telefone e liguei para a sua extensão, de onde ele atendeu e disse-me que não valia a pena ele estar a confirmar tudo antes de eu imprimir, que eu imprimisse e lhe leva-se para ele assinar. Assim fiz e passados 10 minutos dirigi-me ao seu gabinete.
Quando entrei verifiquei surpreendido que ele tinha mudado de roupa e estava muito menos formal, e não pude evitar um elogio pela forma como estava vestido, ele respondeu que se eu quisesse também podia mudar de roupa e refrescar-me na casa de banho do seu escritório. Quando eu lhe disse que não tinha roupa para mudar ele disse que não havia problema que ele tinha certamente algumas peças que me serviam e apontou-me o caminho.
Eu pousei os relatórios na sua mesa e aproveitei para ir ver se ele tinha alguma coisa que me servisse.
Quando entrei na casa de banho fiquei surpreendido pelo seu espaço e requinte, abri o guarda roupa e de facto havia algumas roupas que de certeza me serviriam, mas não as vesti e comecei a reparar que o guarda roupa também tinha várias peças de roupa femininas, bem como peças de lingerie bem provocantes, sem saber o que fazer e voltando-me a lembrar das meias rosas do meu diretor, resolvi procurar provocá-lo a ver no que dava e voltando à sala dele perguntei-lhe se podia vestir o que eu quisesse de dentro do armário, ele respondeu sorrindo que eu vestisse o que achasse que me ficava melhor.
Voltei novamente para a casa de banho e num instante despi-me e comecei a vestir algumas peças, comecei por vestir umas calcinhas em tom de pele e também um sutiã do mesmo conjunto, depois escolhi uns jeans bem apertados e uma camisola de seda bem feminina num tom rosado forte, calcei uns sapatos abertos no mesmo tom da camisola e finalmente escolhi um cinto largo que pus á cintura, estranhamente a roupa toda servia-me na perfeição como se fosse comprada por mim.
Não me atrevi a sair da casa de banho e fiquei a mirar-me ao espelho a pensar se levava a minha provocação adiante ou não, enquanto me via ao espelho gostei de me ver assim tão feminina naquela roupa e não pude deixar de pensar que quem tinha comprado aqueles trapos tinha tão bom gosto como eu.
Remexi um pouco mais o armário e vi que também lá estava um estojo de maquilhagem e de imediato pequei nele e pintei uma sombra pelos olhos, espalhei um pouco de batom e rímel, só faltava um pequeno adorno para ficar uma menina completa, mas dentro do estojo também havia alguns colares de pérolas e fios que eu escolhi e pus ao pescoço.
Quando ouvi que ele batia à porta perguntando se estava tudo bem, eu com uma voz bem envergonhada fui dizendo que já estava pronto, e que ia já ter com ele, olhando para o espelho vi que não tinha os seios de menina a com um pouco de papel fiz uns enchumaços que pus debaixo do sutiã, fiquei perfeita.
Mas ainda sem sair da casa de banho fui perguntando o que ele queria fazer de seguida e ele respondeu que apenas queria conversar um pouco mais comigo, que não tinha pensado em nada mais.
Então finalmente decidi-me e abrindo a porta da casa de banho lentamente saí para o seu escritório, ele estava de pé com uma taça na mão estendido na minha direção e pela cara que ele fez vi de imediato que eu tinha tomado a atitude certa ao vestir-me assim.
Aproximei-me dele e peguei na taça que ele me estendia sorrindo-me agradeci-lhe e levei o copo aos lábios, ele sorriu-se também e perguntou-me se eu não me importava que ele me tratasse por Didi, eu respondi-lhe que estava tudo bem desde que ele fosse o meu Amor.
Ele pegou-me pela mão e conduziu-me até ao sofá do gabinete onde eu me sentei e de seguida ele se sentou ao meu lado, dizendo que eu ficava maravilhoso nas roupas que ele tinha escolhido.
Quando lhe perguntei de quem eram as roupas ele disse que eram dele e que por vezes as vestia quando queria ficar excitado, mas que depois de as ver vestidas em mim prefira que fosse eu a usar todas as suas roupas.
Eu confessei-lhe que já á muito tempo que usava roupas de menina quando estava só em casa e que os meus gostos sexuais eram todos nesse sentido, ele respondeu dizendo que embora não se sentisse apenas atraído por homens tinha uma grande necessidade de se assumir por vezes como menina do relacionamento, mas que hoje depois de me ver apenas sentia necessidade de me ter.
Sem falar mais ele pegou na minha taça e pousando-a juntamente com a dele no chão debruçou-se sobre mim e beijou-me suavemente nos lábios, levando-me a ficar de imediato excitado e desejoso de o ter. Acabei por deitar as mãos às suas calças e acariciar o seu membro tão grande e gordo. De imediato o paio de carne cresceu e eu aproveitei para lhe abrir a braguilha e lhe retirar aquele membro todo percorrido de veias, com uma cabecinha linda de morrer.
Ajoelhei-me a aproveitei para lhe chupar aquele membro a latejar. Aquilo que aparentemente era uma discussão tinha-se tornado num momento de prazer.
Continuei a chupar-lhe o paio com grande voracidade e ele, quase a vir-se, acabou por pedir que eu parasse.
Puxou-me levemente pelos cabelos e comigo de pé tirou-me a camisola, apalpando-me e beijando os meus ombros desnudados.
Com o seu membro ao alcance da minha mão, comecei-o a acariciar levemente.
Que tesão e que membro (grande e grosso). Rapidamente me desapertou as calças e fez descer as cuecas. Fiz o mesmo à roupa interior dele.
Então aconteceu o momento que mais me surpreendeu. Ele pediu que eu me pusesse de quatro, usando a mesa para como apoio.
Assim fiz. Todo o meu ânus enrugado ficou exposto. Rapidamente percebi que aquele visão o estava a deixar completamente louco e de repente senti todo o peso do seu corpo atrás do meu. As minhas nádegas foram acariciadas com os seus dedos e eu sentia o seu membro a roçar toda a minha rosa. Ele forçou a entrada no meu ânus e eu larguei um gemido rouco de prazer. A penetração revelou-se um pouco difícil, pelo que ele desistiu temporariamente e começou a me lubrificar com saliva.
Mais uma vez tentou e desta vez a sua cabecinha lá me foi penetrando. Eu sentia-me partido em dois, mas gozava de tanto prazer. 5, 6, 10, 15, 20, 22 cm de pénis estavam enfiados no meu ânus, e apenas os testículos estavam de fora, não faltava nem mais um cm.
Rapidamente começamos o gozo, o vai e vem do seu membro, a dor e o prazer que eu sentia obrigavam-me a gritar, era um misto de dor e de prazer.
Simultaneamente ele apalpava-me com vigor os bicos dos seios.
Foi então que pedi que ele parasse com o vai e vem e então com o pau de carne completamente encravado no meu ânus, comecei a descrever movimentos circulares, primeiro lentamente e depois fui aumentando o ritmo, à medida que percebia que ele estava louco de prazer e que já não aguentaria muito para se vir.
Continuei os movimentos e agora, para além dos circulares, eu próprio também descrevia o movimento de vai e vem.
Então foi quando......aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh. Viemo-nos os dois. Estremecemos de prazer. Os nosso corpos transpirados ficaram colados e estávamos completamente esgotados sentindo os espasmos dos nossos músculos.
Foi então que ele me surpreendeu, e afirmando que eu lhe tinha dado tanto prazer que agora queria a minha boca.
Imediatamente imaginei aquele membro na minha boca e estremeci de prazer só de pensar numa mamada com aquele grande pénis.
De joelhos tomei-o na boca a chupei, o seu sabor era delicioso, ainda tinha alguns pedaços de esperma que eu rapidamente limpei e levei-o novamente às nuvens enquanto aproveitava para me masturbar, veio-se como um rio e quase que eu não conseguia suster todo o seu liquido, ele baixou-se e beijou-me chupando os seus restos da minha boca.
Novamente tocamo-nos com os dedos e de imediato sentimos que estávamos prontos para o terceiro acto.
Pedi-lhe que se deita-se sobre a mesa e coloquei as suas pernas sobre os meus ombros (eu estava de pé), pois lembrei-me de ter lido num livro que esta posição permite uma penetração maior. Como eu não queria que ele perde-se um cm que fosse do meu membro, propus que assim fosse.
Um estremecimento. A minha cabecinha estava a roçar as suas nádegas. De repente, e sem aviso prévio encravei todo a minha pilinha bem dentro da sua peida. Que sensação!!!!!!!!
Comecei a foder com toda a força que tinha, segurando as bochechas do seu rabo com as mãos e a cada vai e vem puxando-me para ele a fim de conseguir chegar o mais fundo possível. Percebi que ele estava completamente fora de si com aquela foda e comecei a entrar e a sair que nem um louco, cada vez com mais velocidade.
Percebi que aquele momento não duraria muito mais. Aquele ritmo rapidamente eu teria um orgasmo.
Foi então que ele pegou nas suas pernas que estavam sobre o meu peito/ombros e as puxou para trás na direção do seu tronco.
Com ele assim dobrado em cima da mesa, ficava para mim só a sua peida e uma penetração cada vez mais funda e cada vez mais arrepiante.
O caralho dele naquele vai e vem entesava-se contra a minha barriga e eu comecei também a masturbá-lo, enquanto ele balbuciava:
"-Fode-me!!! Fode-me com força!!" Era inevitável. ooooooooooooooohhhhhhhhhhhhh!!!
De repente senti o seu pau de carne agigantar-se e senti o calor do seu esperma encher o meu peito, enquanto eu esvaziava o meu no seu belo ânus.
Quando nos separamos tive uma terrível visão. Aquele membro que me tinha feito estremecer de prazer, pendia agora, mole e pegajoso.
Ele levantou-se dorido e beijou-me uma vez mais arrastando-me para o quarto de banho, ligou a água da banheira gigante, onde nos estende-mos e nos deixa-mos ficar por longos momentos trocando carícias e palavras doces.
Quando começamos novamente a ficar excitados saímos da água e enxugámo-nos, ele mandou-me mudar de roupa e levando-me ao seu armário escolheu-me uma saia rodada, umas cuecas calção apertadas que disfarçavam o meu pénis e colocou-me uns seios postiços que tirou da gaveta, de seguida vestiu-me uma blusa bem justa que me fazia sobressair os seios e voltou a beijar-me apreciando o conjunto.
Volta-mos para o escritório e novamente nos envolvemos em caricias e beijos, mas fazia-se tarde e ele perguntou-me se eu queria ir para casa dele assim vestido, e convidou-me para passar o fim de semana.
Eu acedi e rapidamente depois de arrumar-mos o escritório e casa de banho e de por as minhas coisas num saco fomos para baixo, para a garagem e entramos no seu carro, eu estava admirado comigo próprio, mas finalmente tinha conseguido assumir com outro homem o papel de menina e estava tão excitado que quase não me podia conter, enquanto ele foi conduzindo rapidamente pelo meio das ruas de Lisboa eu não pude evitar e fui procurando o seu membro delicioso dentro das suas calças.
Abri o fecho das calças e puxei-o para fora, começando a excitá-lo com algumas carícias suaves, de imediato senti que eu também me começava a excitar e comecei lentamente a masturbar os dois ao mesmo tempo. Mas logo chegamos a casa dele e tive que parar, foi difícil voltar a colocar tudo no lugar, mas quando saí do carro era novamente a menina Didi que ia acompanhar o seu Amor a casa.
Entramos em casa dele ele e mal me deu tempo para ver alguma coisa, foi-me logo arrastando para o quarto, onde de imediato me sentou na cama e me começou a beijar e acariciar de novo. Eu sentado na sua cama e ele de joelhos em frente a mim continuamos durante alguns momentos a trocar carícias, até que ele se levantou e se começou a despir, mostrando o seu corpo de Adónis, só para mim, vi que ele gostava realmente de se exibir e apreciei a sua pele lisa e sem pelos de um tom dourado por igual em toda a extensão do seu corpo.
Depois de ele se exibir dirigiu-se ao seu guarda roupas que abriu e onde se via uma extensa coleção de roupas femininas, ele escolheu uma lingerie de tom rosa forte e vestiu-a lentamente, deixando-me cada vez mais excitado, a lingerie era bem provocante e parecia que o seu corpo se transformava de cada vez que ele punha uma peça nova, primeiro o sutiã que tinha uns seios postiços no interior, depois as calcinhas, que disfarçavam por completo o sexo viril, depois um robe que ele deixou entreaberto mostrando apenas parte dos seios, finalmente tirou de dentro do armário uma cabeleira loura que colocou escondendo o seu cabelo cortado curto, no fim sentou-se numa mesa de frente ao espelho ajeitou a cabeleira e começou a pintar-se.
Eu estava de boca aberta a ver tudo como que num filme a desenrolar-se perante mim, até que ele se virou para mim e me mandou escolher também alguma roupa e uma cabeleira, levantou-se e ajudou-me primeiro a despir a blusa e saia e depois escolhendo-me uma cabeleira num tom ruivo sentou-me à mesa onde me apanhou o cabelo com alguns ganchos e depois me pôs a cabeleira, e encorajou-me a que eu me pintasse como ele. Em poucos minutos a nossa transformação estava completa, era-mos agora duas meninas que se ajudavam mutuamente a arranjar, ela depois de se acabar de arranjar e de ver que eu também estava pronta foi novamente ao armário e escolheu agora dois belos vestidos de noite decotados e bem provocantes que vestimos, finalmente escolhemos os sapatos de salto e demos a nossa tarefa por pronta.
Eu sentia-me verdadeiramente como uma menina, por dentro continuava excitado, mas a roupa e vestido disfarçavam tudo e olhando-me ao espelho e também para a minha nova amiga apenas via duas belas mulheres que se arranjavam para ir a algum lado.
Assim sucedeu enquanto nos acabava-mos de arranjar olhando uma para a outra comentei que era uma pena estas duas meninas não puderem ir "engatar" um rapazinho bonito, e pela cara que ela fez percebi logo que também era o seu desejo.
Sem perder mais tempo ela pegou nas chaves do carro e em algum dinheiro, que mandou para dentro de uma carteira a tiracolo, também me arranjou uma carteira que eu pus debaixo do braço e dando-me o braço levou-me outra vez para a rua.
Pela maneira de estar e à vontade que ela evidenciava certamente que não era a primeira vez que ela sai-a assim vestida de casa para engatar um homem, mas eu era e sentia-me um pouco nervosa, talvez mais excitada do que ela mas receosa que as coisas não corressem bem, ela viu que eu estava nervosa e acalmou-me prometendo que não me levava a nenhum lado onde me pudessem fazer mal, e de facto ela levou-me a um bar onde certamente era já conhecida, mal parou à porta logo apareceu o porteiro a indicar onde estacionar o carro e a ajudar na manobra.
Mal entramos senti no ar que se podia estar à vontade, ninguém mostrou estar interessado em olhar fixamente para nós ou em mandar alguma boca, antes pelo contrário logo fomos vendo algumas caras sorrindo de simpatia e apercebi-me que havia na sala mais algumas meninas como nós, era certamente um local onde era hábito aparecerem pessoas como nós.
Enquanto procurava-mos um local para nos sentar-mos apareceu logo um rapaz que me estendeu um copo e perguntou se nos queríamos juntar ao seu grupo, acedemos e ele conduziu-nos pelo meio da pista para a parte mais afastada do barulho e da algazarra dos dançarinos, que se movimentavam ao ritmo frenético da música a altos berros.
O ambiente era pesado de fumo e barulho excessivo, com muito vapor de álcool à mistura mas era alegre e agradável. Quando chegamos à mesa abriu-se um espaço no sofá que nós aproveitámos para nos sentar-mos apertadas e enquanto se foram fazendo as apresentações e beijocas da praxe reparei que alguns rapazes olhavam para nós de forma gulosa e convidativa, não pude deixar de sorrir e retribuir os olhares, eles mandaram de imediato vir algumas bebidas par nós e a conversa foi fácil e alegre.
Afinal sentia-me à vontade no interior do bar e começava a perder os nervos e o receio de que algo corre-se mal, logo de seguida a minha amiga voltou-se para mim e disse-me que queria ir dançar e lá fomos as duas para o meio da pista e um pouco alheadas do barulho e confusão que nos rodeava abraçámo-nos e começamos lentamente a dançar levadas pela música alta.
Deixei-me conduzir por ela e ficámos pela pista bastante tempo agarradas, apertando-nos mutuamente sentindo que a excitação começava de novo a crescer dentro de nós, troca-mos alguns beijos e fomos novamente sentar junto ao grupo que nos tinha convidado, mas mal nos ia-mos sentar já estavam dois rapazes a levantar-se e agarraram-nos ás duas levando-nos novamente para a pista de dança, onde me deixei novamente ser conduzida por um rapaz mais baixo do que eu de cabelo comprido, encaracolado e louro, com aspecto de ser muito mais novo do que eu.
Ele foi-se apresentando e dizendo que teria muito prazer em me fazer companhia para o resto da noite, eu fui dizendo que sim com os olhos, receosa de abrir a boca e de estragar o engate, mas ele logo mostrou que sabia o que o esperava quando me apertou contra o seu corpo e me puxou contra si com a sua mão forte que me foi apalpando o rabo e empurrando contra si, deixei-me ir e fui dançando embalada por ele enquanto sentia cada vez mais o meu sexo crescer e endurecer.
Ele também o deve ter sentido e perguntou-me se eu me queria sentar com ele, eu acedi e quando nos sentámos eu não estranhei que ele deixa-se a sua mão pousada no meu joelho nem me furtei quando senti que lentamente ele deslocava a mão em direção ao meu sexo que desejava ardentemente o contacto.
Vi que a minha amiga também vinha sentar-se perto de mim e que vinha bem acompanhada, quando se sentou ao meu lado sorriu-se para mim e piscou-me o olho, dizendo-me que gostava muito da minha companhia, mas depois virou-se para o seu rapaz e foi-lhe dando trela, eu já sem nenhum receio também resolvi cuidar do meu par e virando-me para ele estiquei o pescoço e beijei-o na face, ele não esperou mais encorajamento e senti que a sua mão descia livremente pela minha perna, levantando a borda do vestido, de encontro ao meu membro que a esperava ansiosamente.
Ele já devia ter sentido vários na mão e a forma como ele me acariciou a pilinha foi simplesmente deliciosa. Suavemente envolveu o meu pénis e sem o retirar das calcinhas foi esfregando muito devagar sentindo o toque suave do tecido que o envolvia, enquanto isso foi-me beijando o rosto e dizendo que me desejava ter dentro dele, não esperei mais e procurei também com a minha mão o contacto do seu sexo, não me surpreendi quando senti que as suas calças tinham o fecho aberto e que no seu interior esperava-me um membro duro e firme, não era grande mas estava como rocha quente e parecia que ia jorrar a qualquer momento, olhei em volta e vendo que ninguém olhava na nossa direção comecei a masturba-lo lentamente enquanto os nossos lábios se encontraram e eu senti a sua língua a percorrer o interior da minha boca prometendo que iria ter todo o resto da noite um companheiro incansável.
Eu estava excitada e maravilhada comigo própria por me estar a portar como uma verdadeira menina e sem me desfazer fui logo aproveitando para convidar o loiro e o seu amigo para irem para casa da minha amiga, eles sem pestanejar acederam e depois de nos pagarem as bebidas fomos de imediato para a rua.
Entramos para o carro que estava logo ali, e fomos de imediato para casa da minha amiga, pelo caminho eu que me tinha sentado no banco traseiro mais o meu par fui aproveitando par trocar algumas carícias com ele e fui continuando a punheta que tinha começado no interior do bar, quando senti que ele não se conseguia suster mais debrucei-me no banco e tomei-o na boca acabando o trabalho que já ia longo, senti o seu esperma jorrar pela minha garganta e senti que ele gemia tentando disfarçar o seu prazer, mas sem o conseguir. Quando acabei de o chupar todo esperava que ele ficasse pelo menos ligeiramente murcho, mas para minha surpresa nem deu sinal de cansaço e continuou firme e duro como estava antes, ele vendo que eu estava surpreendida foi dizendo que tinha tomado uns comprimidos e ofereceu-me também para eu tomar, caso eu quisesse, eu acedi e também a minha amiga apercebendo-se do que se passava quis tomar um.
Depois o resto da viajem foi-me beijando e acariciando cada vez mais insistentemente, quando parámos à porta da minha amiga eu já estava praticamente toda descomposta e desarranjada, quando entramos no seu apartamento fomos logo todos os quatro para o seu quarto e quase sem interrupção e sem nos despir-mos começámos a amar-nos loucamente possuídos todos nós pela força dos comprimidos que entretanto tínhamos tomado.
Primeiro o meu rapaz fez-me uma mamada enquanto eu via a minha amiga já só vestida com a sua lingerie a ser possuída de quatro pelo seu rapaz, de seguida foi a minha vez de ser penetrada pelo mau rapaz que embora de pequenas dimensões me soube penetrar de forma violenta e abrupta que eu adorei, senti que ele me desejava enterrar todo o seu sexo e abrindo bem as pernas envolvi-o pela cintura e puxei-o para mim firmemente forçando o seu sexo a ir mais fundo, depois apertei-o bem com as minhas nádegas firmes e passado pouco comecei a sentir que ele estava quase a derramar o seu leite dentro de mim, então virei-me de quatro e sem deixar que ele o tirasse de dentro de mim fui eu que movimentei-me rapidamente no vai vem até que o senti expelir tudo dentro do meu buraquinho.
Rapidamente as roupas todas foram tiradas e deixou de ser necessário haver distinção de sexos, todos assumíamos ambos os papéis de forma continua sem que houvesse necessidade de pedidos ou de compromissos.
Toda a noite, não sei bem quantas vezes, continuamos os quatro a nossa orgia, todos nós nos penetra-mos mutuamente por várias vezes, de uma forma alternada experimentando todas as posições que conseguimos imaginar, até que fizemos um comboio em que cada um ia tomando a posição frontal de forma alternada, a certa altura consegui ser penetrado por dois deles ao mesmo tempo enquanto fazia uma mamada à minha amiga, senti o leite de todos eles espalhado por mim e pelo meu interior e despejei o meu por todos eles sem exceção.
A meio da noite devo ter adormecido de cansaço, sem me importar com o que se iria passar.
FIM