165 - Porque fui eu fazer aquilo?
Cada uma das nossas ações tem as suas consequências e neste caso que aqui vos conto as minhas ações colocaram-me numa situação muito perigosa ...
Somos todos pessoas super especiais e diferentes, eu e os meus colegas de curso estamos sempre a dizer que estamos acima dos outros e que somos super.
Naquela manhã de aulas, primeira aula, por algum motivo que eu não percebia, sentia a minha boca cansada e com um gosto meio amargo, o meu rabinho estava dorido.
Na noite anterior tinha estado a divertir-me muito num clube noturno, com música, dança e muitas bebidas, mas pouca coisa me lembrava dessa noite.
De repente a nossa professora disse que ia entrar uma aluna nova, para o nosso curso.
Todos na sala ficaram entusiasmados com a ideia de uma nova colega, carne fresca.
A professora disse que o nome era Melanie, e por algum motivo o nome soou-me familiar.
Uma sensação de frio percorreu o meu corpo, quando ela entrou na sala, e de repente percebi que ela me estava a encarar e fiquei paralisado com o seu olhar.
Depois de comprimentar a professora, ela veio sentar-se atrás de mim e quando passou a meu lado ela disse ao meu ouvido:
- Lábios deliciosos.
Eu não sabia como reagir àquilo, não entendia nada, mas os meus colegas na sala de aula, sorriam dando a entender que achavam ótimo e que eu já tivesse conquistado a novata.
Achei que ninguém sabia quem ela era e eu continuava a não me lembrar de nada da noite anterior.
Mas todo mundo me fazia sinais e parecia dizer que sabiam que aquela era a minha nova conquista.
A aula continuou normal e monótona como todos os dias naquela universidade.
De repente o meu telefone vibrou, dentro do bolso das calças. Disfarçadamente tirei o telefone e verifiquei que tinha chegado uma foto, por algum motivo, fiquei com receio de abrir a mensagem.
Remetente desconhecido! Acabei vencido pela curiosidade e na foto estava eu com um enorme pénis, branco e grosso, dentro da boca toda cheia de leite.
Todo o meu corpo ficou paralisado, eu não sabia o que pensar mas de repente senti-me a ficar duro e meio molhado.
Na mensagem da foto dizia que eu chupava muito bem e que ela nunca tinha se sentido assim, “ela tinha”! e isso me fez pensar em muitas coisas.
Há mais fotos, com a Melanie, de onde veio esta foto. Dizia a mensagem seguinte.
Eu virei-me lentamente e ela estava a olhar para mim e escreveu outro texto.
Às 12h, espero por ti, no banheiro dos homens do último piso!
Eu estava a ficar em stress, muito nervoso, não sabia o que estava a acontecer, tudo a meu redor rodava, eu só queria fugir dali, enquanto que ao mesmo tempo sentia uma pressão enorme vindo da Melanie.
O intervalo chegou e todo o mundo parecia que vinha na minha direção para conhecer a nova garota.
Eu saí da sala para ir ter com os meus amigos, mas ao mesmo tempo não os queria procurar, a minha mente estava a pensar em como aquilo me tinha acontecido. O gosto estranho na boca quando acordei e o meu rabinho a doer, tudo aquilo deixava-me mais nervoso do que já estava.
Fui para o telhado para tentar ficar sozinho comigo mesmo, tentando não ouvir ninguém, e fiquei com os meus próprios pensamentos.
O meu telefone vibrou de novo e era ela com uma mensagem:
Se não quiseres que todos os teus amigos e família, vejam como tu és um mariquinhas, não te esqueças do nosso compromisso! Com amor Melanie.
Senti como se me estivesse a afundar num abismo. A minha cabeça dizia que aquilo não podia estar a acontecer, eu não tenho cara para enfrentar os meus pais e para lhes contar que me comiam. E ainda mais eu sou a pessoa que está sempre a incomodar os outros e estou rodeado de lindas garotas. O que vão pensar de mim? Eu não poderia deixar isso continuar assim.
Eu tenho que enfrentar este problema. O tempo passa, as 12 horas chegam e eu sinto que estou pronto para enfrentar aquela bruxa, não nego que estou com medo de me tramar com tudo aquilo. Quando me aproximo do banheiro masculino não sei o que me acontece, fico tenso. O telefone vibra e nova mensagem com outra foto, onde eu estava com o pau enfiado mais fundo na minha garganta, e estava a engasgar com o leite que saia da boca. A foto trazia uma frase: eu estou na última porta do banheiro.
Corri desesperadamente e abri a porta, onde estava a Melanie com os seus lindos cabelos loiros e coxas e quadris grandes, um pouco achatada, mas ela estava linda.
Tentei pegar no telefone dela mas ela desviou-se e exibiu de longe a sua lista de contactos, onde estava também a maioria dos meus contactos inclusive os dos meus pais.
Em todos eles estava uma miniatura da minha foto a chupar o pénis dela, indicando que as mensagens estavam prontas para serem enviadas.
Ela disse:
- Se mostrares de novo que me queres maltratar todo o mundo na escola vai ficar a saber como tu és um mariquinhas e os teus pais vão te castigar e mandante ir embora, pobre menino!
Ela continuou a falar calmamente, vendo que já me tinha dominado:
- Luís, fecha a porta e tira a tua roupa.
- O que queres agora sua vadia? Respondi meio agressivo.
- Outro protesto e vais ser história nesta lista de mensagens.
Fechei a porta, tranquei-a por trás de mim e de repente ajoelhei-me em frente das suas pernas que separei lentamente e por baixo da sua saia, vi um enorme alto. Eu já estava muito nervoso. Ela disse:
- Vem até aqui meu menino! Eu fiz uma cara de protesto, mas ainda assim fui. Cada vez que eu olhava para o alto dela, sentia que ficava cada vez maior e olhando para o rosto dela percebi que parecia estar a gostar muito.
Eu levantei a saia e fiquei surpreendido com o volume que surgia por baixo dos seus collants. Não tive outra opção que ser ficar hipnotizado por aquele volume que ela exibia. Senti uma das suas mãos a agarrar a minha cabeça e ela a dizer:
- De joelhos vadia!
Eu queria tirar-lhe o telefone, mas sabia que bastava ela apenas tocar sem querer no botão enviar para eu estar morto.
Fiquei a olhar para ela de baixo, por entre as pernas, dali o seu volume parecia ainda maior e o cheiro era doce. Eu fixei-me no seu rosto e marrei no seu pénis, eu podia sentir o monstro do pénis que ela tinha. Fiquei atordoado sem saber o que fazer. Ela tirou as calcinhas para deixar sair o pau dela.
Era o maior pau que eu já tinha visto e tinha aquele cheirinho hummm. Era até bem maior que o meu, do qual eu sempre tivera orgulho. Eu parei a minha boca e hesitei porque não a queria abrir. Ela deu-me alguns golpes com o pénis nas bochechas, dizendo:
- É isto que tu comes, minha puta suja.
Eu já tinha o rosto enlameado do seu pré-sémen, e senti-me pegajoso. Não aguentei mais e abri a boca. Quando senti o pénis dela entrar na minha garganta e ficar cada vez maior, não consegui evitar as minhas lágrimas saíram dos meus olhos, e ela só se ria e tentava afundar mais o seu pau na minha boca.
Ela estava a foder a minha boca, com um pénis que mal cabia, a minha boca estava cheia sem espaço para nada mais senão ela.
Eu estava tão concentrado que não percebi que ela continuava a tirar-me fotos.
De repente alguns amigos meus vieram ao banheiro, conversando em voz alta, diziam que o azar da Melanie era eu ser mulherengo e que não me fixava com ninguém. Mal eles sabiam que eu estava a ser usada por ela.
Eu não aguentava mais, ela me fez eu masturbar e sentir o seu pau grande. Eu não sentia mais a minha boca dormente. Muitos minutos depois sem avisar ela explodiu e ainda assim eu não tirei, afundei mais como se quisesse que ela chegasse direta ao meu estômago.
Quando tirei senti que conseguia respirar bem mas não conseguia fechar a boca, senti-me vazio, observei enquanto as minhas lágrimas e o seu leite caíam no chão.
Apercebi-me do flash do seu telefone fazendo mais fotos em conjunto com a sua diabólica risada.
O meu corpo ainda estava em estado de choque, não conseguia pensar com clareza, quanto leite tinha sobrado, e depois vomitei e sentia um cheiro muito forte e nojento.
Depois de um tempo ela levantou-se e vi ela enfiar o pau grande, dobrado, dentro das calcinhas, tapando tudo com os collants.
Quando ela saiu, ela disse:
- Isto ainda não acabou, menino!
Ela mandou-me logo de seguida uma foto de hoje com o pau dela, cheio de leite, a bater na minha cara.