58 - Bibliotecária Surpresa
Estava a entrar na biblioteca, não por necessidade, mas principalmente porque me sentia atraído pela funcionária.
Na realidade não me sentia muito atraído por mulheres assim tão maduras como aquela era.
Mas por alguma razão ela despertava em mim alguns desejos que eu não podia ignorar.
Noutras ocasiões, em que tinha tido oportunidade de conhecer outras mulheres assim maduras, não me tinha sentido atraído por elas.
Mas agora, talvez pela sua pose de domínio, pelo seu porte forte e à vontade com que se impunha dentro do espaço da biblioteca, havia algo que me chamava.
Dais atrás tinha por acaso conseguido conversar com ela e sabia que o seu nome era Elia, que vivia só e passava a maior parte do seu tempo na biblioteca a trabalhar e a ler.
Eu estava determinado a ter os seus fortes lábios ligados aos meus, sem olhar a meios e ao tempo que fosse necessário.
Era interessante observar que ela tinha algo de diferente das mulheres com que eu geralmente me relacionava, não percebia exactamente o que era, mas ela mostrava-se forte e poderosa, a sua voz era de um tom baixo e reconfortante. Tinha umas pernas bem torneadas, sempre dentro de meias de licra que lhes realçavam as formas, as suas mãos e braços eram fortes e era com facilidade que ela acarretava e empilhava os livros manobrando entre as mesas e prateleiras da biblioteca.
Por diversas vezes tinha ido até à biblioteca apenas para ficar a observar a sua figura determinada a atravessar a sala com uma pilha de livros, ela por sua vez não se furtava aos meus olhares e sorria-me sempre que os seus olhos se cruzavam com os meus.
Sempre que lá ia encontrava-a disposta a procurar os livros que eu queria e ela certamente que já se tinha apercebido que eu não podia ler tantos, mas mesmo assim estava sempre disposta a conduzir-me às prateleiras e mostrar-me todos os exemplares de que eu me lembrava.
Por apenas uma ocasião, da última vez que eu lá tinha ido, as nossas mãos tinham-se tocado e ela não evitou a pequena carícia que eu lhe fiz, nessa altura tive uma erecção instantânea.
Em algumas ocasiões já tinha metido conversa com ela e quando hoje depois de ter estado uns minutos a ler me dirigi a ela e lhe perguntei se queria ir tomar café ou lanchar no fim da tarde ela não se mostrou surpreendida e concordou.
Quando fui para casa pouco depois não pude evitar deixar de me masturbar com o pensamento dos seus fortes lábios envolvendo o meu pénis pulsante, tomei um duche e pus um preservativo como que antecipando os preparativos para a ocasião que se adivinhava.
No fim do dia fui ter com ela à biblioteca que fechava às 19 horas, e fomos para um pequeno bar das redondezas, onde bebemos alguns Martinis em vez do café que tínhamos combinado.
A Elia disse que o álcool era necessário nestas ocasiões para soltar a língua e proporcionar um ambiente mais tolerante. Não foram necessários mais do que dois copos para que ela começasse a falar dela, de como se sentia só, por vezes sem companhia e desejosa de um homem. Queixou-se de que a maioria dos homens não a achava atractiva e que não a convidavam para sair, nesse momento percebi que não precisava de me esforçar mais para a ter, que teria apenas que esperar pelo desenrolar da noite para que os meus desejos se concretizassem. As nossas pernas cruzaram-se por baixo da mesa e as nossa mãos encontraram-se naturalmente e acariciaram-se mutuamente. Passado pouco Elia convidou-me para jantar em casa dela, que era perto.
Passamos pela mercearia e comprámos o que era necessário, ela não me deixou pagar e seguimos para o prédio dela. Demos as mãos naturalmente e senti que ela estava à vontade e sem constrangimentos de assumir que me tinha convidado para casa dela. Deixou que eu a beija-se no meio da rua e retribuiu-me apaixonadamente o beijo.
Quando entrei no seu apartamento abraçamo-nos e deixei que ela me guiasse para o seu quarto onde caí-mos na cama.
Ela subitamente corada virou-se para mim e murmurou:
- Não posso evitar mais o desejo que tenho de te ter, mas espero que sejas uma pessoa de mente aberta e que não te surpreendas com o que vais ver.
Eu fiquei surpreendido e não respondi logo, continuei a acariciá-la sem perceber o que se passava, então ela pegou na minha mão e passou-a pelos seios firmes levando-a em direcção ao púbis onde eu sem surpresa senti o seu pénis, forte, grande e duro, deve ter sido um dos maiores pénis que eu vi na minha vida, bem maior que o meu.
Então respondi-lhe que tinha a mente aberta e que ela não se deixasse intimidar, imediatamente ela riu-se e ficámos à vontade, continuei a acariciá-la e senti-me irresistivelmente atraído pelo seu pénis tomei-o nas mãos. Tirando-o de dentro das suas calcinhas, ajoelhei-me defronte dela e comecei a chupar, era enorme mas o desejo dela era tanto que imediatamente explodiu-me na boca inundando-me a garganta e senti o esperma a escorrer-me pela garganta a baixo. Seguramente à muito tempo que Elia não tinha ninguém pela forma como se tinha vindo prontamente e pela quantidade de esperma que eu tinha chupado. Ela estava tão necessitada quanto eu.
De seguida despimo-nos rapidamente e fomos para a cama eu puxei a cabeça dela para o meu pénis e senti finalmente os seus fortes lábios envolverem-me com desejo, retirando-se e pegando-o com ambas as mãos enquanto chupava as minhas bolas, lambeu-me e voltou novamente a pôr o pénis na boca enquanto que as suas mãos me massajavam as nádegas senti que me mordiscava todo e que ao mesmo tempo a sua cabeça começava com um forte movimento de vai e vem, não pude evitar o orgasmo que se aproximava e derramei o meu líquido na sua boca que deve ter sido bastante a julgar pelo tempo que ela levou a engolir.
O meu pénis continuava dentro da sua boca quente e Elia continuou a chupar-me até voltar a ficar duro e grande outra vez, então Elia perguntou-me o que eu precisava, que me faria tudo para me agradar, deixando-me novamente louco de desejo e excitação.
Disse-lhe que me queria ligar à sua tomada do amor, ele rapidamente virou-se de costas e exibiu o seu apertado ânus, não me fiz esperar e empurrei o meu pénis suavemente para dentro dele, logo estava todo enterrado e ele apertava-me com força, comecei a bombear agarrado às suas mamas e passado pouco vim-me novamente e enchi com o meu esperma o desejoso e quente buraco dos prazeres.
Passámos o resto da noite a brincar um com o outro e a levarmo-nos mutuamente ao orgasmo, finalmente foi a vez da Elia se ligar ao meu buraco e acabei a noite com o maior pénis que tinha visto encravado no meu ânus.
Realmente gostei da noite e agora não se passa uma semana sem que eu vá visitar a minha Bibliotecária preferida pelo menos duas ou três vezes, por vezes passei também a assumir uma postura feminina como a Elia mas não lhe consigo chegar aos calcanhares e continuo a não perceber como é possível existir dentro daquela figura tão feminina um homem... ou será que não é homem??