08 - REFORMADA ABUSADORA
Como vocês também devem saber eu durante o dia sou Luís, no trabalho, e chegada a casa sou Elia e mudo por completo a minha personalidade.
Na minha rotina diária vou até ao meu trabalho e no final do dia mal estaciono na garagem entro no mundo da Elia do qual só saio no dia seguinte às sete da manhã quando toca o despertador.
Moro isolada e posso sempre andar como quero na minha casa, a maior parte dos dias de semana mal chego a casa me arranjo para ir fazer a minha caminhada diária e por vezes vou de Luís por outra vou de Elia. Geralmente quando saio de casa ainda com luz do dia vou de Luís e se por acaso me atraso mais e já saio de noite então me dou ao trabalho de me transformar e saio como Elia.
E assim mais uma vez venho vos contar uma das minhas histórias que aqui vou conseguindo relatar, nem todas são reais, algumas são meio verdades outras completa ficção, outras algo que ficou pelo meio, algumas aconteceram mesmo como esta que agora aqui deixo.
Cheguei a casa chateada depois de mais um dia de trabalho monótono e chato, o dia escuro e nublado em nada me ajudava a esbater a minha má disposição. Decidi sem demora que devia ir fazer o meu exercício diário e suar o mais possível, subi o meu quarto e tirei o fato e gravata que levo para o trabalho e vesti a minha roupa interior feminina que uso para fazer as caminhadas, mas por cima vesti apenas uma sweet-shirt e as calças do Luís. Ao sair apenas apanhei as chaves e o casaco fino de chuva sem me aperceber que também devia ter levado também o guarda chuva por causa das nuvens escuras que se aproximavam vindas do norte.
Todos os dias me decido por uma volta diferente e embora tente fazer quase sempre uma volta de 10km nem sempre consigo fazer o mesmo ritmo e os caminhos são sempre diferentes. Regra geral tanto fazer uma hora, 5 ou 6 km, numa direcção e depois é regressar para casa.
Neste dia mal me tinha afastado de casa uns 20 minutos senti que tinha de colocar o casaco da chuva, que embora seja fino me faz suar bastante e se estiver muita humidade no ar me faz ficar com a roupa toda encharcada, mas estava a cair uma chuva miúda e tive mesmo que o vestir.
Para apanhar menos chuva me decidi por outro caminho e dar uma volta que passa por meio da povoação perto de mim. Eu raramente vou à povoação e pouca gente lá conheço, apenas digo o meu bom dia quando me cruzo ocasionalmente com alguém ou quando lá passo para ir comprar pão e pouco mais. Mas o caminho passando por lá era mais protegido da chuva e não hesitei em atalhar por lá.
Ia encostado aos muros e tentando me proteger com os beirais da casa quando passei por uma varanda onde estava uma senhora a fumar que habitualmente eu cumprimentava quando passava, eu nem sabia o seu nome ou algo sobre ela, e quando passei lá disse novamente o meu bom dia vizinha.
De imediato ele me acenou e me chamou:
- Olhe vizinho, venha cá por favor.
Eu parei e voltei para debaixo da sua varanda e ele me perguntou se eu entendia algo sobre televisões que a dela não estava a funcionar bem. Eu de imediato me ofereci para ajudar a pobre senhora, apenas a conhecia de vista e me lembro de a ter visto sempre agarrado aos seus cigarros, ela aparentava ter mais que 60 anos e sempre que me tinha cruzado com ela na rua ele ia só, pelo que não vi problema em a ajudar.
Ela me disse para entrar pela porta lateral da cozinha e eu mal entrei tirei as sapatilhas cheias de lama e ia tirar o meu casaco mas optei por o deixar vestido pois sabia que por baixo a sweet-shirt toda suada estaria meio transparente e de certeza que se veria o sutiã que eu tinha posto.
Ela me mostrou a sala onde tinha a TV e eu verifiquei os cabos, reiniciei a box, e mandei o comando procurar os canais e tudo isto ainda demorou uns bons 10 minutos, durante os quais a chuva na rua começou a ganhar alguma intensidade que eu não esperava.
Quando lhe dei o comando para a mão e lhe expliquei o que tinha feito e o que ela devia fazer caso voltasse a acontecer o mesmo ela ficou muito agradecida e me apertou a mão.
Logo de seguida voltou a me agarrar a mão e me disse:
- Que horror tem as mão geladas e molhadas e agora vai ter de voltar para a rua para esta chuva que ficou mais forte. Por favor venha aqui para a minha cozinha que está mais quente e aceite uma chávena de café quente que eu ponho a fazer num instante.
Perante tal simpatia e vendo que lá fora a chuva prometia cair por mais uma boa meia hora aceitei o café que a senhora me oferecia.
Querendo ser simpático com ela me ofereci para ajudar a fazer o café mas ela me disse para eu tirar o casaco e me sentar à mesa.
Eu me sentei enquanto ela punha o café na máquina de filtro de papel e colocava a água ligando a electricidade. Depois foi buscar as chávenas e umas bolachas e colocou em frente a mim e ficou a olhar para o meu casaco meio molhado voltando a dizer-me para eu o tirar.
Eu me desculpei dizendo que não era necessário mas ela tanto insistiu dizendo que o punha a secar por 5 minutos na sua máquina que eu acabei por tirar o casaco. Como eu previa por baixo do casaco a sweet-shirt estava toda suada e deixava ver o sutiã.
Ela olhou viu mas nada disse colocou o casaco na máquina de secar e foi ao quarto ao lado de onde a ouvi mexer em algumas gavetas e de onde ela trouxe sorrindo uma camisola que devia ser dela e me estendeu sorrindo e dizendo:
- Tire também a sua camisola e interior que eu também coloco para secar, não tenha vergonha que eu não vou contar a ninguém.
Assim fiz tirei a sweet-shirt e o sutiã e lhe estendi pegando na camisola que ela me estendia. Vesti a camisaola que devia ser dela e me ficava super apertada mas estava seca enquanto ela voltava a abrir a máquina e colocava lá o resto da roupa a secar.
O café ficou pronto e ela serviu e se sentou comigo à mesa sorrindo eu completamente corado e um pouco atrapalhado. Ela querendo ser simpática.
- Esteja descansado que eu não fico surpresa por ver um homem com roupa interior de senhora. Já vivi muito e sei que existem muitas diferenças entre as pessoas e sei aceitar tudo isso sem críticas. Me diga como se chama? Eu sou Teresa.
- Eu sou Luís e lhe agradeço imenso esta sua simpatia e atenção, não estava à espera de apanhar tanta chuva e frio e de facto este seu café me está a saber bem, e a sua camisola é muito confortável.
- Olhe Luís ela lhe fica bem se quiser pode ficar com ela.
- Não obrigado eu não quero abusar da sua simpatia.
- Ora não abusa e a sua presença já me ajudou, me arranjou a TV, e agora me está a fazer companhia para o meu lanche. Me diga se não se importar, aquela sua peça de roupa interior é bem bonita, onde a comprou?
Lhe expliquei que costumava comprar algumas coisas na internet e que gostava de usar aquele tipo de roupa feminina por dentro e ela me escutou com atenção acenando em concordância. Até que me interrompeu e me perguntou?
- Luís você é homossexual? Gosta de homens?
- Não eu sou bi gosto de pessoas, homens e mulheres sem me preocupar com as diferenças.
- Ok acho que percebi. Agora tome o seu café e fique à vontade que eu vou ali à varanda fumar mais uma cigarrilha das minhas.
Fui bebendo o café molhando as bolachas e mais confortável fui espreitando para toda a cozinha, agradável, totalmente equipada, com muita coisa pendurada mas tudo em ordem, limpo e arrumado.
Passados alguns minutos ela voltou a aparecer sorridente e foi direta ao assunto sem rodeios.
- Luís você parece ser um rapaz moderno e liberal eu sou ferrenha adepta da prática de inversão de papéis, sabe o que é?
Eu meio corado acenei positivamente
- Ok então eu quero que você seja meu parceiro esta noite e quero que você se arranje para isso. Eu sei que o Luís por vezes passa por aqui à minha porta vestido de menina, já o vi passar algumas vezes e sei que você se sabe arranjar muito bem.
Eu fiquei em silêncio sem saber o que dizer e ela continuou explicando eu já me tinha visto passar vestido de menina e que por acaso tinha relacionado e visto que eu umas vezes passava vestido de homem e outras de menina.
Ela me pegou na mão e me levou para o seu quarto de vestir onde me mandou eu tirar toda a roupa. Enquanto eu me despia ela foi abrindo todos os seus armários e mostrando as suas roupas me disse para eu escolher, mas para não me vestir logo que ela me queria dar um banho primeiro.
Assim foi escolhi algumas peças de roupa, ela me levou nu para a casa de banho onde me lavou todo e com agrado me inspecionou verificando que eu estava bem depilado e me deu uma gilete para eu rapar a cara.
De seguida me vestiu um robe e e me levou para a sua mesa de pinturas onde se divertiu a me arranjar as unhas e a pintar, onde de seguida me pintou a cara e no fim me penteou o cabelo tentando lhe dar alguma volume e quando viu que o meu cabelo não ia ser fácil foi buscar um pouco de fixador e colocou no meu cabelo fazendo-o ficar todo em pé.
Inspecionou tudo o que eu tinha escolhido para vestir, mudou algumas das peças, me forçou os pés dentro de um par de sapatos apertados, me ajudou a vestir tudo e no final disse que gostava.
Fomos as duas para a sala e ela me perguntou qual era o meu nome de mulher, tendo-lhe então eu mais à vontade lhe explicado que normalmente a essa hora do dia normalmente já era Elia.
Ela me vestiu uma gabardine e me levou a passear no seu carro pelo meio da povoação. Quando chegou frente ao café da vila me deu dinheiro e me mandou comprar as suas cigarrilhas e eu sem medo lá fui entrar no café que tinha meia dúzia de velhotes a ver a TV e que mal deram pela minha presença pedi os cigarros, paguei e voltei para o carro sorrindo.
Disse que me queria levar a jantar fora e cumpriu a sua promessa. Mal sabia ela que me estava a dar um dia maravilhoso com o qual eu sonhava e que era uma das minhas ambições.
Chegadas ao fim da noite me levou para sua casa me mostrou o seu quarto me disse para eu esperar e foi se arranjar. Esperei um pouco e quando ela entrou no quarto estava totalmente vestida como um homem. Por baixo das suas calças eu via um grande volume que quase me hipnotizou. Quando ele chegou perto de mim me mandou abrir o fecho de suas calças e me disse para tirar o seu pénis para fora e para o chupar. Assim fiz abri o seu acho calmamente, coloquei lá a mão e senti tomo aquele grande volume dobrado que mal cabia nas sua calças apertadas. Retirei o postiço de borracha macia que ela tinha e comecei-o a chupar colocando a cabeça nos meus lábios e enchendo-o com a minha saliva, levando-o até à minha garganta até me sentir quase a vomitar.
Depois disso tudo se precipitou ela me mandou levantar a saias e me deitei na borda da cama ela veio por trás de mim e quase sem pedir licença foi entrando por mim e foi me forçando, senti que estava a ser rasgada por dentro e que ia desmaiar. O meu pénis tinha começado a ejacular sem parar e eu mal me consegui mexer ou fazer qualquer alteração ao que me estava a acontecer. Certamente que ela se apercebeu do que se passava mas continuou por vários minutos a castigar-me sem parar até que ela ficou sem fôlego e teve que se retirar.
Eu fiquei estendida na cama sem reação, toda suja e sem conseguir imaginar no que poderia suceder com toda aquela brutalidade. Então ela me virou na cama se despiu se sentou na minha cara e me obrigou a lhe fazer um minete até que sentiu estar toda molhada depois me colocou o seu cinto com um dildo gigante e me montou como se eu fosse o seu brinquedo.
Ela se deliciou até se vir e no final se limitou a mandar-me à casa de banho ir buscar toalhas para eu a lavar e refrescar.
Adormeceu e não quis saber de mais nada. Eu fui tomar banho, busquei as minhas roupas de Luís me vesti, calcei as sapatilhas e fugi.
Passados dias quando voltei a passar por ela cumprimentei-a um pouco a medo e ela limitou-se a acenar e sorrir.
FIM