45 - UMA EXPERIÊNCIA
Mário Davide era basicamente uma solteirão solitário e feliz. Ele tinha uma bela casa com jardim relvado bem cuidado e um cachorro chamado Bobby que ele adorava. Uma casa grande demais para as suas necessidades mas aparentemente sempre limpa, arrumada e com aspecto de ser usada. Até a sua vida sexual era boa pelo que se dizia por o verem entrar em casa com várias namoradas diferentes ao longo dos anos.
Mas apesar de ele ter quase 45 anos, ele tinha um pequeno obstáculo nesse aspecto, as suas parcerias ocasionais eram um pouco conservadoras e a sua vida não tinha nenhuma aventura - era a mesma coisa de todas as vezes que fazia amor com alguma das suas conquistas habituais.
Ele em jovem já tinha experimentado ter sexo com outros homens e ao que ele ia vendo pelas noticias e mexericos das revistas as questões da homossexualidade já não eram tão mal vistas como quando ele era jovem. Ele já tinha lido sobre sexo anal em várias revistas femininas que ia comprando, parecia estar na moda, mas quando ele mencionou a uma das suas amigas ele não quis ouvir falar nem discutir o assunto.
- Não é natural. Disse ela. O nosso ânus não foi feito para essas coisas.
Mesmo tentando levar a conversa para a inversão de papéis que ele desejava todas elas fugiam e se faziam desentendidas. Independentemente de quantas vezes ele perguntasse às suas amigas, as respostas eram sempre quase a mesma e ele começou a pensar que iria morrer virgem, analmente falando.
Por vezes tentava apimentar a sua relação com alguma rapariga que ele pensava ser mais moderna e aberta, dizendo-lhe que gostava de usar roupas femininas e sempre que o fizera elas mais depressa o abandonavam.
No entanto, isso foi antes de Ricardo João entrar em cena. Ele era um estudante de 22 anos que andava já nos últimos anos da faculdade e fazia alguns trabalhos pelo bairro para ajudar a pagar as propinas e poder sobreviver .
Quando uma sua amiga, loira alta e bonita, lhe ligou para perguntar se ele tinha algo que precisasse de ser consertado ele ainda pensou em gracejar e dizer que a sua vida sexual precisava de algo novo, mas se lembrou de umas quantas tarefas para dar ao rapaz e disse à sua amiga para ele ia a sua casa no sábado de manhã para fazer o trabalho. Havia torneiras para afinar, alguns azulejos soltos na cozinha, as cortinas que não funcionavam bem em alguns quartos, uns estores que não estavam a trabalhar bem, etc. Para uma pessoa perfeccionista como ele a lista dos arranjos era sempre grande e ele sentia que sozinho por vezes não conseguia dar a volta a toda a casa.
Ricardo apareceu cedo no sábado e Mário quase que ficou surpreso ao ver que alguém lhe tocava à campainha tão cedo, mal teve tempo de vestir o seu robe e ir abrir a porta da frente. Deparou com um pequeno rapaz sorridente, que de imediato disse ser o Ricardo e que podia ficar o dia todo para fazer as reparações.
Deram a volta à casa toda e Mário mostrou o que havia para fazer e onde estavam as ferramentas, explicou como se deviam fazer as reparações e Ricardo foi sempre amável e atento.
Quando Mário o deixou a trabalhar na cozinha e subiu ao seu quarto para vestir a sua roupa e poder ir ajudar o rapaz reparou que com a pressa de vestir o roupão para ir abrir a porta ele tinha ficado mal atado e que provavelmente o rapaz devia ter visto parte da roupa interior feminina que ele usava. Apressou-se a vestir a sua roupa de homem normal e desceu para poder ver os arranjos.
Ricardo estava na cozinha onde já começara a mudar alguns dos mosaicos do chão que estavam rachados e Mário ficou a ajudar, de seguida trataram das torneiras, estores e o tempo foi passando rápido até que chegou a hora do almoço, e ainda faltavam umas quantas tarefas por fazer. Como já passava do meio-dia, ele o convidou para ficar para comer alguma coisa e os dois se sentaram à mesa da cozinha e não disseram uma palavra até que Mário quebrou o silêncio.
- Posso te fazer uma pergunta pessoal? Perguntou ele, corando um pouco quando disse isso.
Ricardo encolheu os ombros, respondendo afirmativamente e parou de comer para escutar.
- Você tem namorada?
- Sim, eu tenho. Respondeu.
- Você faz sexo com ela?
Ricardo pareceu chocado e limpou a garganta antes de murmurar:
- Sim.
- Agora esta pergunta é bem pessoal. Disse Mário. Mas importante para mim e para o meu futuro, para eu decidir o que eu quero fazer.
Mário ouvia atentamente enquanto ele lhe contava sobre a relutância das sua namoradas em fazer sexo anal. Em enfiar o pau na sua fenda e o pobre jovem apenas ficou sentado lá com a boca aberta.
- Eu sei que você está a trabalhar para concluir a faculdade e que precisa de um pouco de dinheiro e estou preparado para pagar umas centenas de euros se você fizer sexo anal comigo e também posso lhe ensinar a fazer o melhor sexo oral que você imaginou.
Ricardo ficou meio sem palavras e foi dando aos poucos a sua resposta:
- Quando eu entrei de manhã na sua casa e vi que o Mário tinha uma lingerie por baixo do seu robe eu fiquei curioso … reconheço que você é um homem bonito … mas não é preciso me pagar dinheiro para eu ir consigo para a cama. Me deixe eu me habituar um pouco à ideia …
- Ok fique aqui por um bom bocado e se quiser se vá embora, eu vou me arranjar e quando eu voltar eu lhe garanto que você não me vai reconhecer.
Mário saiu da sala por largos minutos e quando voltou, travestido por completo, tarsiana mão quatro notas novinhas de cinquenta euros. Ricardo não resistiu à recompensa financeira e disse "OK".
Ricardo quase não podia acreditar que aquela mulher bonita e bem vestida era o homem com quem tinha estado a trabalhar toda a manhã, e que para além disso ele lhe estava a dar dinheiro para ir para a cama com ele.
Mário o levou até um dos quartos da casa e lhe pediu para a tratar por Maria enquanto ela estivesse assim vestida de mulher.
No quarto amplo ela o mandou sentar na cama grande e rapidamente tirou a roupa e quando ele viu seu corpo esguio e elegante e o fato de que seus seios serem razoavelmente desenvolvidos, ele começou a sentir que estava a ficar com uma erecção. Ela ficou apenas com uma calcinha de licra que escondia o seu sexo. Claro, ela ficou encantada quando ele se levantou, tirou a roupa e mostrou o seu desejo por ela, exibindo o pénis já duro a querer sair dos seus boxers.
- Eu não gosto da ideia de tu apenas vires aqui e enfiares isso direto na minha fenda. Sorriu e completou: Eu gostava de ter uns preliminares primeiro. E com isso, ela caiu de joelhos e tomou o seu pénis na sua boca.
Ele não esperava que ela fizesse aquilo assim tão de repente e quase caiu para trás quando ela começou a acariciar as suas bolas e deslizar os lábios para cima e para baixo em torno do seu pau longo e grosso. Foi muito bom, na verdade, ele comparava e achava que ela era melhor nisto do que a sua namorada. E não foi só a forma de ela chupar e acariciar ao mesmo tempo que o agradou, quando ele começou a sentir que o seu esperma quente ia disparar e a avisou ela chupou mais e recebeu tudo na sua boca. Isto era algo que nunca nenhuma namorada sua fizera e simplesmente não queriam.
Quando ela se levantou, ele realmente tomou seu corpo nu nos braços e a beijou apaixonadamente. Ela achou aquilo simplesmente maravilhoso, e então ele a deitou gentilmente na cama e fez seus mamilos eretos. Ele os lambeu primeiro, movendo a sua língua e os seus lábios ao redor da auréola e começou a mordiscar com os dentes. Isso doeu um pouco, mas ela gostou e quando ele parou e começou a chupar ela ficou um pouco decepcionada. No entanto, ela não iria reclamar porque seu corpo estava formigando e mesmo que ela quisesse na bunda, ela podia sentir a sua pilinha, que estava escondida, vibrando em resposta ao estímulo.
Maria gemeu, gemeu e choramingou enquanto ele continuava a trabalhar nos seus seios, mas quando ele se moveu para a sua pilinha escondida, toda depilada, ela respirou fundo e agarrou as cobertas. Era quase demais para aguentar.
Quando o jovem sondou o interior das suas calcinhas e acariciou as suas peles das bolinhas rosadas com os seus longos dedos, ela sentiu um brilho envolver seu corpo inteiro. Breve ele lhe tirou as calcinhas libertando o seu pénis que estava escondido e que começava a ficar duro. Quando ele pôs a língua a trabalhar, foi como se ela tivesse mergulhado no paraíso. Ela queria que ele continuasse lambendo para sempre, mas seu corpo começou a tremer violentamente, o que fez com que a cabeceira se espatifasse contra a parede como um trovão, fazendo alguns estragos no estuque que certamente teriam de ser mais tarde arranjados pelo seu novo amante. Ricardo apenas se recostou e observou aquela linda mulher que também tinha um pénis erecto bem na sua frente. Os seios dela balançavam quando ele tocava em qualquer parte do seu corpo e ele voltou a acariciar voluptuosamente as suas pernas e toda a sua zona púbica.
Ricardo percebia que ela estava mais que pronta para ser possuída e pegou num frasco de óleo de bebé, que ela havia convenientemente colocado na mesa de cabeceira, e untou-se todo esperando ficar pronto para a ação. Enquanto se untava com uma mão foi também passando uma boa dose de óleo pela entrada da sua fenda anal e sentiu de novo todo o tremor que a invadia quando ele a acariciava. Demorou-se untando bem todo a sua fenda, colocou mais óleo e introduziu um dedo e depois dois, vendo que ele se retorcia de prazer de cada vez que ele forçava a entrada de um dedo.
Tratando-a um pouco mais asperamente de seguida ele a arrastou em direção a ele e rapidamente a virou de modo que a sua fenda anal ficasse alinhada com seu pénis pulsante, ele então foçou diretamente por entre as suas bochechas rechonchudas. Ela deu um grande suspiro, mas depois relaxou os músculos, permitindo que ele conseguisse entrar quase todo de uma só vez. Depois ele parou permitindo que o ânus dela voltasse a relaxar e lentamente voltou a forçar a entrada por mais umas quantas vezes até que sentiu estar totalmente encostado às suas nádegas e começou a fazer os movimentos de vai e vem num ritmo lento mas constante.
Quando Ricardo pôde sentir que o seu orgasmo subia, ele aumentou a velocidade e suas bolas começaram a bater contra aquele traseiro lindo que ele via na sua frente e que se apertou mais para ele dar os seus últimos golpes fortes.
Quando começou a libertar o seu esperma no interior daquela mulher linda ele a apertou acariciando-a no pénis e sentiu que também ela libertava uma grande quantidade de esperma pela cama fora.
Maria gozou de verdade e ficou maravilhada com a experiência.
E rapidamente pensou numa forma de repetir a experiência e perguntou se ele se importaria de fazer da maneira certa.
- Eu sei que é pedir muito em troca de duzentos euros, mas eu adoraria sentir de novo o seu pau dentro de mim. Disse ela.
Ricardo era educado demais para dizer não e fugir, mas demorou alguns minutos para conseguir voltar a ficar excitado e erecto para a poder penetrar novamente. Ela teve que o chupar e massajar o seu sexo para o fazer voltar às proporções desejadas. Quando estava de novo duro, ele se colocou na suas frente, abriu as suas pernas, enfiou-o no seu buraco e se satisfez de novo no seu ânus agora já completamente relaxado, permitindo que ela sentisse todo o prazer daquele lindo pau a entrar e roçar dentro dela.
Quando ele sentiu o seu pau deslizar de novo no seu interior agora mais lubrificado, ele esqueceu-se completamente da diferença de idade deles, e de que ela também tinha um pénis de novo erecto a esfregar na sua barriga. Demorou um bom bocado mais para ele sentir que ia gozar, mas quando Maria voltou a ter também um orgasmo e ficou furiosa, ele agarrou nas suas pernas e ergueu os seus pés, segurando-a enquanto se esforçava para fazer as últimas estocadas.
Quando acabou de fazer amor com ela se ficaram a beijar e acariciar longo tempo até que foram tomar banho e ele se despediu com a promessa de voltar na semana seguinte para acabar as reparações.
Quando Mário dias depois voltou a receber uma das suas amigas habituais para aquilo que ele pensava ir ser o sexo entediado normal ele teve uma pequena surpresa.
Quando subiu para a cama nessa noite, a sua amiga Marisa disse que tinha uma pequena surpresa para ela.
- Decidi que tenho sido um pouco puritana. Disse ela. Estive a conversar com algumas colegas do escritório e todas elas praticam sexo anal. Ele fez uma pausa, olhou para ele e sorriu. Passei pela sex shop no caminho para cá e comprei um pouco lubrificante e um brinquedo.
O pau de Mário não era tão largo ou tão longo quanto o de Ricardo mas ele sabia que o ia usar bem na sua amiga Marisa e fez ela ficar completamente relaxada antes de tentar a penetração. Na verdade, foi muito bom, e havia um benefício adicional no final ao deixar que também a sua amiga experimentasse nele o brinquedo que tinha comprado.
Era uma nova forma de se divertir que o satisfazia muito mais e agora sabia que pelo menos ela não engravidaria. Nem a Maria ……
FIM