09 - Rico Maduro e Dotado
Tudo começou numa noite de outono. Já estava a frequentar a faculdade. Farto do estudo e sem sono resolvi ir apanhar um pouco de ar e ver o mar. O meu quarto ficava relativamente perto da praia, local agradável.
Coloquei as sapatilhas, umas calças de licra justas para correr e uma t-shirt bem apertada, tudo bem pensado de forma a realçar bem as minhas formas que começavam a ser bem femininas como eu queria.
Depois de um pequeno passeio, corrida, e já a escorrer suor resolvi voltar para casa pois quase não se via ninguém nas ruas, era já hora tardia e o tempo não estava lá muito agradável, começava a soprar vento e ameaçava chover.
Depois de ter deixado a praia entrei numas ruas que me levavam a casa e dei conta de algo de estranho. Reparei que era seguido por um automóvel. O carro parava quando eu olhava para trás e como eu continuava a andar punha-se depois em marcha muito de devagar. Continuei a andar e olhava de vez em quando para trás, repentinamente, o carro aproximou-se e eu resolvi parar. O carro, um Volvo carrinha, pára ao meu lado, lá dentro estava um homem aproximadamente com quarenta anos, de bigode, magro. Esta é única descrição que naquele dia conseguiria fazer. Tenho a certeza, que se eu não o tivesse voltado a encontrar, hoje se estivesse cara a cara com ele não seria capaz de o reconhecer.
Abre o vidro do lado do pendura e pergunta se eu não queria ir dar uma volta. Eu nem sequer pensei, respondi, “porque não” abri a porta do carro e entrei.
Seguidamente apresentámo-nos e ele perguntou se estava interessado em ir até um local sossegado. Eu respondi que sim e lá fomos nós. Saímos do bairro, fomos por uma estrada pouco movimentada e parámos num local deserto .
Ele puxou dos cigarros e me ofereceu um. Fumamos ambos um cigarro praticamente sem dizer nada um ao outro ou pelo menos não recordo grandes conversas. Terminado o cigarro ele resolve colocar uma mão sobre a minha perna e eu nada lhe disse. Pensei no que se iria passar, encostei-me no banco para trás, concentrei-me na mão colocada na minha perna e relaxei. Ele percebeu que podia avançar e seguidamente apalpou-me o pénis. Naquele momento estava ele já a crescer em todas as dimensões e mal dei conta estava já o meu pénis todo inchado fora das calças pois já me tinha posto a mão dentro das calças e tinha-o tirado para fora. Enquanto ele me batia uma tirou o dele também para fora e começou a masturbar os dois em simultâneo.
Entretanto eu resolvi colocar-me um pouco melhor, puxei as calças para baixo tentando tirar o máximo prazer da masturbação que me estava a ser oferecida.
Estiquei a minha mão e comecei também eu a masturbar o seu pénis que ia endurecendo com o contacto suave da minha mão.
A coisa não ficou por ali, como a masturbação era pouco comecei a sentir os dedos dele a percorrerem as minhas nádegas. Levantei um pouco o rabo do assento e ele enfia um dedo. Como a posição não era lá muito confortável, resolvi tirar totalmente as calças e as cuecas, deitei as costas do banco e perguntei-lhe se não cria explorar melhor o assunto. Ele disse que sim, eu deitei-me de barriga para baixo e virei o traseiro na sua direção para que ele o pudesse explorar. Começou por me enfiar um dedo pelo rabo acima e eu comecei a relaxar e a tentar tirar prazer daquela pequena penetração. Tão relaxado fiquei que em pouco tempo me vim na sua mão que ainda me segurava o pénis.
Passado um bocado ele resolve sair do lado do condutor e a muito custo coloca-se no mesmo banco por trás de mim.
Sinto o pénis dele a tentar forçar o meu olho e eu tento engolir aquela arma que se aproximava. Mas a coisa tornou-se um pouco complicada pois estava a ser penetrado por um de grandes dimensões, ainda nem sequer me tinha apercebido das dimensões do meu parceiro, mas não desisti. Nem o meu parceiro, pois ele queria-me enfiar aquele equipamento a todo o custo.
E assim foi, a muito custo e saliva lá foi entrando aquele bacamarte, sentia-me quase a rasgar, sentia dor mas ao mesmo tempo vontade de sentir o corpo dele encostado ao meu traseiro. Passado algum tempo assim aconteceu, enterrou-me aquele belíssimo pénis todo até ao fim. Depois da primeira penetração começou a deixar de doer e comecei a gozar o vai vem constante daquele instrumento.
Passado um minuto ou dois ele retira-se rapidamente para fora e vem-se nas minhas nádegas. Senti o esperma a correr para a entrada do meu ânus que estava ainda totalmente aberto. Depois do pénis bem espremido volta-me a penetrar mas desta vez com mais facilidade pois a esperma ajudava a lubrificar a entrada, ainda me deu algumas estocadas com as quais delirei de prazer. Por fim começou a perder a dureza e o tamanho daquele verdadeiro e delicioso instrumento começou a diminuir e o meu ânus começou a contrair e então o meu parceiro de aventura retirou-se definitivamente para o meu descontentamento.
Meio cansado e estourado pela corrida e pelo momento de prazer lá me vesti e pedi-lhe para me ir deixar na rua onde eu morava.
Ele perguntou-me quanto dinheiro me devia e eu surpreso nem lhe respondi, pelo que ele puxou da carteira e escolheu uma nota de 500$00, eu nada disse e agradeci.
Perguntei-lhe se ele queria repetir a doze um dia e dei-lhe o meu nome e número de telefone.
No dia seguinte os 500$00 foram todos para comprar uns sapatos de salto e roupa interior de menina.
Depois desta nota ganha sem eu a procurar claro que muitas outras se seguiram, mas como foram todas combinadas telefonicamente eu limitei-me a seguir as instruções que ele me dava, e que na maior parte das vezes era ir ter com ele a uma casa que ele tinha alugada no centro da cidade e onde ele me dava tempo e liberdade para eu me transformar em Elia e para poder ser uma mulher só para ele.
Por vezes ele me dava dinheiro para comprar as roupas que ele queria que eu usasse e as descrevia com grande precisão. Quando eu as usava ele ficava louco de desejo e me tratava como a sua menina linda, fazendo amor comigo pela noite dentro.
O melhor que todo este romance me deu foram as dezenas de peças de roupa que eu fui comprando com o dinheiro que ele me dava.
Mas como tudo o mais também os romances acabam ............
FIM