230 - O meu primeiro amigo
Eu tinha 14 anos e era um rapaz completamente ingénuo sobre as questões do sexo e afins, pouco mais conhecia do que algumas capas da revistas da Gina ou de banda desenhada meio erótica que por vezes conseguia ver meio escondidas em algumas bancas de jornais, quando eu ia até à cidade.
Vivia bem isolado e para além de ter que ir à escola todos os dias eu pouco mais conhecia do que os poucos colegas de escola que como eu também viviam quase isolados como eu.
O meu maior amigo era o meu primo, Alexandre, 2 anos mais velho que eu e muito mais desenvolvido e experiente.
Os nossos caminhos cruzaram-se quando a minha tia, que era a minha professora, pediu ao Alexandre para me ajudar em alguns trabalhos de português. Ela era professora na escola que nós estudávamos, por isso, muitas vezes, eu comecei a ficar com o Alexandre a tarde em casa deles, porque que ela passava o dia inteiro a trabalhar na escola.
Nos primeiros dias, as tardes de estudo correram normalmente, mas o Alexandre sempre que podia, perguntava-me coisas sobre a minha intimidade.
No início, pela minha inexperiência, fiquei envergonhado, quando ele me perguntou se eu ainda era virgem, se já tinha me tinha masturbado, se já tinha alguma namorada, e outras coisas desse género.
Como eu lhe respondia sempre dizendo que não, ele começou a contar as suas aventuras.
Ele dizia que já não era virgem, que já tinha feito de tudo, que já conseguia gozar e libertar vários jatos de esperma.
Eu fiquei na minha, mas estava ansiosa para conhecer mais daquele mundo, que até aquela época era desconhecido por mim.
O Alexandre emprestou-me uma revista pornográfica para eu ver. Espantado vi um homem nu com uma mulher, em todas as posições possíveis, até a gozar na cara e boca dela no final.
Eu nunca tinha visto um orgasmo de verdade e não sabia se já tinha tido algum.
O Alexandre percebendo que tudo aquilo era novidade para mim, e também vendo a minha excitação, perguntou-me se eu gostaria de o ver a gozar e eu disse que sim. Mas ele fazendo jogo duro, disse que não tinha a certeza de poder confiar em mim, que era melhor não fazer nada, porque se a mãe dele descobrisse algo ele ia levar uma surra e ficava de castigo para o resto da vida.
Eu insisti, afirmando que não contava nada, nunca, a ninguém, e ele foi conseguindo me manobrar, até que a certa altura, me disse:
- Ok, eu faço! Mas olha que é uma caminho sem retorno. Vais ter que fazer tudo o que eu te pedir, mesmo que não queiras.
Eu ingénuo, respondi logo que sim, e ele insistiu:
- Olha lá, vou confiar em ti, não me decepciones. E ele fez-me prometer que eu faria tudo o que ele pedisse.
Na minha ingenuidade, aceitei tudo o que ele me dizia.
Saímos da mesa e fomos nos sentar um ao lado do outro no chão da sala. Ele trouxe uma revista que começou a folhear, cheia daquelas imagens que nos deixam completamente excitados.
Ele perguntou-me:
- Lembras-te do que disseste que fazias tudo o que eu pedisse?
Eu respondi que sim e ele complementou:
- Tens a certeza que vais fazer tudo, sem discutir?
Eu disse novamente que sim e ele disse:
- Vamos ver!
Ele tirou os calções e cuecas e voltou a sentar-se com aquele pau erecto, que era bem maior que o meu, bem duro, ali a meu lado e ordenou:
- É a tua vez!
Eu hesitei um pouco e ele disse logo:
- Eu sabia que não podia confiar em ti! E fez o gesto de que se ia levantar para se vestir. Eu respondi:
- Espera, eu vou fazer como tu! E tirei a minha roupa, sentando-me ao lado dele, também com a minha pilinha dura.
Ele passou o braço pelas minhas costas, abraçou-me e disse:
- Calma primo, confia em mim, vais gostar de tudo!
Ele começou a masturbar-se, ali ao meu lado, sem tirar o braço das minhas costas e mantendo-me perto dele. E disse:
- Anda, faz como eu estou a fazer. Eu todo envergonhado pela novidade da situação, também comecei uma tímida punheta. Aquilo era novidade e eu não tinha experiência, mas percebi logo que ia gostar da coisa, o prazer foi imediato.
Passado pouco, enquanto eu via as páginas da revista, o Alexandre disse que nos devíamos ajudar um ao outro e tirando o braço das minhas costas, começou ele a masturbar-me, dizendo-me:
- É assim que tens que segurar, tens de apertar mas ao mesmo tempo tens que acariciar.
Eu mal sabia bater uma punheta direito e agora estava ali, a ser masturbado por uma outra mão, e achei que era delicioso.
Ele disse para eu lhe fazer a ele também! Mesmo relutante, peguei no pau dele e comecei a masturbar, meio desajeitado.
Ele pôs a outra mão em cima da minha, e foi me guiando, ensinando, cadenciando o movimento, descuidando-se da punheta que me fazia a mim.
Confesso que fiquei louco com a sensação inédita de segurar um pau que não o meu. O pau dele tinha uns 18 cm, era direito, a cabeça já tinha descolado da pele, evidenciando a glande, eu sentia a rigidez daquele pau na minha mão, o calor, era gostosa aquela sensação.
Senti o Alexandre a tirar a sua mão da minha, porque eu já tinha percebido como devia fazer e disse:
- Continua exatamente assim que eu não demoro muito até gozar. E quando eu estiver a gozar, aconteça o que acontecer, não pares, continuas a punhetar, ok? Eu apenas concordei acenando com a cabeça.
O Alexandre parou de me punhetar e começou a dizer:
- Isso primo, continua, que bom, estou quase a gozar, continua assim, que mão gostosa, isso, continua, vou gozar!
O corpo dele enrijeceu, ele soltou um gemido alto, e disse:
- Estou a gozar, não pares!
Eu continuei a masturbar o pau dele, que pareceu ganhar vida própria, inchou, aqueceu ainda mais e começou a pulsar na minha mão.
Eu atento às instruções, continuei firme, masturbando-o sem parar, o pau dele soltou uns 5 jatos de esperma que aterraram uns 15 ou 20 cm à nossa frente, e ele continuou a gemer a a dizer:
- Que bom, não pares, não pares! Eu continuei a punhetar até que as pulsações involuntárias daquele pedaço duro e quente de carne foram diminuindo, indicando que o gozo estava a acabar.
Continuei a punhetar até que me disse ainda com os olhos fechados:
- Podes parar, mas não me soltes! Parei os movimentos, mas sem largar o pau dele, ele estava com a respiração ofegante.
Havia muita esperma no chão, dos jatos que ele tinha mandado para a frente e uma pocinha logo por abaixo da cabeça do pau dele. Então ele abriu os olhos e perguntou:
- Gostas-te? Eu disse que sim. Ele:
- Já tinhas visto isso?
- Não.
- Diz a verdade, tens a certeza que gostaste?
- Sim, gostei sim.
- Então se tu gostas mesmo, podemos fazer muito mais para além disto.
- Ok, está bem.
O pau dele começou a amolecer na minha mão, ele tirou-o da minha mão e disse:
- É assim mesmo, depois que gozar, amolece, mas ficamos com uma sensação muito boa no corpo. Tu já gozaste alguma vez?
- Assim como tu não, acho que não.
- Queres que eu te ajude a gozar para tu descobrires como é?
- Quero sim.
- Tens a certeza? Há pouco não querias fazer o que te pedi.
- Tenho, faço o que for preciso, qualquer coisa.
- Ok, vou te ajudar, fazendo algo em ti igual ao que vimos na revista, mas depois, quero que faças em mim também, ok?
- Ok, faço sim, prometo.
Ele mostrou-me uma posição na revista, em que a mulher ficava de frango assado e disse:
- Deita-te assim aqui no sofá!
Eu fui até ao sofá, deitei-me com as costas para trás e puxei as pernas segurando-as para ficar igual à posição da mulher na revista. O Alexandre ajoelhou-se na minha frente, entre as minhas pernas e perguntou:
- Tens a certeza que vais fazer o que eu pedir?
- Tenho!
- E vai ser um segredo, nunca vais contar para ninguém?
- Juro!
- E vai fazer-me a mim o que eu te fizer a ti?
- Vou sim!
- Mesmo sem saberes o que é? Olha que depois que eu te fazer, não te podes recusar.
- Faço sim, prometo que faço.
Então ele pegou no meu pau que estava duro feito uma estaca e começou a masturbar. O prazer de sentir uma mão que não é a tua, a masturbar o teu pau é imediato, gemi de tesão. Ele perguntou:
- Já estás a gostar?
- Hum sim.
- Prepara-te que isto é só o começo! E sem dizer mais nada baixou a cabeça em direção ao meu pau, que devia ter uns 14 cm, sem pelos nenhuns, abriu a boca e engoliu-o quase inteiro.
Eu não sabia o que sentir, fiquei louco de tesão com a surpresa da mamada que recebia pela primeira vez. Ainda perplexo por ele estar a fazer aquilo. A única certeza que eu tinha era que ele não podia parar. Ele enquanto chupava olhou-me, sem tirar o meu pau da boca, sorriu e continuou a chupar. Até aquele momento aquilo foi o máximo que prazer que eu tinha sentido e foi também muito mais longe que eu havia experimentado. Ela parou de me chupar, olhou-me e perguntou:
- Gostas? E eu quase sem fala:
- Muito!
- Tens a certeza que me vai fazer a mim também? A pergunta dele fez-me perceber que eu teria de chupar o pau dele, mas naquele momento, a tesão era tanta que eu diria qualquer coisa:
- Sim, tenho! Ele antes de voltar a chupar disse:
- Prepara-te, que estamos só a começar!
Eu não entendia o que ele queria dizer com aquilo, só queria que ele voltasse a chupar-me.
Ele baixou a cabeça, mas ao em vez de ir até à minha pilinha, levou a sua boca ao meu anus e deu-me o primeiro beijo grego que recebi na vida. Quando a língua quente e húmida dele tocou o meu anus, arrepiei-me na hora, uma onda de choque percorreu o meu corpo e o Alexandre chupou-me com gosto, querendo enfiar a língua em mim.
Quem já sentiu sabe do que falo, que sensação gostosa! A língua dele enchendo o meu anus de saliva, dando-lhe pequenos toques, querendo entrar em mim, o calor da boca dele, que sensações maravilhosas.
Alexandre tirou a boca do meu cu, molhou bem o dedo na poça da esperma dele que ainda estava no chão e voltou a chupar a minha pilinha. Mal ele me começou a chupar novamente, assim que senti a sua boca quente em volta do meu pau, engolindo-o quase inteiro, eu senti também algo de novo. Ele explorou o meu anus com o dedo dele, que estava molhado da sua esperma, mas sem forçar, estava apenas a brincar ali na entrada, provocando-me.
O Alexandre continuava a chupar-me, e eu continuava a sentir prazer, o dedo dele estava ali na entrada, sem forçar, mas sem sair e fazendo uma leve pressão. A tesão que eu sentia, fazia-me gemer e piscar o anel do anus por vezes, e a cada piscada de prazer, o seu dedo lubrificado, ia entrando, avançando, mas sem forçar, apenas me ia invadindo, à medida que meu anel ia cedendo naturalmente.
Eu não sabia quando ele tinha entrado, mas sentir aquele dedo, ao mesmo tempo que a chupada, aumentava em muito o nível das novas sensações que o Alexandre me estava a proporcionar. Então o Alexandre parou de me chupar e disse:
- Quero que faças muita força, como se fosses fazer um cocó, mas não fazes, apenas ficas a fazer força para fazer cocó, o máximo de tempo que conseguires, ok?
- Ok, sim!
- Vai, força!
Eu fiz força para cagar.
- Isso, mais força, fica assim! À medida que fui fazendo força, o dedo dele foi entrando em mim, eu forçando e o dedo entrando, até que entrou tudo, a mão dele encostou nas minhas nádegas e o dedo dele estava todo dentro do meu rabinho, pela primeira vez.
Ele olhou para mim a sorrir e disse:
- Prepara-te que o gozo vai ser rápido! Ele voltou a chupar-me e começou também a movimentar o dedo dentro de mim, sem tirar nenhum centímetro. O dedo dele explorava-me por dentro, de um forma que nunca imaginei que seria possível. A minha tesão aumentava para um nível que não eu achava que fosse possível.
A minha respiração foi aumentando, ficando ofegante, o meu corpo foi retesando, eu comecei a gemer, uma onda de calor e choque começou a percorrer-me, como uma onda de prazer, que chega e vai aumentando, até afogar tudo.
Amigos, eu gozei, ainda sem ter esperma, mas gozei, muito, na minha primeira vez.
O meu pau pulsou involuntariamente, o meu cu piscou mordendo o dedo dele. Foi uma loucura deliciosa.
Depois de ter gozado, foi tudo acalmando, mas o Alexandre ainda me chupava, agora de forma mais carinhosa, devagar, e seu dedo continuava dentro de mim, e eu já não estranhava aquela invasão. Ele parou de me chupar e disse:
- Isto é gozar, gostas-te?
- Nunca imaginei que fosse tão bom assim.
- Se continuares obediente e fizer tudo o que eu pedir, vais descobrir muitas formas de ter prazer, mas tens que confiar em mim e fazer tudo o que eu te pedir.
- Vou sim, faço tudo o que tu me pedires. Quero ser a tua menina!
FIM
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