150 - Uma reviravolta na minha vida
1ª Parte
As coisas estavam a correr muito bem na minha vida.
Eu tinha casado com uma linda rapariga chamada Ana.
Ela era fotógrafa de uma grande revista de moda e viajava muito por todo o pais e exterior.
Eu era marceneiro e restaurador.
Conhecemo-nos quando a irmã da Ana, Emília apareceu, na minha loja, e pediu-me para eu vender algumas das suas pinturas.
A loja ficava perto da minha casa recém adquirida.
A casa antiga que eu tinha comprado precisava de muitas obras de restauração. Ficava numa bela cidade do interior e também tinha um grande armazém ao lado, que eu transformei na minha oficina.
O meu plano inicial funcionava bem. A minha vida dividia-se entre trabalhar na oficina e restaurar a maior parte da casa.
Acabei por me casar com a Ana, a Emília ficou a trabalhar na loja, e vendia as minhas coisas, algumas das fotos da Ana que eu emoldurava e as suas pinturas.
A loja tinha tinha sucesso e eu tinha montes de pedidos. A Ana tinha tantos contactos junto do pessoal da fotografia artística que provavelmente poderíamos ter sobrevivido apenas a vender as suas coisas.
A Ana e a sua irmã Emília eram pessoas descontraídas e simples que se davam com todo mundo. Se elas fossem um pouco mais velhas teriam sido consideradas umas hippies.
A Emília era ótima nos negócios e tinha muitas boas ideias. Ela era um pouco mais velha que a minha mulher, era atraente, e todas as pessoas ficavam com a sensação de que ela era bastante tímida. Ela também era lésbica, eu acho que ela era a parte feminina nesses relacionamentos.
Ambas as irmãs eram muito próximas, mas opostas, pois a minha mulher definitivamente não era tímida. Ela era a parte da família que vestia as calças e conseguia sempre chegar onde queria graças ao seu trabalho duro. Ela era muito sensual, sabia o que queria e na verdade ela é que usava as calças no nosso relacionamento. Eu não me importava, pois precisava ser empurrado e guiado, eu era como a sua irmã relaxado e um pouco indolente.
A nossa vida sexual era ótima, obviamente eu era o mais experiente. Ela gostava de desempenhar um papel dominante, mas não todo o tempo todo e sem exagero, por assim dizer.
Ela não podia ter filhos, o que servia para mim. Eu até poderia gostar de um filho, mas eu estava tão profundamente apaixonado por ela que realmente não importava.
Estávamos casados há cerca de dois anos, bem emocionantes e cheios de novidades quando me foi diagnosticado uma doença e os médicos me disseram que eu provavelmente tinha câncer da próstata, após terem visto os meus exames ao sangue.
A Ana tirou férias depois de eu ter recebido as notícias.
Nós os três ficámos sentados durante toda a noite a conversar sobre o assunto e tentando perceber como tudo aquilo me ia afetar.
Ambas as irmãs foram muito solidárias para comigo.
Alguns dias depois, fui com a Ana ao especialista.
Fiquei feliz por ela ter ido comigo porque enquanto eu ficava congelado a Ana fazia todas as perguntas certas e eu apenas me deixei ficar sentado como um garotinho da escola.
Mais testes e análise foram feitos e tivemos uma nova reunião na semana seguinte e a minha mulher veio comigo novamente.
As coisas estavam a acontecer muito depressa, o câncer era agressivo e o especialista queria operar-me logo na semana seguinte.
Ele era muito bom a explicar todas as coisas. A Ana estava novamente a fazer as perguntas, e eu apenas tentava absorver algumas informações.
Eu ia ficar estéril, ia ter que fazer uma cirurgia, ficar por três dias no hospital, não ia ter os meus orgasmos da mesma forma, ia deixar de produzir esperma e provavelmente ficaria incontinente por algum tempo.
Eu fiquei arrasado e acho que a Ana também ficou.
Na semana que se seguiu eu fiz tanto sexo como nunca antes na minha vida e de muitas maneiras diferentes.
À hora do jantar, como de costume, estávamos os três e a Ana contou à Emília toda a diversão que estávamos a ter.
Eu fiquei totalmente envergonhado e estava prestes a ir para a oficina quando Emília disse:
- Não fujas, precisas de conversar, tira isso do teu peito. Eu sei que a minha irmã tem realizado todas as fantasias dela, mas tu tens alguma fantasia para realizar antes da tua operação? Queres um trio.
- Não! Disse eu. Tu não estás interessada em homens.
- Sim isso está certo, mas eu amo-te o suficiente para o fazer.
- Não obrigado estou bem.
A Ana intrometeu-se:
- Eu sei o que ele quer, ele quer uma mamada porque ele nunca teve direito a uma.
A Emília olhou para a irmã e disse:
- Tu fazes sempre com que ele caia em cima de ti, eu sei que tu adoras isso e não lhe vais fazer uma mamada. E acho que isso não está certo.
E depois virando-se para mim a Emília disse:
- Vamos lá, Miguel, eu nunca fiz isso, mas vamos fazer.
E eu disse:
- Obrigado, mas ninguém me vai fazer uma mamada. E saí de casa, indo para a oficina onde bebi uns copos de uísque para acalmar os meus nervos.
No dia seguinte, depois do pequeno almoço, a Ana tomou banho comigo, fez-me uma mamada e creio que ela até engoliu.
No dia marcado fomos para o hospital para a minha operação planeada que não correu bem.
Acordei na unidade de cuidados intensivos com tubos pendurados por toda a parte, elas estavam lá e pude ver que ambas estavam a chorar.
Bem, vamos diretos ao assunto, a grande operação pensada e planeada não correu como eles queriam e tiveram que raspar alguns tecidos para onde o câncer tinha ramificado por ter um crescimento inesperado.
Uma semana no hospital e voltei para casa por uma semana com um tubo e uma bolsa de urina presas aà minha barriga. Tinha tantos grampos que perdi a conta, nem contei do umbigo para baixo.
Senti-me muito bem por ter duas raparigas maravilhosas a cuidar de mim e até fiz alguns trabalhos leves antes de voltar para o hospital, passado uma semana.
A Ana foi comigo, e enquanto eles removiam os grampos uma jovem enfermeira mostrava-lhe como fazer o curativo do ferimento.
Ela removeu o cateter e eu tive que urinar para ter a certeza de que tudo estava a sair, o que eu acabei por fazer. A minha mulher estava a conversar com a enfermeira enquanto tudo isto ia acontecendo.
Pediram-me para eu me deitar num tipo de banco plano, a enfermeira despiu-me e, para minha surpresa, ela mostrou à minha mulher como se trocavam as fraldas. Ela demonstrou e eu pude ver um certo sorriso no seu rosto que só poderia significar más notícias para mim.
Eu disse que pensava que ia ter de usar fraldas por mais uma semana ou duas.
A enfermeira disse que não podia falar, até que o especialista falasse connosco, porque por eles terem tirado mais do que deviam as fraldas seriam a melhor opção.
Lutei com meus calções para os colocar sobre a protuberância e a minha mulher ajudou-me dizendo que eu não tinha que me esforçar porque ela estava ali para me ajudar.
Pude ver que a enfermeira dava algumas fraldas à minha mulher. Caminhamos pelo corredor até ao especialista onde ele explicou tudo e basicamente disse que achava que eu não conseguiria recuperar o controle da minha bexiga e só o tempo diria se eu conseguiria voltar a ficar ereto novamente.
Quando chegamos a casa, eu estava encharcado, a Ana disse:
- Deixa-me eu mudar a tua fralda. E eu disse:
- Não, eu tenho que aprender a fazer isto sozinho.
- Bem, tu estás errado sobre isso! Enquanto eu estiver em casa, eu farei todas as mudanças porque temos que ter muito cuidado para não infectar a tua ferida.
Como um idiota eu não questionei a decisão. A Ana disse para eu ir para o chuveiro que me ia mudar a fralda. Eu estava muito cansado, e apenas fui atrás dela. A Ana despiu os Meeus calções e, de seguida, lentamente tirou a fralda com a outra mão e dobrou-a para dentro para que nenhuma urina fosse derramada.
- Muito bem! Disse eu. Parece que já fizeste isto antes.
- Eu já te disse que a Emília e eu tínhamos o nosso próprio serviço de baby sitter quando estávamos na escola. Era de certeza melhor pago do que servir no McDonalds.
Ela aqueceu uma tolha e enxugou-me, rodou-me e enxugou as minhas nádegas. Depois disse:
- Vou colocar uma toalha na cama para abrir uma destas fraldas prontas. Ok vem, senta-te na fralda e deita-te. Vamos verificar se os fechos rápidos seguram bem a fralda e aproveito para te esfregar o creme.
- Bem. Disse ainda. Agora vou colocar um pouco de pó com cuidado e apertar a fralda, estás a ver como é fácil tudo isto? Não precisas de argumentar, eu faço tudo corretamente. Eu sei que é tudo estranho para ti, mas vais ter que nos deixar ajudar-te, as coisas são diferentes, vai levar tempo para ficares mais forte e eu gosto de cuidar de ti.
- Obrigado! Disse enquanto subia para a cama.
- Eu acho que devias fazer uma sesta. Eu vou buscar um pouco de água para ti, pois você tens que manter o teu nível de líquidos.
Nesse momento a Emília colocou a cabeça no quarto e disse:
- Olá! Como é que estás?
- Bem, a tua irmã está a fazer um bom trabalho, mas eu sinto-me como um bebé grande. Disse eu.
- Bom, então está tudo controlado, espero que melhores. Disse ela.
Ambas as meninas me ajudaram a entrar para debaixo dos lençóis e a Ana pegou num copo de água que segurou para eu beber um pouco. Derramei um pouco porque eu não tinha energia suficiente para me sentar na cama.
A Emília pegou na toalha e enxugou-me, e estendeu-a no secador de lençóis. A Ana aproximou-se e colocou outra toalha para que o lençol molhado não ficasse em contacto comigo.
- Pronto, tudo arranjado, temos que arranjar algo melhor para fazer isto parece que te dói quando te sentas. Agora diz boa noite à tia Emília.
A Emília riu beijou-me na testa. A Ana deu-me um beijo e disse:
- Chama se precisares de alguma coisa, eu venho te acordar e trocar antes de me ir deitar.
Eu ainda sussurrei baixinho:
- Foda-se isto tudo.
Acordei cedo pela manhã, estava encharcado e a Ana já estava acordada. Ela entrou no quarto e disse :
- Olá dorminhoco! Devias estar cansado que dormiste a noite toda de uma só vez. Aposto que estás encharcado, coitadinho. Vamos levantar-te e vestir-te.
- Eu tenho de ir tratar de assunto à cidade! Podes vir comigo ou pegas num livro e vais sentar-te na loja com a Emília.
- Por que é que tens de ir à cidade? Pergunte.
- Bem, eu tenho uns contactos para tratar por causa das minhas fotos, mas principalmente tenho que fazer algumas compras. Ao que eu disse:
- Ok, eu fico com a Emília.
- Ela passa por aqui para te levar quando vier abrir a loja. E é melhor eu preparar-te, pois quanto mais cedo eu sair, mais cedo estarei de volta.
Enquanto conversávamos ela levou-me para o chuveiro, lavou-me, secou-me, encheu a minha ferida com os cremes e borrifou-me com o talco de bebé. Ela escolheu uma t-shirt e calções e ajudou-me a vesti-los, enquanto dizia:
- Eu vou ter que comprar alguns calções mais largos ou algo mais fácil de vestir por cima das tuas fraldas.
Eu apenas concordei com a cabeça. A ainda estava chocado com tudo aquilo.
Depois de me fazer uma torrada e um café, ela deu-me um beijo e foi embora. Disse-me para eu não ir para a oficina porque a Emília estaria ali em breve e rematou:
- Tens de ser um bom menino para a Emília.
Lá estava novamente a pequena referência a eu ser um bebé.
Levantei-me, lavei a louça e fui escovar os dentes. Assim que terminei a Emília apareceu.
- Estás pronto? Tens um livro ou algo assim para te entreteres?
Peguei no meu livro e ela pegou na bolsa que Ana tinha deixado preparada.
- Vá, tudo bem, vamos embora.
Com isso ela levou-me até à sua carrinha pão de forma, colocou-me o cinto de segurança e subiu para o lado do condutor, isto levou mais tempo do que eu normalmente levava para ir a pé para a loja.
Chegados ao fim da rua ela saiu e ajudou-me a sair, foi abrir a loja e disse:
- Queres subir para o apartamento ou queres sentar-te aqui ao sol enquanto eu trabalho no computador?
Acomodei-me numa velha poltrona na porta da loja e sentei-me, mas não conseguia ler, apenas fiquei ali a pensar nas minhas coisas.
A Emília disse que estava a vender montes de fotos da Ana, mas que estava a evitar vender os meus móveis, até que eu melhorasse, isto para evitar que a loja ficasse um pouco vazia. Depois perguntou:
- Achas que podes fazer algumas molduras para mim e para a Ana? O trabalho fica melhor em molduras, e elas são tão caras.
Eu disse que podia, mas não tenha a certeza se queria, pois que no momento tinha outras preocupações. Eu estava a precisar de me aliviar e precisava de ir à casa de banho.
A custo disse-lhe que tinha de usar a casa de banho. Ela disse:
- Bem, eu vou fechar a porta da loja e vamos usar a sanita da minha casa de banho.
Ela fechou a porta e ajudou-me a subir as escadas, chegamos à casa de banho e eu agradeci dizendo:
- Eu trato de tudo a partir daqui.
Ela nem ouviu o que eu disse e mandou-me ficar quieto dizendo que ia tirar os meus calções e a fralda.
- Não está tudo bem, eu trato disso. Disse eu.
- Miguel faz o que eu de digo. Eu já te vi nu antes, não sejas tímido.
Com isso ela calmamente desapertou os meus calções, retirou-os e depois desapertou a fralda removendo-a da mesma forma que a Ana tinha feito.
Dei dois passos para trás e sentei-me na sanita e ela saiu do quarto.
Quando eu puxei a água da descarga e me levantei ela apareceu e disse:
- Bem feito, mas não fiques tão molhado da próxima vez, pede logo para eu te mudar.
Ela tinha um pano na mão e disse para eu me levantar para me poder limpar.
Enquanto ela me limpava começou a rir um pouco e eu perguntei o que havia de é tão engraçado.
- Bem, eles só te raparam metade dos pelos. Parece tão estranho, e te não vai ajudar a manter-te limpo nas mudanças.
- Olha, vamos depilar-te corretamente. Eu tenho algumas lâminas de barbear e podemos também depilar o topo das tuas pernas para te manteres limpo e fresco. Eu tenho que verificar a tua ferida e não me custa fazer-te a depilação. O que é que dizes? O que pensas?
Com aquela conversa ela me ajudou a levantar, virou-me e limpou o meu rabo com papel higiénico dizendo que deve ser tão difícil eu limpar-me correctamente sem ajuda.
Naquele momento eu estava a ficar destroçado. Nunca me tinha sentido tão humilhado em toda a minha vida.
Ela levou-me até ao quarto dela onde já tinha uma toalha e uma fralda prontas para me ser colocada.
Ela ajudou-me a deitar na posição correcta e guiou-me para a fralda.
Ela verificou a minha ferida, enchendo-a com creme, em seguida ela colocou-me pó de talco e prendeu a fralda.
Durante todos aqueles cuidados eu não consegui afastar os meus olhos de seus seios, que eu conseguia ver por baixo da sua camisa, ela não estava a usar um sutiã.
Ela levantou-se e disse:
- Porque estás tão triste? Estás a chorar.
- Não é correcto alguém ter que limpar o meu rabo! Disse eu.
- Não, o que não é correcto é ficares sentado com o rabo sujo!
- Se tu fores um bom menino para mim, o dia todo, eu posso apenas abrir a minha camisa e tu podes dar uma boa olhada para as minhas mamas. Disse ela sorrindo.
- Desculpa-me pelos meus olhares. Disse. Mas ainda sou um homem, só que não tenho erecções.
- Tudo bem, eu apenas quero que sejas um bom menino, sem mais lágrimas, e sem calças encharcadas. Disse ela.
Eu e a Emília descemos e ela reabriu a loja e ficou agarrada ao seu computador enquanto eu me sentava na poltrona e adormecia com o calor do sol no meu corpo.
Quando acordei a Emília disse que eu estivera a dormir algumas horas. Depois disse que se tinha saído bem naquele dia, tinha vendido algumas fotos e uma pintura online. Acrescentou:
- Vou fechar a loja porque a minha namorada está a chegar para irmos almoçar.
- Quem é a tua namorada? Eu não a quero conhecer neste estado. E ela disse:
- Tu já a conheces bobo. Sabes quem é a Judy? A médica do centro, conheceste-a quando saímos para jantar há uns messe atrás.
- Ah sei, sim! Mas eu honestamente não as imaginei, vocês as duas, como amigas. Disse eu.
- Sim, somos. Sabes que algumas médicas que tu conheces são lésbicas.
- Bem, não era isso, eu sempre pensei que uma das namoradas lésbica tinha que ser assim do tipo de mulher mais máscula, sabes bem o que eu digo.
- Bem, parece que aprendes-te algo de novo. Disse a Emília. A Judy vai olhar para a tua ferida e vai certificar-se de que está tudo bem e isso vai-te poupar uma ida ao hospital para verificar tudo.
Pensei, para mim, que ia ser embaraçoso.
A Emília teve que atender o telefone e quando ela terminou disse que a Judy estava quase a chegar. Mandou-me para a andar de cima e para tirar a fralda e deu-me um pano para eu ficar me enrolar enquanto esperava pela médica.
Ela foi ter comigo e limpou-me na casa de banho. Enquanto ela me limpava a Judy entrou e disse olá, de seguida, foi até à Emília e deu-lhe um grande beijo que eu não esperava.
Eu tinha minhas mãos à minha frente escondendo o meu pobre pauzinho.
A Judy veio ter comigo e disse que queria uma olhada à ferida, então eu tirei as minhas mãos. Ela deu uma boa olhada até me dizer para eu me virar. Ela perguntou:
- Como é que te sentes. Eu disse:
- Além de estar muito envergonhado, ainda me custa subir ou descer as escadas, e além disso, dói-me quando me tento lavar, e não consigo lavar-me atrás e tocar nas minhas costas.
- Sim. Disse a Emília. Ele ainda não se consegue limpar direito.
- Mas isso é normal e ainda bem que tens pessoas a ajudar-te. Se não fosse isso tinhas ficado no hospital.
Ela examinou a ferida da operação e disse:
- O corte está bom, a cicatrizar como deve. Tens é umas assaduras nas nádegas inferiores para as quais eu tenho um pouco de creme. A Emília disse que estás extremamente sensível por teres de usar fralda o tempo todo. Bem, é melhor isso do que mostrar a todos que molhaste as calças. Moramos numa pequena vila e aposto que quase todo mundo sabe que te tiraram a próstata. Muitas dessas pessoas sabem que não vais ter controle da bexiga por algum tempo.
- Mas eu pensei em usar apenas uns pensos absorventes por dentro dos calções. Disse eu.
- Bem, do jeito que estás encharcado, isso não é uma escolha. Mas talvez dentro de dias consigas ter algum controle de novo. Nem todas as pessoas voltam a ter controle na bexiga!
Eu aos poucos ficava mais assustado. Ela ainda disse:
- Eu trouxe algumas lâminas de barbear e um pouco de creme para tirar os teus pelos de toda esta área. Vai ser mais fácil manter-te limpo. Queres que seja eu ou a Emília a fazer a depilação?
- Eu não me importo que sejas tu, desde que sejas cuidadosa.
- Bom! Disse ela. Vamos continuar com isto enquanto a Emília prepara o almoço. Estou a morrer de fome.
A Emília já tinha ido para a cozinha e ela levou-me para o chuveiro onde me ensaboou e rapou os pelos de toda aquela parte. No final ela esfregou um pouco de creme depilatório em todas as minhas virilhas e na parte superior das minhas pernas. E disse:
- Oh, isto assim não vai ficar bem! Vamos fazer também as tuas pernas. E ela esfregou o creme sobre as pernas também.
- Certo! Disse ela. Espera um pouco que eu vou usar o chuveiro para tirar os restos de pelos, de toda esta parte e depois vou te secar tudo de novo. Quero manter a tua ferida seca.
Eu estava meio feliz por não estar a ter uma erecção. Normalmente eu estaria super duro. Mas o engraçado é que eu me sentia excitado mesmo sem a erecção. Ter uma médica de boa aparência segurando as minhas miudezas e pau era algo bem diferente do normal e até me estava a saber bem.
Ela ligou o chuveiro e lavou tudo, enquanto eu via os meus pelos a saírem pelo ralo. Passados minutos ela chamou a Emília, que veio até à casa de banho e disse-lhe:
- Podes trocar a fralda dele e usar aquele creme de fraldas que deixei no quarto enquanto eu vou tomar banho e lavar tudo que ficou no chuveiro.
Claro que a Emília concordou e estendeu-me uma toalha.
Segui a Emília até ao quarto dela. A fralda já estava aberta na cama com um tubo de creme e talco de bebé. Fui guiado de novo para me deitar na fralda.
- Podes te virar ou então ficar em pé? Pediu ela.
Levantei-me de novo e ela virou-me, esfregou o creme nas minhas nádegas e também espalhou um pouco de pó de talco.
De novo me ditei na fralda. Ela começou a ajeitar a fralda e estendendo a mão puxou o meu pau para cima e disse:
- Eu sei que deve ser mais confortável ter pelos, pelo menos todos fomos ensinados a não os tirar. Mas tu ficas muito melhor assim rapadinho. Acho que a minha irmã vai te querer sem pelos das sobrancelhas para baixo.
- Acho que não! Respondi eu.
- Bem, eu queria se tu fosses o meu parceiro. Disse ela.
- Ah pois claro e eu ia gostar de ver a Judy a tirar-te todos os pelos.
Ela ficou a rir-se e ficou contente por eu já estar a conseguir dizer uma piada.
Ela de seguida ajudou-me com a minha t-shirt e descemos para a mesa posta no varandim. Estava bom e quente, era quase primavera e as temperaturas estavam a ficar boas novamente.
A Emília acabou de pôr a mesa e trouxe-me uma taça de vinho.
Finalmente a Judy apareceu. Ela, assim arranjada de forma simples, parecia bem diferente. Tinha o cabelo num rabo de cavalo, calções e uma t-shirt solta.
As meninas abraçaram-se e beijaram-se.
A Judy pegou na sua taça de vinho e sentou-se comigo para esperar-mos pela Emília.
Depois do almoço a Ana telefonou para dizer que já estava em casa e perguntou se eu me tinha comportado bem e eu ouvi a Emília a dizer:
- Sim, ele está a ser um bom menino.
Depois de desligar ela disse:
- A Judy está em casa e acho que nós te devemos levar para lá. Um pequeno passeio vai fazer-te bem.
- As pessoas vão ver-me e ficam a saber que eu estou a usar fraldas. Disse eu.
- Não sejas bobo, ninguém vai perceber e temos sorte se aparecer alguém na vila. Vá vamos lá.
Fomos a caminhar lentamente estrada acima para minha casa. Encontramos algumas mães que iam esperar os filhos que regressavam da escola, mas elas não pareceram interessadas em olhar para mim e apenas disseram olá.
As meninas acompanharam-me até ao meu portão e disseram que iam continuar o seu passeio.
A Emília disse:
- Vai para casa que a mamã está à tua espera! Aquilo soou-me bem estranho.
Assim que entrei a minha mulher deu-me um grande abraço e perguntou-me como tinha sido o meu dia.
Eu contei-lhe que tinha sido barbeado, trocado e examinado pela namorada da Emília, a médica, e perguntei se ela sabia que elas eram parceiras.
- Sim! Disse ela. Há alguns meses. A Emília conta-me tudo, tu sabes bem como são as meninas.
Eu contei-lhe sobre todos os pequenos pormenores que me diziam que a Emilia me tentava tratar como um bebé.
- Bem. Disse a Ana. Eu acho que tu queres ser e que vais gostar de ser o nosso bebé, não é?
- Não! Disse eu.
- OOHH. Olha basta pensares em seres amado, vestido e não teres de tomar decisões, não é isso que tu realmente queres? Além disso, eu realmente ia adorar que tu fosses o meu bebé, quanto mais eu te trato como um, melhor eu me sinto. Pensa nisso, mas por enquanto vamos tirar-te essa fralda e eu vou tomar banho contigo, pois agora já podes molhar a sua ferida se tivermos cuidado.
A Ana despiu-se e depois despiu-me e fomos par o chuveiro.
Ela disse que adorava ver-me rapado e gentilmente lavou-me.
Comecei a sentir que ela estava excitada e comecei a chupar os seus seios perfeitos, de seguida, as minhas mãos desceram para a sua vagina. Eu estava a pensar em como ia conseguir ficar em posição de beijar a sua vagina, quando a senti a gozar bem depressa, ela devia estar excitada já há algumas horas.
Saí do banho primeiro e disse:
- Vou me secar, aproveita o banho.
Fui até às minhas coisas na casa de banho e peguei numa navalha limpa que levei para o chuveiro.
Abri a porta e disse:
- O que é bom para mim também é bom para ti. Ela pegou na navalha e fechou a cortina.
Eu sequei-me e esperei até que ela saísse do chuveiro.
Enquanto isso pensava que ela e eu agora não poderíamos ter filhos e que ela adorava ser mãe.
Eu a amo e deveria deixá-la fazer de mim o seu filho, por um tempo.
Acabei por considerar que o melhor era deixar que ela me tratasse como um bebé.
Eu até pensei que por vezes podia vir a gostar.
Fui para o quarto enquanto acabava de me enxugar, tentei ver-me ao espelho e pela primeira vez consegui aperceber-me da extensão dos estragos da operação.
Ouvi o chuveiro a ser desligado ela devia estar a secar-se.
Quando ela entrou no quarto eu estava sentado na cama, ela tinha uma toalha enrolada em volta dela.
Ela gentilmente empurrou-me para eu ficar deitado na cama e antes que eu percebesse eu tinha uma vagina careca colada ao meu rosto.
Ela gentilmente abaixou-se e eu ia colocar as minhas mãos para cima, para voltar a trabalhar nela, quando ela disse:
- Sem mãos! Usa apenas a tua língua mágica.
Passados minutos ela começou a gritar a teve um orgasmo bem forte, eu sorvi tudo aquele líquido que ele ia produzindo, sabia a mel.
Ela saiu de cima de mim e rapidamente vestiu-se enquanto me dizia para eu ficar deitado onde eu estava. Ela saiu do quarto e voltou com um pano de flanela, pó de talco de bebé e algo mais que eu não consegui distinguir.
Primeiro ela lavou o meu rosto não me deixando fazer nada, depois disse:
- Já usamos quase todas as fraldas descartáveis que a enfermeira nos deu, e por isso que eu tive que ir às compras. Sabes que eu odeio descartáveis, pois elas estragam o nosso meio ambiente, e eu trouxe isto para ti.
Ela mostrou uma fralda de pano felpuda com forro.
Eu disse que não me importava de usar as descartáveis.
Ela voltou ao seu armário e retirou uma chupeta amarela de tamanho adulto. Colocou-a nos meus lábios e disse:
- Tenta isto vai te relaxar e não podes reclamar enquanto está na tua boca. Na verdade, não tens permissão para falar ou para a tirar da boca.
Eu não podia dizer nada, pois sentia que ela iria colocar a chupeta de novo na minha boca.
- Vamos lá! Disse ela. Apenas para mim, apenas por um tempo, tens de ser o meu bebé. Podemos passar um bom tempo juntos, que é o que nós dois precisamos.
Com isso eu abri minha boca e comecei a chupar a chupeta.
Imediatamente eu pude sentir algo de estranho, tinha um gosto a mel, algo que eu nunca tinha provado antes.
A minha mulher coloco um resguardo na cama, de seguida, estendeu a fralda exterior com um pano absorvente por dentro. Ajudou-me a posicionar-me na fralda. Borrifou o pó de talco, puxou e juntou um dos lados com dois alfinetes de fraldas de cabeça amarela. Ela fez o mesmo para o outro lado puxando a fralda bem apertada e novamente ela usou dois alfinetes de fralda.
Ela ajudou-me a ficar de pé e admirou as fraldas.
Eu sentia o aquele volume grosso que estava entre as minhas pernas.
A fralda tinha duas camadas mais o absorvente que a engrossava.
Durante todo o tempo, da troca de fraldas, ela ia falando comigo como se eu fosse um bebé. Usava uma linguagem de uma mamã para o seu bebé.
Eu não disse nada e chupava apenas a chupeta na minha boca.
Ela agarrou na minha mão e levou-me para um dos quartos vagos da casa. A cama estava cheia de roupas, fraldas, babetes de plástico, t-shirts. Ela mostrou-me o guarda-roupa onde estavam algumas roupas penduradas.
Ela pegou num par de calças de plástico cor de limão e começou a vestir-me. Enquanto ela puxava as calças pelas minhas pernas, notei que elas tinham alguns folhos e bordados na parte de trás.
Ela certificou-se de que a fralda estava bem encaixada e, de seguida, vestiu-me uma t-shirt cor de limão. Notei que era muito mais curta do que as minhas, mostrando as novas calças de plástico.
- Uau! Disse ela. Estás adorável agora vamos para a sala onde eu montei uma cerca para poderes brincar com os teus novos blocos enquanto a mamã vai fazer o jantar.
2ª Parte
Gatinhei até à sala de estar e lá estava, no canto da sala, uma cerca com vários brinquedos macios e alguns blocos de construção.
Notei que a mamã tinha a sua câmera montada num tripé.
Eu olhei para ela e ela disse:
- É apenas para fazermos um pequeno livro de memórias para termos as tuas fotos de bebé.
Gatinhei até à cerca e sentei-me. Peguei num ursinho de peluche e ela disse:
- Espera que eu vou tirar uma foto.
Depois de muitas poses e de meia hora de fotos ela finalmente foi para a cozinha para fazer o jantar.
Pouco depois ela voltou para me levar para comer. Fez-me gatinhar até á nossa cozinha, onde a mesa de jantar estava posta. Ela ajudou-me a subir para uma cadeira e prendeu um babete ao redor do meu pescoço. Ela deu-me a comida à boca. Era um puré de legumes.
Ela, ao mesmo tempo, comeu a sua refeição, que era a mesma, mas a dela não era moída.
Após a refeição, ela limpou-me as mãos e a cara, tirou-me o babete e fui obrigado a gatinhar de volta para a cerca.
Quando a Emília apareceu foi direta para junto de mim para me ver a brincar com os meus blocos.
- Oh, ele está adorável! Disse ela à minha mulher.
A minha mulher disse-me para eu me levantar e dar uma volta. Eu pensei para comigo mesmo que não tinha sido aquilo que tínhamos combinada, mas eu obedeci. A tia Emília disse:
- Aah! As calcinhas de plástico com as rendas e folhos ficam tão lindas nele, acho que temos de lhe comprar mais, e também temos de vestir alguns vestidos.
Nesse momento apercebi-me que elas tinham preparado toda aquela encenação em conjunto.
Eu percebi que aquela era a minha nova vida. Eu agora ia ser para sempre um brinquedo nas mãos daquele trio de mulheres. Na minha mente germinava a ideia de que até a minha doença podia ter sido encenada e que a minha operação podia ser apenas um capricho delas.
EM BREVE PUBLICO O RESTO DESTE CONTO