95 - A vizinha
A minha história tem um desenrolar um pouco distinto das que é habitual eu ouvir as minhas amigas contarem.
Tudo se iniciou quando eu tinha mais ou menos quinze anos.
Morava numa grande cidade e ao lado da minha casa morava uma rapariga de dezesseis anos. Estudávamos na mesma escola e éramos amigos, ela frequentava a minha casa e eu e a minha irmã que tinha quatorze anos também íamos frequentemente a casa dela.
Um dia eu e minha irmã estávamos na casa dela e ela estava entusiasmada a mostrar-nos as suas roupas novas que tinha recebido de prenda dos pais dela.
Algo me despertou quando ela mostrou à minha irmã umas calcinhas de lycra, cor de rosa, cavadas e com rendas da mesma cor. Muito lindas!
Não sei porque mas não as conseguia tirar da cabeça, ficava a imaginar aquela peça no corpo da minha amiga, que por sinal era linda e tinha um corpo bem feito, seios grandes e um par de coxas bem torneadas, cabelos longos castanho claro e uns dentes perfeitos.
Os dias passaram e uma tarde qualquer eu e a minha irmã fomos a casa dela para estudar juntos para alguns testes da escola, ela já estava num ano mais adiantado, mas ajudava-nos sempre nas matérias que era preciso estudar.
Senti vontade de ir ao W.C. pedi licença e fui. Enquanto urinava olhei para o cabide atrás da porta e o que vejo... aquelas calcinhas que ela tinha mostrado dias antes à minha irmã. Peguei nelas, senti a sua suavidade, eram muito macias e passei-as pelo meu rosto, senti um perfume agradável que emanava delas, era um perfume gostoso, misturado com o cheiro da minha amiga Sofia e num instante senti que estava a ter uma erecção. O meu pénis ficou tão duro que parecia que ia furar os calções que estava a usar.
Senti um arrepio a percorrer o meu corpo e fiquei a imaginar que as estava a usar, pensamento que afastei de imediato, pois não havia sentido nenhum em eu estar a pensar nisso.
Mas a curiosidade foi tanta, que num piscar de olhos tirei os meus calções e cuecas e vesti as calcinhas. Como foi bom sentir o meu corpo em contato com aquele pedaço de tecido com rendas! Senti-me muito confortável, o meu pénis estava tão grande e duro que já não cabia dentro das calcinhas. Acariciei o meu pénis e comecei a masturbar-me. Não demorou nada e eu estava a gozar. Gozei tanto que espalhei tudo pelo W.C. e tive que limpar com cuidado para não deixar vestígios.
Despi rapidamente as calcinhas, coloquei-as no cabide e depois de verificar se estava tudo em ordem, voltei para a sala.
Fiquei pensativo, eu nunca tinha sentido nada igual, vejo roupas íntimas da minha irmã e da minha mãe no estendal de casa todos os dias e nunca senti nenhuma sensação, nada que se comparasse à que tive neste dia na casa da Sofia.
Passaram mais de duas semanas e eu estava no quintal de casa a fazer um papagaio para soltar, e já nem lembrava do episódio das calcinhas, quando fui à arrecadação da garagem para ir procurar umas linhas na prateleira da arrecadação e me virei olho sem querer para o quintal da casa de Sofia e o que vejo ... Entre outras roupas no estendal, lá estavam elas … isso mesmo aquelas calcinhas mágicas! O vidro da arrecadação da minha garagem ficava do lado da casa dela e eu fiquei admirando as calcinhas como que paralisado. Comecei a lembrar-me delas no meu corpo no outro dia e um arrepio tomou conta de mim! A casa dela estava às escuras, sinal que não devia haver ninguém em casa.
Sem pensar nas consequências, saltei o muro que separava as nossas casas, tirei-as do varal e voltei para casa, tranquei-me na casa de banho, despi-me e coloquei-as. Imediatamente o meu pénis ficou duro e comecei a masturbar-me. Acariciei o meu corpo, as minhas nádegas, coxas por cima daquelas calcinhas e estava indo à loucura quando gozei alucinadamente, uma ... duas vezes. Limpei toda a casa de banho e a contragosto despi as calcinhas para as ir voltar a colocar no estendal, onde estava antes, mas ao aproximar-me do muro, notei que o pessoal da casa dela já tinha chegado. E agora? o que eu ia fazer? Fiquei apavorado! Não podia ficar com elas em casa pois se a minha irmã ou a minha mãe vissem eu estaria em apuros. A minha irmã sabia que elas pertenciam à Sofia.
Deitar para o lixo também não me parecia correto, afinal tinha passado bons momentos usando-as. A Sofia talvez nem desse por falta delas, ela tinha muita lingerie e nem de longe ia sonhar que eu as tinha roubado. Isso mesmo! Fiquei a ser um ladrão de calcinhas! Isso excitou-me mais ainda! Em vez de ficar envergonhado, eu estava feliz, sem entender ou conseguir controlar minhas emoções. Decidi voltar a usar e que e na primeira oportunidade que tivesse eu as devolveria.
O tempo passou e eu usava-as por baixo das minhas roupas normais todos os dias, não as podia deixar à vista. Quando ia tomar banho eu lavava-as e arranjei um lugar escondido onde elas secavam e no dia seguinte antes de ir para a escola eu vestia-as de novo. Ia todos os dias de pénis duro para a escola. O interessante é que não tinha as mesmas sensações com as lingeries das mulheres de minha casa. Depois daquele dia, vesti umas calcinhas da minha irmã e depois umas da minha mãe e nem de longe tive as mesmas sensações. Bastava eu pegar nas calcinhas da Sofia e ficava com o pénis duro!
O tempo passou e nas conversas que eu e minha irmã tivemos com ela depois não houve nenhum comentário sobre o desaparecimento das calcinhas, o que me deixava aliviado.
Um dia, a Sofia chamou-me para a ajudar a apanhar umas laranjas de umas árvores que tinha no quintal de sua casa. Nem me lembrei que estava de calções e a usar as calcinhas dela. Quando saltei o muro ela pediu para que eu subisse no à laranjeira e apanhasse umas frutas para ela fazer sumo. Prontamente comecei a subir e quando já tinha apanhado algumas laranjas comecei a passar a fruta para ela que tinha ficado em baixo.
Quando terminei desci e ajudei-a a carregar as frutas para dentro de casa. Ela estava sozinha, os pais dela tinham uma loja de roupas no centro da cidade e só voltavam depois das oito da noite.
Notei-a um pouco diferente, mas fizemos o sumo e bebemos. A minha irmã já se ia embora e eu despedia-me dela, quando ela me disse:
- Paulo eu quero te dizer algo em particular. A minha irmã saiu e eu fiquei sozinho com ela e perguntei:
- O que se passa?
Ela sem meias palavras, foi direta ao assunto perguntando:
- O que é que estás a usar por debaixo desses calções?
Gelei!, como tinha sido estúpido! Agora me lembrava da asneira que tinha feito! Antes de ir a casa dela devia ter mudado de roupa, devia ter sido uma oportunidade para devolver as calcinhas.
Não dei resposta e ela insistiu:
- Vamos, responde. E vendo que eu permanecia mudo, (realmente eu não conseguia falar, fiquei estático ao ser apanhado, pensava no pior, a minha cabeça estava fervia e eu não achava uma saída) começou a dar-me um sermão:
- És um depravado! Sabes o que estás a usar? As minhas calcinhas que desapareceram, eu vi-as por baixo dos calções quando estavas em cima da laranjeira, eram as mais bonitas que eu tinha! Não tens vergonha, seu maricas?
Aquilo foi o fim do mundo. Tive que lhe confessar. Disse que as tinha apanhado do estendal da casa dela, eu estava envergonhado, disse que as ia tirar para as devolver.
- Eu não quero mais essa imundice! Disse ela
- Tudo bem, respondi, eu errei, não sei o que me deu para fazer isto, mas confesso que estou arrependido e sinceramente gostaria de arranjar uma forma de reparar o meu erro.
- Então gostas disso é? Perguntou ela.
- Não, eu nunca gostei disto mas com estas calcinhas foi diferente eu vi-as no estendal e perdi a cabeça, sei que estou errado, mas quero te pedir para guardares segredo, que não contes à minha irmã pois isto seria o fim para mim se lá em casa as pessoas soubessem, eu prometo que não faço mais isto e tu podes pedir tudo o que quiseres que eu faça para tu esqueceres o meu erro.
- Está bem! Respondeu ela. Se prometes que nunca mais vais fazer isto, eu guardo segredo mas isto vai te custar um castigo que eu ainda vou pensar qual vai ser.
Pediu que as tirasse es devolvesse. Disse que as ia por no lixo, pois nunca mais teria coragem de as usar.
Rapidamente tirei as calcinhas, entreguei-as e sai a correr de lá.
Passaram-se os dias. Eu passei a evitar ir até casa da Sofia, aliás eu evitava até cruzar-me com ela, na escola procurava ficar afastado, com medo dela resolver contar para o pessoal, o que seria o fim para mim.
Já tinham passado vários meses deste episódio e comecei a achar que tudo tinha caído no esquecimento, quando ela um dia me chamou e me disse:
- Bem acho que chegou a hora de pagares o teu castigo, lembras?
Resignado, disse que estava pronto para pagar sim, que ela podia pedir o que quisesse que eu ia fazer.
Depois de voltar da escola e de terminar o almoço, ao início da tarde, fui até casa dela e bati à porta cabisbaixo.
Ela levou-me até o seu quarto onde vi algumas roupas em cima da cama dela, e pasmada vi aquelas calcinhas que tinham dado começo a tudo.
Ela deu-me as calcinhas e disse para ir à casa de banho para as vestir. Sem entender nada comentei:
- Mas tu naquele dia disseste que ias deitar fora as calcinhas, não estou a perceber.
Ela respondeu:
- Realmente disse isso, mas mudei de ideias, o teu castigo é o seguinte: eu vou te transformar numa menina e vais ter de fazer toda a limpeza da casa, como uma empregada e ai de ti se não fizeres as coisas bem feitas.
A minha cabeça estava a mil, não conseguia coordenar os meus pensamentos mas sem opções, peguei nas calcinhas e fui para a casa de o banho. Sentia alguma coisa que me dizia que ia gostar do castigo.
Sai da casa de banho com as calcinhas coladas ao corpo e voltei para o quarto. Ela colocou-me um sutiã, encheu os seios com lenços colocou-me um vestido de malha (era bonito, um fundo branco com flores em tons amarelos e verdes, destes que as mulheres usam no dia a dia em casa), maquiou-me, colocou um lenço na minha cabeça, deu-me umas sandálias, passou um batom rosa claro nos meus lábios e comentou:
- Nada mau, acho que estás bem. Levou-me até um espelho e perguntou como eu a me sentir. Dispensei os comentários, disse que estava ali para pagar um castigo e que tinha de começar logo com isso. Sentia-me humilhado, ultrajado, mas incapaz de reagir. Tinha medo que ela contasse o episódio das calcinhas aos outros.
- Nossa que mau humor! Respondeu ela. O teu castigo será este, até o final do ano, uma vez por mês vais ser a minha empregadinha e eu ordenarei tudo o que tens de fazer, OK?
Pensei, no preço alto eu ia ter de pagar, mas era melhor não questionar muito, ou poderia me dar mal. Se ela não contar a ninguém, pelo menos a minha reputação fica a salvo.
E assim comecei a limpar a casa dela, nada escapou ao seu controle, até que exausto, ela disse que já estava tudo bem e que dentro de um mês me chamaria de novo.
Não foi mau, eu estava até a gostar, a usar as calcinhas eu já me tinha habituado, as outras roupas eu nunca tinha usado antes, mas sinceramente gostei do contato do vestido com meu corpo, era confortável usar aquelas roupas, e principalmente o cheiro que se desprendia delas.
Eu sempre fui louco para agarrar a Sofia, mas o usar as suas roupas e sentir o seu cheiro, me confortava mais ainda.
Fui embora para casa depois de me trocar e remover a maquilhagem e sinceramente eu ansiava pelo próximo pagamento e queria que ele chegasse logo.
No mês seguinte foi a mesma coisa, ela transformou-me na sua empregada, mas desta vez investiu um pouco mais na maquilhagem e em vez do lenço colocou-me uma peruca, até que não fiquei feio, feia, não sei mas acredito que podia passar por menina.
E assim sucessivamente durante cinco meses foi a mesma coisa.
Fui me acostumando e quando terminava de pagar o castigo já pensava no outro, acho que gostaria de pagar o castigo para o resto da vida.
Numa das vezes, ela já acostumada a ver-me travestido de menina, ficou só com as suas roupas íntimas, não se envergonhando de se despir na minha frente, acho que ela pensava que eu vestido daquele jeito, não ia olhar pra ela.
Engano, por baixo daquele vestido, de cada vez que ela se despia na minha frente, parecia que o meu pénis ia furar as calcinhas e quando isto acontecia eu tinha de ir ao banheiro para me masturbar.
Faltava mais um mês para tudo terminar e eu com pesar já me resignava. Eu gostava do contato com os vestidos que ela me dava para eu usar, gostava de ser maquilhado, enfim gostava de ser menina uma vez por mês.
Finalmente chegou o último mês. Depois de pagar a última prestação do castigo, ela disse-me que já se dava por satisfeita e disse que isto me devia servir de lição, que nunca mais devia roubar roupas dela ou de quem quer que fosse.
Fui para a casa de banho de cabeça baixa, vesti-me e voltei para ela me remover a maquilhagem. Ela notou que aparecia uma lágrima no canto do meu olho e perguntou se eu estava chorando e porquê.
Respondi que não era nada, que eu estava a gostar de pagar o castigo e que por mim devia continuar, mas como tudo um dia acaba, já estava na hora de parar.
- Então queres dizer que estás a gostar de ser a minha empregadinha? Perguntou ela.
- De início eu odiava, mas sinceramente eu estou a adorar ficar na tua presença como menina, eu estou a gostar do contato com os teus vestidos, as tuas calcinhas, o teu cheiro e tudo o mais que colocas em mim, mas é melhor tudo terminar, só espero que guardes segredo de tudo isto.
- Não se preocupes! Disse ela. Fizeste tudo muito bem e podes ficar tranquilo, muito embora eu tenha gostado também de ter a tua companhia como minha empregadinha, ninguém vai saber disto.
Despedimo-nos e fui embora para casa. Estava muito triste, mas feliz por tudo ter terminado bem.
Estávamos quase no natal e os preparativos das festas de fim de ano estavam a mil, nesse ano reunimos a vizinhança para trocar presentes de amigos secretos e coincidência ou não, no sorteio eu ia presentear a Sofia.
Já me tinha esquecido do episódio das calcinhas, mas sentia falta das roupas dela.
Andei pela cidade à procura do presente dela e deparei com uma loja de lingeries, onde encontrei umas calcinhas idênticas às que roubei dela. Decidi comprar e dar-lhe de presente como forma de mostrar a minha gratidão.
Na véspera do Natal na troca de presentes, quando chegou a minha vez, eu fiquei envergonhado do presente que ia dar para ela, mas como todo o pessoal já estava bem regado de cerveja e vinho, achei que ninguém ia achar esquisito e cheio de coragem dei-lhe o pacote, e qual foi a sua surpresa ao abrir e ver que eu lhe tinha comprado umas calcinhas iguais às que ela tinha, ela me abraçou e agradeceu comovida.
- Espero que isto pague o estrago que fiz! Disse eu brincando.
- Estou comovida e arrependida de te ter feito tudo aquilo. Respondeu ela.
- Não estejas, porque eu estou a tentar fazer outra asneira para poder ser castigado de novo. Brinquei eu. E assim neste clima de confraternização, passou-se o fim de ano.
A nossa verdadeira amizade só apareceu depois disto, com a chegada do carnaval combinamos que não iríamos sair da nossa cidade. Quando faltava só uma semana para o início do carnaval ela chamou-me à casa dela e deu-me um pacote de presente. Curioso perguntei o que era e ela apenas me disse para eu abrir.
Apanhei um susto quando vi as velhas calcinhas dela que eu tinha roubado. Perguntei o que significava aquilo e ela me disse que estava a dar-me um presente.
- Mas como eu vou fazer? Se me apanham a usar isto lá em casa vai ser o fim do mundo! Disse ponderando.
- E o que tu fazias antes? Tu não as usavas? Pois continua a fazer o mesmo agora. Respondeu ela. Fica tão bem com as roupas que te fiz usar que honestamente eu gostaria de te ver de novo como a minha amiga Paula.
Ocorreu-me uma ideia que de imediato discuti com ela.
- Olha, o carnaval está a chegar, e acho que seria uma boa oportunidade para a Paula voltar, se tu achares bem, deixo que tu tenhas de novo a tua amiga Paula. O que achas?
- Vou pensar nisto, vou discutir com a tua irmã para que pareça que sou eu que quero te transformar em menina e depois então nós combinamos a coisa, OK?
Fiquei, ansioso, a aguardar o acerto desses detalhes.
Eu estava já quase com dezessete anos e ela com dezoito e eu estava enfeitiçado por ela, a ponto de aceitar tudo o que ela me propusesse só para ficar a seu lado.
Quantas vezes me masturbei sonhando com ela, usando aquelas calcinhas que ela me deu.
Chegou o sábado de carnaval. Ela tinha combinado com a minha irmã que iria me arranjar um disfarce de mulher sedutora, mas que era surpresa, e a minha irmã não comentou nada comigo durante a semana.
Quando me disseram finalmente qual seria o meu disfarce eu fingi que não estava de acordo, que aquilo não estava certo, onde já se vira isto um rapaz como eu ir brincar no carnaval vestido de mulher!, nunca!
A minha irmã ficou zangada comigo, (e isso sem ela sequer sonhar que eu estava a usar calcinhas).
- Acho melhor concordares com a Sofia. Usares um vestido no carnaval não tem nada demais, eu também gostava que o meu namorado fosse vestido assim.
- E eu o que posso fazer? Se vocês as duas já decidiram, só me resta aceitar. Concluí fazendo-me amuado.
A Sofia realmente gostou de me voltar a ver vestido de menina. Preparou uma fantasia tão feminina que depois de tudo pronto, foi difícil eu reconhecer-me.
Fomos para os bailes de salão do estádio de futebol. Durante quatro dias eu me desdobrei, e cada dia tive direito a uma roupa diferente.
Eu e ela ficamos tão ligados que ela e eu só tínhamos olhos um para o outro. Eu estava apaixonado por ela e acho que ela por mim, não nos largávamos e de repente, na terceira noite, trocámos um beijo, o primeiro entre nós, que selou definitivamente algo que estávamos a sentir um pelo outro já há bastante tempo e nem nos dávamos conta.
Ela se afastou até do seu ex-namorado, um rapaz super porreiro, de que ela gostava muito, dizendo que não sentia mais nada por ele.
Terminado as festividades de carnaval, começamos um namoro. No início meio tímido, mas aos poucos fomos nos entregando até que depois de quase um ano, acabamos num hotel onde pela primeira vez eu desfrutei daquele corpo maravilhoso.
Ela ainda era virgem e eu confesso que também foi a minha primeira. O começo foi atrapalhado mas fizemos tudo com muito amor e carinho.
Passamos a transar regularmente, sempre com proteção, já que ainda estávamos a começar a faculdade e queríamos ficar juntos, mas sem complicações.
O nosso namoro durou exatamente o tempo de faculdade, aos poucos fomos introduzindo nas nossas transas o meu lado crossdresser. Em cada dia eu punha algumas roupas dela e assim transávamos. Um dia eu usava calcinhas, outro eu usava camisas, baby-dolls e quando ficávamos juntos e sozinhos em casa dela ou na minha, eu já usava todas as suas roupas e não me envergonhava mais por usar vestidos, saias e blusas na sua presença.
Casamos um ano depois de terminar a faculdade. Formei-me em Engenharia de Telecomunicações e ela em Odontologia. Mudamos para a capital onde consegui um bom emprego numa companhia telecomunicações e ela pode montar o seu consultório.
Hoje estamos na casa dos quarenta anos, temos 3 filhos uma vida estável, mas conservo o meu crossdressing.
Faço uso diário de lingeries para dormir, uso calcinhas no meu dia a dia e quando estamos sozinhos em casa ela me transforma na mais bonita das fêmeas e transamos como loucos.
Ainda guardo de lembrança as primeiras calcinha dela, que roubei do estendal, afinal foi com elas que tudo começou.