218 - A Minha Namorada Trans
Foi um choque para mim quando o meu melhor amigo me disse, e à sua família, que sentia ser uma mulher presa no corpo de homem.
Foi um pouco violento para todos, para os seus pais, irmã e para mim. E as reações foram de todos os tipos, boas e péssimas, pois cada um tinha as suas convicções e opiniões sobre o adorado filho Alexandre sentir ser uma mulher.
A mãe dele ficou desvairada e ameaçou expulsá-lo de casa e da sua vida enquanto que o seu pai foi quem o defendeu e o confortou, dizendo que tudo estava bem.
A irmã dele ficou sem saber como reagir por uns dias, mas percebeu as razões do Alexandre e ligou a revelação da sua identidade de género com a vida desinteressante e concluiu que a mudança seria uma oportunidade para ela ter uma confidente e amiga sob o mesmo teto.
Já eu … Bem! Eu tinha quinze anos e era uma criança, com algum receio da reação dos outros, e dos colegas da escola, afastei-me de início, mas depressa percebi que tinha de voltar a ser amigo dele e fui ter com ele alguns dias depois.
Depressa restabeleci a minha amizade com o Alexandre, e acompanhei a sua mudança para Alexandra. Vi ele começar a vestir-se como as raparigas, e a começar a tomar hormonas, para iniciar a sua transição de género.
Os primeiros dias foram um pouco estranhos para mim, era como se eu estivesse com uma desconhecida a meu lado, porém, com o passar dos dias, fui percebendo que o meu amigo de infância continuava presente, só que numa versão mais atualizada. Os nossos colegas de escola tiveram diversas reações, desde compressivas e acolhedoras a nocivas e preconceituosa, mas a Alexandra lidava super bem com os sacaninhas e colegas cínicos que depressa a deixaram em paz, também por perceberem que eu era uma espécie de guarda costas dela.
No nosso bairro, nós éramos vizinhos de casa, houve uns quantos mexericos e comentários maldosos de algumas pessoas conservadoras, porém ninguém se atrevia a manifestar-se publicamente, afinal a mãe da Alexandra era agente da policia e o pai juiz desembargador.
Dois anos mais tarde, a Alexandra começou a namorar e eu fiquei assim uma espécie de amigo confidente, a quem ela contava os avanços e recuos do seu relacionamento com um instrutor de educação física de vinte e poucos anos. O namoro não foi para a frente e ela mergulhou na solidão durante um ano, até que, um belo dia, conheceu um surfista chamado Gustavo e começou uma nova relação.
Quanto a mim, agora com dezenove anos, estava no primeiro ano de medicina e estava sem namoro há quase dez meses, porque tinha apanhado a minha namorada agarrada a outro rapaz. Desde essa altura, eu não beijava nem namorava com nenhuma rapariga, mas todos os dias tinha que acalmar a energia que me corria pelas veias e tinha que me masturbar constantemente.
Eu continuava a morar em casa dos meus pais e naquela noite, estava a estudar ética em saúde para uma prova no dia seguinte, quando o meu telefone vibrou, eu pausei a leitura e fui verificar a mensagem, curioso. Li um pedido da Alexandra para ir a sua casa e fui despreocupado.
Cheguei num minuto, cumprimentei a irmã dela na entrada e fui para o seu quarto, no andar de cima.
- Alexandra, sou eu! Disse batendo à porta dela.
- Entra. Abri a porta e entrei, encontrando a minha melhor amiga a chorar na cama, com os olhos vermelhos e as mãos trémulas. Fechei a porta e aproximei-me rapidamente, enquanto perguntava o que se tinha passado.
A Alexandra já era uma mulher feita. Eu tinha-me forçado a pensar nela e a tratá-la sempre no feminino. Ela tinha um corpo bem feito, com muitas horas de ginásio, tinha feições bem bonitas, com olhos verdes pestanas grandes, cabelo longo em encaracolado e volumoso e um rosto fino, com o nariz empinado, queixo fino e lábios rosados. Ela tinha os seios pequenos mas disfarçava isso com um sutiã de enchimento falso, mas o seu traseiro era bem grande e redondo, com curvas que eu achava serem bem provocantes.
- O Gustavo e eu temos ido ao bar onde nos conhecemos. E ontem, a meio da noite, ele desapareceu das minhas vistas. Passado uns minutos foi procurá-lo, estava a ficar preocupada, e fui encontrá-lo no estacionamento …
- E o que aconteceu mais, Alexandra? Perguntei e sentei-me a seu lado.
- Ele estava entretido com um rapaz e, quando me viu, sorriu e perguntou se eu queria participar … Que sacana!
- Sinto muito, Alexandra! Exclamei, sentindo-me mal pelo estado dela. Ela era uma romântica, que sonhava com o príncipe encantado montado num cavalo, ela queria um cavalheiro e com muitas atenções.
- Parece que só se interessam por mim homens parvos!
- Não, não é nada disso.
- Então sou eu que transformo os homens normais em parvos?
- Não, não é isso também. Disse eu quase a ficar sem resposta, e tentei explicar:
- É que tu talvez devesses … Sei lá! Deves olhar para quem está a teu lado e parar de esperar pelo príncipe dos teus sonhos.
- O que queres tu dizer com isso? Perguntou ela enquanto enxugava as lágrimas.
- Que talvez estejas à espera de um Romeu sabendo que não és uma Julieta para o exigir.
- Está a dizer que eu não posso desejar um namorado que seja interessante?
- Não, tu podes e deves querer. Respondi eu sentindo-me um pouco irritado e amargurado.
- Mas não vai ser em bares e discotecas que o vais conhecer. Em bares, tu só os vais encontrar a meterem-se no cu uns dos outros.
- Porque é que tu estás irritado? Perguntou ela com os olhos arregalados.
- Porque tu arranjas esses namorados de merda e depois vens chorar para o meu ombro, a perguntar porque é eles não são iguais a mim. Eu sou igual a mim mesmo, porra! Mas tu não me vês, não é? Tens que te ir humilhar com esses rapazes que nem sabem o teu nome direito.
- O que é que queres dizer com isso?
- Que se tu olhasses para o teu lado, talvez não precisasses de te sentir humilhada a andar atrás desses gajos sem caráter.
- Tu … tu gostas de mim? Era a hora da verdade.
- Gosto! Confessei e senti-me como se tirasse carradas aflições das costas.
- Mas … Como … Desde quando?
- Já há quase um ano, desde que eu acabei o meu namoro. Expliquei e olhei para o chão, amargurado e triste.
- No início foi difícil eu aceitar e achei que era estranho. Esqueci os meus próprios sentimentos, porém depois compreendi que realmente me sinto atraído por ti. Atraído sexualmente e de um jeito romântico também.
- Mas por que não me contas-te? Perguntou ela surpresa.
- Tu estavas com o Gustavo e parecias feliz com ele …
- Não era tão feliz assim. Contradisse ela, ficando séria.
- Já tinha zangas há meses, principalmente por causa da insistência dele em ter sexo.
- A mim, tu sempre disseste que estava tudo às mil maravilhas, e eu não quis estragar o teu namoro.
- Eu estava a mentir. A mentir muito, na verdade. Queria fingir que estava tudo bem.
- Lamento que não estivesse. Disse eu, agora calmo e compadecido.
- Lamento não ter percebido o teu interesse em mim …
- Está tudo bem! Não há problema por tu não teres interesse nisto.
- Mas eu tenho! Disse ela e eu fiquei sem respiração.
- Eu sempre tive uma paixão por ti, mas como somos amigos de sempre, tive receio de te contar e de estragar a nossa amizade … Bolas! Se eu soubesse que tu gostas de mim, eu nunca teria namorado aqueles dois sacanas.
- Então tu … tu queres namorar comigo?
- Mas é claro, Diogo! Exclamou ela e a sua tristeza e surpresa foram substituídas por alegria.
Eu levantei-me puxei a Alexandra pelas mãos macias e delicadas e juntei os nossos corpos quentes. Uma mão minha firmou-se na sua cintura de modelo enquanto a outra subiu ao seu rosto, acariciando-o. Eu sorri e lentamente foi aproximando os meus lábios dos dela até que um beijo cálido e húmido aconteceu, com as nossas línguas a envolverem-se uma na outra como duas serpentes e proporcionando rios de prazer.
E foi assim que Alexandra e eu começamos a namorar.
Nessa mesma noite conversamos e combinámos fazer sexo no dia que o nosso relacionamento fizesse um mês.
Nessa data, eu muito ansioso e com muita excitação acumulada, preparei o meu quarto para uma noite especial, na qual iria consumar a nossa relação. Eu nunca tinha estado com uma trans na cama, e tinha muitas dúvidas e incertezas e, mesmo amando a Alexandra, eu tinha medo de não gostar ou de ela não gostar. Pelo que eu sabia, ela era virgem, embora já tivesse usado um vibrador.
Quando ela me mandou uma mensagem a dizendo que ia sair de casa, eu corri para o espelho para ajeitar o meu cabelo e dar uma última olhada ao meu visual. Eu sou alto e tenho uns quilos acima do ideal, mas pouco, tenho a pele branca como a cal, cabelo e olhos escuros e traços bem simétricos. Não sou musculoso nem dotado, tenho um pénis de dezesseis centímetros, com a cabeça a lembrar um cogumelo e tenho bastante pelos nos testículos. Considero-me um rapaz normal. Nada acima ou abaixo do padrão.
Fui receber a minha namorada à porta.
- Olá, Diogo! Exclamou ela e beijou-me na boca. - Estás cheiroso, hein! Que delícia!
- Tu também. Disse enquanto dava uma bela mirada para ela.
A Alexandra estava mais linda do que o habitual. Vestia uns calções jeans curtos e uma blusa apertada tão sexy que fiquei excitado só de olhar. O cabelo longo estava solto e formava uma nuvem de cachos em redor da cabeça. Os lábios corados pareciam bem convidativos a beijos e carícias. Os braços e pernas nus estavam sem vestígios de pelos e livres de imperfeições. Uma pequena saliência marcava os calções, mostrando que também ela estava excitada.
Fomos para o quarto de imediato, sem perder tempo, e começamos a beijar e acariciar o rosto um do outro, como de costume, mas logo as minhas mãos apertaram as suas nádegas redondas e, pouco depois, mergulharam para dentro dos seus calções, sentindo a sua pele lisa e macia.
Ela parou de acariciar meu rosto e suas mãos macias passaram a sentir meu peitoral magro enquanto ela pressionava seu corpo contra o meu.
- Tu és muito excitante, Alexandra!
- Tu é que és, Diogo! E mordiscou o meu lábio inferior.
- Quero te chupar.
- À vontade! Disse eu sorrindo.
A Alexandra ajoelhou-se e desceu o fecho das minhas calças. Primeiro ela massajou e beijou a minha erecção por cima dos boxers azuis e depois quando a abaixou vi o meu pénis a saltar e a bater no seu rosto, latejando e a pingar com o meu líquido pré-ejaculação. Ela segurou no pénis com as duas mãos e começou a masturbá-lo, com muito carinho.
Naquele mês de namoro, embora eu nunca tenha feito sexo com ela, a Alexandra masturbou-me algumas vezes e fez-me sexo oral em três ocasiões. Era uma maravilha sentir as suas mãos no meu pénis e os seus lábios de veludo …
E desta vez não foi diferente, assim que ela começou a chupar a cabeça de cogumelo do meu pénis, eu comecei a gemer de prazer e a ofegar, revirando os olhos. No início a Alexandra lambia e chupava só a glande, como se fosse uma menina inocente, mas depois eu sentia e via o meu pénis desaparecer todo dentro da boca gulosa dela, chegando à sua garganta, como se ela fosse uma puta experiente. Ocupei as minhas mãos a conduzir a cabeça da Alexandra, segurando no seu cabelo. Algumas vezes forcei o meu pénis para dentro da sua boca e ouvi os seus engasgos e suspiros. Por vezes conduzi os seus lábios para acariciarem os meus sacos peludos, e ela dava beijos e chupões neles.
- Chega, senão eu venho-me.
A Alexandra levantou-se, beijou-me e ajudou-me a tirar a minha camisola, revelando o meu corpo magro e pálido. Ela beijou o meu peito e acariciou as minhas costas e nádegas, fazendo-me ficar todo arrepiado de excitação.
Eu tirei-lhe a blusa e o seu sutiã e colei a minha boca nos seus dois montinhos pequenos com mamilos rosados e durinhos. Eu apertava e mamava bem gostoso os seus seios, deliciando-me com as suas formas tímidas e lisinhas. De repente, deixei os seus peitinhos molhados e levei-a para a cama, onde ela se deitou de costas para o colchão e eu me posicionei para a despi por completo.
Era a primeira vez que eu a ia ver nua e eu estava doido de desejo e ansioso. Primeiro beijei as suas pernas esguias e depois despi os seus calções, ficando a ver as sua calcinhas vermelhas e sem costuras. A parte da frente da intimidade da Alexandra estava escondida e apertada pelas calcinhas vermelhas, mas eu podia avaliar o seu pénis duro a marcar o tecido. E parecia maior que o meu.
O seu rabinho ficou livre para os meus olhos e eu parei um minuto para contemplar a sua beleza. Eram nádegas redondas, grandes e sem pelos ou imperfeições. Um deleite para os olhos.
- Começa por chupar o meu rabinho, Diogo. Disse a minha namorada ao perceber que eu estava meio perdido sem saber o que fazer. Virei a Alexandra de bruços, ela ergueu os quadris e eu abri as nádegas expondo o seu anus sexy. O seu rabinho, virgem de pénis, era rosado como os seus lábios e não tinha pelos, apenas algumas pintinhas ao seu redor. Senti o aroma do sabonete dela e caí de boca, lambendo todo o seu rego e enfiei a língua na sua fenda um pouco, sentindo a textura macia e quente de uma região tão íntima e excitante.
De seguida enfiei um dedo no rabinho e explorei os primeiros milímetros, sentindo as pregas e o quente do seu interior, e ela gemeu de prazer. Depois penetrei mais um dedo e ela gemeu de dor e prazer. Então dei uma palmada na nádega direita dela, deixando uma marca vermelha.
- És uma delícia, Alexandra!
- Aaaah! Tu é que és! Gemeu ela. Vaii! Continua chupa-me bem!
Voltei a colocar a minha língua no seu rabinho e acariciei também, com vontade, sentindo a maciez e o quente da região.
Distribuí beijos e carícias pelas suas coxas esguias e mordisquei as suas nádegas exuberantes. Gemi e continuei sussurrando elogios picantes que deixavam a minha namorada cada vez mais entorpecida de luxúria.
- Podes me penetrar já, Diogo! Como eu a queria penetrar. Via a cara de safada da Alexandra que apenas me dava ainda mais vontade e deite-a de costas para o colchão para apoiar as pernas dela nos meus ombros.
Então olhei para o seu pénis ainda escondido nas calcinhas e fiquei um pouco constrangido, pois não sabia que a devia despir por completo e acariciar o seu pénis ou se podia continuar a ignorá-lo.
- Diogo, tu estás bem?
- Eu? Sim, claro! Respondi, nervoso. Só não sei o que fazer quanto ao teu … teu pau.
- O que é que tu gostavas de fazer?
- Hum! Acho que posso te masturbar para tu gozares também.
- Então vai em frente, Diogo! E relaxa!
Tímido, eu peguei na bainha da calcinhas da minha namorada e tirei a peça do seu corpinho sexy, revelando um pénis bem duro. Olhei e fiquei de boca aberta, afinal o seu pénis era grande mesmo, sem pelos e cabeçudo como eu nunca vira antes. Ainda tímido, peguei nele com as duas mãos e comecei a acariciar. Era a primeira vez que eu pegava num pau que não era o meu e a verdade foi que eu gostei da experiência, senti a textura rígida do membro, a sua pulsação e o seu cheiro hipnótico. Também apalpei os seus colhões depilados e senti vontade de chupar toda aquela região. Ainda tímido, aproximei a minha boca e beijei a glande rosada e babada, molhando meus lábios com o seu líquido pré-ejaculação. Dei outros beijos e comecei a chupar, usando as técnicas que eu acreditava serem as ideais para um bom sexo oral. O sabor de imediato era forte e inédito ao meu paladar, mas logo me habituei e comecei a chupar mais intensamente, mamando e babando até me engasgar. A glande pulsava na minha boca e a pré-ejaculação escorria, saciando a minha gula voraz.
Eu nunca tinha imaginado que chupar um pénis fosse tão bom e, quando a Alexandra gozou, eu engasguei-me com a sua esperma grossa e tossi repetidas vezes, sorrindo, satisfeito.
Então preparei o meu pénis na entrada dela e anunciei:
- Vou te penetrar agora.
Ela só gemeu e estremeceu enquanto o meu pénis deslizava para dentro do seu anus gostoso e guloso. Eu também gemi e estremeci de prazer, sentindo o meu pénis a violar a intimidade da minha namorada. Não foi tão difícil fazer a penetração como eu imaginara. Talvez porque a Alexandra já tinha alguma experiência com os vibradores. Mas depressa todo o meu pénis estava dentro do rabinho virgem da Alexandra. Comecei a fazer os meus movimentos de vai e vem, sentindo-me gostoso e empolgado, afinal era minha primeira relação em meses.
- Aí! Rapaz safado!
- Geme, gostosa! Geme, bem gostoso, menina! Dizia eu, enfiando fundo e dando umas palmadas nas nádegas dela.
- Tu gostas não é! Safada!
- Adoro! Vai mete mais forte. E eu metia cada vez mais rápido e forte, aproveitando o rabinho da Alexandra para depositar toda a minha excitação acumulada e saciar o meu desejo. A Minha namorada também aproveitava A nossa primeira vez para gemer feito uma atriz pornográfica e implorava mais força e velocidade, o que a deixava mais excitada.
- Alexandra, estou quase a vir-me! Mal deu tempo de eu anunciar e já soltava os meus jatos de esperma no rabinho dela, sentindo os jatos a inundar o seu íntimo quente e gostoso. Fiquei fraco depois de gozar tanto e me deitei-me sobre a minha namorada a beijar a sua boca ofegante e molhada.
- Que delícia que tu foste. Sussurrou ela, gemendo. Nunca imaginei que ia ser tão bom!
- Tu és muito gostosa, Alexandra!
- Obrigada, Diogo! Exclamou ela enquanto me beijava de novo, esfregando as nossas línguas de maneira bem sensual.
- Não estava à espera que tu fosses chupar o meu pénis naquele momento.
- Nem eu, mas tive vontade e depois gostei muito.
- Eu também gostei. Foi mágico!
- E o teu pau é maior que o meu! Disse e dei uma risada.
- Sou uma menina dotada! Disse ela e riu também.
- Diogo, posso comer o teu rabinho?
Fiquei sem respiração ao ouvir a pergunta, surpreso. Fiquei mudo por um momento, mas, ao recuperar a fala, respondi que sim, mesmo não sendo um homem que tivesse desejos anais. Eu nunca tinha tido desejos por uma trans mas acabei por me apaixonar por uma. Eu nunca tinha tido vontade de chupar um pénis e, quando o fia, gostei. Imaginei que também ia gostar de dar o meu rabinho.
A Alexandra colocou-me de costas no colchão, abriu as minhas pernas peludas e fez-me erguer os quadris um pouco. Depois ela me posicionou para me penetrar e o seu pau duro como uma rocha tocou na minha entrada virgem. Ela cuspiu para lubrificar e empurrou a sua glande contra mim, me fazendo choramingar e gemer.
- Doeu? Perguntou ela e parou de empurrar.
- Um pouco. Respondi, tentando ser forte. É que tu és muito dotada.
- Vou mais devagar. E ela empurrou novamente seu pau contra meu cuzinho e, desta vez, a cabeça entrou e fez-me estremecer, como um moribundo adoentado, afinal o meu anel virgem não tinha nenhuma experiência a ser penetrado. A Alexandra ficou parada para eu me acostumar ao seu pau dentro de mim e sorriu, transmitindo-me confiança. Após a merecida e tranquilizante pausa, a Alexandra voltou a empurrar o seu pau contra o meu anus, enfiando o corpo avantajado do seu membro no meu interior inexplorado. Ela penetrava e parava para eu me acostumar. Penetra e parava. Penetrava e parava, repetidas vezes. Também, para me ajudar a resistir ao seu dote imenso, ela distribuía elogios à minha performance e piscava sedutoramente várias vezes.
- Já foi tudo, Diogo! Disse ela e senti os seus sacos depilados a tocarem na minha pele, evidenciando que a penetração total tinha sido alcançada.
- Estás á gostar?
- Sim! Respondi, gemendo e esforçando-me em conter a dor de perder a virgindade com um pau tão monstruoso.
- Podes me dar um minutinho para eu me acostumar?
- Claro! Tudo o que tu quiseres.
Eu respirei fundo cinco vezes seguidas e relaxei um pouquinho o meu rabinho, o que diminuiu a dor consideravelmente. Relaxei mais e a dor começou a desaparecer, proporcionando-me prazer pela primeira vez.
Confiante, relaxei por completo e disse à Alexandra iniciar o vai e vem gostoso. Ela começou a estocar, primeiro bem devagar e com carinho, e depois com mais velocidade. Eu sentia o seu pénis a ir fundo no meu anus, emergir e afundar novamente.
Gemia-mos como dois tarados e os nossos corpos estremeciam com a sensação de preenchimento que um causava ao outro.
- Diogo, eu estou quase a gozar… Posso gozar na tua barriguinha?
Mal eu concordei, a Alexandra tirou o seu pau do meu rabinho e ejaculou em cima de mim, sujando-me com o seu leite quente.
Enquanto os últimos jatos deixavam o seu pau pulsante, ela esfregou a glande na minha pele para me lambuzar ainda mais.
- Isto foi demais, Diogo! Disse ela e sorriu, realizada.
- Foi mesmo! Uma loucura deliciosa!