13 - Luís Elia Lina Daniel
Meu nome é Elia, mas costumava ser Luís! Há alguns anos, conheci uma rapariga chamada Lina. Era como se fôssemos feitos um para o outro, já que tínhamos a mesma altura éramos ambos baixos com pouco mais de 1,65 m, da mesma idades, 24 anos e nos demos bem logo desde a primeira hora.
Gostávamos da mesma música, mesmos desportos, filmes e gostávamos quase sempre das mesmas coisas. Não demorou muito para eu me mudar para casa dela e começar a viver com a Lina e as coisas eram ótimas, até no sexo, ela soube me aceitar, embora eu fosse assumidamente bissexual. Eu logo de início lhe tinha contado que eu já tinha tido algumas relações com homens e que nessas ocasiões eu assumia o lado passivo. A nossa relação era mais a de duas amigas que a relação entre dois amantes mas funcionava bastante bem.
Depois de seis meses juntos, eu fui despedido do meu emprego e não demorou muito para que eu não tivesse dinheiro para pagar a minha parte nas contas e tive que depender do ordenado da Lina. Eu não achava que a situação fosse correcta e fiquei mentalmente um pouco instável, e, embora eu fizesse de tudo para encontrar um novo emprego, eu simplesmente não conseguia arranjar e comecei a não encarar muito bem a situação e precisava de um tempo para me recompor.
Eu já tinha reparado que a Lina tinha um lado perverso e que ocasionalmente queria fazia fazer sexo em lugares públicos. Ela também se mostrava interessada em alguns desafios e isso ajudava a manter a nossa relação num nível bem picante. Tínhamos ido, algumas semanas antes, a uma festa de fantasias, onde ela insistiu que eu fosse vestido de enfermeira. Ela até me pediu para eu depilar a maior parte dos pelos do corpo para a festa. Como eu tinha o cabelo comprido, ela me prendeu o cabelo em rabo de cavalo.
Estávamos juntos há um ano quando, do nada, um dia Lina sugeriu que fizéssemos uma caminhada pelos campos rurais numa manhã de sábado. Era a primeira vez que a Lina demonstrava interesse pelo campo ou por dar um passeio, mas eu estava pronto e interessado no passeio.
Naquele sábado, eu e a Lina fomos até ao parque rural e começamos uma caminhada tranquila, apreciando o ar do final do verão. Estava um pouco mais fresco que nos dias anteriores, mas o sol ainda estava quente.
Uma vez fora da vista de outros caminhantes, a Lina me puxou para longe dos trilhos mais frequentados e me levou para uma clareira escondida dos caminhos principais. Perto havia uma grande área com erva curta verde que dava para a margem do rio. A Lina se jogou para cima de mim e rápido ela começou a me despir. Trocávamos alguns beijos apaixonados e as suas mãos vagavam pelo meu corpo. Eu sabia que ela não gostava de se despir em público, mas queria sempre que eu ficasse nu.
Dentro de apenas alguns minutos, ali deitados, eu estava deitada na erva, completamente nu com a Lina masturbando o meu pau que agora já estava duro. A sua mão era implacável e embora eu tivesse tentado tirar a calcinha dela por baixo da saia, ela disse que não estava interessada nisso por hoje e eu desisti. Beijando-me e mordendo-me nos meus mamilos, a sua mão livre cravando as unhas nas minhas nádegas, eu não demorei muito e logo ejaculei.
Eu vi um brilho perverso em seus olhos, e a sua mão não largou o meu pénis que murchava. A sua outra mão agarrou num dos meus mamilos, beliscou e torceu com tanta força que deixei escapar um grito. Ela sabia como me fazer ir e rápido o meu pau voltou a ficar excitado de volta à acção. Com as mãos movendo-se entre meus mamilos, pénis e nádegas, ela torturou-me, forçando-me ao clímax novamente. Embora tenha saído esperma, não esguichou como de início. Eu estava totalmente exausto e apenas queria descansar deitado na grama. Fechei os olhos e ouvi o canto do rio e dos pássaros.
Assim que me recompus, abri os olhos e descobri que Lina tinha ido embora. Achei que ela estava apenas brincando, mas quando olhei em volta procurando as minhas roupas pousadas nos arbustos vi que também elas tinham desaparecido!! Eu estava a ficar um pouco nervoso e para agravar ouvia um grupo de pessoas caminhando ao longo do caminho conversando muito alto. Olhei em volta procurando um arbusto para me esconder, mas felizmente as vozes diminuíram.
Passaram-se uns bons dez minutos e eu começava a pensar numa forma de voltar para casa naquela figura. Mas antes de tomar qualquer decisão a Lina v reapareceu. Percebi que ela tinha ido ao carro, tinha deixado as minhas roupas no porta-malas e trazia uma sacola de compras de plástico com algumas roupas limpas para mim.
Ela ficou longe de mim e atirou a sacola para perto do arbusto onde eu estava. Depois verificando que ninguém estava por perto, ela me disse rindo que estava me desafiando, e que eu tinha de usar o que estava na bolsa para voltar para casa.
Pensei para mim que ela, depois de me ter visto de enfermeira, queria tentar alguma outra coisa.
Peguei na sacola e olhei para dentro. Era roupa de mulher !! A Lina me disse então que estavam alguns toalhetes na bolsa e que eu tinha de limpar todo o esperma que eu jorrara há minutos e que já começava a cheirar.
Depois de me limpar, revirei a sacola e a primeira peça de roupa que ela me disse para vestir foi uma cinta de renda preta e cetim. Eu ainda lhe perguntei por que é ela estava a fazer isto comigo? Mas ela apenas disse que era para nos divertirmos e para eu aprender a gostar de desafios. Ela sabia que eu gostava de desafios, mas este era um pouco estranho.
Eu não tive escolha e deslizei a cinta pelas minhas pernas macias acima. Era uma sensação muito estranha e, eu achava, que o meu pénis ia ficar sólido como uma rocha novamente, mas depois do que a Lina tinha feito comigo, ele simplesmente não queria brincar mais e estava inerte.
A Lina me disse para o colocar mole, dobrado, entre as minhas pernas enquanto eu puxava a calcinha. Depois de o fazer, toda a área da minha virilha ficou plana.
De seguida me mandou tirar da bolsa um sutiã de renda preta e cetim que combinava com a cinta. Obviamente eu não tinha nada para encher os seios, mas o sutiã tinha uma estrutura que fazia parecer que eu tinha seios.
O terceiro item que tirei da bolsa era um mini-vestido de veludo verde-escuro de saia meio rodada e de alças.
Quando eu o vesti ele verifiquei que cobria completamente o sutiã e as alças do sutiã. Olhei para baixo e verifiquei que a bainha do vestido estava literalmente acima dos meus joelhos, era tão curto. O sutiã dava um bom formato à região do peito mas na clareira protegida a brisa balançava a saia do vestido. No fundo da bolsa estava um par de sandálias pretas de tiras com o salto ligeiramente alto, um par de óculos de sol e um elástico para o cabelo.
A Lina me foi dando instruções para eu me arrumar e me apressar e terminar de refilar. Foi estranho ter de caminhar até ao local onde ela estava para a Lina me ver toda arrumada. Coloquei no meu cabelo comprido o elástico, para fazer um rabo de cavalo e coloquei os óculos de sol. Naquele momento eu comecei a ficar realmente interessado em saber como eu estava arranjado e se aquelas roupas me caiam bem ou não. Mas não tive tempo para refletir sobre o assunto porque Lina já me levava pelo caminho fora.
Pensei que íamos voltar para o carro, mas a Lina me levava na direção oposta. Passar pelo primeiro grupo de caminhantes me deixou em pânico, mas, além de um rapaz que me deu uma boa olhada, os outros não prestaram atenção nenhuma.
A minha confiança aumentou, embora eu ainda tivesse que tomar cuidado com a saia do vestido, pois num determinado momento veio uma rajada de vento e antes que eu pudesse reagir, a saia estava bem acima da minha cintura com a minha cinta à vista. Felizmente, não havia ninguém por perto para testemunhar, exceto a Lina, que apenas começou a rir.
Os saltos das sandálias tinham apenas cerca de 2 ou 3 cm, e eu facilmente consegui mudar o estilo de passo. Reparei que balançava mais os meus quadris e que o vestido balançava com os meus quadris.
Tínhamos já caminhado uns bons três ou quatro quilómetros antes que eu conseguir fazer a Lina parar e perguntar para aonde estávamos a ir. Ela apenas disse um pouco mais e apontou numa direção.
Por fim, chegamos a uma aldeia. Andar em caminhos adequados, em vez de trilhas, tornava muito mais fácil para mim o caminhar e agora eu podia acompanhar a Lina em vez de ela continuar a parar e esperar por mim.
Caminhamos por baixo de uma ponte ferroviária e, de seguida, subimos um caminho próximo aos trilhos. O que nos conduziu à estação ferroviária da aldeia. Lina comprou algumas passagens na máquina e depois me levou até ao WC das senhoras onde calmamente me mandou sentar na borda do lava mãos e se entreteve a me pintar a cara, pondo-me um base, pó de arroz, rouge, sombra nos olhos, máscara nas pestanas, delineou as sobrancelhas e finalmente me pintou os lábios com um vermelho vivo.
Quando me vi ao espelho o coração me bateu forte e eu percebi que era fácil eu passar por uma rapariga se eu quisesse. Quebrei o silêncio perguntando novamente por que é que eu estava vestida assim, mas ela respondeu que era apenas para nos divertirmos e eu até que estava a começar a gostar de estar assim vestido. Com tudo isso pensei para comigo mesmo, que estava gostando disto, ok, acho que sim está a ser um desafio diferente.
Quando o combóio entrou na estação, a Lina se virou para mim para me dizer que eu realmente iria gostar do final. E sentou-se à espera do próximo trem. Tudo que eu podia fazer era sentar ao lado dela e esperar.
O que ela me disse, ao entramos na carruagem, ainda me deixou mais curioso. Havia apenas duas outras pessoas na nossa carruagem e elas não prestaram atenção à Lina ou a mim. Devo parecer apenas mais uma rapariga, pensei para mim.
A próxima paragem da linha era a nossa cidade, onde descemos. O sol estava alto e felizmente, como o vestido não me aquecia, pude sentir os raios do sol nos meus braços e pernas. Era quase hora do almoço enquanto caminhávamos no meio do movimentado do centro da cidade, passando por muitas lojas.
Lina tinha um café favorito para almoçar e era para lá que ela se dirigia. Entramos e de repente fiquei preocupada pensando que alguém me reconheceria. Lina disse oi para a o pessoal e disse que eu era a sua irmã de fora da cidade. Eu sorri com essa mentira, pegamos alguns cafés e eu segui a Lina até o fundo. Bem no fundo do café havia uma mesa com dois bancos corridos. Essa parte da sala estava bem escondida do resto das mesas por algumas plantas. Lina estava indo para a mesa, mas então percebi que já estava um homem sentado na mesa, um homem grande no canto.
A Lina se sentou no banco em frente ao homem e me orientou para eu me sentar ao lado dele. Eu estava muito nervoso quando me sentei, e dei uma atenção especial à saia do meu vestido.
Depois de tomar um pequeno gole de seu café, Lina olhou para mim e disse:
- Luís, este é meu namorado Dan!
Eu fiquei calado em choque, aquele era seu namorado. Mas ela continuou:
- Luís, desde que tu perdeste o teu emprego e não te incomodaste em encontrar um novo, eu tenho sido tua guardiã e tenho pago tudo!! Precisava de um namorado que cuidasse de mim e Daniel é esse homem que cuida de mim! Sabes eu também preciso de um homem com um pau de tamanho adequado a mim!!
Eu, em silêncio, olhei para o Dan, ele tinha uns bons 1,80 m e parecia grande e forte. O seu cabelo loiro e os seus olhos azuis brilhavam no seu rosto esculpido.
A Lina deu a mão a Daniel e depois olhou para mim voltando a dizer:
- Olha, Luís, ou devo te chamar Elia? Tens duas opções: um podes sair daqui e eu nunca mais vou te ver.
Eu pensei para mim em como eu poderia fazer isso sem dinheiro, sem casa e vestida como estava. Mas a Lina continuou:
- Ou então, dois, podes te intrometer e ficar no nosso relacionamento se tirares o pau do Daniel das suas calças e o chupares da melhor maneira possível!
Eu quase me engasguei com essa proposta. Que tipo de escolha era esta? Ou eu desapareço sem nada ou chupo o pau de um homem estranho? A Lina me observava enquanto eu tentava pensar. Eu pensei, ok, chupo-o uma vez e depois volto para casa, pego nas minhas roupas e dou o fora desta porcaria.
Nervosamente, movi minha mão para as calças de Dan. Eu podia ver um pouco de protuberância antes mesmo de puxar o zíper para baixo. Eu timidamente olhei ao redor do café e certifiquei-me se ninguém estava por perto ou iria ver nada, então continuei. O zíper não queria descer, mas quando o fez, desceu para o fundo. Eu então desabotoei o cinto de Daniel e o botão de sua calça. Minha cabeça estava girando quando deslizei minha mão em suas calças. Logo eu estava tirando um pénis ótimo. Ainda não estava duro, mas devia ter 20 centímetros de comprimento. Além disso, era quase tão grosso quanto o meu pulso.
Daniel me levou a mão para que eu segurasse nele e fez com que eu o sacudisse com cuidado até ele começar a ficar duro, o que não demorou muito. Dan, então, colocou uma de suas grandes mãos na parte de trás da minha cabeça e direcionou o meu rosto para baixo em direcção ao seu pénis crescente. A cabeça já estava púrpura e pude ver muitas veias fortes na haste. Felizmente não cheirava mal nem nada, mas eu ainda estava ansiosa quando meus lábios se separaram para aceitar a masculinidade de Dan. Estava quente e quando escorregou para a minha boca senti que era tão largo que acariciou os meus lábios enquanto entrava.
Quando senti que tinha o suficiente na boca, tive vontade de parar, mas a mão de Daniel começou a me empurrar ainda mais para baixo e mais pau entrou na minha boca. Eu já o sentia no fundo da minha garganta quando Daniel empurrou ainda mais. Devia haver ainda uns bons dez centímetros entre meus lábios e a base da haste. Daniel não ficou feliz comigo tomando cerca de 20 centímetros, ele queria mais.
Nessa essa altura, o seu pénis estava tão duro como aço e certamente tinha mais de trinta centímetros de comprimento. Ele fez meus lábios deslizarem para cima e para baixo, lentamente empurrando mais e mais de seu caroço em minha boca. quando a cabeça de seu pênis bateu no fundo da minha garganta, pensei que não aguentaria mais, mas com a orientação de Dan, senti a cabeça mergulhar fundo na minha garganta. Só parou quando senti seus pelos pubianos no meu queixo. Com isso Daniel deu uma boa estocada e meu nariz e lábios foram pressionados com força contra sua virilha. De vez em quando, eu não conseguia respirar, mas isso não afetou Dan. Parecia que ele gostava de me engasgar parcialmente com seu pau na minha boca.
Com sua mão livre, Daniel agarrou meus braços e os forçou em direcção às minhas costas. Foi então que descobri que Lina tinha se levantado e prendia os meus pulsos nas minhas costas. Enquanto Daniel enfiava seu pau em minha garganta, Lina puxou o vestido e começou a brincar com meus mamilos. Normalmente ela me machucava apertando e torcendo, mas desta vez eu podia sentir que ela estava beliscando com as unhas. Não era uma dor divertida, era uma agonia séria. Tentei gritar, mas o pau de Daniel impedia que eu pudesse dizer algo.
Senti a minha cinta sendo puxada para o lado e a Lina a empurrar algo no meu cu. Com um pouco de força, meu esfíncter cedeu e o que quer que fosse deslizou para dentro de mim, o tempo todo Daniel apenas manteve suas estocadas. Quando a coisa colocada na minha bunda parou, senti meu anel apertar o que quer que fosse e a Lina voltou a colocar a cinta de volta.
Ela estava gostando do espectáculo da minha cabeça balançando para cima e para baixo com a mão de Daniel enfiando profundamente seu pau na minha garganta. Lina então me disse ao ouvido quando Daniel começou a gemer e disse que ia gozar:
- Elia, prepara-te, que o Daniel tem um problema chamado Hyperspermia. Isso significa que ele produz muito mais esperma do que o normal e que tem um desejo sexual muito grande. Engula tudo que não queremos que tu te sujes toda.
Daniel acelerou e eu me preparei para que seu pau explodisse a sua semente. Achei que estava pronta, mas na realidade definitivamente não estava. O primeiro tiro de Daniel encheu a minha boca, tentei engolir, mas mais jatos estouraram de seguida. Não importava quantas vezes eu engolisse o esperma de Dan, mais e mais era injectado na minha boca. Houve pelo menos quinze doses de esperma, quando de repente eu senti todo o corpo de Daniel enrijecer e de seu pénis saiu um maior jorro de sémen. Lutei para conter o líquido em minha boca e engolir todo mas me engasguei e deixei algum escorrer para o chão.
Enquanto o Daniel tirava o pau da minha boca, a Lina me disse: "Agora engula isso e depois limpe o pau de Daniel com a língua.
Fiz como ela me mandava e enquanto o Daniel afastava o seu pau, sentei-me meio esperando que a maioria dos clientes do café não estivessem me observando.
Felizmente, o café estava em seu estado normal, era só eu que estava com o estômago cheio de sémen. Daniel tirou a fita adesiva de meus braços e eu me sentei e bebi meu café, que ainda estava quente.
Enquanto me recompunha do que acabara de acontecer, a Lina perguntava ao Daniel se eu tinha feito um bom trabalho. Ele não falou, apenas acenou com a cabeça em aprovação. Lina então se virou para mim dizendo:
- Ok vamos ao resto da nossa história, enquanto estávamos na nossa caminhada, o Daniel tirou toda a tua roupa que tinhas em casa e levou para uma loja de caridade. Até as roupas do carro foram doadas.
Eu olhei para ela sem acreditar. Mas a Lina continuou:
- Esta tarde, vamos fazer-te algumas coisas, cabeleireiro, manicure, depilação e vamos comprar-te mais algumas roupas para tu usares. Tu vais passar a dormir no quarto de hóspedes e servir o Daniel quando ele quiser. Como ele tem hyperspermia, eu não posso tratar de todas as necessidades sexuais dele e tu vais conhecê-las. Vais vestir o que nós te mandarmos. Vais fazer a limpeza, lavar e cozinhar, além de tudo o que pedirmos. Está entendido?