14 - Daniel e Amanda
Daniel deu um pulo, assustado com o som do seu telemóvel a tocar. Percebendo que tinha acabado de acordar, gemeu inclinando-se para pegar no telemóvel e atender.
- Olá, respondeu sonolento.
- Ei D, olá estás ocupado?
Uma voz tímida mas brincalhona saia do telefone. Daniel reconheceu a voz imediatamente.
- Oi, Amanda, respondeu, animado, um pouco mais acordado.
- Nah, não estou ocupado. Adormeci a ver um jogo de voleibol. O que há?
Houve uma breve pausa antes de ela responder.
- Eu, eu … estava a pensar se tu gostarias de sair, dar uma volta? perguntou ela, nervosa. Daniel ficou surpreendido com o convite. Ele começou a sorrir, pensando no que podia significar “dar uma volta”.
- Olha, eu acho que o Júlio não ia gostar disso, brincou ele. Houve outra pausa antes de ela falar novamente.
- Nós terminamos tudo, disse ela. A sua voz soou baixa. Foi a vez do Daniel levar mais tempo a responder.
- Estou em tua casa em breve, disse ele finalmente.
- Estou à tua espera, respondeu ela alegremente.
Daniel levantou-se enquanto acabava a conversa, foi lavar a cara, tirou uma garrafa de licor do seu armário de bebidas e logo saiu porta fora. A viagem de vinte minutos para a casa de Amanda geralmente era rápida, mas hoje parecia que estava a demorar horas.
Enquanto ele fazia o caminho para a casa de Amanda, a sua mente vagou e pensou no Júlio. "Aquele idiota", e riu para si mesmo. Daniel nunca entendera por que é que a Amanda estava interessada nele. Ele nunca parava de reclamar, nunca estava em forma e nunca parecia muito entusiasmado com o fato da Amanda ser transsexual. "Talvez o dela fosse maior", e riu de novo.
Quando se tinham conhecido, Júlio tinha mostrado claramente que não gostava de Daniel, e o sentimento ficara mútuo. Mais tarde, ele percebeu que o Júlio se sentia intimidado por ele. Possivelmente devido ao Daniel ser mais alto e ter aquele aspecto louro. E também era, obviamente, devido ao Daniel ser mais bonito. No fundo, ele odiava ver a Amanda com o Júlio. Ele tinha uma figura patética para um rapaz, quanto mais para um homem.
Mas a sua mente voltou de novo para a Amanda. Já se tinham passados uns seis meses desde a última vez que se tinham visto, e talvez uns doze meses desde o seu último arrufo de namoro. Parecia que tinha sido há muito tempo.
Ele se recordou de toda a história que começara alguns anos antes. Ele tinha acabado de levar a sua equipe de voleibol à final do campeonato universitário. Enquanto todos os seus colegas tinham se despachado e saído para comemorarem, ele tinha ficado no vestiário a saborear a vitória e a pensar na estratégia da próxima fase. Embora a sua equipe tivesse vencido, ele se sentia um pouco em dúvida sobre o seu futuro. Ele ainda estava no primeiro ano da universidade. Ele se devia considerar um profissional? Podia aceitar o convite de alguma equipe de topo? O que havia para ele além do voleibol? Os pensamentos estavam a começar a ser assustadores, até que a Amanda entrou. Vestia uns jeans, uma camisola da universidade, cachecol da equipe e um monte de jóias artesanais, ela era um raio de sol naquele balneário. Seu sorriso por si só foi suficiente para iluminar o escuro da cave onde estavam.
Ele não a conhecia nem sabia que ela era uma rapariga diferente das outras, mas percebeu que ela tinha ido lá para lhe dar os parabéns pelo jogo. E ela vendo-o assim só sem ter ido celebrar co a sua equipa acabou por o convidar para ir tomar um copo e conversar com ele.
O certo é que um copo levou a outro e a uma conversa boa e quando, no fim da noite, ele lhe pediu para ela o confortar e o fazer feliz, e ela lhe disse que era transexual ele ainda ficou mais interessado e foi uma noite de estreias: a primeira vez que fazia sexo com uma trans, a primeira vez que teve sexo anal e oral, a primeira vez que foi penetrado e que tinha tido um pénis na sua boca. Experiência que mudara por completo a forma de encarar as relações sexuais e lhe abrira por completo os horizontes. Ele podia sentir a sua própria agitação ao conduzir aproximando-se da rua dela.
Daniel se tentou recompôr quando parou no estacionamento da Amanda. Ele se tentou acalmar e disse a si mesmo que estava lá para ser um amigo primeiro e só depois, se fosse possível, um amante. Seus pensamentos foram interrompidos quando Amanda apareceu na porta da entrada da casa. Ela estava usando um vestido de algodão felpudo rosa que abraçava frouxamente seu corpo e caía até o meio da coxa. O seu sedoso cabelo preto caía sobre os ombros. Recuperando a sua atenção e os movimentos ele agarrou a garrafa do banco do passageiro e saiu.
- Ei, linda, chamou ele, fechando a porta do carro atrás de si, Há muito tempo que não davas notícias.
Amanda sorriu:
- Claro, havia alguém que não ficava contente quando eu falava contigo. E, de qualquer forma, também não ouço falar de ti há muito tempo.
Daniel caminhou pela calçada e respondeu:
- Bem, nós dois sabemos que havia alguém não gostava de mim e eu não queria ter que arranjar problemas por ele mexer contigo.
Eles riram em uníssono enquanto se abraçaram.
- É bom te ver, Daniel, disse Amanda.
- Eu também estou contente por te ver, respondeu Daniel.
Quando entraram, Daniel se lembrou da casa. Tudo ainda parecia o mesmo. Amanda passara a sua primeira infância na Índia e o resto cá. Ela crescera abraçando as duas culturas, tinha decorado a casa num estilo que ela apelidava de cabana rústica e saloia. Ele voltou a olhar atentamente para ela, dando-lhe toda a sua atenção. Alta para os padrões, mas baixa comparada com o Daniel que tinha mais de 1,90 metros de altura. A sua figura de ampulheta preenchia o vestido perfeitamente. Ela estava radiante. Ela poderia ser a reencarnação de uma princesa indiana. Algo sobre a noite, seja dentro ou fora, parecia fazer a sua pele bronzeada brilhar. Daniel nunca soube o porquê, mas resumiu que ela era especial de alguma forma.
- Senta-te, disse ela, dirigindo-se à cozinha, acho que tenho uma garrafa de vinho.
- Na verdade, Daniel rebateu, mostrando a garrafa de licor, considerando a situação tenho aqui um que tu gostas.
Amanda gritou de excitação:
- Hui tu ainda te lembras? é incrível. Ela procurou dois copos na cozinha e ela e Daniel se sentaram comodamente no sofá. Eles riram e conversaram recordando os velhos tempos por quase meia hora, divertindo-se com as suas memórias. Amanda gabava o físico de Daniel. Ela costumava dizer que ele se enquadrava com os deuses gregos. Ele respondia que um homem assim tão louro provavelmente não se enquadrava com os gregos. E ela argumentava que eles abririam uma exceção. Há três que saíra da equipa de voleibol da faculdade e ele ainda estava em ótima forma.
- Eu ainda não consigo acreditar que tu não optas-te por uma carreira de profissional.
Ela tomou um gole rápido de sua bebida.
- Tinhas um monte de equipas profissionais interessadas em ti, mas acho que tua mente estava voltada para outras coisas, e agora és o “Treinador Daniel”, provocou ela.
- Bem, começou ele justificando-se, depois que ganhamos o campeonato no nosso primeiro ano, eu não sabia o que fazer. E depois de tu e eu termos conversado, percebi que me sentiria muito mais útil treinando e trabalhando com a comunidade escolar. Todos as tuas conversas de professora me trouxeram até aqui, Professora Amanda Patel.
- Aww, ela corou, desviando o olhar.
Daniel olhou para ela por um momento, antes de se lhe falar dos seus assuntos sensíveis.
- Então, é preciso eu ir ter uma conversinha com o teu Júlio?
Amanda tomou outro gole de licor.
- Não! Mas ele não deve ser difícil de encontrar. Provavelmente está tentando encontrar algo fácil num qualquer bar de merda.
- O que aconteceu?
- Ele disse que as coisas não estavam a dar certo, começou ela a responder, mas acho que a verdade é que ele não gostava de estar com alguém que não conseguia controlar ou menosprezar.
- O que tu queres dizer? Daniel parecia preocupado agora.
- Quando começamos a namorar, ele tentou ser o senhor macho e mandar em mim, o que não foi lá muito fácil para ele. Mas agora para o fim, acredita, ele até tentou se impor fisicamente?
Daniel riu e soltou um suspiro lento.
- O quanto é que tu o machucas-te? Por mais educada e respeitosa que fosse, Amanda era durona.
Ela sorriu.
- Nada de especial, só lhe fiz um olho roxo e algumas nódoas negras. Os seus olhos brilharam. Assim que ele entendeu que somos iguais ele viu que ninguém precisava estar no controle e as coisas até que ficaram bem.
- Excepto na cama, avançou o Daniel interrompendo-a.
- O que te faz dizer isso? ela parecia confusa.
- Eu estou aqui.
Amanda sorriu, olhando para o copo.
- Não foi mau. Eu não tive que implorar muito para o convencer, mas ele ficava indiferente e não sabia apreciar.
O pensamento de Amanda estar no topo trouxe uma memória agradável à mente de Daniel.
- Te lembras da nossa última vez? perguntou.
Nessa altura Júlio e Amanda ainda não estavam juntos, e ela tinha tido uma semana difícil com os seus alunos. Daniel tinha passado pela sua escola primária para a surpreender no final do dia. O plano era levá-la para jantar e a animar. Em vez disso, eles acabaram no chão do banheiro da sua sala de aula, onde ela despejara uma grande quantidade de esperma nele. Mais tarde naquela noite, ele também lhe retribuiu o favor, duas vezes.
- Oh meu Deus, disse ela, colocando a bebida na mesa. A professora que te viu no corredor me incomodou por semanas depois de tu apareceres. “Quem era aquele belo cavalheiro que a veio ver?” “O rapaz com aparência atlética vem cá hoje?” “Ele tem irmão?” Ela ainda faz perguntas sobre ti, acrescentou.
- Sério, Daniel fingiu estar chocado, ela não tem 60 anos?
- Ela tem cinquenta e dois anos, mas de qualquer forma ainda é uma tigresa, Amanda piscou o olho. Daniel olhou-a, sentindo-se um pouco desconfortável. Amanda continuou:
- Ela também perguntou por que não estamos juntos.
- Olha, porque tentamos ser mais do que amigos com benefícios e fomos péssimos nisso, respondeu Daniel.
- Verdade, concordou Amanda. Mas isso foi durante nossos últimos meses. Eu tinha dúvidas sobre a escola o ensino e tu ainda não tinhas tomado a tua decisão sobre a tua carreira.
- Sim, havia muita coisa a acontecer. Todos os nossos amigos estavam muito felizes por nós, parecia que tínhamos que fazer mais e mais para não os decepcionar. Felizmente, fomos capazes de manter nossa amizade.
Amanda olhou fixamente para o seu copo; um sorriso se espalhou lentamente por seu rosto.
- Sim, pelo menos fomos capazes de acertar na parte da amizade.
- A parte dos benefícios também não foi mau de todo. Brincou ainda o Daniel.
Amanda corou.
- Bem, tu fazias as coisas serem fáceis, treinador Daniel.
- Eu, disse Daniel, e tu? Com aqueles teus olhos verdes lindos e aquele sorriso fofinho. Sentada a mostrar aquelas tuas pernas sexy.
Daniel sentia o seu pénis a ficar mais duro e sabia que o mesmo estava a acontecer com a Amanda. Relembrar era bom, mas ele sabia o que ela realmente estava procurando. Ele se inclinou e espreitou para baixo da saia do vestido dela.
- Não vale a pena perder mais tempo, pelo que estou a ver, os olhos de Amanda brilharam, enquanto ela se recostava. Ela puxou o seu vestido até à cintura.
- Para quê brincar? Disse o Daniel enquanto lhe puxava as calcinhas pretas para baixo. Seu pau, não circuncidado, estava imaculado como sempre. Era a perfeita definição de um pénis em erecção para qualquer pessoa; não era muito grande, mas definitivamente não era pequeno. Ele ganhou vida, implorando por atenção. Daniel o envolveu com sua boca. Amanda soltou um gemido, empurrando mais fundo na sua garganta. As suas bolas tinham a forma perfeita de ameixas. Daniel brincou com elas enquanto lambia e chupava.
- Porra, gemeu a Amanda, Já faz tanto tempo. Ela curvou a sua boca lentamente enquanto ele chupava. Estendeu a mão e pescou o pau de Daniel. Era do mesmo diâmetro que o dela, mas um pouco maior em comprimento. Para ela, ele era um atleta esculpido com uma lança no local do pénis. Ela acariciou o pénis dele enquanto ele trabalhava o dela com a boca. Daniel deslizou para fora de suas calças para lhe dar melhor acesso ao seu pénis. Ela gostava de sentir o seu pénis massajado pela boca do Daniel, mas ela queria mais. Meses sem um rabinho a tinham deixado ansiosa para cutucar, e estava pronta a libertar o animal dentro dela. Isso continuou por alguns momentos, até que a Amanda tirou o seu pau da boca de Daniel dizendo:
- Vamos, e levantou-se. A calcinha caiu no chão. Eu preciso mais do que boca. Ela conduziu Daniel, puxando-o pelo pénis já erecto para o seu quarto.
- Tire essas roupas, ordenou ela, eu vou primeiro. Ela tirou o vestido, revelando o resto de seu corpo tonificado e a falta de sutiã.
- Não podia ser de outra maneira, respondeu o Daniel. Tirou os sapatos e a calça, depois arrancou a camisa. Como é que me queres? perguntou ele.
- De frente - disse Amanda por cima do ombro enquanto procurava na gaveta da mesinha de cabeceira.
Daniel se sentou na beira da cama e se recostou com as pernas para cima. Mais uma vez, Amanda o admirou, um Adônis louro, esperando com entusiasmo para ser penetrado. Ela lubrificou o seu buraco e o trabalhou com o polegar. Seu pénis estava já latejando e uma gota de pré-gozo saiu. Com a outra mão, ela apertou uma quantidade generosa de lubrificante em sua palma, jogou o tubo de lado e esfregou o lubrificante em seu pénis. O lubrificante estava frio, enviando uma sensação de formigueiro pelo seu corpo. Quando ela sentiu que ele estava pronto, ela esfregou seu pénis contra a fenda do Daniel, batendo com a cabeça contra sua entrada.
- Está pronto? perguntou.
- Pode vir, respondeu ele sorrindo. Com isso, ela empurrou em sua fenda. Cada um deles soltou um gemido enquanto ela ia, empurrando mais e mais até que ficou toda enterrada dentro dele. A partir daí, ela entrou e saiu, acostumando-se à sensação. Daniel acariciou o seu pénis enquanto ela o penetrava. Fazia muito tempo que ele não tinha um pénis dentro dele. Ele riu para si mesmo, percebendo que o dela tinha sido o único pau que ele já tivera dentro de si. Vais me foder ou vais continuar a me provocar? rosnou ele.
Amanda riu. E avançou mais para a cama, começando a acelerar as suas estocadas.
- Porra, sim! gemia o Daniel. Com a mão livre, ele estendeu a mão e sentiu um dos seios de Amanda quando eles balançaram na frente dele. Eles eram suaves ao toque com seu formato de uma suculenta toranja. Ele se levantou o suficiente para mordiscar e beijar seus mamilos. Amanda engasgou em resposta, levando-a a se inclinar sobre ele e foder com mais força. Daniel se deitou e continuou massajando seu pénis. Ele olhou para Amanda. Mesmo coberta de suor, ela era linda, bombeando para dentro dele. Amanda olhou para Daniel também. A ex-estrela do voleibol, com as pernas bem abertas, feliz em levar com o seu pau. Era demais.
- Foda-se, ela respirava forte enquanto gozava. A erupção causou arrepios em seu corpo. Ela continuou transando com seu traseiro, saboreando a sensação. Gemidos suaves escaparam de seus lábios, se transformando num pequeno gemido fofo. Ela mordeu o lábio inferior, deixando o resto de seu esperma escorrer. Quando seu orgasmo finalmente diminuiu, ela começou a rir.
- Não chegava aqui ao topo há meses.
- Parece que sim, Daniel se contorcia, sentindo o calor crescendo dentro dele.
Amanda se inclinou e o beijou. Seu pau mole escorregou facilmente para fora da fenda de Daniel. Ela desceu pelo corpo dele. De seus lábios, ela foi para seu pescoço, então desceu pelo peito e abdómen esculpidos até que ela chegou ao seu pénis. Ela envolveu uma mão em torno da haste e usou a outra para segurar as suas bolas.
- Eu não seria uma boa dona de casa se não te retribuísse o favor, achas? Ronronava ela. Ela envolveu a cabeça do seu pêénis com uma mistura de luxúria e excitação.
- Meu Deus, tu és tão boa, Daniel grunhiu enquanto ela tomava mais de seu pénis na sua boca. Ele agarrou-se aos lençóis, cerrando os dentes. Foi alucinante. A sala se encheu com os sons da sucção da Amanda e dos gemidos guturais do Daniel. Embora ela nunca se considerasse uma experiente segadora de pau, Amanda sabia deixar um pau tão molhado que não havia necessidade de lubrificante. Ele podia sentir a língua dela deslizando ao redor da sua haste. Pensou nela chupando um pirulito. Ele olhou para ela para ver o que se passava. O seu cabelo estava numa confusão, mas de uma forma sexy. Ela olhou para ele sedutoramente, seus olhos eram ferozes. Daniel já estava o suficiente para o que se seguia.
Ele a puxou pelos braços, seu pau rígido estalou para fora de sua boca. Ele a apertou contra seu corpo e a beijou profundamente. Eles se abraçaram enquanto se beijavam, segurando um ao outro com força. Ele repetiu seus movimentos enquanto esfregava seu pénis contra sua fenda. Ele se abaixou para guiar a cabeça de seu pénis até ao seu buraco. Foi perfeito pelo trabalho de Amanda.
- Eu te quero, rosnava ele. Ele apertou contra o botão de rosa dela e Amanda se sentou, respirando fundo. Quando Daniel pressionou, ela expirou. O ar frio contra seu peito nu enviou um calafrio pelo seu corpo. Ele olhou para Amanda. Cabeça para trás, olhos fechados e corpo tremendo e luzindo, ela parecia uma deusa indiana. Ele empurrou até que as suas bolas ficaram encostadas contra as suas nádegas redondas e macias.
- Estas pronta? perguntou ele.
- Dá para mim, respondeu ela com entusiasmo. Com a sua aprovação, Daniel a puxou para perto novamente e começou a empurrar para dentro e para fora do seu anel apertado. Amanda soltava gemidos suaves e murmúrios enquanto ele bombeava. Ela colocou os braços em redor dos seus ombros largos. Ele se sentiu incrível contra ela, o calor de seu corpo se fundindo com o dela. Ele a beijou novamente, dirigindo seu pau mais e mais forte em sua bunda com cada impulso. Amanda podia sentir seu pau ficando duro novamente, preso entre seus corpos. Ela se sentou novamente para o puxar.
- Porra, eu senti tanto a tua falta, ofegou ela, olhando nos profundos olhos castanhos de Daniel. Ele encontrou seu olhar.
- Eu também senti a tua falta, ele ofegou de volta, um olhar sincero em seu rosto. Ele não conseguiu se conter. Ele agarrou na sua cintura com mais força e demorou mais, com várias estocadas mais fortes dentro dela. Amanda saltou descontroladamente em resposta. Ela massajava seu pénis furiosamente, gemendo no ritmo de cada impulso violento de Daniel.
- Foda-se, gritou descontrolada.
- Pega nesse pau, bebé, pediu o Daniel.
- Vou aceitar qualquer coisa que tu estejas a dar, ela sorriu. Ela alcançou e começou a massajar as bolas de Daniel. Ele respondeu movendo a mão dela para fora do caminho e empurrando seu pénis. Daniel resistiu como um animal. O suor estava crescendo em seus corpos. A cama rangeu embaixo deles. Amanda posicionou suas pernas sob as coxas de Daniel e esfregou as costas contra suas estocadas. Ela não podia aguentar muito mais tempo. Ela sentiu sua segunda carga borbulhando. Ela estava bem no limite, mas precisava de algo para empurrá-la. Daniel entregou sem saber.
- Deus, eu te amo para caralho, ele proclamou sobre a orquestra de seu sexo imprudente. Ele não podia acreditar que dissera isso, mas sabia que era verdade. Foi mais do que suficiente para Amanda. Ela gritou quando gozou no abdómen de Daniel. Ela cerrou seu buraco enquanto gozava, apertando ao redor do pénis de Daniel. Uma onda percorreu seu corpo inteiro.
- Eu, ugh, foi tudo o que ele conseguiu dizer antes de começar a enchê-la por dentro. Ele empurrou o mais longe que pôde, deixando seu pénis esvaziar. Amanda apertava o pénis com suas nádegas enquanto Daniel dava um puxão suave. Eles ficaram assim até terem espremido todo o esperma um do outro. Amanda se sentou e deixou o pau de Daniel saltar de sua fenda.
- Bem, estou exausta, disse ela, passando os dedos pelos cabelos, e olha a sujeira que fiz! Antes que ele pudesse responder, Amanda já estava lambendo o esperma de seu estômago.
Uma senhora em público e uma aberração nos lençóis, pensou consigo mesmo. Quando ela o limpou, ela lambeu seu caminho até seu corpo e se aninhou ao lado dele. Depois de algum tempo, Amanda finalmente quebrou o silêncio.
- Então, ela sorria, o que foi aquilo que você disse? Algo com um ‘“A”, acho que foi o que ouvi.
Daniel sorriu timidamente.
- Sim, eu uh...
Ela beijou sua bochecha, interrompendo-o.
- Eu também te amo, disse ela suavemente.
FIM