21 - SOBRINHA
Há poucos dias atrás tive que ir passar uns dias hospedado na casa de uma minha meio irmã, porque o marido dela tinha tido um acidente de carro.
Nada de muito grave, mas como eles moram numa casa na praia, fui convidado para ficar por lá durante uns dias para ajudá-los até à recuperação do marido da minha irmã. A casa embora muito confortável, estava em obras, e apenas dois quartos estavam disponíveis, para uso normal. No quarto grande estava a minha irmã, e no outro, ficava a minha sobrinha. Dezenove anos, bonita, olhar profundo, tímida, fofinha.
A rapariga estava a acabar o ensino secundário e preparava-se para entrar na escola de enfermagem, deve ter 1,65 m, uns 65 quilinhos de puro desejo. Seios grandes e empinados, coxas largas, e o que sempre me atraia mais era aquele traseiro escultural. Sugeri que eu devia dormir na sala, mas essa proposta foi recusada logo de partida, e acabei tendo que ficar no quarto da minha sobrinha, Elsa.
Durante toda a visita e estadia o mais difícil para mim era mesmo ter que me comportar como um homem normal e não poder ser a mulher que eu gostava de ser sempre que estava só em minha casa.
Fomos visitar o marido da minha irmã, que estava no hospital, e ao fim do dia voltamos para casa, deviam ser já umas nove horas, e como ainda estava sem sono, tomei um bom banho de chuveiro. Escolhi um livro emprestado da minha sobrinha e me deitei disposto a ler até o sono aparecer. A Elisa entrou no quarto algum tempo depois e ficou a teclar no computador. O sono veio e em pouco tempo eu deixei o livro cair ao meu lado e também eu cai no sono. Alguns momentos, horas, depois, acordei meio sonolento a ouvir alguns ruídos estranhos. Abri os olhos sem me mexer e deparei com a Elsa a conversar pelo telemóvel com alguém, ela masturbava-se gemendo e contorcendo-se toda. Estava cheia de tesão, e a conversa que ela estava a ter devia ser com algum amigo. Acho que ela sentiu que eu estava a escutar e saiu do quarto, em silêncio, indo para a casa de banho.
Deixou o computador ligado. Subtilmente levantei-me e no PC consultei o histórico do navegador aberto e descobri que ela estava a teclar numa sala de sexo. Voltei logo para minha cama, e nem pude me cobrir totalmente porque ouvi os seus passos, voltando para o quarto. Entrou e ficou a olhar para mim. Eu estava deitado, meio descoberto, e sem dúvida o meu pénis estava erecto e saliente, denunciando a excitação que eu tinha naquele momento. Ela aproximou-se da cama onde eu estava protegido pela quase escuridão e eu com os olhos meio fechados tentava ver tudo. Ela com a luz do telemóvel iluminou o meu canto e não pode deixar de ver o alto nas calças do meu pijama.
Aproximou-se e, com muito cuidado ela tocou no meu pénis, e nesse mesmo momento senti o tremor que vinha do seu corpo. Ela estava dominada pela excitação. O seu corpo tremia todo, e não era de frio. De uma forma provocatória movimentei-me na cama esticando-me. Ela assustou-se, e voou para a sua cama. Fiquei frustrado, não era isso que eu esperava. Forcei uma pequena tosse, e ela continuou a fingir que dormia, soltando um pequeno ronco do lado de lá. Fiquei assim alguns minutos, levantei-me e fui até o banheiro.
Voltei para o quarto o mais silenciosamente possível, e quando entrava no quarto notei que ela recomeçara a masturbar-se. Deu um movimento brusco quando sentiu minha presença. Fui para perto da sua cama. Com dificuldade, consegui ver que ela estava semi descoberta, sem calcinha, e com o pijama levantado quase até aos seios. Com cuidado e muito excitado encostei as minhas mãos nos seus seios. Ela continuou a fingir que dormia. Os bicos dos seios estavam a ponto de furar o tecido do pijama. Ela sentiu o contato das minhas mãos e o seu corpo se movimentou denunciando a sua excitação, mas ainda fingia que dormia e era isso mesmo que eu queria. Apalpei os seios por completo. Debrucei o meu corpo sobre o dela e beijei os seios. Ela fazia sons de quem dormia e sonhava, mas eu sabia que era puro fingimento, e fui em frente. Beijei os dois biquinhos que ficaram ainda mais duros. Eu não os via, mas sentia tudo. Enquanto eu sugava e acariciava seus seios, ela lutava para controlar o movimento das pernas entreabertas que estavam ávidas por envolver um homem. Sabendo disso fui baixando meus lábios em direção ao seu ventre, e ela quase perdia o controle da respiração e dos movimentos do corpo. Tentava se controlar e eu fingia que ela dormia. Encostei meus lábios sobre a sua vagina. Deixei a minha respiração morna ser soprada contra o seu sexo apenas para provocá-la ainda mais. Ela quase que levantava os quadris em busca da minha boca. Dei um beijo bem sobre a vagina. Senti que estava molhada, e inchada. Com uma das mãos abri a fenda. Estava mesmo muito molhada. Abri bem, deixando escancarada. Ela se mexeu toda levantando o quadril todo na direção da minha boca. Eu encostei a língua na fenda e a fiz correr do fim para o começo e toquei de leve com a ponta da língua o seu grelinho que estava totalmente empinando e ensopado do seu líquido. Ela não conseguiu segurar um gemido e o corpo se empinou todo. Fiquei chupando a sua vagina, fazendo a língua deslizar pela fenda toda, e no final massajava com muitos toques com a ponta da língua o seu grelinho. Ela ainda mantinha os olhos fechados, fingindo que dormia, mas o seu corpo e a sua respiração desmentiam. Era um jogo. Eu apenas jogava. Fui aumentando a velocidade do passeio da língua na sua fenda, e de repente ela endureceu o corpo todo….e, teve um orgasmos, gozou sem ligar para os gemidos e as contorções do corpo todo. Deixou cair o seu corpo de volta à cama e ficou estática. Parada por completo, com a respiração lenta e preguiçosa de tinha acabado de gozar a valer.
Continuei com uma mão acariciando a vagina, e fui encostando o meu corpo ao dela. Ela estava amolecida, prostrada. Encostei o meu pénis duro à sua pele. Ela quase acordou de verdade tamanha era a vontade de me sentir dentro dela. Me coloquei por cima dele e finalmente encostei a cabeça do meu pénis na fenda. Como estava tudo muito molhado pela mistura do liquido dela e da minha saliva ele escorregou para dentro entrando até meio do meu pénis sem que eu fizesse esforço algum. Segurei um pouco a penetração para fingir que não queria acordá-la continuando o jogo. Mas senti os seus quadris se levantando de novo forçando levemente a penetração. Aceitei a provocação mas não enfiei tudo. Dei umas mexidas com o pénis mantendo apenas a cabecinha dentro. Ela quase se descontrolava e perdia o jogo. Dava umas contrações na musculatura pélvica e isso aumentava o meu desejo. Eu estava a gozar de tanta excitação mas consegui me controlar. De repente o desejo me dominou e enfiei de uma vez o que faltava. Escorregou de uma vez até ao fim. Deixei o pénis enfiado e apenas dei umas contrações quando atingi o ponto extremo e ela fez uma respiração de satisfação de quem conseguira o que sonhara e queria naquele momento. Mal começamos a nos movimentar gozei explodindo uma enormidade de esperma, enquanto sentia ela a relaxar todos os seus músculos que me prendiam e voltar á posição de quem está a dormir. Fiquei com o pénis dentro dela por alguns momentos. A esperma escorria misturada com o seu liquido e ela respirava leve...satisfeita.
Voltei para a minha cama e adormeci extenuado. Acordei com o sol entrando pela cortina mal fechada. Ela também acordava. Sorriu para mim e disse que tinha sido uma bela noite, com sonhos deliciosos, apesar de ainda estar preocupada com o pai no hospital. Levantou-se veio até à minha cama e dando-me um beijinho no rosto, perguntou .... “Gostou de dormir aqui tio? Eu adorei ... senti-me mais tranquila ....
FIM