173 - A dívida de jogo
Aconteceu há três anos. Adoro viajar, mesmo sozinha, e desta vez eu tinha ido para os Estados Unidos e aproveitei para conhecer a tão aclamada capital do jogo, Las Vegas no estado de Nevada. Uma cidade linda que vive sempre virada para o jogo.
Depois de ter andado os dois primeiros dias louca com as máquinas, sempre a ganhar, estourei todo o ganho em roupas novas e claro tive que as estrear.
Arranjei-me o mais feminina possível e lá fui a uma das dezenas de salas de jogos.
Fui experimentando vários jogos e a dado momento descobri uma TV gigante, com várias corridas de cavalos. Num abrir e fechar de olhos percebi que adoro apostar em corridas. Mas a sorte não me ajudou, e o dinheiro em pouco tempo acabou.
Voltei para as máquinas e de novo alguns trocos voltaram a dar-me confiança em excesso.
Mas os meus problemas reais começaram só no dia seguinte, em que resolvi ir de novo apostar nas corridas. Ouvi algumas pessoas a comentar, meio em segredo as hipóteses de um dos cavalos, comentando sobre um ganho quase garantido.
Olhei para os quadros e analisei os números, as possíveis ganhos eram muito bons. Ouvi ainda outro grupo de pessoas a comentando a mesma coisa, meio em segredo, e a minha confiança aumentou. Eu estava paraticamente sem dinheiro e, acabei por ceder à tentação e pedir um adiantamento a alguns sujeitos que estavam sempre por ali.
Devia ser fácil pagar-lhes depois, e eu poderia continuar a minha viagem a esbanjar dinheiro nas minhas roupinhas de menina com os ganhos daquela aposta. O plano apenas tinha uma pequena falha, o tal cavalo, de que todo o mundo falava tropeçou, e chegou em segundo na corrida.
Fiquei assustada, sem dinheiro suficiente para poder pagar a minha dívida. Tentei explicar aos indivíduos que me tinham adiantado o dinheiro. Eles não aceitaram, foram bruscos, ameaçaram-me. Diziam que se o dinheiro não aparecesse logo, eles teriam que tratar de me fazer desaparecer.
Sem dinheiro eu não podia fugir. Não podia acabar as minhas férias. Não sabia o que fazer, fiquei apavorada. Um dos senhor que fazia parte do grupo dos agiotas e tinha que visto a situação veio falar comigo ao bar. Ele já tinha conversado comigo no dia anterior e, sempre sorridente, tinha-me dado muita atenção. Ele veio conversar comigo, e mostrou-se compreensivo. Sorrindo, ele disse que gostava muito do meu jeito, e por isso ele estava disposto a pagar a minha dívida. Senti uma onda de alívio, uma luz no fim do túnel. Só que havia uma única condição.
Claro que naquele momento, para mim, todas as propostas eram válidas. Ele olhou-me fundo nos olhos e disse que tinha gostado mesmo muito do meu jeito e que tinha simpatizado muito comigo. E que a condição dele era apenas um matrimónio. Nada de muito espalhafatoso, só uma breve cerimónia civil.
Eu pensei que não tinha entendido, ou que entendido algo errado. Ele repetiu a proposta.
Mas como assim? Ele tinha gostado muito mesmo do meu jeito. Mas ele não via que eu era um homem vestido de mulher?
Ele limitou-se a voltar a dizer que precisava de uma noiva. Que sim que sabia que eu era um homem, E perante as minhas constantes dúvidas e perguntas ele limitou-se a sorrir. Ele sem perder a serenidade, deu-me o seu número de telefone e disse para eu ir pensar um pouco sobre a sua proposta.
Peguei no pequeno cartão com o número para não parecer mal educada, mas pensar na proposta dele não me parecia algo real. Saí do casino fula da vida, e fui procurar outros métodos de arranjar um empréstimo. Ao que parece por ali era quase impossível e não consegui nada.
O recepcionista do hotel mais tarde disse que tinha sido um erro muito grande eu ter aceitado o primeiro empréstimo, sem saber quem eram as pessoas. Apenas algo que eu já tinha aprendido. Cada vez mais apavorada fui para o meu quarto para descansar e pensar.
Ao final do dia, cheia de medo, acabei por pegar naquele cartão no meu bolso. E liguei para o número. Ele quando reconheceu a minha voz ficou contente por eu ter ligado. Perguntei ainda se ele não sabia de outro forma para eu pagar a dívida. Não existia. Eu não tinha outra opção dizia ele. Acabei por ter de aceitar a proposta dele.
Feliz da vida, ele disse que um motorista iria me buscar no dia seguinte, bem cedo, para os preparativos. Fiquei intrigada com aquelas palavras. Preparativos? Tentei não pensar mais naquilo, afinal, eu só precisava de fazer o tal matrimónio para ele depois pagar aos meus credores, e de seguida podia fugir sem problemas. Acabei por adormecer e ficar num meio sono meio pesadelo em que imaginava tudo o que me podia acontecer no dia seguinte.
Acordei com o telefone. Arranjei-me um pouco à pressa, sem tempo para todas aquelas rotinas que eu tinha para me vestir de mulher e saí meio a correr do hotel. O motorista estava à minha espera, e abriu a porta do carro. Tudo aquilo era real mesmo. Ele levou-me, numa curta deslocação até um bairro dos arredores a uma casa onde havia esteticista, e fez-me sinal para entrar. A esteticista só falava russo, e eu não entendia nada, mas ela pegou na minha mão e conduziu-me para um cadeirão fazendo-me sinal para eu me sentar. Demorei para perceber o que estava a acontece. Eu só pensava em como podia fugir dali. Ela começou a aplicar alguns produtos no meu rosto. Rapou todos os meus pelos da cara. Cremes, pinturas, etc. Depois levou-me para um gabinete interior e mandou-me deitar na sua marquise, aplicou cera em todo o meu corpo e fez-me a depilação completa. Eu já conhecia todo aquele processo e limitei-me a ficar descontraída a apreciar.
A meio da manhã ela serviu-me um pouco de comida e café e depois trouxe uns longos cabelos loiros para me colocar como extensões. Agora tudo pareceu assustadoramente real. O processo durou mais umas horas. O último toque foi a pintura da cara e o batom. Quando finalmente me pude ver ao espelho, fiquei chocada. Eu estava bem feminina. Apavoradamente feminina. Até os cabelos pareciam naturais. A minha pele lisa, e sem paraticamente nenhum pelo no corpo. Esforcei-me para não chorar, toda a minha vida adulta me tinha vestido e arranjado de mulher e nunca tinha ficado assim tão feminina.
Eu estava ali só para ter a minha dívida paga. Depois tudo aquilo acabaria. Ma mesmo assim não pude deixar de pensar que eu é que estava a ganhar duas vezes com o negócio, pelo menos até aquele momento.
Ela levou-me até outra sala e começou a vestir-me. Calcinhas, collants, luvas brancas, vestido, tudo branco. Véu. Saltos brancos. Não faltou nada. Até mesmo um bouquet. Eu não sabia o que era pior. Não sabia se devia ter vergonha, ou medo, mas pelo menos sabia que o problema maior ia ficar resolvido.
O motorista levou-me até uma grande mansão um pouco afastada. Conduziram-me para uma sala grande. Era difícil caminhar com os saltos altos novos enquanto sentia as calcinhas apertadas a entrar onde não deviam. Quando a última porta se abriu, o meu benfeitor estava lá devidamente vestido de meu noivo. Ele sorria, muito satisfeito por me ver. Fiquei mais vermelha ainda.
Era a primeira vez que ele pegava na minha mão, de forma bem gentil, e conduziu-me até à mesa onde um escrivão aguardava. Foi uma cerimónia rápida, ele respondeu sim olhando-me nos meus olhos. Eu gaguejei, mas não tinha outra opção. Finalmente respondi sim. Terminada a cerimónia o escrivão arrumou os seus papeis saiu.
Ele, como dita a tradição, levantou-me ao colo e carregou-me subindo as escadas. Carregada por um homem senti-me mais feminina ainda, e fiquei mais vermelha. Perdida, sem saber o que fazer. Como me comportar. Passamos por uma porta, eu via algo no olhar dele, até que ele me pousou numa cama.
Numa cama! Aquela parte do acordo em que eu não tinha pensado. Ou não tinha querido pensar. Ele deitou-me, e me senti completamente perdida, mil coisas passavam na minha cabeça, quando ele se deitou a meu lado e beijou os meus lábios pela primeira vez.
Foi um beijo intenso, forte. Fiquei mais perdida ainda. Senti as suas mãos no meu corpo, e os seus beijos apaixonados. Carinhosos. Uma mordida nos meus lábios. Tudo a ir longe demais. Os seus lábios beijavam o meu pescoço, lambendo.
Senti o seu peso em cima de mim, enquanto ele se deitava gentilmente entre as minhas pernas. As coisas aconteciam e eu não tinha tempo de pensar, compreender. Era a minha noite de núpcias, mas ... Mais beijinhos no pescoço. O meu novo marido era tão gentil. Beijinhos, carícias. Senti o meu vestido a ser levantado. A sua mão a acariciar as minhas coxas, a outra o meu rosto. Uma mordida na minha orelha. Tudo a ir longe demais.
Ele ajeitando-se melhor entre as minhas pernas. Beijando, mordiscando os meus lábios. Sentia o seu peso. Ele gentilmente conduzia-me para eu me virar. Eu não me queria virar. Virar não. Mas deixei-me conduzir. Como uma boa noiva, pensei envergonhada. Ele deitou-me de bruços. Senti os meu vestido a ser aberto. Afastado. Senti-me exposta, semi nua. Com medo.
Eu tinha que sair de ali a correr. Eu tinha que fazer algo. Não era para ser assim. Beijinho na minha nuca. Eu tinha que fazer algo. Uma mordida na minha nuca, senti o seu peso pousando sobre mim. A sua língua lambendo a minha orelha, a minha nuca.
Algo. Senti algo. Duro, algo volumoso. Tocando o meu traseiro. Queria dizer algo, protestar. Mas senti o volume afastando-se. Ainda bem. Mas senti os beijinhos descendo. Pelas minhas costas. Mordiscando as minhas costas. Beijando, lambendo. Descendo mais. Eu precisava fazer alguma coisa. Alguma. Os beijinhos descendo mais. Ai eu ... eu precisava. Beijinhos no meu traseiro. Estava a ficar mais confusa ainda. Beijinhos. Uma mordida na minha nádega. Saiu-me um gemido de dor sem querer. Ele gostou. Eu não queria pensar. Não queria pensar no que estava a acontecer. No que ia acontecer. Senti as suas mãos acariciando as minhas costas. Os seus lábios a morder as minhas calcinhas. Puxando-as. Afastando-as paro o lado. Senti-me exposta, vulnerável. Indefesa.
Ui. Um beijinho bem no meu anel. A confusão aumentava. Fiquei imóvel. Ui. Outro beijinho. O meu anel reagia de um modo estranho. Parecia que ... Ui. A ... a língua. A língua dele começou a mover-se. A lamber. A deslizar no meu anelzinho. Ui. Era uma sensação ... estranha. O meu anelzinho relaxava. Mas contraia-se. Ai. Era ... Eu não sei. A língua dele. Ui. Entrando. O meu bumbum acabou por se empinar sozinho. Sozinho. Juro. Não adiantava mais eu tentar esconder os meus gemidos. Ele já tinha percebido. A sua língua continuou o tratamento no meu anelzinho por um bom tempo.
Acho que ele estava a apreciar a sua nova posse. A sua nova esposa. Senti a língua parada, um beijinho suave no meu anel. Envergonhada porque uma pequena parte de mim queria que o tratamento continuasse. Mas aliviada. Podia voltar a pensar direito, para poder colocar a minha cabeça em ordem.
Foi quando senti algo geladinho. Ui. Algo gelado sendo espalhado no meu anel. Os seus dedos deslizavam, espalhando. Eu sabia o que ele estava a fazer. Eu não queria admitir para mim mesma. Mas eu sabia. Depois de me lubrificar bem, senti ele a virar o meu corpo novamente. Fiquei de frente para ele. Um enorme alívio. Cheguei a pensar que meu grande medo afinal não iria acontecer. Alívio. Mas ele logo deitou-se por cima de mim. Senti seu peso novamente, os seus lábios no meu pescoço. As suas mãos começaram a abrir, a levantar as minhas pernas. O meu medo voltou. Senti ele a posicionar-se a meio das minhas pernas. Eu ainda de collants e saltos. Senti as calcinhas a serem afastadas outra vez. Isto não podia estar a acontecer. Não podia.
Senti algo procurando. Encontrando. Algo duro, inchado, grosso, tocando no meu anel. Fiquei apavorada. Beijinhos no meu rosto. Vários beijinhos. Queria fugir, sumir. Mas o meu corpo não se movia. Submissa. Como uma esposa. Senti que ele me segurava firme. Sussurrando algo na sua língua, que eu não entendi, ao meu ouvido. Senti ele a forçar. Dor. Ele sussurrou algo, beijou os meus lábios. O meu anel, meio virgem resistia. Mas a lubrificação ... os sussurros ... os beijinhos ... uma forçada mais ... Nnnngggg ... Dor ... O meu anel a dilatar. A minha residência a ceder. Senti o meu marido, o meu homem a desflorar o meu cuzinho.
Ele sussurrava ao meu ouvido. Acho que para me acalmar. Mas a dor. Os beijinhos. O meu anel a dilatar mais. Senti as minhas preguinhas a esticar, a haste do meu marido a entrar. Sussurrando, ele acalmava-me. A dor. Sentia ele a entrar mais. Sentia cada centímetro. Os meus olhos lacrimejavam de dor. Beijinhos no rosto. Entrava mais. Não acabava nunca. Mais beijinhos, mais sussurros. Eu pedia para ele acabar de entrar. Parecia ser enorme. Uma última investida. Um gritinho involuntário. As suas bolas tocavam nas minhas nádegas.
O meu corpo relaxou. O pior já tinha passado. Já tinha passado. Parecia que tinha sido novamente desvirginada. Pelo meu marido. Ele todo suado. Eu chorando. Senti os seus beijinhos, as suas carícias. A sua mão acariciando as minhas nádegas, os seus lábios beijando os meus. Ele sussurrou algo em meu ouvido e senti ele saindo um pouco de dentro de mim. Entrando de novo. Dor.
Fiz não com a cabeça. Ele fez sim, sussurrou algo mais, saiu. Entrou. Fiz cara de dor. Fechei os olhos. Senti a sua haste enorme a sair. Entrando. Não havia mais nada. Desisti de lutar. Era melhor esperar por tudo aquilo acabar. Saindo. Entrando. Cara de dor. Ele segurando-me mais firme. Saindo. Entrando mais firme.
A sua respiração aumentava. O meu cuzinho adaptando-se. Dilatando cada vez mais. O prazer estampado na cara do meu marido. Beijinhos. Sussurros. Ui. Vermelho de vergonha. Um gemido tinha escapado de mim. Saindo. Entrando. Saindo. Entrando. Sem parar. Ui. O meu corpo tremia. Abri um pouco mais as pernas. Ai gemi de novo. Ai. O que estava a acontecer? Saindo. Entrando. Abracei-me ao meu marido. O meu homem. Sentia o seu pénis enorme, grosso. Ai. Grosso. Gemia. O que estava a acontecer comigo? Ele estava a comer-me com gosto. Com força. Com a sua haste. Deliciosa. Dizia coisas ao meu ouvido, entrava, saia, comendo-me sem parar.
Eu gemia com vergonha, não queria admitir que ... estava ... a gostar. Que o meu rabinho estava a adorar. Que cada estocada fazia-me sentir mais e mais feminina. Mais e mais esposa. Delícia. Pénis delicioso. Homem delicioso. O meu corpo tremia a cada estocada. O meu homem, o meu macho estava a adorar tudo aquilo. Adorando ver a cara de prazer da sua esposa. Beijou os meus lábios, um beijo de língua delicioso. Abri mais as pernas, lambendo a sua língua, gemendo com força. Logo ele passou os braços por baixo, levantou-me posicionando-me de franguinha, sem parar de me comer.
Hummm ... de franguinha. Senti a haste entrando fundo. Entrando gostosa. O meu cuzinho todo afrouxado, desflorado por completo. Beijei o meu homem, soltando gritinhos involuntários a cada investida. Após um tempo senti a haste a sair. Senti um vazio incómodo. Confusa. Sem saber o que pensar. Senti o meu corpo sendo virado. As minhas ancas a serem puxadas para trás. Ai não. Ele estava a posicionar-me, colocando-me de quatro. Ai, de quatro ... Senti a cabecinha a tocar no meu anel. Fiz cara de dor, preparei-me. A vara deslizou para dentro, quase sem resistência. Assustei-me. Imaginei o tamanho com que devia estar a ficar o meu rabinho depois desse tratamento. Ele não perdeu tempo, segurou firme minhas ancas e começou a foder com gosto meu cuzinho.
Doía um pouquinho mas ... mas sabia tão bem. Tão bom. Os meus gritinhos saiam a cada estocada, cada vez mais femininos. Toda empinada, dando o rabinho de quatro. Uma esposa submissa, fiel. Gemendo. Uma esposa feliz. Ai ... estocadas mais fortes. Mais gostosas. O meu corpo ... ai ... tremia ... Uma sensação completamente nova. Ele estocava mais forte ainda. Mais. Abri a boca. A voz não saiu. O meu corpo ... contraia ... o meu anel ... contraia ... eu ia ... eu estava ... a gozar ... Um orgasmo atingiu-me com força. Um grito afetado saiu da minha boca. O meu corpo inteiro tremeu. Convulsionando. Eu estava a gozar. Gozava pelo rabinho. Contraindo-me toda. Tremendo ainda mais. Até cair com a cara no colchão, só o traseiro para cima, sentindo o meu marido a continuar a desflorar o meu rabinho.
O meu rabinho completamente sem resistência. Com o corpo todo mole, eu não me conseguia mexer. Sentia apenas ele a comer-me por mais uns minutos. Até ouvir um urro, uma enterrada firme, e o meu macho enchendo-me com o seu leite. Senti o leite do meu marido dentro de mim. Sendo absorvido por mim.
O meu marido deitou-se comigo de conchinha, beijando a minha nuca. Feliz. Como uma esposa feliz, exausta. Sussurrando no meu ouvido como tudo tinha sido maravilhoso. Que esposa deliciosa eu era. Sorri sem jeito. Orgulhosa ... ao mesmo tempo envergonhada.
Ele sussurrou e disse que o meu tratamento hormonal começaria no dia seguinte. Que eu ia ser uma esposa maravilhosa. Uma pequena parte de mim ainda tinha esperanças de escapar. Mas abraçada daquela forma e sentindo o leite do meu homem dentro de mim, eu sabia que a minha vida como esposa fiel estava apenas a começar.