106 - APANHADO
Apanhado pela chefe no trabalho
Eu comecei a usar calcinhas por baixo da minha roupa de trabalho e de andar na rua já há algum tempo.
Às vezes gosto de usar calcinhas de algodão macias e fofas e gosto de fingir que sou uma menina fofinha, mas na maior parte das vezes eu uso as de seda que me ficam tão bem, realçando o meu traseiro e acariciando a minha pilinha. O usar calcinhas no trabalho nunca me custou e nunca senti que fosse uma grande proeza. Há muito que me tinha habituado às calcinhas e para mim eram já algo de confortável.
Eu trabalho como garçom num restaurante e a minha gerente, Sara, é uma verdadeira durona. Isso e o fato de ela ter um corpo incrível sempre me deixaram muito excitado no trabalho. Uma noite, eu tinha acabado de terminar todas as minhas mesas e estava prestes a sair quando a Sara me deu um toque no meu ombro e disse:
- Alex, acho que precisamos conversar. Ela estava com um olhar muito sério. Podemos falar no meu escritório?
Eu apenas assumi que ela tinha uma reclamação de uma mesa ou algo assim, então segui-a e fechei a porta atrás de mim.
- Podes me dizer por que é que andas pelo meu restaurante com as calcinhas a sair das calças?
Eu estava tão envergonhado que não sabia o que dizer e apenas fiquei ali com a boca aberta.
- Estou a ver que agora estás cheio de vergonha, Alex, sempre a vestir calcinhas bonitas assim. Eu devia despedir-te por andares a mostrar as calcinhas fofas aos clientes!
Eu na realidade precisava muito deste emprego, e tentei murmurar algo como "não, por favor" mas ela deu-me um palmada na cara com tanta força que quase caí.
- Não me interrompas quando estou a falar contigo! Agora tira a porra da camisa, já não vais precisar mais dela.
Eu fiz o que ela disse, o que fez com que as minhas calcinhas aparecessem ainda mais.
E enquanto estás nisso, tira essas calças também! Eu quero ver se ficas bonita nas tuas calcinhas bonitinhas, sua sissy.
Eu ainda não sei como arranjei coragem para o fazer, mas eu fiz o que ele me mandou, tirei as calças de ganga. E então mal eu me despi senti que estava com uma erecção. Sentia a minha pilinha mais dura do que em qualquer outra ocasião. Apenas porque estava dela vestindo nada mais que umas calcinhas de algodão rosadas de corte alto.
- HUau, tu és uma putinha sissy, não és? Agora responde, queres que eu te despeça, ou queres pensar numa outra punição?
Eu não fazia ideia do que ela estava a tentar me dizer, mas murmurei:
- Outra coisa ...
- Bom, sua putinha, agora vais te inclinar aqui sobre a mesa para eu poder te dar umas palmadas através das tuas calcinhas!
Eu hesitei e ela deu-me uma palmada de novo, mais forte desta vez. Senti-me tão humilhado que quase comecei a chorar. Antes de eu puder dizer mais alguma coisa, ela empurrou-me sobre a mesa e começou a sovar o meu traseiro coberto pelas calcinhas.
- Gostas disto minha sissy? Aposto que provavelmente já estás prestes a gozar! Aposto que gostas disto! Bem, já que gostas tanto de ser uma sissy, eu tenho uma surpresa para ti.
Então ela abriu uma gaveta da sua mesa e tirou um vibrador roxo que devia ter uns bons 25 centímetros de comprimento e o prendeu-o com umas correias por baixo das suas saias.
- Já que gostas tanto de ser um pouco sissy, vem aqui e chupa o meu pau.
Eu já estava a choramingar e com as dores de ter sido sovado e só queria que tudo acabasse, arrastei-me até à cadeira dela e coloquei a minha boca em torno do seu pau roxo. Ela agarrou a parte de trás da minha cabeça e empurrou para baixo.
- Isso mesmo, minha putinha, vai chupa. Deixa-o bem molhado.
Depois que ela empurrou a minha cabeça para cima e para baixo algumas vezes, comecei a entrar e chupei cada vez mais forte. Então eu fiz, eu cuspi nele e esfreguei meu cuspe em todo o pau dela como se eu a estivesse a masturbar.
- Eu acho que tu vais querer molhar um pouco mais do que isso, menina, porque eu estou prestes a foder o teu traseiro bonitinho com o meu pau gordo. Vais querer o meu pau no teu rabinho, não é?
Tentei assentir enquanto chupava e cuspia o melhor que podia.
- Já chega, menina, agora inclina-te sobre a mesa.
Eu fiz o que ela dizia e senti que ela acariciava as minhas nádegas um pouco.
- Isto é bom, não é? Gostas quando eu acaricio o teu rabinho assim vestido com as tuas calcinhas? Sentes que és uma garotinha doce agora? Bem, deixe-me mostrar-te como é realmente ser uma garota.
Então ela baixou as minhas calcinhas e abriu as minhas nádegas. Ela cuspiu bem no meu anus e esfregou o polegar massajando o meu buraquinho.
Eu estava no céu. A minha pilinha estava tão dura que começou a pingar esperma na mesa onde eu estava agarrado. Eu estava realmente dorido das palmadas que ela me tinha dado e mal sentia os dedos dela que preparavam o caminho para eu poder sentir o seu pau dentro de mim. Pensei que ia explodir quando ela empurrou a ponta de seu pau no meu anus.
Dor e prazer dispararam por todo o meu corpo. Eu queria gritar e chorar ao mesmo tempo, e então ela bateu o seu pau todo dentro do meu. Parecia que todos os 25 cm estavam no meu traseiro. Ela parou por um segundo dentro de mim e sussurrou:
- Tu sentes que és uma putinha bonita agora, menina?
Eu só conseguia gemer e eu acho que ela tomou isso como um sinal positivo. Lentamente começou a bombear dentro e fora do meu rabinho virgem. Senti que ia explodir, disse-lhe que achava que ia começar a gozar. Depois ela agarrou na parte de trás do meu cabelo e começou a bater mais forte do que nunca dentro do meu buraco apertado e começou a bater nas minhas nádegas com a outra mão. Eu não me consegui aguentar mais, e descarreguei toda a minha carga por cima de toda a mesa dela enquanto gemia como uma garotinha até que todo o esperma saiu de mim.
Ela ficou por trás de mim, ainda dentro do meu rabinho, e perguntou:
- Não foi muito mau, pois não? Agora volta a vestir as tuas roupas e dá o fora daqui. E de agora em diante, vais usar calcinhas todos os dias para vires trabalhar, tens é que ter cuidado para não as mostrares e talvez eu possa te ensinar a apreciar o que uma mulher real sente.