40 - O VERÃO EM QUE FUI MENINA
A minha tia ficou quieta na porta do seu quarto, aquilo que me pareceu uma eternidade, apenas olhava para mim, não dizia nada.
Na última hora, eu me tinha diverti muito, experimentando as suas roupas e também tinha acabado de começar a experimentar a sua maquiagem quando ela inesperadamente voltou do trabalho e me descobriu. Agora ela estava ali parada olhando para mim enquanto eu tentava desesperadamente pensar numa explicação. Não era uma boa maneira de começar as férias de verão que eu tinha ido passar com os meus tios.
Depois do que me pareceram horas, ela finalmente falou e me perguntou o que é que eu estava a fazer.
Eu não tinha uma explicação, nem boa nem má, e comecei a gaguejar tentando explicar que estava curioso sobre o que era ser uma rapariga. Mas essa desculpa não produziu grande reação nela, ela apenas continuou de braços cruzados na porta do quarto olhando para mim com uma expressão diferente de todas as outras que eu já tinha visto ela fazer.
A minha tia Laura tinha trinta e poucos anos e trabalhava como consultora de de investimentos para uma grande empresa de seguros. O seu marido era um pouco mais velho e era advogado de uma empresa de que fomentava o desenvolvimento de alguns países subdesenvolvidos ou do terceiro mundo.
A minha mãe tinha sugerido, na primavera que eu fosse passar o meu verão, antes de entrar no ensino secundário, vivendo com eles e trabalhando num qualquer emprego que me pudesse ajudar na minha formação e também a poupar algum dinheiro para eu ser mais independente.
Para mim conseguir um emprego qualquer numa cidade grande como Lisboa, passar uns meses longe de casa e começar a me habituar a uma cidade grande antes de começar a faculdade era uma aventura. E eu claro que tinha aproveitado a proposta dela que era bem melhor do que passar os três meses de férias andando às voltas na aldeia com as poucas crianças minhas vizinhas e ficar entediado durante todo o verão com pouco mais que fazer que ouvir sempre as mesmas histórias.
Eu não via os meus tios há anos, talvez desde que eu era criança. Mas eu me lembrava deles como pessoas alegres e joviais com quem eu simpatizava e que eu gostava de visitar. Antes de partir para Lisboa a minha mãe sentou-se comigo e disse-me para me eu comportar e para tentar ficar longe dos problemas.
De alguma forma, eu me apercebi que o problema em que estava agora metido devia ser exatamente o que ela tinha em mente.
Eu continuava a gaguejar, procurando dar algum tipo de explicação que me pudesse tirar da posição embaraçosa em que me tinha colocado. Mas nada das palavras sem nexo que eu ia juntando e estava a dizer parecia ter efeito sobre a tia Laura, ela apenas continuava a olhar para mim e não dizia nada. Teria sido mais fácil se ela tivesse começado a gritar comigo. Assim o que estava a acontecer, o silêncio dela estava a falar como se fossem gritos, e também a expressão do seu rosto.
Eu finalmente, se calhar como qualquer outro adolescente, desabei e comecei a chorar, desculpando-me continuamente e sentindo as lágrimas a escorrerem-me pelo rosto.
O rímel que eu tinha aplicado de forma incorrecta começou a escorrer pelo meu rosto, misturando-se com o excesso de blush rosa e isso finalmente provocou uma reação nela, ela começou a rir e me disse que eu acabara de ter a minha primeira experiência para perceber como uma menina era.
Toda a minha maquiagem estava estragada com o choro. E ela gentilmente me disse para eu parar de chorar ou então ia encher o vestido de maquiagem e depois teríamos que o lavar.
Ela pegou numa toalha e enxugou as lágrimas do meu rosto, disse-me para eu me relaxar e observou a maquiagem que eu tinha aplicado, concluiu dizendo-me para eu ir tirar toda aquela pintura da cara. O tom dela era muito calmo e eu comecei a achar que ela ia esquecer tudo.
Também me disse para eu despir o vestido, ir tomar banho e acabar de tirar os restos de maquilhagem.
Eu comecei a sentir-me mais aliviado enquanto ligava a água do banho, mas assim que entrei na banheira e desliguei a água, eu a ouvi a falar ao telefone com o meu tio e comecei a ficar preocupado novamente. Ela percebeu que agora eu estava na banheira e fechou a porta do quarto onde ela estava de modo a que eu não pudesse ouvir a conversa que ela estava a ter.
A minha mente começou a andar a mil à hora, pensando no que ela devia poderia estar a dizer, preocupando-me com o que eles contariam aos meus pais e depois me mandariam de novo para casa para cumprir um qualquer castigo que os meus pais inventariam.
Eu apenas me deixei ficar sentado na banheira, com a minha mente a correr. Ela entrou e se sentou na borda da banheira.
Ela queria saber há quanto tempo eu estava curioso e queria saber o que era ser uma menina, e se eu pensava muito sobre isso, se eu já havia feito isto antes, e que mais eu pensava sobre todo aquele assunto.
Eu tentei responder-lhe o mais honestamente possível, e lhe disse que tinha já me interrogava sobre isso durante toda a minha vida, que pensava e me parecia que seria bom ser uma menina, e que eles eram as pessoas mais populares e queridas da escola.
Ela me voltou a fazer algumas perguntas: se eu já tinha namorado com alguma menina?
E eu disse-lhe que não, que eu era tímido e que não era muito social e não era muito bem visto ou aceite pelas meninas da minha escola.
Ela e eu conversamos por muito tempo sobre o que eu achava que seria ser uma menina.
Ao longo da conversa, a minha tia era agradável e parecia genuinamente simpática para mim e estava interessada em conhecer os meus sentimentos. Esta foi a primeira vez que consegui falar com alguém sobre estes assuntos e parecia que um grande peso estava saindo tirado dos meus ombros.
O fato de ela ser o tipo de mulher atraente que eu também sonhava ser, fez de tudo ser mais simples e melhor.
Enquanto conversávamos, comecei a ficar excitado. Isso frequentemente acontecia quando eu pensava em ser uma menina, mas agora era algo indesejável uma vez que era impossível eu esconder minha erecção dela que estava sentada ao meu lado na borda da banheira olhando para mim. Fiquei vermelho, mas ela apenas sorriu e disse-me para eu ficar relaxado e escutar tudo o que me ia propor.
Então ela me disse o que tinha pensado fazer. Primeiro me disse que tinha sido bom ela se sentir assim minha amiga a quem eu contara os meus pensamentos e que gostava de ser minha conselheira e que se eu quisesse, poderia me vestir como uma menina e fingir ser sua sobrinha.
Eu fiquei pouco envergonhado, mas animado, e rapidamente lhe disse que eu adoraria.
Ela sorriu e me disse que ela pensava que eu ia achar a realidade um pouco diferente da fantasia.
Ela me entregou uma gilete e me disse que se eu fosse ser sobrinha dela, eu precisava de rapar as minhas pernas e pêlos nas axilas. Ela me deu instruções sobre como me rapar sem me cortar ou fazer queimaduras graves.
Quando ela percebeu que que eu tinha a ideia básica de como me rapar, ela saiu da sala de banho, dizendo-me para eu ficar na banheira até que ela voltasse.
Eu estava tão absorto a rapar as pernas que perdi a noção do tempo. A Tia Laura entrou depois de uns momentos e ficou a observar-me eu a terminar. Quando eu terminei, ela me passou o chuveiro por todo o corpo, me fez passar a gilete de novo por uns quantos locais esquecidos e finalmente me fez sair do banho dando-me um creme calmante e perfumado para aplicar no meu corpo e ficou a ver eu fazer tudo.
Depois de eu aplicar nas partes do meu corpo que eu podia alcançar, ela aplicou nas minhas costas. Ela me perguntou se eu gostava da fragrância.
Enquanto me acabava de aplicar o creme nas costas ela me perguntou como é que eu gostaria de viver em tempo integral, se queria ser menino ou menina.
Inexplicavelmente a pergunta me provocou uma erecção ainda maior do que a que eu tinha tido no banho.
Ela percebeu isso e moveu a mão para acariciar o meu pénis. Nesse momento, o meu coração disparou e eu fiquei apavorado.
Estava uma mulher a tocar no meu pénis, e ainda por cima a minha tia. Eu não fazia ideia do que estava a acontecer ou de como devia reagir. Ela parecia não notar o meu medo e continuou a acariciar-me. Comecei a experimentar novos sentimentos que nunca tivera a ideia de que podiam existir. Conforme ela me deixava cada vez mais animado, ela me segredou ao ouvido que isto não era uma coisa muito "parecida com uma garota", que as garotas não tinham erecções, que se eu quisesse ser uma menina, seria melhor eu começar a pensar que na vida não teria mais um pénis erecto. Mas enquanto ela me segredava essas palavras continuava a acariciar o meu pénis até eu entrar em explosão e ter um forte orgasmo.
Assim que eu tive o meu orgasmo, ela lavou as mãos calmamente e me disse para eu limpar a porcaria que tinha feito no chão.
Ela saiu da sala de banho e voltou carregando um longo vestido de noite. Ela disse-me para eu o vestir e ir ajudá-la a começar o jantar. Eu entrei na cozinha com o vestido, mas agora estava a começar a ficar um pouco preocupado novamente. E perguntei-lhe se eu não devia ir colocar de novo as minhas roupas, já que o tio Carlos chegaria a casa em breve. Ela me disse para eu não me preocupar e apenas me ocupar descascando batatas. Eu obedeci, embora estivesse realmente com um pouco de medo de que meu tio chegasse a casa me visse daquele jeito.
Mas não tive que esperar muito, o tio Carlos chegou passados poucos minutos e foi diretamente para a cozinha ter connosco. Ele olhou para mim por um momento antes de se virar para minha tia e começar a falar com ela sobre o seu dia de trabalho. Ele não me disse nada sobre eu estar vestido com um vestido comprido, ele simplesmente ignorou por completo o vestido. Isso continuou durante o jantar e o resto da noite, ambos agindo como se nada incomum estivesse acontecendo.
Finalmente chegou a hora de dormir e a minha tia me disse para eu subir para o meu quarto e esperar por ela. Eu subi as escadas no meio de uma névoa, realmente confuso sobre o que estava a acontecer. Depois de alguns minutos, minha tia veio até ao meu quarto, me disse para eu fechar os olhos. Ela então me borrifou com perfume e aplicou um pouco de batom nos lábios. Me deu um pijama de menina para eu vestir, me beijou levemente na bochecha e disse para eu dormir bem.
Eu estava em choque. Não dormi muito naquela noite. Eu estava agora muito confuso e assustado, pensando no que estava a acontecer e esperando por algo horrível que iria acontecer a qualquer minuto.
Quando amanheceu, no entanto, reparei que tinha adormecido e dormido como uma pedra quando a minha tia começou a sacudir-me para eu acordar.
Com a cabeça ainda meio enevoada, eu percebi que ela estava sentada na cama a meu lado vestida apenas em um robe de noite quase transparente. Isso me acordou! Eu pulei cama e quase gritei. Ela sorriu e me empurrou de volta para a cama.
Ela então se inclinou e beijou com firmeza a minha boca. Enquanto ela me beijava senti a sua mão explorando os meus genitais novamente. Eu estava tentando chorar, mas ela colocou a língua na minha boca e estava me pressionando com força contra a cama. Comecei a afastá-la, mas ela agarrou as minhas mãos e as empurrou contra o travesseiro, acima da minha cabeça.
Agora eu estava totalmente ereto, mas realmente apavorado. Ela apenas continuou me beijando, explorando a minha boca com a língua, mesmo quando comecei a engasgar. Enquanto ela me beijava senti todo o seu corpo a deslizar para cima do meu. Eu tentei lutar com mais força, mas ela agarrou o meu cabelo e começou a puxá-lo com força. Senti uma de suas pernas empurrando e separando as minhas pernas, e ela colocou ambas as pernas entre as minhas e abriu as minhas pernas afastando-as mais do que eu pensava ser possível. Eu tentei lutar mas ela estava puxando o meu cabelo com força e me disse para eu parar de lutar ou ela iria arrancá-lo pela raiz. Estava quase a chorar, ela puxava o meu cabelo com força e eu estava com muitas dores.
Estava também totalmente confuso com o que estava a acontecer. Perguntei-lhe o que ela estava a fazer e ela apenas disse “Cala a boca vadia"! A referência a mim como mulher escapou-me no pânico do momento. Ela soltou os meus braços, mas continuou a puxar o meu cabelo e a dizer para eu parar de lutar. Com o seu braço livre, ela agarrou no meu pénis e começou a massajar a sua vagina com ele.
Recomecei a protestar novamente e nesse momento ela agarrou as minhas bolas e as apertou com tanta força que eu gritei. Ela me disse para eu calar a boca vadia e aguentar como uma menina.
Mais do que o abuso físico, a sua referência a mim como uma menina, teve o efeito de parar a minha tentativa de defesa, em menos de um minuto. Mas ela não parou, no entanto, tornando-se cada vez mais dura na forma como ela usava o meu pénis como vibrador.
Eu estava agora com dores não apenas no meu cabelo, mas também no meu pénis. Ela percebia isso claramente e parecia que isso a deixava mais animada.
Ela começou a me perguntar como eu me sentia por ser uma garota agora? Ao fazer isso, ela apertou meu pénis e bolas ainda mais forte, de modo que mais uma vez gritei de dor. Isso continuou por um tempo e então, de repente, ela me empurrou para dentro dela. Eu sempre imaginara que estar dentro de uma mulher seria agradável, mas ela estava subindo e descendo em mim de forma extremamente rude, de modo a que o meu pénis já dorido doía ainda mais.
Conforme ela ficava mais excitada, ela puxava o meu cabelo com mais e mais força pelo que perdi todo o senso de excitação erótica e fui consumido pela dor e pelo medo. Finalmente ela teve uma convulsão e tudo acabou. Quando ela relaxou em mim, ela beijou-me dizendo o quanto ela e o marido iriam aproveitar todo o verão da minha presença.
FIM