69 - Uma linda noite como CrossDresser
Olá, antes de mais volto a avisar que as minhas histórias são verdadeiras.
Hoje deixo esta aqui porque estamos a celebrar a minha página 69 e se a lerem percebem o porquê.
Esta minha experiência aconteceu tinha eu vinte e quatro anos e foi com uma CrossDresser que eu encontrei na net num site de relacionamentos, ela é bem andrógina e, como eu, até fez uma tatuagem numa das suas nádegas.
Não sei se a deva definir como femboy, sissy ou algum outro termo. Ela tinha uma atitude e visual feminino, e no seu dia a dia andava sempre com roupas que eu não conseguia definir se eram femininas ou se eram apenas vistosas. Muitas cores fortes e alguns folhos e rendas. Eu aqui trato-a por ela porque foi assim que nos apresentamos.
Ela era um pouco mais alta do que eu, tinha o cabelo preto pelos ombros com franja, era mais magra que eu, mas com coxas e nádegas maiores do que as minhas e um rosto bem tratado e muito delicado. Ela me contou que gostava de ir a festas e de usar todo o tipo de fantasias, mas comigo combinou e decidimos que devíamos ser apenas duas amigas na sua forma mais simples.
Depois de já nos conhecermos, e termos teclado por várias semanas, combinamos um fim de semana para nos encontrar-mos e conversar.
Chegou o sábado e eu fui ter com ela ao seu pequeno apartamento, onde ela me recebeu vestida como sempre se mostrara na fotos que me tinha mandado. Assistimos a alguns vídeos de música e episódios de southpark, comemos pão de queijo feito por ela, foi bom e fiquei a sentir-me à vontade, de forma a poder falar com ele de todos os assuntos que nos tinham levado a ser amigas.
Ela foi uma amiga delicada e cheia de cuidados para comigo, devagar, colocou a mão na minha perna discretamente, depois de algum tempo de estarmos sentadas no sofá a conversar beijamo-nos e ela levantou-se perguntando se eu queria ver o que ela tinha.
Levou-me paro o seu quarto e mostrou-me algumas peças de roupa suas lindas que eu elogiei. Ela perguntou-me se eu não as queria experimentar. Escolhi um vestido de alça fina, justo no tronco e solto nas pernas, ia até os joelhos, era cinzento escuro mas estampado com cabeças de gatinhos. Ela escolheu e deu-me um par de meias de rede que me ficaram um pouco largas no topo, provavelmente porque as coxas dela eram mais grossas e as meias já estavas alargadas.
Eu já tinha levado as minhas calcinhas vestidas, eram quase brancas com desenhos pretos de corações e laços na frente, era algo entre uma tanga e um fio dental.
Ela ainda me foi escolher um sutiã lindo de renda com um pouco de enchimento que fez com que as minhas formas por baixo do vestidinho ficassem mais sexy e apetitosas.
Depois de me vestir ainda trocamos umas poucas palavras do tipo “como te fica caiu bem o vestido” e elogios do tipo, mas realmente eu tinha ficado muito bem naquele vestido, a sensação da roupa feminina na pele é um dos momentos que mais dá prazer a muitos CrossDressers.
Eu já havia usado muitas vezes um vestido justo que eu tinha e que joguei fora numa das minhas crises depressivas antes de aceitar o que sou. O meu antigo vestido era justo até as coxas, onde ele acabava, mas a sensação não era tão boa quanto o vestido desta minha amiga, a sensação do tecido elástico abraçando o tronco e solto nas pernas me excitou muito, ou talvez a sensação fosse melhor porque estava em frente de outra pessoa e não sozinha.
Subi para a cama com ela e começamos a beijar-nos, não era o mesmo que beijar uma mulher, mas era mais suave, macio, delicado e diferente do que beijar algum dos homens com quem eu já tinha estado.
Deitei-me por cima dela, mas naquele dia não senti ser quem dominou, envolve-mo-nos, apertamo-nos as duas até que ela levantou o meu vestido e tirou o meu pau para fora das calcinhas, começou a chupar-me, eu fiquei de joelhos na cama e ela de quatro chupando-me, enquanto eu segurava no seu cabelo, passei a mão nas suas costas, nádegas e rabinho, acariciando-a.
De seguida deitei-a, levantei a sua camiseta e fui-a beijando desde o seu peito até aos quadris, ela tirou os calções e as calcinhas, beijei e mordi as suas virilhas, as coxas e comecei a chupar no pau dela, lindo, não era grande, mas bem bonitinho, ela pediu-me pra eu chupar o seu anus, foi meio amargo, não sei se sempre é assim.
Ela colocou-me de quatro e masturbou-me nessa posição, senti-me ordenhada, enquanto mexia no meu buraquinho e me dava umas palmadas esporádicas, até que finalmente começou a colocar um dedo e a brincar lá dentro. A certa altura colocou o pau dela entre as minha nádegas e juntou-as para o apertar ele ali no meio enquanto fazia o movimento de vai e vem, não me penetrou. Fez isso até gozar na porta do meu rabinho e sujou-me com uma grande quantidade de esperma, muita mesmo, fiquei com a sua esperma em cima de mim, nas minhas nádegas, na porta do meu buraquinho e escorrendo pelas minhas pernas, ela até empurrou um pouco desse leitinho para dentro do meu anus com o dedo.
Voltou a vestir-me as minhas calcinhas de volta para cobrir o meu rabinho e deixar a esperma a secar lá, mas deixou o meu pau de fora e deitou-me de barriga pra cima, ficou de quatro e começou a chupar o meu pau, eu puxei-a para cima de mim e começamos um lindo 69. Ela avisou que não ia conseguir gozar de novo mas eu chupei mesmo assim e brinquei com o cuzinho dela usando os meus dedos. Ficamos assim até eu gozar na boca dela.
Levantamo-nos, beijamo-nos de novo e fica-mos apertadas na cama o resto do dia. No final do dia o calor dos nossos corpos fez com que de novo ficássemos excitadas e de novo nos envolvemos num segundo longo 69.
Ao fim do dia ela me levou para a casa de banho e fomos as duas tomar um duche quente e revigorante.
À noite, depois de nos arranjarmos as duas fomos dar um passeio e conversar na rua. Foi um momento único, passear de mão dada com ela, as duas arranjadas e a falar de todos aqueles pequenos assuntos de meninas especiais que só nós duas conhecia-mos.
Dormimos as duas agarradas naquela noite e foi algo de inesquecível.