92 - O Sonho de ser Marisa
A minha narrativa não é muito diferente de todas as outras que as meninas me vão relatando.
Desde muito nova, talvez com 10 anos ou menos, que eu gosto de roupas femininas.
Acho que tudo começou quando a minha irmã, um pouco mais velha do que eu, 12 anos, me convidava para brincar às casinhas de bonecas com ela, na nossa rua não havia mais meninas com a mesma idade para brincar com ela.
Passámos horas a brincar com bonecas, casinhas e outras atividades próprias da idade.
E isso aconteceu durante muito tempo. Creio que por causa dessa nossa amizade eu gostava tanto de passar o tempo com ela depois das aulas.
Por muitas vezes dispensava os meus amigos para poder ir brincar com ela, ou então eu ajudava-a no trabalho doméstico para sobrar mais tempo para nós.
A minha mãe gostava disso pois nós não brigávamos e achava maravilhosa aquela nossa união.
Nas nossas brincadeiras com bonecas, eu normalmente fazia o papel de papá e ela o de mamã.
No Natal ofereceram-nos uma boneca Barbie e o seu namorado Ken.
Um dia nós resolvemos inverter os papéis, ela ia ser o papá e eu a mamã, numa outra vez eu fui a enfermeira e ela a médica.
Acho que ela resolveu melhorar a brincadeira dizendo-me que eu tinha muito jeito brincar daquela maneira, mas que seria mais divertido se quando eu tivesse o papel de enfermeira ou mamã, eu vestisse roupas mais apropriadas.
- Como é que isso era? Perguntei.
- Tu bem que podias usar um dos meus vestidos, e ai nós poderíamos fazer uma brincadeira melhor. Respondeu ela.
- Mas eu não posso fazer isto, eu sou menino. Eu nunca usei roupas de menina! Argumentei.
- Sabes mano, eu gostava de ter uma amiga para brincar, na nossa rua não há menina nenhuma, e as meninas da escola são muito chatas e pensei que pelo menos por uma tarde tu podias ser a minha amiga, acho que seria bom. Disse ela.
- É, mas a mãe? Será que ela não vai achar mal? Perguntei.
- É só por algumas horas, e além disto hoje está um dia chuvoso e frio, bom para brincar às casinhas. Concluiu ela.
Eu fiquei a pensar, porque não aceitar, afinal é só por uma tarde, e a minha irmã é tão boa para mim que é difícil recusar algum pedido dela. E disse:
- Está bem, mas é só hoje, nunca mais me peças isto de novo. Disse eu.
Ela deu um grito de alegria e um beijo no meu rosto e levou-me para o quarto dela onde passei mais de uma hora a experimentar diversos vestidos, saias, blusas e sapatos.
Finalmente ela escolheu a roupa que ela dizia me ficar bem.
Um vestido de crepe vermelho, de mangas compridas e decote de princesa.
Eu vesti umas calcinhas branca de lycra com muitas rendas. Nunca tinha sentido o contato daquele tipo de roupas no meu corpo e confesso que me senti confortável. Em seguida um sutiã da mesma cor, acho que fazia parte do conjunto, depois de ajustadas as alças ela me colocou uns enchimentos de meias para realçar os peitos. Uma meias collants pretas, o vestido e um par de sapatos vermelhos completaram o meu arranjo. Mas quando me vi ao espelho eu não parecia uma menina mas sim um menino de vestido. Não tínhamos nenhuma peruca, e o jeito foi improvisar. Meu cabelo era um pouco comprido e ela penteou-o de maneira que ele ficasse mais unissex. No fim uma tiara melhorou um pouco o visual feminino.
Um pouco de maquiagem e um batom da cor do vestido transformaram-me numa menina.
Confesso que o contato com aquelas roupas me surpreendeu. Adorei o contato das meias com minhas pernas e do vestido roçando as minhas coxas, enquanto caminhava.
- Ficaste ótima meu bem agora podemos brincar melhor. Disse ela.
Eu não sabia o que dizer, mas se ela gostou para mim estava ótimo. E brincamos a tarde inteira.
A minha mãe tinha saído para trabalhar e só voltava à hora do jantar. Depois de brincarmos bastante, resolvemos adiantar o jantar para ela, minha irmã já tinha aprendido a cozinhar um pouco.
Voltamos para o quarto para guardar os brinquedos. Eu queria trocar de roupa mas a minha irmã disse para esperar um pouco mais.
Eu disse que a mãe já estava para chegar e eu não queria que ela me visse assim, mas acho que minha irmã queria exatamente isso. Estávamos a terminar de guardar os brinquedos quando ela chegou. Ela deixou as compras na cozinha e veio até o quarto da minha irmã para nos ver.
Ela entrou no quarto e quando nos viu apanhou um susto.
- Quem é esta linda menina que está brincado contigo Marina?
- Olha mãe, foi ideia dela eu não queria, juro! Respondi, tremendo como varas verdes.
- Venham crianças, dêem-me um abraço. Pediu ela.
A minha irmã foi a correr para ela e eu fiquei paralisado, não sabia como reagir. Minha mãe aproximou-se de mim e disse:
- Onde está o meu abraço e meu beijinho? Então quer dizer que eu tenho duas filhas em vez de uma, mas isso é muito lindo! Disse ela enquanto me abraçava.
Eu comecei a despir-me mas a minha mãe disse que eu podia ficar assim até ao jantar.
Terminado o jantar eu ajudei a minha irmã com as louças e depois fomos ver televisão. Eu já estava a sentir-me bem com aquela roupa e já estava meio triste porque da aí a pouco eu tinha de as tirar.
Foi assim aos dez anos de idade que eu usei o meu primeiro vestido.
Nós não tínhamos pai. Ele tinha morrido num acidente de trabalho quando eu era pequeno.
Normalmente eu era um menino muito nervoso, sempre a arranjar problemas e mal criado, desafiava todo o mundo, batia e apanhava muito na escola para desgosto da minha mãe e da minha irmã.
Frequentemente a minha mãe recebia reclamações das confusões em que eu me metia e fui várias vezes castigado pela minha mãe por causa disso.
O que eu não entendo é porque sendo metido a machão e brigão, eu aceitava usar um vestido e maquiagem e gostava!
Nós tínhamos uma vida confortável, sem luxos, com a pensão deixada por meu pai, e o trabalho da minha mãe. Na época tínhamos um bom carro e uma casa com todo o conforto, o que nos deixava bastante tranquilos.
E a minha iniciação ao mundo feminino não parou por aí.
A Minha mãe notou algumas mudanças no meu comportamento depois da minha irmã ter tido a ideia.
Eu estava mais calmo e já não causava tantas confusões na rua e na escola. Eu já nem gostava mais de ficar a brincar na rua. Mal terminavam as aulas eu voltava para casa e a minha irmã me produzia e passávamos a tarde toda a brincar como duas irmãs.
Assim fui tomando gosto pelo mundo feminino. Passei a dormir de camisas, baby-dolls, e gostava de usar calcinhas na maior parte do dia, inclusive para ir à escola, mesmo sabendo dos riscos que corria.
Os meus amigos também notaram as mudanças do meu comportamento, raramente eu queria brincar com eles, geralmente quando chegava o final de semana a minha irmã pintava-me as unhas e eu nem saia de casa.
Nesse verão a minha mãe, que trabalhava num banco, foi transferida como gerente para uma outra agência e tivemos que mudar de cidade.
Novo nesta nova cidade, pude dar asas ao meu crossdressing e no início eu saia com a minha mãe e irmã à noite completamente montada e ganhei mesmo um nome feminino: Marisa. A minha mãe disse que se eu tivesse nascido menina teria tido esse nome. Eu gostei!
O tempo se passou, eu já tinha treze anos e assumia por completo a minha nova condição. Todo o mundo do bairro em que eu morava já sabia da minha diferença, eu já não me escondia de ninguém, saia à rua como Marisa e era assediada por rapazes que não me conheciam direito.
Entretanto tudo na vida muda e a minha mãe e irmã arranjaram novos namorados e senti que aos poucos perderam o interesse pelo meu crossdressing e eu não me sentia bem para me transformar em Marisa na presença deles.
Isto me deixou algumas marcas profundas porque eu já me considerava uma menina, eu tinha adquirido os gestos femininos que a minha mãe e irmã me ensinaram. Mesmo como um menino normal, eu me comportava como menina, tinha perdido a noção de como me comportar como um menino e isso me causava grandes aborrecimentos.
Mantive Marisa trancada no armário por quase dois anos e só Deus é que sabe o que passei e sofri.
Por isso com cerca de quinze anos, decidi voltar a libertar a Marisa. Voltei a usar calcinhas e calças femininas novamente a toda a hora (eu adoro andar com calças de lycra bem justas e deixar aparecer a marca das calcinha no traseiro). Aos poucos com ajuda delas eu consegui novamente meu o guarda roupa.
Elas mostraram alguma indiferença com a minha decisão, mas notei que a minha mãe se preocupava menos com esta minha nova opção. Eu estava disposta até a sair de casa se fosse preciso, o que acabou acontecendo anos depois quando fui para a faculdade para evitar constrangimentos na frente dos namorados delas.
Um dia, eu ia a sair para fazer compras e a minha mãe pediu para no regresso eu passar no apartamento do namorado dela para pegar umas roupas que eles tinham de trocar numa loja.
O porteiro do prédio disse que o Rogério (esse era o nome do meu futuro padrasto), tinha saído e deixado a chave na portaria.
Eu levei a chave subi até ao seu apartamento. Notei que ele era bem desorganizado pois o seu apartamento estava uma confusão.
Como eu tinha tempo, resolvi colocar as coisas dele no lugar e depois de umas duas horas de trabalho deixei tudo arrumado.
Quando estava a terminar ele chegou.
- Oi Marisa, posso chamar—te assim? Perguntou.
- Olá Rogério, claro se preferir. Respondi.
Ele ficou surpreso com a arrumação que eu tinha dado ao seu apartamento e agradeceu-me dizendo que não tinha tempo de fazer isto e que a sua empregada tinha ido embora e que estava difícil arranjar outra. Ofereceu-me um sumo e sentamo-nos para conversar. Como estava calor ele disse para eu esperar, que ia tomar banho, e depois ía-mos juntos para minha casa. Tirou a sua roupa e foi só de boxers para o banheiro.
Educadamente perguntou-me se não havia problemas em tirar a roupa na minha frente. Eu encolhi os ombros e ele despiu-se.
Rogério era um homem bonito, eu já olhava para alguns rapazes, mas ele chamava a atenção pelo seu belo porte atlético.
Devia ter uns trinta e cinco anos, a minha mãe era da mesma idade.
Saiu do banho enrolado numa toalha e veio trocar de roupa perto de mim, já que morava num apartamento minúsculo.
Eu fiquei a admirar a sua beleza e pensei que a minha mãe tinha mesmo bom gosto. Rogério era realmente bonito. Ele percebeu meu interesse por ele e perguntou-me se eu já tinha namorado alguma vez. Eu respondi que não, como Marisa eu não podia namorar meninas, embora elas me chamassem a atenção.
- E com rapazes, já namorou algum? Perguntou.
- Também não. Eu nunca me interessei por nenhum rapaz. Tenho recebido elogios e piropos, mas sempre tive medo devido à minha diferença. Respondi.
- Mas tu já tens quinze anos e tens de te decidir. Se queres te tornar numa menina precisas de conhecer rapazes. Disse ele.
Enquanto falava notei a sua excitação e antes que eu dissesse alguma coisa ele pegou no seu pénis e disse:
- Se tu quiseres posso te ajudar a tornares-te numa mulher de verdade.
- Mas o que é isto Rogério, tu namoras a minha mãe e isso seria uma traição para com ela, eu não posso fazer isso, não seria correto! Embora eu também já estivesse um pouco excitado.
- Tu podes acariciar o meu pénis e isso não seria nenhuma traição, vem, sem medo!
Meio indeciso eu peguei naquele pénis, eu tremia! Não sei se era excitação, mas a verdade é que senti aquilo crescer na minha mão e era enorme e pensei como é que minha mãe aguentava aquilo, já que ela era elegante e magra.
Ele aproximou-se mais e levou o seu pénis em direção à minha boca. Eu recuei pois nunca tinha feito nada daquilo antes, mas ele prometeu segredo e com a sua insistência somada à minha curiosidade comecei a chupar o seu pau.
Depois de uns minutos eu notei ele se contorcia e dizia que ia gozar.
Senti o pau inchar na minha boca e ele aumentou o vai e vem enterrando-o na minha garganta. Já estava com cãibras no queixo quando ele despejou um enorme jato de esperma na minha boca, quase me sufocando E gemia contorcendo-se … ”ohhhhhhhhh unnnnnnnnnnnnn, ohhhhhhhhhhhh", que delícia!!
Terminado o gozo peguei uma toalha e fui me lavar. Eu estava com umas calça de lycra branca e uma calcinhas cor de rosa que se viam pela transparência das calças e um top apertado branco. Enquanto lavava o rosto meio curvado na pia do banheiro ele veio também lavar-se, passou a mão no meu traseiro e disse que eu tinha um traseiro bonito e que ficava muito bem com aquela roupa.
Agradeci os elogios mas disse-lhe que nunca mais faria nada com ele, não estava sendo justo para com a minha mãe, ela não merecia, embora tenha que admitir que ele era um gato!
Mas pelo menos foi bom ter acontecido isto, a partir daquele dia eu já não me envergonhava mais em ser Marisa à sua frente.
E fiquei profundamente interessada nele. Aquele contato com o seu corpo despertou algo adormecido que explodiu como um vulcão dentro de mim.
Eu tinha dificuldade em me controlar na presença dele. Cheguei a ter ciúmes da minha mãe com ele. Claro, eu lutava e não aceitava isso, mas aquele sentimento estava muito forte dentro de mim e cheguei à conclusão que estava apaixonada por ele.
Bastava o Rogério chegar a casa e eu arranjava algo para poder ficar por perto, sempre usando roupas provocantes. Eu já estava assumidíssima como Marisa e sonhava que ele me faria mulher, eu estava a comportar-me como uma adolescente apaixonada, querendo chamar a todo o custo a atenção de um amor impossível e isso me fazia sofrer muito.
Eu não tinha o direito de trair a minha mãe, mas o que fazer? Como evitar isto? Eu estava desesperada!
A situação se resolveu de uma maneira muito simples tempos depois.
Depois de uma briga entre ele e minha mãe, ele terminaram o namoro de forma definitiva. Eu não sabia se devia chorar ou rir da situação, com as minhas esperanças reacenderam-se novamente. Achei que com minha mãe fora da corrida eu podia ter mais chances para o tentar conquistar.
Eu e a minha irmã perguntamos à mãe qual fora o motivo da separação e ela disse que não gostava muito dele, ele era muito autoritário e queria mandar nela e não se estavam a entender, muito embora ele fosse uma ótima pessoa, como homem e como amante dela. Ela disse que já se acostumara com a liberdade adquirida com a viuvez e não queria envolvimentos sérios.
Bem, o tempo se passou. Uns três meses depois deste episódio eu encontrei o Rogério na rua. Nos cumprimentamos, fiquei vermelha e o meu coração disparou e comecei a tremer as pernas. Acho que era a saudade, pois desde o dia em que ele e minha mãe terminaram o namoro, não o tinha mais visto.
Eu estava a voltar do liceu e quando me deparei com ele ficamos a conversar e ele nem perguntou pela minha mãe.
Convidou-me para tomar um sumo num bar ali em frente e eu aceitei o convite.
Depois de uns momentos conversando banalidades ele disse que precisava conversar sobre um assunto diferente comigo mas que o local não era apropriado e convidou-me para ir ao seu apartamento no dia seguinte. Aceitei logo o convite e disse que iria á noite. Eu é que sugeri á noite porque é a hora em que posso sair montada sem chamar muito a atenção.
O que será que ele queria falar comigo? A curiosidade atormentava-me tanto que mal dormi à noite e no outro dia passei o dia inteiro na expectativa. Ao aproximar da hora comecei ter suor frio e as minhas mãos ficaram geladas, mas de fato é eu estava curiosa mesmo.
Eu preparei-me o melhor que podia, coloquei uma mini saia branca, uma blusa de alças azul, e uma calcinha fio dental, sandálias e bolsa e muita maquiagem completavam o visual.
A minha irmã perguntou aonde eu ia tão produzida e eu falei que tinha um encontro, mas não disse com quem.
Ele já estava à minha espera na portaria do seu prédio. Entrei no seu pequeno apartamento e ele me indicou um lugar para me sentar no pequeno sofá, sentando-se a meu lado.
Depois de dois minutos de conversa simples eu perguntei,
- Bem, qual é o assunto que tens para falar comigo?
- Este. E agarrando-me deu-me um beijo na boca.
Tentei afastar-me mas ele estava a segurar-me pelos ombros firmemente.
- Pensas que eu não notei que tu me provocavas quando eu ia a tua casa? Tu me deixavas maluco mas não eu podia fazer nada por respeito à tua mãe, mas agora que estou livre, Marisa, vou fazer de ti uma mulher de verdade.
Tentei recuar, ele parecia transtornado, eu fiquei um pouco receosa dele, mas o fascínio pelo desconhecido fez-me ficar quieta e tentei acalmar-me e num segundo beijo seu eu tentei retribuir, enquanto gemia e pensava no seu pénis.
A minha mão agiu quase que à minha revelia, meti a mão pelo meio das suas pernas e senti o seu pénis duro por baixo dos calções. Enquanto ele me continuava a beijar alcancei com a mão o seu pau e libertei-o, tentei-o abocanhar quando ele começou a dizer que queria fazer amor comigo.
Ele começou a despir-me e ao me ver de fio dental ficou louco. Retirou aquela peça com força e eu tentei explicar-lhe que era virgem, e que seu pau era grande. Mas ele não ouvia e eu entrei no jogo dele.
Colocou-me numa posição em que as minhas nádegas ficaram arrebitadas e passou um gel no meu buraquinho e no seu pau.
Eu estava feliz. Finalmente ia fazer amor com o homem com quem tanto sonhava.
- Vem, meu amor! Eu preciso de ti! Faz-me mulher! Rasga-me ao meio com essa ferramenta deliciosa que tens! Eu balbuciava estas palavras enquanto me preparava para o receber.
Eu senti quando ele colocou aquela enorme cabeça na entrada do meu buraquinho e forçou a penetração.
Felizmente ele forçou com paciência, sabia que eu era virgem. Mas eu sentia muita dor. Ele me acariciava para que eu me relaxasse. Quando sentiu o momento certo, enterrou quase tudo num movimento lento e firme. Dei um grito logo abafado por uma de suas mãos. Pedi para ele tirar mas ele já não me ouvia.
Começou um vai e vem lento no inicio que foi aumentando e logo a dor foi substituída por uma leve sensação de prazer.
- Ohhhhhh!!! Marisa, és tão gostooooooosa! E és tão apertada! E gemia e fungava até que de repente...
- Vou gozar! Vou goozzaar Marisa, gostosa, Aiiiiiiiiii, que delicia!, Vou gozzzzzzaaaaaarrrrr! Ele gemia, e eu senti o seu pau a inchar e crescer dentro de mim e despejar enormes jatos quentes de esperma bem fundo dentro de mim!
Exausto com o seu corpo sobre o meu ficamos assim por instantes, mas eu estava insatisfeita, pois não tinha gozado e comecei a me acariciar. Logo ele substituiu minha mão pela sua e num instante devido à minha excitação, gozei também ainda com ele duro dentro de mim.
O meu traseiro doía-me muito e quando me fui lavar, notei algumas manchas de sangue na toalha. Ele disse que era normal pois eu tinha perdido a minha virgindade.
- Estás satisfeita agora Marisa? Perguntou ele.
Eu estava feliz sim, estava muito satisfeita, finalmente tinha me transformado numa mulher e com o homem dos meus sonhos. Ele era muito lindo!
Abracei-me a ele e beijei-o na boca.
Despedi-me e fui embora completamente realizada.
Depois daquela noite, tive mais outras com ele e com outros homens, mas são outras histórias.