180 - A peruca loura
Olá meninas, o meu nome não interessa muito e digo apenas que pelo nosso meio de amigas sou conhecida por Menina da peruca loura.
Este é uma das minhas histórias, quase um conto, e vou vos contar porque decidi ser CrossDresser.
Vou tentar não contar tudo muito detalhadamente, para não vos entediar e para não estender demais este relato.
Espero que gostem!!!
Tudo começou na minha infância. Eu e um vizinho e colega do clube de natação, por vezes conseguíamos sair da escola e, com a desculpa de ter que fazer algum trabalho, íamos para casa ver revistas pornográficas e masturbávamo-nos juntos.
Passadas algumas dessas sessões de masturbação ele pediu-me para eu pegar no seu pau, e em troca, ele pegava no meu.
Começamos assim, e durante uns meses ele acariciava-me ao mesmo tempo que eu o acariciava.
Mas um dia sugeriu que devíamos fazer sexo oral. De início fiquei com receio e com um pouco de nojo, mas a ideia de sentir alguém a chupar-me foi mais forte e fui lá e coloquei o meu pénis dele na boca, para de seguida lhe fazer o mesmo.
Fizemos isso durante alguns anos. Por vezes brincávamos a roçar e acariciar o rabinho um do outros, sem nunca ter havido penetração, afinal de contas nós não éramos gays! LOL.
Com o tempo, comecei a desejar que ele gozasse na minha boca. Mas não conseguia pedir isso sem parecer que gostava e lembrei-me de lhe propor que se ele deixasse eu meter a cabecinha do pénis no rabinho dele, em troca ele podia gozar na minha boca. Mas ele não aceitou.
Os anos passaram e eu mudei de cidade. O meu desejo por mulheres aumentava e era nisso que eu investia.
Entretanto, a curiosidade que sentia por chupar um homem e receber o prazer dele na boquinha continuava nos meus pensamentos e fazia com que eu tivesse alguns momentos de satisfação com a masturbação.
Mas como gostava de mulheres, não pensava em beijar um homem, ou em ser uma menina ou algo do tipo.
Era apenas a curiosidade em relação a um pénis duro na minha boca, ou a roçando o meu rabinho.
E quando me senti adulto, sentia-me um homem macho, dominador.
Adorava estar com as mulheres que seduzia, e de as possuir de quatro, dando-lhes palmadas no traseiro, chamando-lhes nomes um pouco ofensivos, etc …
Uma bela noite, após uma bebedeira, comecei a falar com um travesti que conheci num bar e fui com ele para uma pensão.
O meu objetivo era ser ativo, comer um rabinho fácil, e sentir que eu era o macho dominador, como fazia com as mulheres que iam na minha sedução.
Mas ao chegar lá, ela começou a lamber-me todo, a chupar o meu pénis, a passar a língua nos meus testículos, até que chegou ao meu anus.
Que sensação maravilhosa!!!
Abri-me todo para ela, que começou a enfiar-me a língua e o dedo no meu anus enquanto me masturbava.
Quando eu já quase a gozar, ela parou, e veio colocar o pénis dela na minha boca.
Ela deve ter percebido que eu queria experimentar. Engasguei-me algumas vezes, mas ela não teve dó. Meteu na minha boca segurando-me pelo cabelo, e me chamando-em de putinha safada. Lembro-me bem de uma frase que me deixou excitado. Ela dizia:
- Chupa puta, paneleiro disfarçado. Vieste comer uma traveca porque querias um pau não é? Chupa que eu hoje eu tiro-te esse cabacinho!
Sentia-me humilhado mas ao mesmo tempo excitado.
Até que ela puxou o meu cabelo novamente, encostou o pénis aos meus lábios, e começou a gozar na minha boca.
Apanhei um susto, e não engoli. Fiquei todo melado. A minha tesão estava incontrolável!
Comecei então a beijá-la e acariciar aquele pau dela até que ficou duro de novo.
Ela dizia que o tempo já tinha acabado, e que eu tinha de pagar mais.
Eu disse que ainda não tinha gozado, e que não queria pagar.
Recebi uma nega e ela disse que se eu não pagasse ia começar a berrar tanto que todo o mundo da pensão ia pensar que eu a estava a matar.
Com medo da exposição, cedi e paguei o combinado.
Saí de lá super desiludido, incompleto e frustrado.
Cheguei a casa cheio de dúvidas, a sentir-me mal por ter deixado um travesti fazer-me sua putinha.
Afinal, eu era homem porra, era macho!
Mas aquele orgasmo dela não saía da minha cabeça. E pouco depois comecei a masturbar-me lembrando-me da cena, e imaginando-me passivo a ficar de 4 para ela.
Aquele travesti desencadeou sentimentos de dúvida nos meus conceitos de macho dominador.
Tentei esquecer tudo aquilo, e segui a minha vida normalmente. Recomecei a namorar, e a foder bastante e o tempo foi passando.
Anos depois, já estava solteiro de novo, e fui convidado para ir até ao carnaval de Torres vestido de menina. Achei que devia ser engraçado, já que alguns dos meus amigos também iam vestidos do mesmo jeito.
Comprei um vestido curto, mas depois com medo do frio também comprei um casaco comprido para usar.
Estava sozinho em casa quando me arranjei.
Vesti umas calcinhas e sutiã, um conjunto em renda preta, um cinto de ligas e meias altas presas nas ligas, o vestido curto que pouco escondia das meias.
Usei um batom vermelho, umas sombras nos olhos, uma peruca loira e umas botas de cano alto e estava pronta.
Quando me olhei no espelho, não queria acreditar.
Estava, e sentia-me, igualzinha a uma mulher! Fiquei logo excitada e tive que me masturbar ali mesmo frente ao espelho do quarto.
Para completar o meu visual usei umas mais para encher o sutiã e vesti o casaco comprido.
No meio da festa de carnaval, muita cerveja e dança no meio da rua, um rapaz passou a mão pelas minhas nádegas e acariciou.
Era um rapaz moreno claro, com o corpo numa forma razoável. Fingi que o repreendia, mas sorri e levei tudo na brincadeira.
Pouco depois percebi que a todo o momento alguém, homem e mulheres, mexiam na minha peruca, ou davam uma palmada no meu rabinho.
Após algum tempo a dançar e a beber, resolvi ir procurar outro local mais animado.
Quando saí do meio da confusão da festa, o rapaz que tinha passado a mão por mim acenou-me e chamou-me.
Ele disse que eu tinha um traseiro lindo, e que ele gostava de poder dar uma olhada.
Eu disse que era hétero, e que aquilo era só uma brincadeira de carnaval.
Mas ele foi insistente. Disse que ninguém mais tinha que saber e que eu também podia ser ativo na brincadeira.
Fiquei meio indeciso, preocupado em poder haver por ali alguém que me visse.
Ele apercebendo-se, puxou-me para um recanto, agarrou-me pela cintura e deu-me um beijo molhado.
Senti a sua mão aberta por cima do meu traseiro apertando-me com força.
Novamente eu estava entregue.
Passei a minha mão por cima do volume que despontava nas calças dele e as lembranças vieram-me ao de cima.
Liguei o “foda-se” e resolvi deixar que ele tomasse a dianteira, perguntei apenas como é que seria.
Ele pegou-me pela mão e foi-me conduzindo pelo meio da multidão.
Um ou outro espectador do carnaval olhava-me com um sorriso sarcástico, o que me deixava envergonhada mas mais excitada.
Afinal, eu estava vestido como uma putinha, e ia de mão dada como um rapaz que me levava para sua casa.
Pela primeira vez um macho me levava com ele, não era longe, nem 5 minutos de caminho, ele levou-me para o seu apartamento.
Ao chegarmos, o rapaz, que já estava com o pénis bem duro, começou logo a agarrar-me por trás.
Senti todo aquele volume a roçar as minhas nádegas e nem pensava mais em ser ativo.
Já no quarto dele, ajoelhei-me, baixei as calças deles com os boxers e tudo, e coloquei aquele mastro na boca.
Devia ter uns 17cm, e era grosso, mal conseguia fechar a minha mão ao redor do seu pénis.
Após ter chupado bastante, veio o momento decisivo.
Coloquei-me de quatro, e ele começou a espalhar lubrificante no seu pénis e no meu rabinho!
Senti um arrepio e quando ele encostou a cabeça eu estava eufórica.
Ele começou a forçar e, quando a cabeça passou, a dor apareceu e eu tentei fugir para a frente pedindo para ele parar.
Mas ele segurou-me nas ancas e ficou parado, à espera que eu me relaxasse um pouco mais.
Depois deixou que o seu corpo fizesse peso por cima de mim e entrou de uma vez só!
Vi estrelas, comecei a espernear, com lagrimas nos olhos, e num impulso, consegui virar-me na cama e tirei-o de cima de mim.
O rapaz ficou a rir-se, dizendo que eu tinha de me acostumar, porque era assim mesmo.
Sentindo-me humilhado, dolorido, disse que queria ir para casa, e saí rua fora, incapaz de voltar para a festa de Carnaval.
Senti-me mal por muitos dias, pensando que era um otario, interrogando-me se eu era um mariquinhas ou ???
Acrescia ainda o medo de algum dos meus amigos me poder ter me visto a sair da festa com aquele rapaz e não ter voltado a aparecer.
Fiquei meio paranóico por algum tempo. Depois relaxei. Tentei recomeçar a viver a minha vida.
Passado algum tempo, num site de encontros fiz um perfil, mostrando o meu pau, esperava comer alguma mulher casada.
Excitava-me com contos eróticos de homens traídos e mulheres putinhas.
Arranjei uma nova namorada, e o sexo voltou a ser muito bem.
Mas voltei a deparar-em com fotos de uma menina CrossDresser. O pau voltou a ficar duro num instante e gozei a ver aquelas fotos.
No dia seguinte, peguei na roupa daquele carnaval, vesti-me, tirei várias fotos e mudei o meu perfil.
Comecei a colocar fotos de mim de calcinhas, cinto de ligas, peruca postiça loura.
Apenas queria ver o que os homens ima comentar sobre o meu rabinho. Só por curiosidade dizia eu para mim.
Quando começaram a chegar as mensagens, era raro o dia em que eu não me masturbava a ler o que lá estava. Excitava-me muito ler todos os comentários e propostas que os homens me faziam.
Comecei a sentir-me uma fêmea desejada.
Tinha vontade de encontrar um homem maduro, que eu sabia que podia ser mais paciente, para perder o cabaço do meu rabinho de verdade. Queria ser comido, ou melhor, ser comida, até o homem ter um orgasmo e gozar dentro do meu rabinho.
Entretanto, com um trabalho novo e com uma namorada que estava sempre comigo, ficou difícil eu fazer novas fotos, ou mesmo conversar com possíveis candidatos a comedor.
Eu sabia que um dia aconteceria. E também sabia que o meu desejo por mulheres em nada diminuía. Pois ainda me excitava muito ao ver uma rapariga gostosa na rua.
Era apenas a curiosidade de ser dominada e tratada como fêmea. Tenha que entender porque tudo isto me causava tanta excitação.
Mas como tudo o que se passou comigo nunca foi definitivo chegou o dia em que a minha namorada se fartou e se foi embora. Eu fiquei a viver só num apartamento que me permitia ter a minha nova vida como eu a fosse construindo aos poucos.
Ainda tinha em mim o meu sonho de ser menina e o facto de agora estar a viver só foi como um rastilho nessa vontade.
De um dia para o outro o meu guarda fato ficou quase que exclusivamente cheio de roupas e adereços femininos.
Parecia que tudo o que eu conseguia ganhar de ordenado era de imediato torrado em roupas, adereços, calçado, uma peruca nova, postiços, material de maquilhagem, muita lingerie, etc.
Em pouco tempo comecei a viver uma vida dupla, apenas me vestia de homem para ir trabalhar e mal chegava a casa aparecia a menina da peruca loura.
Comecei a sair e a conviver com outras meninas como eu vestido como elas, a aprender a ser mulher pela maior parte do tempo e apenas deixar de o ser para ir ao meu trabalho.
Mas para o meu sonho ser real eu sabia que tinha de encontrar um homem que me aceitasse como eu era.
Para tentar conseguir encontrar esse homem eu recorri novamente às redes sociais da internet.
Mas o meu objetivo era apenas a menina que existia em mim, era saber como eu deveria estar produzida, o que eu ia sentir.
Creio que eu idealizava o homem como um acessório de todas aquelas minhas ideias.
Algumas coisas eu sabia: eu queria um homem mais velho, experiente, paciente, e que também fosse alto e totalmente ativo.
Queria que fosse casado porque o segredo era fundamental pra mim, tinha pavor a que alguém do meu círculo próximo ficasse a saber.
A aparência física não era tão importante assim. Procurei por vários dias até conseguir selecionar alguns candidatos que se aproximassem do meu ideal.
Conversei bastante com alguns homens durante várias semanas, expliquei toda a situação, troquei fotos. Deixei claro que era virgem e tudo o que eu queria, o que eu esperava da minha primeira vez, e como queria que as coisas acontecessem.
Eu tinha todo aquele percurso imaginada na minha cabeça, procurava apenas alguém que me ajudasse na sua realização.
Deixei algumas coisas bem claras, eu não queria ser uma menina regular, não estava preparada para isso, e também não fazia questão de ser tocada nas minhas partes de homem.
Até que um candidato que apareceu começou a destacar-se nas conversas que eu ia tendo nas redes sociais.
Ele foi atencioso, calmo e tinha boa conversa, foi muito educado. Deu-me toda a atenção que eu precisava, escutou-me.
Ele gostou das minhas ideias, e disse que gostaria de me ajudar a realizar as minhas fantasias.
Toda a conversa com ele foi boa, e eu comecei a sentir uma ligação com ele, tanto que acabei por me decidir, seria com ele que eu perderia a minha virgindade.
Marcamos para a sexta-feira seguinte, para o fim do dia que era quando ele teria disponibilidade.
Saí cedo do emprego nesse dia e corri para casa. Cheguei a pensar em desistir. Estava muito nervosa, com o estômago enjoado, e durante o dia mal consegui comer. Um misto de medo, curiosidade e excitação.
Ao fim da tarde comecei a minha pré-produção. Fiz a pouca barba que eu tinha. No meu corpo todo usei um creme depilatório, para tirar os poucos pelos que eu tinha, e deixei um pequeno retângulo de pelos no púbis.
No resto do corpo fiquei completamente lisa, inclusive nos braços. Depois um banho demorado, apliquei óleo de amêndoas no corpo todo para ficar com a pele macia.
Fiz a minha higiene íntima. Aparei as sobrancelhas, escondi os meus cabelos castanho escuros, que ainda não tinha tido coragem de deixar crescer, com uma das minhas perucas loiras.
Mas eu ainda não tinha certeza de que conseguiria ir até o fim.
Como estava um tempo um pouco frio, vesti umas calças de ganga justas, uma camisa e um casaco de lã, apanhei os cabelos em rabo de cavalo e fiquei à esperando dele.
O nosso primeiro contato seria assim, eu ainda de menino, pois tinha receio de receber em minha casa um estranho, vestido de menina.
Se eu não gostasse dele? Se eu quisesse desistir? Não ia gostar de estar toda menina para lhe dizer não se fosse o caso. Ia sentir-me vulnerável demais.
No horário combinado o meu telefone tocou e eu atendi. Ele disse estar na frente da minha casa, e perguntou se estava tudo certo para a gente se poder conhecer.
Eu disse que sim. Abri a porta e recebi-o. Apertamos as mãos e convidei-o para entrar.
Tinha cabelos grisalhos cortados bem curtos, entradas pronunciadas, uma voz grave. Era alto, devia ter mais de um metro e noventa.
Vestia calças de tecido, camisa e sapatos.
Tinha 43 anos, branco, barba bem feita, nariz grande, sem barriga, aliança no dedo, perfumado.
Não era bonito mas também não era feio, e de certa forma agradou-me.
Tinha um ar de maturidade que me deixou mais tranquila. Conversamos amenidades, para quebrar o gelo. Eu estava nervosa e ao mesmo tempo curiosa com aquele homem.
Disse-me que era casado, mas que a esposa não o satisfazia sexualmente, e apesar de tudo isso ele amava-a muito.
O carinho com que falou da esposa conquistou-me.
Perguntou um pouco sobre mim, à quanto tempo eu me vestia, se eu tinha estas vontades à muito tempo.
Foi calmo, atencioso, educado, e deixou-me à vontade.
Disse que faria somente o que eu permitisse e que eu poderia desistir quando quisesse, se quisesse.
Ele parecia ser o tipo de homem eu procurava.
Tomei coragem e disse que ia chamar a rapariga da peruca loura para ele conhecer.
Ele apenas disse que gostaria muito, o que significava que ele também queria.
Coloquei um cd de musicas lentas na aparelhagem de som e fui arranjar-me.
Tirei as roupas e fiquei completamente nua.
Comecei por vestir a lingerie, um espartilho e as meias, coloquei as ligas nas meias e depois as calcinhas.
Nervosa como estava, tinha o meu pénis completamente flácido e foi fácil acomodar tudo.
Fiz a minha maquiagem. Comecei pela base líquida, um pouco de pó. Delineador, sombra, pestanas postiças, blush, um batom vermelho.
Gostei do resultado, nada muito carregado.
Colei umas unhas postiças vermelhas, soltei e arranjei os cabelos da minha peruca loura.
Troquei os meus brincos pequenos de menino por um conjunto de brincos de argolas prateadas grandes, um colar prateado fininho e um anel em cada mão.
Borrifei um pouco de perfume e calcei os saltos.
Olhei-me ao espelho e vi que estava pronta, estava feminina e muito sexy.
Estava ansiosa, com medo e com o coração a bater forte. Mas estava decidida.
Eu tinha chegado até ali e ia viver a experiência que sempre desejara.
Respirei fundo e sai do quarto, um pouco tremula, não sei se por causa do frio ou do nervoso, provavelmente por causa das duas coisas.
Não sei como não cai de cima dos saltos.
Quando ele me viu sorriu.
- Olá eu sou a Luana. Muito prazer!
A minha voz soou baixinha, insegura, mas ele ouviu perfeitamente.
Eu tinha colocado na voz tudo o que treinara para soar um pouco mais feminina, diferente da minha voz usual.
- Olá Luana! Podes dar uma voltinha para eu te ver?
Devagar e sem muito jeito fiz o que ele pedia. Não era a primeira vez que eu me mostrava para alguém, mas mesmo assim estava insegura.
Ele levantou-se, veio ate mim, e com o dedo indicador puxou meu cabelo para o lado na testa e olhou-me nos olhos.
- Tu estás toda rapadinha ... produziste-te toda. Minha nossa, tu até tens peitinhos!
- É o forro moldado do espartilho. Disse eu sem graça.
Eu corei. Nunca me tinha exposto assim, para um homem.
Naquele momento dei conta de como ele era alto, mesmo eu estando de saltos, ele era um palmo mais alto que eu.
Senti-me pequena e frágil. Ele deu um passo para trás e avaliou-me, olhou-me de cima a baixo.
Pegou na minha mão com delicadeza e fez-me girar devagar enquanto me apreciava.
Colocou a sua mão atrás da minha cintura e colou o seu corpo ao meu.
Com a outra mão delicadamente levantou o meu rosto.
Parecia que me ia beijar, virei o rosto e apoiei a cabeça no seu ombro.
Sentia o meu coração a bater forte, as pernas a tremer.
Ele abraçou-me, e lentamente começou a conduzir-me, fazendo-me dançar agarrada a ele.
Fez aquilo tão gentilmente que só percebi quando me disse eu dançava bem.
Escorregou a mão e pude sentir que ele apertava a minha cintura.
Confesso que estava sem ar e que nunca me tinha sentido tão vulnerável.
Eu ainda estava nervosa, mas dançar com ele acalmou-me um pouco.
Ele corria as mãos pelo meu corpo. Beijou o meu pescoço.
E nesse momento dei-me conta do volume dentro de suas calças que ele pressionava contra mim.
Muito por não saber o que fazer e um pouco por vontade, levei-o pela mão até ao meu quarto, onde a minha cama grande nos esperava.
Quando entramos no quarto ele começou a tirar a roupa com muito cuidado, dobrando tudo e colocando na cadeira.
Imagino que por ser casado não poderia chegar em casa com a roupa toda amarrotada. Finalmente pude observar aquele corpo masculino.
Quando tirou as cuecas pude ver o que me esperava e quase desisti.
Ele era alto e seu pénis era grande, cabeçudo e reto.
Eu não sabia se iria aguentar tudo aquilo. Estava completamente duro, e senti-me muito desejada, pois sabia que ele estava assim por mim.
Ele sentou-se na beira da cama, de pernas abertas e perguntou se eu queria experimentar.
Eu só fiz que sim com a cabeça. Coloquei um travesseiro no chão, e ajoelhei-me entre as suas pernas.
Segurei e senti o calor do seu membro, a sua dureza.
Como eu tinha segurado com a ponta dos dedos ele colocou a sua mão por sobre a minha e fez-me segurar corretament.
Fez-me subir e descer a mão algumas vezes.
Tomei coragem e devagar coloquei os lábios nele. O cheiro e o sabor invadiram-me.
Cheiro a homem, sexo, excitação ... o gosto não era mau.
Fui tentando acomodar o máximo possível dele na boca, pois eu queria muito aproveitar aquela experiência.
Ele apoiou a mão por trás da minha cabeça com certa delicadeza, e foi me guiando enquanto eu chupava.
Um lento vai e vem. A sensação de ter aquele membro grande e pulsante na minha boca era muito inebriante.
Devo ter chupado por uns dez minutos, e comecei a preparar-me mentalmente para o próximo passo.
Foi bom sentir aquele homem a respirar fundo, saboreando cada momento do que eu fazia com ele.
Tirei minha boca já dolorida dele, ainda segurando em minhas mãos.
- Quero-o experimentar dentro de mim...
- Como é a tua primeira vez, acho melhor ficares por cima, podes controlar melhor.
Eu concordei, ele deitou-se na cama, dei-lhe um preservativo, que ele colocou.
Espalhei uma generosa quantidade de lubrificante por cima do preservativo, puxei a minha calcinha para o lado e lubrifiquei o meu anus.
Era agora. Tudo que eu havia planeado tinha me conduzido a esta momento. Eu estava muito nervosa, tanto que até aquele momento não tinha o menor vestígio de erecção.
Tudo escondido nas minhas calcinhas, sem sinal de que fosse acordar. Hora de seguir com a minha decisão.
Tirei os saltos, e subi para a cama. Ele estava deitado de barriga pra cima, a meio da cama. Eu subi para cima dele e fiquei com uma perna de cada lado do seu corpo.
Coloquei-me de costas pois eu queria que ele visse o meu anus enquanto eu o fazia desaparecer dentro de mim, e também para que não me visse caso eu ficasse excitada e algo aparecesse de dentro das calcinhas.
Senti o seu pénis duro a roçar a minha fenda. Apoiei uma das mão no seu joelho, empinei-me, com a outra segurei o seu membro, e posicionei-o na entrada do meu rabinho.
Era este o momento em que eu ia perder a minha virgindade.
Fui descendo lentamente. Fiz força para facilitar a entrada, senti o meu esfíncter a alargar, senti arder.
Nunca tinha tido nada assim dentro de mim. Doeu.
Passou-se uma eternidade até sentir as minhas nádegas a encostarem nos seus quadris.
Respirei fundo. sentia-me preenchida. Então era assim que era ter um homem dentro de mim, eu tinha conseguido.
Eu tentei relaxar e rebolei devagar para me acostumar com tudo aquilo dentro de mim. Sentia-me maravilhosamente mulher.
Mas uma coisa que não estava nos meus planos aconteceu.
O meu corpo traiu-me. O meu coração acelerou e as minhas pernas tremeram de leve.
Gozei instantaneamente, sem aviso, completamente flácido e sem erecção.
Deixei escapar um gemido baixo involuntariamente. Encharquei as calcinhas, foi muito intenso. Nunca tinha sentido um orgasmo tão bom.