224 - Aprendi a pilotar um barco
Sempre vivi em Lisboa, mas as minhas origens são do litoral Alentejano, costa Vicentina, sul de Portugal.
Ainda hoje consigo sentir a alegria e liberdade de quando, nas férias de verão, andava pelas escarpas de acesso às praias, os pesqueiros, o cheiro do mar. Fui muito feliz na minha infância.
Os meus avós tinham algumas embarcações de pesca e alguns dos meus primos, desde crianças, estavam encarregues de levar os barcos para o mar.
Os barcos a motor eram normalmente usados pelos adultos para a faina do mar, mas muitas vezes eu ia com alguns pescadores para a praia.
Muitas vezes remava uma chata e o meu primo outra enquanto íamos a alguma embarcação buscar peixe ou levar algo aos pescadores.
A embarcação maior dos meus avôs era comandada pelo Sr. Fernando. Um senhor que ajudava os meus avôs. Já cinquentão. Bem moreno do sol. Peito peludo e grisalho já denunciando a sua idade.
Eu sempre tivera medo de guiar os barcos a motor. Eram muito rápidos.
Quando eu tinha os meus 14 anos, fui passar como costume, as férias de verão lá na praia.
O meu primo era mais novo do que eu um ano, mas nesse ano ele já guiava os barcos a motor de vez em quando sozinho.
Apesar do medo, acabei por pedir ao Sr. Fernando, para tentar guiar o barco grande. Assim que me coloquei na roda do leme senti-me lá em cima, mas fiquei todo tremulo, tinha medo da altura das ondas e desisti. O Sr. Fernando sugeriu que eu ficasse agarrado à roda do leme com a ajuda dele, para me ir habituando à altura das ondas. E aí, aos poucos, fui tentado sozinho.
Não usávamos GPS nem nada. Era pilotar o barco mesmo e navegar até aos pontos de pesca. Mas assim foi. Pilotei com a ajuda do Sr. Fernando.
Ele ia-me dando as indicações. Era fácil. Quando a embarcação descia as ondas, inclinava-me para trás. Quando ia a subir inclinava-me para a frente, com as pernas relaxadas.
Certo dia, íamos para uma zona em que o mar estava mais encapelado.
Eu sempre fui um rapaz um pouco gorducho e pele bem branquinha, com as coxas bem fortes para a idade.
Lembro-me que naquele ano tinha o cabelo louro um pouco mais comprido e ondulado. Eu ia com uns calções um pouco curtos mas largos e uma camisola sem mangas, toda cheia de desenhos coloridos.
O Sr. Fernando tinha colocado um pequeno estrado no sítio do leme para eu poder ver melhor e pilotar o barco.
No meio de muita subida e descida das ondas, acabei por sentir o pau do Sr. Fernando encostado no meu rabinho, sempre que o barco subia.
Eu ia agarrado ao leme e inclinava-me para a frente, tentado seguir as indicações, mas acabava a escorregar para trás e encaixava no Sr. Fernando. Já me tinha acontecido mais vezes, mas sentia apenas o encosto. Desta vez, senti que ele estava de pau duro, e senti a saliência no meu rego.
Não disse nada e não olhei para ver se era o volume dele. A verdade é que fisicamente aquilo me dava prazer. Então eu comecei a provocar, sempre que apanhava uma onda, esse contacto.
Percebi que a certa altura, mesmo nas descidas, eu inclinava-me para trás e o Sr. Fernando começou a segurar-me com mais vontade entre os seus braços.
Aquilo foi-me provocando uma enorme vontade de ser tocado pelo Sr. Fernando.
Sem dizermos nada um ao outro aquilo foi-se repetindo cada vez com mais frequência.
Um dia, o Sr. Fernando perguntou se eu queria ir com ele levantar as armadilhas num local ali perto. Ele disse que íamos no trovão, um barco mais rápido, e assim eu podia praticar mais um pouco. Claro que fui.
Fomos só os dois no trovão.
Pelo caminho, mesmo sem necessidade, o Sr. Fernando começou a segura-me entre os seus braços. Pude contemplar pela primeira vez e sem medo que alguém reparasse, o tamanho dos seu braços. Fortes e marcados pelo tempo e pela vida no mar. Pude também apreciar o seu cheiro. Não que não o tivesse sentido antes, mas desta vez sentia-o como que sendo para mim. Sentia que o cheiro me atraia até ele.
Ainda sem dizer nada, entregava-me naquele abraço. Era um assumir da vontade de me entregar. Finalmente entramos numa zona de mar revolto. Não só me inclinei o mais que pude para a frente, como tentei empinar o meu rabo. Queria expor-me o mais possível para o Sr. Fernando.
Ele não conteve uma das mãos e segurou-me numa das nádegas, fazendo um movimento com sua anca como que forçando o seu volume contra o meu rabo.
No final da subida, encostei-me no seu peito e inclinei minha cabeça para cima na esperança de olhar para ele. Apenas sorri e foi quando ele me surpreendeu com um beijo na boca.
Era a quebra do silêncio. Era o acto que selava o que ambos estávamos a viver.
Virei-me, com algum custo, na direção dele enquanto ele parava o barco e ficamos de frente um para o outro. Ele beijou-me de novo e desta vez com mais vigor. Fez-me sentir a sua língua. Sentir o seu hálito a cerveja. Ao mesmo tempo que me fazia sentir o seu lado mais selvagem de homem do mar, tocava com as suas mãos calejadas, delicadamente na minha cara.
Abraçava-me a apertava o pouco do meu rabo que conseguia alcançar naquela posição.
Até este momento não tínhamos trocado uma palavra sobre o que estava a acontecer.
No meio dos beijos, pude finalmente olhar para baixo e ver o seu volume.
A saliência nas suas calças que eu já tinha sentido no meu rego e que nunca mais ia tirar da cabeça.
Não sabia o que fazer, mas sabia que queria sentir aquilo.
Comecei a desapertar as calças e apenas conseguia tocar na sua glande. Estava totalmente ereto, ou pelo menos parecia. Queria mais.
- Espera, põe a velocidade no mínimo e vem para o convés. Disse ele esticando-me a mão para me ajudar a descer do estrado.
Enquanto descia, ele pegou-me ao colo descendo-me lentamente e ao mesmo tempo beijou-me. Senti-me uma verdadeira princesa.
Já no convés, ele abriu o resto das calças e baixou as cuecas expondo o seu membro.
Assustei-me porque nunca tinha visto um membro de um adulto e muito menos ereto. Era como ele. Grande, forte, moreno. Tinha muitas veias e percebi que estava molhado na glande.
Apesar do susto e já com ele na minha mão comecei a fazer festinhas nele. Não sabia muito bem o que fazer.
Foi então que começámos a falar.
- Desde que vi o teu rabinho virado para mim que não me sais da cabeça. Tão redondinho e tão branquinho!
- A sério? A verdade é que das vezes que o senti duro, encostado a mim, me soube muito bem. E estou com muita vontade de sentir isso.
- Vem cá! Disse ele enquanto me virava de costas e me baixava os calções
Começou a passar o seu pénis no meu rego, embora não fosse fácil para ele dada a diferença de altura. Foi então que ele me perguntou:
- Já brincaste com meninos antes?
- Não. Nem nunca pensei nisso até hoje.
- Nunca chupaste um pénis, mesmo que pequeno?
- Não … nunca! Enquanto eu respondia, o Sr. Fernando ia-se deitando num banco, com o seu pénis numa mão e com a outra me puxava em sua direção.
Deitou-me em cima dele, e beijou-me. Apertou as minhas nádegas como nunca e pela primeira vez, com os seus dedos, tocou na minha fenda forçando um dos dedos a entrar.
Aquilo deu-me um prazer enorme. O sentir-me possuído por aquele homem enorme.
- Chupa-me … Chupas?
Apenas acenei afirmativamente e posicionei-me.
Senti o cheiro e o calor daquele pénis que era mais do que a minha boca podia acolher. Dei alguns beijos na sua glande. Passei a língua. Abri o mais que pude a boca, mas nem a cabeça daquele pénis grande desaparecia dentro da minha boca.
Talvez por isso Sr. Fernando sugeriu trocarmos de posição.
Desta vez eu no banco mas de barriga para baixo. Pernas abertas e já sem roupa da cintura para baixo.
Senti o Sr. Fernando com os dedos, a separar as minhas nádegas. Cuspiu no meu rabinho e passou a língua pela fenda, levando-me à loucura.
Foi então que me enfiou um dedo. Num vai e vem suave mas constante. A certa altura comecei eu a dar ao rabo. Eu queria mais.
O Sr. Fernando tentou enfiar outro dedo, mas mago-ou-me com as suas unhas.
Ele desistiu dos dedos e colocou-se em cima de mim.
Ele deitou-se e a minha cabeça ficou encostada ao seu peito devido à diferença de alturas. Ele segurou-se com os braços e procurou o meu rabinho com o seu pénis.
Ao sentir o meu buraquinho com a sua glande, deixou-se cair em cima de mim quase que me esmagando.
Não era confortável, mas ao mesmo tempo ele ia forçando a penetração. Aquilo como que misturava desconforto, dor, mas muita tesão. Começou um vai vem com a sua cintura, fazendo com que a cabeça do seu pénis fosse estimulando cada vez mais a minha fenda para se abrir.
Passado um pouco senti a sua glande já dentro de mim e gemi de dor. Achei que já estava toda dentro de mim. Achei que apesar do doer um pouco, conseguia ficar ali assim.
- Gostas assim? Perguntou ele.
Apenas acenei afirmativamente.
Foi quando inesperadamente o Sr. Fernando tirou um pouco a glande e voltou a por. Não sei por estar mais relaxado ou por ter o rabinho mais aberto, o Sr. Fernando foi mais longe e conseguiu enfiar grande parte daquele pénis dentro do meu rabinho virgem.
Gritei, com a clara sensação que ele me tinha rasgado o anus. Senti literalmente a meu buraquinho a romper.
Ele tentou abafar os meus gemidos de dor ao mesmo tempo que tentou ficar imóvel dentro de mim.
Aos poucos absorvi a dor. Apenas era sentida a cada pedaço que ele me enfiava quando se movia. Ainda assim ... cada vez era menor a dor.
O Sr. Fernando começou então a tentar foder a sua princesa virgem e começou finalmente a fazer os seus movimentos naturais.
Os movimentos de um cavalo a cobrir a sua égua. De um boi a cobrir a sua vaca. O Sr. Fernando fodia a sua donzela.
Naquela altura o Sr. Fernando já era muito mais animal e apenas se concentrava em fecundar a sua fêmea. A sua mão tapava a minha boca que ainda ia libertando alguns gemidos e a sua cintura ia-me dando estocadas na minha permitindo ao seu pénis arrebentar-me.
A sua respiração tornou-se descontrolada tanto quanto a força aplicada nas suas estocadas.
Finalmente uma última, em que eu já já não tinha força para gemer ou gritar, limitando-me apenas a aceitar ser a égua do meu macho. Mas desta vez o Sr. Fernando é que gemeu enquanto se contorcia em pequenos mas intensos espasmos.
Deixou-se cair em cima de mim.
Segundos depois, levantou o seu tronco lentamente e começou a tirar o seu pau.
À medida que ele ia tirando, eu sentia as minhas nádegas e coxas molhadas.
Quando finalmente todo aquele pénis saiu de dentro de mim, senti o vento a bater no meu anus. Senti que a minha fenda tinha um metro de diâmetro de tão arrombada que tinha sido.
Sem força para me levantar, apenas me sentei com os joelhos dobrados. Pude apreciar o leitinho do meu macho a sair da sua égua. Nunca tinha visto tanto esperma na vida. Senti-me ainda mais a sua fêmea por ter recebido o leite do meu macho.
O Sr. Fernando espremeu o seu membro para que saísse o resto do seu leite.
- Tão bom o teu rabinho. A partir de agora já não vai doer tanto. Agora vais ficar aí sentada enquanto eu te vou chupar! Disse ele a preparar-me para o que vinha a seguir.
ATENÇÃO: ESTA CASA MUDOU PARA OUTRO LOCAL
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