117 - Desequilíbrio Hormonal
Cap 4 - Na Escola
No dia seguinte, eu e os meus pais fomos à escola para ter uma reunião com o meu professor, o Prof. Nelson e com a enfermeira da escola, a Senhora Diana, para falarmos sobre o retorno da Daniela à escola.
Eu ia de Daniela, com um vestido de malha canelado de manga longa que revelava os contornos de minha nova estrutura com tanto drama que o Sr. Nelson teve dificuldade em olhar para a jovem escultural sem demonstrar a sua admiração.
Fiquei agradavelmente surpresa por verificar que as menores mudanças na minha postura reverberavam por toda a libido do Sr. Nelson como pequenos distúrbios sísmicos.
- A Daniela parece estar a ajustar-se muito bem ao seu novo papel. Disse o. Prof. Nelson, olhando primeiro para o meu pai, que se mexeu desconfortavelmente no assento da cadeira e depois para a minha mãe, que sorriu com orgulho da beleza da sua nova filha e, finalmente, para mim, cujos lábios recatados se abriram e pareceu ao Sr. Nelson que eu murmurava algumas palavras:
- Come-me. Nelson ficou vermelho e disse:
- Bem, eu acho que está tudo tratado. A menos que vocês tenham mais alguma pergunta, Enfermeira Diana.
- Eu só quero saber qual é a casa de banho que a Daniela vai usar? Disse a Enfermeira Diana.
- Bem, eu, uh, não sei. Gaguejou o Prof. Nelson..
- Por que é que ela não pode usar o banheiro feminino? Perguntou a minha mãe impaciente.
- Ela poderia, mas tenho medo do que aconteceria se ela fosse. . . indiscreta. Disse a Enfermeira Diana, corrigindo educadamente o deslize da minha mãe.
- Daniela é uma dama. Insistiu a minha mãe. O meu pai estremeceu.
- Bem, eu tenho certeza que ela é, mas alguns dos alunos sabem que Daniela não é … completamente feminina. E eu odiaria colocá-la numa posição embaraçosa.
- Por que não tentamos por um tempo e vemos como corre? Disse o Prof. Nelson.
A Enfermeira Diana suspirou e ficou calada. A reunião acabou.
Naquela noite quando me deitei olhei para o teto e pensei no Prof. Nelson. Tão nervoso ele estava. Ele não conseguia tirar os olhos dos meus seios. Eu controlei-o apenas tocando no meu cabelo ou mexendo-me na minha cadeira. Pensei que os meus seios eram poderosos, enquanto segurava no meu peito pesado com as duas mãos.
Decidi experimentar mais os meus novos poderes e quando apareci na mesa de manhã para o pequeno almoço, as minhas roupas eram ainda mais provocantes. Vesti uma camisola vermelha com decote em v ultra-apertada e jeans que não deixavam nada para imaginar. O meu cabelo estava preso no alto da cabeça e balançava alegremente contra as costas num rabo de cavalo grosso com mola. Uma franja adorável desmentia a postura tentadora. Escolhi o batom vermelho mais brilhante que conseguiu encontrar e as minhas bochechas claras foram escovadas dramaticamente com um blush rosa pálido. Eu estava pronta para fazer virar as cabeças.
A primeira aula era de inglês com o Sr. Bostick. O barulho habitual da pré-aula estava em volume total até que eu apareci na porta. Então as cabeças não só se viraram, os queixos caíram e as línguas caíram quando o “rapaz” mais bonito da escola se sentou no seu velho assento. Eu esperava que o Sr. Bostick fizesse um discurso sobre o meu retorno e parecia que esse devia ter sido o plano do professor até que ele viu a transformação do menino escultural. Ele ficou literalmente sem palavras diante de tal metamorfose fascinante.
Eu dei um suspiro de alívio (um evento seguido por todos os homens na sala) e sentia-me segura ao saber que a minha imponente beleza me ajudara a escapar de uma situação embaraçosa.
O resto da sua aula seguiu um padrão semelhante. Os poucos que não sabiam que eu tinha deixado a escola semanas antes, enquanto menino, logo foram informados do fato e viraram-se para olhar com indisfarçável admiração. Eu sorria educadamente para as meninas e sugestivamente para os meninos e me aqueci no calor refletido gerado pelo meu regresso a sala de aulas. Ninguém falou comigo ele entre as aulas e eu não falei com ninguém até que vi a Débora nos corredores entre as aulas.
- Como está tudo a correr?
- Nada de mau, acho eu. Todo mundo pensa que eu sou um marciano, mas eu não me importo.
- Tu és muito bonita. Esse é o problema. Eles não podem acreditar que alguém com um pacote como o teu era um menino há algumas semanas.
Eu sorri.
- Tenho que ir.
- Tchau.
Caminhei pelo corredor sentindo o aperto da minha camisola contra os meus seios, o farfalhar das pernas das calças e o estalar dos saltos. Senti-me Boa. Senti-me viva. Esse sentimento parou abruptamente quando empurrei a pesada porta do WC feminino. Um quarteto sarnento de raparigas duronas consertava os seus cabelos e maquiagem viraram-se para me olhar. Eu sorri e entrei numa das cabines e fechei a porta. Como a maioria das portas das cabines, a fechadura não funcionava há anos e apenas a gravidade a mantinha fechada.
As raparigas retomaram a conversa em sussurros de palco.
- Eu não acho que ele parece assim tão grande.
- O sutiã dele tem que ser acolchoado.
- Ouvi dizer que ele ainda tem um pau.
- Ele provavelmente está de pé sobre a sanita agora.
- Ei, deixe o assento abaixado, sim?
Risada. Eles se mudaram para a frente da sua cabine e começaram a sussurrar a sério.
- Oi, Daniela.
- O quê?
- Nós queremos ver.
Silêncio.
- Vamos, Daniela, somos todas raparigas aqui, certo?
Tentou mover o joelho contra a porta, mas era tarde demais. Enquanto a porta voou para trás, levantei-me apressadamente e fiz um esforço inútil para puxar os jeans.
- Oh nojento!
- É enorme!
Tentou me cobrir, mas era tarde demais. Comecei a chorar e tomei a decisão improvisada de cobrir o rosto em vez das partes íntimas. Foi uma má decisão. Uma das raparigas tinha uma câmera de bolso e tirou uma foto da menina bonita e do inquestionavelmente grande remanescente da sua masculinidade.
- Já não vais ser tão arrogante depois que isto acontecer, Big Dick.
- Vejam se os peitos dele são reais, disse uma das raparigas.
Outra rapariga obedeceu rasgando a minha camisola, expondo os meus seios atrevidos, tamanho 36 C, num sutiã preto rendado.
A câmera gemeu novamente capturando o enigma do meu corpo e da angústia pela sua rude exposição.
Tirei as mãos do rosto para gritar com as minhas antagonistas, mas só serviu melhor aos seus interesses quando uma terceira foto foi tirada mostrando a menina bonita com o rabo de cavalo saltitante o pénis a abanar e o decote meio rasgado a estalar com o volume dos seios.
Essa foi a imagem que andou em ampla circulação por toda a escola no dia seguinte, chegando à mesa do Sr. Nelson ao final da tarde. Era apenas uma cópia de outra cópia, reproduzida até à exaustão, mas eu, Daniela, ainda era claramente reconhecível.
Curiosamente, o meu olhar de raiva havia se transformado na copiadora numa caricatura da surpresa dando à foto o aspecto de um cartão postal burlesco, do tipo em que uma gracinha retocada perde o seu roupão de banho com uma rajada de vento. O fato de que muito mais, do que um par de seios brancos, estar a ser revelado acrescentava um certo picante.
O que permanecia na mente do espectador depois de a imagem se ir embora era a magnitude de seus atributos masculinos e femininos e, claro, sua impressionante face.
No dia seguinte, quando o Sr. Nelson me chamou ao seu gabinete, ele esperava uma versão um tanto arrependida da megera que ele tinha conhecido na reunião com os meus pais. Ele ficou surpreso ao descobrir que eu não estava arrependida.
Estava a usar uma blusa alta, com o decote transparente, que explorava a beleza volumosa do meu busto e umas saias jeans encaixadas firmemente em torno do meu traseiro. Tinha o cabelo solto a emoldurar o meu rosto em ondas suaves. Não havia nada em mim que sugerisse eu ter uma surpresa secreta nas minhas calcinhas ou que os eventos humilhantes do os últimos dois dias tinham intimidado a minha imagem de vadia.
- Você não parece incomodada com o que aconteceu, Daniela, disse ele, segurando a foto.
- Estou, mas não posso deixar transparecer, porque isso ia piorar a situação.
- Então você esconde os seus verdadeiros sentimentos.
- Eu suponho.
- E isso é sábio?
Eu olhei-o fixamente nos seus olhos.
- Prof. Nelson, eu sei que sou uma rapariga agora. Tenho seios e a figura de uma menina. Mas também tenho um pénis. E agora todo o mundo sabe isso. Não é grande coisa.
Nelson olhou com admiração para a minha despreocupação. Então ele olhou para uma chave na sua mão e disse:
- Bem, eu não acho que não é acertado usares mais o WC das meninas. Eu vou dar-te a chave do WC dos visitantes. Faz um favor a mim e a ti, mantendo a porta trancada de agora em diante.
Eu peguei na chave e dirigi-me para a porta. Virei-me enquanto tocava na maçaneta e disse:
- Não se preocupe comigo, Prof. Nelson. Eu sei o que sou.
Sim, és uma vadia, pensou Nelson quando o menino/menina bonita foi embora.
Os próximos dias foram difíceis para mim com a notória foto a circular por toda a escola. Provocações de “Big Dick” e “Cock Girl” foram sussurrados atrás dela nos corredores e os seus velhos amigos, incluindo a Débora, ficaram envergonhados de serem vistos com ela. Eu não parecia me importar muito durante a escola, mas à noite, sentada diante da minha vaidade, explodia em lágrimas quando observava a minha sua linda imagem no espelho e via o meu pénis grande descansando pacificamente sob as calcinhas de malha como uma píton em repouso.
No entanto, eu estava determinada a não recuar e a cada dia as roupas provocantes refletiam uma atitude de “não façam prisioneiros” que pouco contribuía para deixar a controvérsia em torno de mim diminuir. Um dia cheguei ao primeiro tempo da Aula de inglês numa blusa e saia preta curta com uma jaqueta que atenuava o meu delicioso decote, mas não muito.
- Daniela, temo que vou ter que pedir para você ir a casa para se trocar.
Disse o diretor depois de me chamar ao seu gabinete.
- Por quê?
- Eu acho que é bastante óbvio, disse ele, desconfortavelmente.
- Não para mim.
- Você não pode vir para a escola vestida como a Madonna e esperar que se safa disso.
- O Sr. não precisa de se preocupar com os meninos. Ninguém sequer falou comigo desde que voltei para a escola.
- Não são apenas os meninos, Daniela. É... todo mundo. Disse ele, deixando os seus olhos baixam por um momento para saborear aquelas pombas brancas de leite embaladas em conchas de renda preta.
- Você está aqui para aprender a não para desfilar na sua roupa íntima.
Quando a minha mãe parou para me levar para casa, ela fingiu choque pela minha ousadia.
- Daniela, você tem que baixar o tom. Pelo amor de Deus, você parece uma prostituta, disse ela rindo.
Mas eu percebi que ela tinha muito orgulho do minha figura de fazer parar um autocarro.
Quando cheguei a casa, vesti uma camisola preta apertada.
- Isso é melhor. Sorriu ela. Muito mais elegante. Na verdade, era ainda mais tentadora do que a blusa, mas não me fez ser expulsa da escola.
O Prof. Nelson estava a aliviar-se no WC dos visitantes quando o fecho da porta estalou e a maçaneta rodou.
Ele olhou para me ver a fechar a porta atrás de mim.
- O que você esta fazendo aqui? Gritou ele.
- Não se preocupe, eu tranquei a porta, disse, esgueirando-me para o próximo urinol e abrindo o zíper das minhas calças jeans. Ele olhou para a frente, o seu rosto rosado branco, enquanto eu fazia o meu xixi ao lado dele e o perfume do meu cabelo encheu as suas narinas.
- Estou a envergonha-lo, Prof. Nelson? Disse eu murmurando.
Ele ficou em silêncio enquanto eu estudava o seu rosto. Eu podia sentir os seus olhos movendo-se até ao meu pénis, examinando-o. Depois do que pareceu uma eternidade, ele terminou, fechou as calças e virou-se para a saída. Mas eu virei-me e detive-o.
Os meus dedos cor-de-rosa balançaram o meu pau grande na sua direção
- Olhe para isso, prof. Nelson. Eu sei que você quer isto desde aquele nosso primeiro encontro. Vá em frente. Não é uma cobra. Não vai morder.
- Saia do meu caminho, sua putinha.
- Olhe para isto! Gritei.
Ele olhou para baixo.
- É isso. Não é difícil, pois não? Olhe aqui, toque nele. Eu estendi a mão e agarrei na mão dele e coloquei-a no grande tubo de carne.
A sua mão ficou enrolada em torno dele como uma gavinha numa videira.
Ele olhou para mim. Eu nunca fui tão cativante. O cabelo moreno macio que me emoldurava o rosto, a franja grossa que caía logo acima dos meus olhos arregalados, a adorável inocência de pele branca desmentia o poder do meu feitiço e a cruel feminilidade das minhas demandas. Eu era irresistível.
Uma onda de fraqueza passou por ele, e senti um tremor puxando pelo meu pénis grosso, ele puxou-me para perto de si, e beijou os meus lábios.
Enquanto nos beijava-mos, abri o fecho das calças dele e a minha mão deslizou para procurar o seu pau. Foi difícil. Eu não fiquei surpresa.
Eu afastei-me e sorri para ele.
- O Prof. me quer? Perguntei, num sussurro rouco de boneca.
Ele não disse nada, mas enterrou a cabeça no meu cabelo grosso até alcançar o pescoço e deixou a sua língua responder com um longo beijo que veio desde o pescoço à boca.
- Chupa-me, bebé! Disse eu.
Ele afastou-se olhou para mim com uma leve apreensão.
- Tu vais fazer o que eu te digo, bebé. Disse eu, numa voz dominante mas suave.
Ele caiu de joelhos e olhou para mim numa súplica impotente.
Eu sorri para ele e levantei a blusa e o sutiã sobre os seios, deixando-os a balançar por cima dele como sombras escuras. E sorrindo novamente disse:
- Vai em frente, bebé.
Guiei o meu grande pénis para a boca dele e rocei pelos seus lábios algumas vezes antes dele abrir a boca e rápido ficou brilhante a deslizar, para dentro e para fora na sua língua, na garganta, sobre os lábios e bochechas, inchando a cada golpe até que comecei a sufocá-lo.
Quando ele entrou no ritmo do movimento de transe, virei-me para o espelho e observei aquele estranho quadro vivo.
O meu corpo estava agora arqueado sobre o desgraçado professor, eu tinha as mãos apoiadas contra a parede de azulejos, os seios em espiral sobre ele como frutas pesadas e ele por baixo, sacudindo a árvore pelo tronco grosso com entusiasmo.
O impulso das minhas nádegas redondas e brancas, o cabelo escuro e brilhante caindo em redor da cabeça, tremendo a cada investida, os lábios carrancudos e zombeteiros, a vermelhidão crua do pénis brilhante.
Eram estas as jóias que bombeavam o sangue nas minhas virilhas ou foram os lábios ignorantes do Nelson, e a sua falta de talento com a língua? Não, era ela e ela sozinha. A visão suculenta das suas contradições, a beleza importunante do seu corpo feminino e seu membro masculino vermelho, a doçura do seu rosto e a crueldade de seu desejo, a mistura da inocência da juventude com a luxúria voraz.
O Boneco Nelson estava ali de joelhos à minha frente, e eu sorria com a facilidade com que tinha conseguido puxar as cordas e o meu sorriso triunfante inesperadamente trouxe o fluido, branco que fluía dos lados da sua boca e jorrava no seu cabelo húmido e caiu nos ladrilhos em gotas leitosas e coaguladas.
Antes do último jorro afastei-me do Nelson para me ver no espelho e agarrando no meu pau com as duas mãos, fixei-me na minha própria imagem. Um tiro final, sai de dentro da minha virilha, fez um arco e atingiu o espelho, nublando o reflexo do meu rosto com esperma quente e branco.
FIM