156 - Sonho de Carnaval
Todos os carnavais pareciam ser iguais, desde sempre.
O meu grupo de amigos juntava-se em frente da casa de praia do Iuri todo o mundo ia vestido de mulher, nada de combinado ou certinho, tudo muito ridículo e escandaloso.
Foi assim a partir dos meus catorze anos, até agora que eu tinha vinte, e foi quando a coisa ficou séria. Porque por mais que eu já tivesse desejos sexuais desde os treze, agora aos vinte eu já sabia o que queria fazer com eles. Eu queria ficar com a Camila no carnaval, mas não sabia se ela ia aparecer na nossa festa, e caso ela aparecesse seria que ia ficar comigo? E para ajudar fiquei indeciso e não sabia se me devia vestir de mulher.
Para além de tudo o mais, era o primeiro ano que eu ia levar o meu carro e ficava sozinho na casa de praia do meu pai, sem mais ninguém, gastando o meu próprio dinheiro.
Antes de ir para a praia fiz uma mala com várias peças de roupa, maquiagem e acessórios da minha irmã, que se tinha mudado para a casa do seu marido e tinha deixado coisas da sua adolescência lá em casa. Desta vez, caso eu fosse vestido de mulher, eu não queria ir com uma peruca colorida e saia de bailarina, queria ir mesmo vestido de mulher, de verdade.
Decidi viajar naquela noite mesmo, logo ao fim do dia. Às oito da noite arrumei as malas e às dez e meia já estava na praia. Abri as janelas da casa para arejar tudo e tomei um banho. Voltei nu para o quarto e vesti umas calcinhas de algodão e fiquei logo excitado e duro. Depois vesti uns calções de lycra, que quase não me serviam de tão apertado e uma mini blusa e também não me ficou bem. Até que encontrei um vestido de quando a minha irmã tinha uns dezesseis, e que me ficou bem justo. Vesti uns collants e uns sapatos de salto, que deixavam os meus dedos de fora e fui a caminhar torto até ao espelho.
Parei de frente para o espelho e olhei para a minha figura. Senti-me ridículo da cintura para cima, mas da cintura para baixo, se eu não tivesse pelos, talvez passasse por uma transexual.
De seguida fiz a barba com muito cuidado para tentar retirar todos os pelos e peguei nos restos de maquiagem que tinha encontrado no quarto da minha irmã maquiei-me. Coloquei de novo a peruca colorida. Mesmo vendo o meu aspecto um pouco ridículo fiquei muito excitado com a roupa e com todos aqueles preparativos e pintura.
Enquanto eu me estava a arranjar o Iuri mandou-me uma mensagem a dizer que já estava na praia e que alguém tinha visto a Camila a passear com um praticante de culturismo todo musculoso na praça.
Eu que ainda pretendia sair naquela noite, queria ir passear para a calçada da praia, decidi deixar a saída para o dia seguinte.
Já estava cansado de ter conduzido e ainda estava vestido de mulher. Fui até ao espelho, lamentando a derrota para o tal culturista, e analisei a minha “fantasia”.
Apercebi-me de três pormenores que podiam melhorar a minha fantasia e salvar o meu carnaval. Precisava de um cabelo mais natural, precisava de simular seios, o que não seria tão difícil, pois tinha um sutiã de bojo da minha irmã e os enchimentos de silicone dela, que nunca tinha usado nos outros anos e finalmente decidi, que uma vez que não ia ficar com a Camila, que ia depilar tudo, para ficar mais convincente.
Fui até à casa de banho e usando a máquina de cortar cabelo que levei na mala, primeiro rapei os pés, as canelas e as coxas. Sempre verificando no espelho e quando comecei a passar a máquina nos testículos o meu pénis ficou duro. Depois de alguns puxões nos pelos, que a máquina fazia, fui verificar de novo ao espelho e vi que o meu traseiro também tinha muitos pelos e optei por rapar tudo até ao rabinho e voltei a sentir excitação, mas rapei tudo. Peguei na Gillete descartável e usando a espuma da barba depilei tudo, completando o trabalho da máquina. Depilei também os poucos pelos que tinha no peito, braços e axilas.
Restaram-me, de verdade, apenas cabelo e sobrancelhas (que eram umas sobrancelhas bem suaves). Sentia uma estranha excitação e no ducha, quando fui tirar os excessos, parecia que a água deslizava em mim e alcançava lugares do corpo que eu não sentia antes. Sequei-me novamente, pela segunda vez naquela noite e masturbei-me antes de dormir todo nu.
Logo que acordei fui a pé andar pelo comercio local, com a minha roupa normal. No pequeno centro comercial que encontrei, resolvi entrar e agir sem constrangimentos, porque ninguém me devia conhecer por ali. Comprei uma peruca chanel preta, melhor que a que eu tinha, uns brincos de pressão e acessórios. Na hora de pagar ainda disse que estava a tentar melhorar a minha fantasia para ir sair com o meu grupo de amigos mas o empregado ficou com uma cara de desconfiado.
Almocei, passei no supermercado para abastecer a cozinha para os dias seguintes e quando estava a voltar para a casa da praia, vi uma sex shop na esquina e pensei seriamente em entrar, mas não fiz. Pensei em voltar à loja já fantasiado, mas não sabia se ia ter coragem para tanto.
A meio da tarde, reforcei a depilação que já me estavam a aparecer algumas comichões no corpo e comecei a vestir-me, para variar de pau duro.
Escolhi uns calções de lycra, calcinhas, sutiã com enchimento, uma camisola normal, mas justa, a peruca nova, uma maquiagem simples, com pó e batom, além dos óculos escuros da minha irmã. Garanto que nem a minha mãe me ia reconhecer. Fui até à frente de casa, e caminhei a passos lentos até ao sex shop. Nervoso, peguei num gel lubrificante que prometia aquecer, era o mais barato e num dildo de borracha simples, do tamanho do meu pénis, porque não estava com tanto dinheiro como isso. Em menos de cinco minutos estava de novo na rua, carregando uma sacola.
De repente apercebo-me que o meu amigo Iuri vinha na minha direção, me olhou de lado e passou a direito por mim. Não me reconheceu e quando olhei para trás, ele estava a olhar para o meu traseiro.
Fui direto para casa, tentando disfarçar o pénis duro. Fora a parte da roupa, o resto foi acontecendo sem eu ter planeado.
Abri uma cerveja que tinha comprado no supermercado e liguei o meu portátil na mesa de jantar, e comecei a procurar por alguma pornografia em vídeo e encontrei alguns streamings de trans e crossdressers, e foi quando eu me comparei e vi, que o meu aspecto não estava assim tão mal.
Procurei pelo https://chatroulette.com/ que permite salas de conversação com vídeo e entrei, com o nick CDoeste. Na mesma hora, várias pessoas tentaram falar comigo. O primeiro que deixei pendurado era rapazdecalcinhas. Era o meu caso e não precisava de outro igual a mim. Depois um tal de Carlos43 disse que tinha um pau grosso e que se masturbava para eu ver. Eu aceitei e quando ele mandou o convite para abrir a câmera, direcionei-a para aparecer eu apenas abaixo dos ombro e acima da cintura . De facto, ele tinha um pau grosso e a pingar, e uns grandes testículos cobertos de pelos brancos. Ele dizia ter quarenta e três, mas tinha mais de sessenta. Ele pediu para eu mostrar alguma coisa e quando baixei os calções de lycra e as calcinhas, o meu pénis saltou e o homem gozou instantaneamente, deixando o seu leite a escorrer pelo pau e a pingar nas bolas. Quase de seguida ele desligou a câmara.
Eu levei o portátil para o quarto e troquei de roupa, vestindo o vestido que ia usar no dia seguinte. Peguei no dildo e no gel, retirei-os das embalagens, deixei-os ao lado da cama e voltei às salas de chat, dessa vez chamando-me TransOeste noutra sala. Metade dos homens veio de novo falar comigo.
A alguns eu contei que estava sozinha em casa, com um dildo pronto a ser usado ali ao lado da cama. Muitos não acreditaram. Foi um tal de HeteroParaMeninas que me convenceu a abrir a cam, ele dizia que fazia tudo o que eu pedisse, desde que eu fizesse o mesmo. Ele abriu a câmera e eu conseguia ver o seu pau duro, dentro de umas cuecas apertadas, com uma roda de humidade de tanta masturbação. Ele pediu para ver o meu rosto, eu coloquei os óculos escuros e sorri de batom vermelho. Ele pediu para eu mostrar os peitos e eu disse que pequenos porque eu não tinha colocado postiços, ele pediu para ver da cintura para baixo e eu mostrei até à coxa, e ele viu meu pénis a fazer volume no vestido apertado e curto, depois pediu para eu dar uma voltinha para ele poder ver o conjunto todo. Ele estava com o pau para fora e aproximou-o bastante da câmera, mostrando-o a escorrer de pré-cum cheio de excitação. Eu coloquei-me de gatas na cama, virei o meu traseiro para ele e puxei um pouco o vestido para cima, mostrando metade das nádegas. Ele gemeu grosso e perguntou o que eu queria ver. Mandei-o mostrar o traseiro e dar uma palmada, e apesar dos pelos, era uma bunda firme, mal tremeu quando ele bateu. Ele tirou as cuecas de vez e disse: agora é a tua vez. Eu virei-me de quatro para a câmera novamente, puxei as calcinhas para o lado, e mostrando a minha fenda, pisquei algumas vezes, ouvindo-o a gemer. Eu disse-lhe para ele fazer o mesmo, e na mesma hora ele ajoelhou-se na cadeira, arrebitou o rabo e piscou o rabinho. Entendi como encorajamento e saí da frente da câmera para tirar o vestido, voltei apenas com as calcinhas, sutiã com o enchimento e os acessórios. Puxei o portátil para perto e deitei-me na cama, mostrando do pescoço para baixo até o meio da coxa e de frente para a câmera. O meu pénis estava duro e completamente rapado, o que me provocava uma grande excitação e também ao HeteroParaMeninas. Ele pediu para eu me colocar de quatro para a câmera, todo nua e eu obedeci às suas ordens.
Dei alguns palmadas nas minhas nádegas, abri-as bem para ele ver o meu rabinho virgem e passei o gel lubrificante. Quando coloquei o dildo na frente da câmera, antes mesmo de me penetrar, ele disse que estava quase a gozar, mas pediu para eu não desligar a câmera porque ia ficar duro de novo, para continuar a ver-me. Apontei ao meu rabinho e meti o dildo de borracha devagarinho que entrou sem dificuldade até ao fim e eu delirei de tesão, gemendo levemente. Empurrei o meu pau contra o colchão para trás, para ele ver o meu pau e o meu rabinho ao mesmo tempo e comecei a meter e tirar dada vez mais forte. Sem eu tocar no meu pau, veio-me um jato incontrolável, que jorrou no colchão até às teclas do portátil, e cai para o lado ainda excitado, assistindo ao meu amante virtual gozar na sua barriga, enchendo de leite os seus pelos.
Depois de desligar tudo, ainda fiquei super excitado e voltei às salas para me voltar a masturbar mostrando-me deitado sozinho e penetrando-me com o dildo. Só no fim de muitas horas é que eu consegui adormecer exausto. Eu não estava confuso, amava as mulheres, era apaixonado por uma, mas aquele prazer eu não podia deixar passar, foi quando eu decidi que naquele carnaval, eu não me queria vestir de mulher, mas queria ser mulher por uns dias.
No dia seguinte estava impaciente para chegar à hora em que devia ir para a festa. Quase na hora da festa eu estava pronto (pronta), e recapitulei tudo de novo, salto baixo, collants, calcinhas fio-dental, sutiã com enchimento, vestido justo, peruca decente, maquiagem, brincos e acessórios, incluindo óculos escuros com armação vermelha (mesmo à noite) e até uma bolsa bem pequena para levar o telefone, as chaves e algum dinheiro para além da identificação.
Fui andando para o local onde as festas decorriam, do lado oposto ao que os meus amigos costumavam estar. Comprei uma cerveja numa banca e caminhei devagar, ensaiando um leve saracotear de ancas. Um homem velho passou perto de mim e disse: “eu ensinava-te a ser mulher, na hora”. Concentrei-me para não ficar de pau duro. Passei por um grupo de rapazes, mais jovens que os do meu grupo e eles ficaram a acotovelar-se, vendo-me passar, e um deles disse: “eu ia”, e os outros riram. Fui me aproximando dos bares onde havia mais gente, e comecei a andar no meio de todo o o mundo. Um homem vestido de polícia andava por ali e quando passou por trás de mim, apertou as minhas nádegas tão forte e rápido que levei um susto. Ele nem sequer olhou para trás. Coloquei-me mais ao canto da calçada, perto de um quiosque, escuro o suficiente para eu apenas olhar. Um homem que estava sentado no quiosque veio até perto de mim e perguntou de onde eu era, se tinha namorado e o que estava fazendo ali. Eu disse que estava à espera dos meus amigos, e ele foi-se embora.
As abordagens foram ficando repetitivas e comecei a considerar seriamente voltar para casa para me masturbar sozinho, talvez fosse melhor. Quando me afastei da multidão vi um banco de praça, perto da areia da praia, e sentei-me a olhar o movimento.
Um rapaz de um grupo de jovens sentou-se a meu lado e disse:
- Tudo bem? O meu nome é André.
- Olá, eu sou a Cátia.
- Eu vi-te à pouco a passar.
- Eu também. Tu estavas com os rapazes quando eu passei, onde foram eles?
- Foram paro o meio do tumulto, eu ia a voltar para casa, mas vi-te aqui sentada.
- Escuta André, que idade tens?
- Dezoito, e tu?
- Dezenove. Eu vou voltar para casa, a festa não está tão boa quanto eu achei que is estar.
- Ok, não te preocupes com o comentário dos outros.
- Só não queria voltar para casa sozinha.
- Queres que eu te leve até à porta de tua casa? Dá para ir a pé?
- Dá.
Levantámo-nos e fomos caminhando lentamente, falando dos lugares que havia para ir à praia, fomos nos afastando da multidão e quando chegamos à esquina onde ficava a minha casa, ele perguntou:
- Queres voltar para festa e ficar esta noite comigo? Eu pensei um segundo e respondi:
- Tu queres ir um pouco até minha casa? Ele confirmou com um sorriso.
Abri o portão e caminhei à frente dele, até a porta, abanando-me um pouco. Abri a porta e acendi algumas luzes, ele sentou-se no sofá e eu fui buscar uma cerveja para cada.
O André era magrinho, de óculos e meio nerd. No momento que entrou em minha casa ficou tímido. Sentou-se no sofá com as mãos juntas entre as pernas, meio encolhido e eu percebi que eu tinha que quebrar o gelo.
Disse-lhe que ia mostrar-lhe a casa, disse que era alugada. Levei-o para além da sala, cozinha, quartos, não o levei à casa de banho pois o dildo estava no lavatório e quando cheguei ao quarto principal, sentei-me na cama e ele sentou-se a meu lado, meio distante e envergonhado. Coloquei a mão na coxa dele, tirei os seus óculos, e eu já estava sem os meus. Ele desviou o olhar nervoso e eu puxei o seu rosto e beijei-o. Pela primeira vez beijava alguém do mesmo sexo. Um beijo simples e eficaz e os dois caímos para trás na cama, apoiados nos cotovelos.
Perguntei-lhe:
- Já alguma vez beijaste alguém como eu? E ele disse:
- Eu sempre quiz, mas nunca consegui, nunca tive essa oportunidade.
Eu ajoelhei-me na cama e beijei-o na posição em que ele estava. Ele deitou um pouco mais repousando as costas na cama, ainda enquanto me beijava e com cuidado puxou-me um pouco para cima dele. A mão tocou tremendo na minha cintura e foi baixando até tocar no meu rabo sobre o vestido. Quando a minha mão tocou o joelho dele e deslizei sobre a perna, passei suavemente a mão sobre o seu pau que já estava duro. O André disse:
- Desculpa, mas eu não tenho ideia de como vai ser. E eu disse ao ouvido dele:
- Primeiro eu. Depois tu.
O pénis dele começou a mexer-se sozinho. Ele abriu o cinto, o botão e o fecho e baixou as calças e as cuecas azuis ao mesmo tempo e seu pénis magro, cheio de veias ficou livre para mim. Eu desci da cama, puxei o resto das suas calças, tirei-as e ajoelhando-me no chão, cheirei as suas virilhas, as suas bolas e comecei a primeira mamada da minha vida, espalhando batom vermelho naquele pau branco. Ele colocou as mãos para trás da cabeça e fechou os olhos apreciando. Eu fiz de tudo. Lambi. Chupei. Babei. Mordisquei. Punhetei. Tudo aquilo com o meu pau tão duro quanto o dele. André mandou-me deitar a seu lado, e com os dois deitados, ele subiu o meu vestido, livrou o meu pau das calcinhas e caiu de boca e apreciei pela primeira vez um homem a chupar-me. Ele ajoelhou no chão e eu fui para a beira da cama, para ele me chupar na mesma posição que eu o chupei. Ele tirou de vez as minhas calcinhas e desceu para chupar as bolas rapadas e deslizou até tocar no meu rabinho com a língua, foi o meu maior gemido da noite, até ali!. Tanto que encolhi as pernas, facilitando para ele ter acesso ao meu buraquinho. Com medo de gozar, eu levantei-me, tirei o vestido, ficando apenas de sutiã e fique de quatro na cama, apontando o rabo na sua direcção, que tirou o resto da roupa e foi atrás de mim e tentou me penetrar, devagarinho e com cuidado, ele conseguiu enfiar a cabeça e depois o resto entrou facilmente. A cada estocada, o meu pau duro balançava, quase como uma masturbação e tive medo de gozar, e precisei de muita concentração para sentir só o prazer que me dava ser penetrada no rabinho. Ele acariciava as minhas nádegas com cuidado enquanto metia. Senti que o André já estava pronto para gozar, e disse-lhe para mudar de posição, deitei-me na cama de barriga para cima e arregacei as pernas e ele foi logo direito a mim e meteu de novo. Ele levantava bastante as minhas pernas para conseguir chegar bem fundo. De repente, rápido ele tirou o pau e ajoelhou-se na cama, colocando o pénis sobre o meu rosto e acariciou-se. Eu disse para ele: Dá-me o teu leitinho! Na mesma hora apercebi-me que as suas bolas encolhiam e o primeiro jato passou a direito pelo meu rosto de tão forte, e o do segundo jato pingou pesado e quente na minha boca e depois que a última gota caiu, eu lambi os lábios provando a esperma dele e ele me beijou. Descansou um pouco ao meu lado, mas meu pau ainda não tinha baixado. Fui até à casa de banho, lavei o rosto, escondi o dildo e dei um jeito na maquiagem.
Quando voltei para o quarto o André estava deitado de barriga para cima exibindo o seu pénis novamente excitado e duro, subi para cima dele e meio de cócoras, meio a cavalgar fiz com que ele me penetrasse de novo e agora calmamente fui sentindo todo o seu pénis entrando em mim aos poucos, alojando-se no meu interior, e estando eu por cima fui eu que marquei o passo dos movimentos. Senti de novo todo aquele prazer inundando o meu interior e aos poucos esqueci que também eu tinha o meu pénis erecto e a balançar livre embatendo na sua barriga.
Tentei fazer com que ele explorasse cada um dos espaços do meu interior e em certo momento o que era bom aconteceu e eu sem me estar a acariciar senti que começava a ter um orgasmo, como nenhum outro antes, um mar de esperma começou a jorrar em jactos de dentro de mim fazendo-me gemer cada vez com mais e mais prazer. Quando abri os olhos verifiquei que o peito do André escorria todo o meu líquido e senti que também ele finalmente libertava o seu esperma em mim, inundando-me com um calor bom e reconfortante. Pareciam muitos jactos. Tanto que quando saí de cima dele tirei o seu pau e um bom bocado de esperma escorreu pelo meu buraquinho.
Deitamos lado a lado abraçados beijando-nos. Ele perguntou-me:
- Quando é que te vais embora? E eu disse:
- Vou ficar mais umas noites e depois volto para a minha cidade.
- Vamos nos encontrar amanhã?
- Não eu já combinei com o meu grupo de amigos! E ele disse:
- É uma pena, eu estou interessado em ter um namoro contigo e gostava de te ver mais vezes.
Eu devia ter dito que a minha relação com ele provavelmente se restringia apenas aquela noite, mas:
- Olha deixa-me o teu número de telefone para eu te poder dizer algo amanhã e podermos combinar ….