236 - O Alberto adormeceu
Depois de eu ter tido a minha primeira relação com um homem, comecei a entregar-me cada vez mais a esse meu desejo, e sempre que conseguia estar vestida como menina, tentava fazer novas amizades.
O meu desejo sexual era agora orientado para os homens, tinha-me aparecido um novo desejo, depois de ter a minha primeira relação.
Comecei a frequentar alguns bares com o meu novo grupo de amigo mais coloridos, e andar mais produzida toda sexy, com mini saia, unhas pintadas, saltos, etc ...
Uma noite recebi um convite para ir a um bar de um admirador, que tinha conhecido há poucos dias, o Alberto, que me foi buscar a casa no seu carro, e me levou com ele para apreciar a noite e correr alguns bares.
No final da noite, já cansada e querendo que o Alberto me levasse de volta a casa comecei a conversar com um rapaz, que eu não conhecia bem, mas que era amigo do Alberto, ficamos a conversar em frente ao último barzinho, até que decidimos ir esperar para dentro do carro.
O rapaz, ao que eu tinha percebido, era heterossexual, mas tinha bebido um pouco e estava empolgado, curioso, com a minha presença ali ao lado dele.
Eu estava toda arranjada, com um vestidinho curto, meias de rede, as unhas dos pés pintadas de amarelo creme, um soutien que dava um bom volume, as unhas das mãos azul turquesa e um batom cor de vinho escuro que contrastava com a minha pele clara.
Enquanto esperava pela boleia resolvi ir andando para o carro, e o Cláudio, o rapaz, um pouco empolgado pela bebida em excesso começou a fazer comentários sobre mim, elogiando cada coisa que via, os meus pezinhos brancos com unhas pintadas, o vestido curto, a cor do batom, enfim ...
Percebi que o álcool o tinha deixado um tanto embriagado e atiradiço, até que ele me disse que eu o tinha deixado de pau duro!
Como o Alberto estava a demorar, a conversa começou a ficar cada vez mais íntima e provocativa.
Eu contei-lhe que me vestia de menina há pouco tempo, e que tinha saído com um homem casado uma vez.
Ele, aproveitando o que eu lhe dizia, perguntou-me se eu queria ver uma coisa grande.
Eu olhei pra ele, e claro que sabia do que ele estava a falar, mas apenas olhei, sem responder ...
Até que ele disse:
- A culpa é tua, deixaste-me de pau duro, com vontade, não queres ver? Repetiu ele.
Ao longe eu via que o Alberto ainda estava no barzinho embalado em altas conversas, e que ia demorar mais.
Quando me apercebi já o Cláudio tirava para fora o seu pênis, e de fato era grande.
Ele segurava a sua "coisa" dura e o Alberto que não saia do barzinho. Eu confesso que olhava e estava a apreciar a "coisa" e acho que demonstrei algum interesse, o que o fez insistir mais:
- Pega!! Podes pegar!! Não tens vontade?
Depois de perguntar, pegou na minha mão e levou-a ao seu pénis.
Em contraste com aquele pau enorme e grosso, a minha mão ficou pequena a segurar nele, delicada e com as unhas azuis a segurando aquele chouriço volumoso.
Agora a conversa era mais fácil. E perguntava-me tudo sobre mim enquanto eu segurava no pau dele, e ele guiava a minha mão num movimento para o masturbar. Ele largou-me e eu continuei a masturbar o "coiso" dele, enquanto olhava para fora do carro.
Era tarde e não havia ninguém pelo estacionamento, então o Cláudio pediu para eu beijar o pau dele ... pediu delicadamente, claro .... eu respondi:
- Não! ... O Alberto está a chegar dentro de momentos! E ele respondeu:
- Nada disso, ele demora muito sempre. E se ele vier eu aviso, podes brincar com o meu pau, fazer o que quiseres, eu olho lá para fora.
Eu estava com vontade mas com receio, e disse:
- Só um pouquinho, posso?
Ele sem receios puxou-me para mais perto dele e eu vi então aquele pau enorme, grosso, na minha cara, a cabeça era num tom violeta, e eu levei-o até à boca, senti a cabeça macia do pau nos meus lábios, comecei a deslizar aquele pedaço de carne quente, pelos lábios e pelo rosto, dei uns beijos como ele tinha pedido, passei a língua, segurando nele, e com os lábios fiz carinhos. Ele gemia baixinho e dizia que estava a gostar, que eu tinha de continuar.
Então, abri a boca, e levei a cabeça para dentro, senti na minha língua molhada, aquela cabeça lisa, macia,
chupei e suguei aquele mel que já se formava na ponta, um gosto agradável, passei a língua novamente, na ponta da cabeça, segurando agora com as duas mãos, devido ao tamanho do brinquedo dele, abri mais a boca e levei até onde conseguia.
Talvez metade do pau dele coube, e chupei ouvindo-o a gemer, a mão dele deslizou pela minha coxa, levantando-me o vestido e acariciando o meu rabinho, enfiou-se por baixo das calcinhas e começou a apertar as minhas nádegas, enquanto gemia.
E apoiei uma mão na coxa dele e com a outra eu segurei aquele mastro masturbando-o, enquanto chupava a metade daquele pau, que era o que cabia na boca.
E empurrou a minha cabeça na direção do pau dele, tentando introduzir o máximo possível, até eu me engasgar, e tirar da boca rápido tossindo. Ele rindo desculpou-se, disse que se tinha entusiasmado, e pediu para eu continuar, que estava a gostar muito.
Eu percebi então, que para mim, também era muito saboroso e que estava a adorar chupar aquele pauzão, lambuzar com a minha saliva, enfiar e tirar da boca e vê-lo todo babado pela minha saliva, e coloca-lo novamente, num vai e vem, enquanto eu chupava aquele pênis gostoso, mamava o Cláudio, ouvindo-o a gemer, e sentindo que ele apalpava as minhas nádegas enquanto me chamava de "gostosa", ele disse:
- Gosto de ti assim, bem menina!
E eu continuei a chupar, mamar e lamber ainda com mais vontade, quando ele me chamou de menina.
Até que ele me segurou e disse que ia gozar!
A mão dele firmou-se na minha nuca, ele não queria que eu parasse no melhor momento, e eu continuei a chupar.
Senti, aquele pau a pulsar, latejar e depois jorrar jatos de um liquido quente, que se colava na minha boca, senti um jato, depois outro e mais outros, ia engolindo e chupando, sugando, masturbando e chupando.
Estranhamente eu queria tudo, até o final, ele gozou bastante e eu engoli tudo.
Levantei-me com aquele gosto forte na boca, um pouco sem saber o que dizer, porque eu nem o conhecia, e ele com um sorriso aberto no rosto e cara feliz agradeceu-me.
Ele ainda acariciou as minhas coxas, apertando-as, dizendo-me que na próxima vez, queria ir um pouco mais além.
Eu ainda engolia alguma saliva com o gosto de sexo, do sémen dele, enquanto ele dizia:
- Esse teu rabinho branquinho e macio, é tudo o que eu quero linda!! Disse ele enquanto me olhava sério.
Eu ainda sem saber o que fazer ou dizer, encolhi os ombros, como que dizendo, talvez ... porque não?
Finalmente o Alberto chegou, tinha bebido demais também mas não a ponto de se não conseguir conduzir. Ligou o carro e disse que estava com sono, que queria ir para casa.
O Cláudio desceu algumas ruas antes de mim, despediu-se, depois de me dar o seu número de telefone, e dizer que se eu quisesse, ligava para ele a marcar algo. Esse algo, claro, era o que ele tinha dito que queria.
O Alberto parou o carro, em frente ao meu prédio, disse que estava com sono e tinha bebido muito, eu ainda ofereci o meu apartamento para ele dormir, para não conduzir cansado, com sono, depois de beber ...
Ele subiu e adormeceu lá, mas estava realmente cansado e com muito sono, caiu no sofá e adormeceu.
ATENÇÃO: ESTA CASA MUDOU PARA OUTRO LOCAL
https://casadoscontosdaelia.wordpress.com/