213 - Vizinhança
Eu era novo no apartamento e ainda não conhecia, nem tinha intimidade com os meus vizinhos.
Tinha vindo há pouco tempo para aquela casa e sempre que podia dava espaço ao meu lado feminino e transformava-me na menina que queria, e vivia o meu sonho.
Por vezes ouvia os meus vizinho da frente a fazerem barulho a mais e acontecia frequentemente o homem, que parecia estar sempre um pouco embriagado chegar a casa e começar uma discussão. Ouvia os sons das discussões do casal que vinham do apartamento. O homem parecia estar embriagado e a esposa recusava-se a deitar-se com ele.
Algumas semanas depois da minha mudança durante uma destas discussões ouvi um estrondo no apartamento deles que fez estremecer todo o prédio. E logo depois ouvi a porta do apartamento a bater com um grande estrondo. Curioso fui até à minha porta e espreitei pelo óculo tentando observar o que se passava no corredor e vi que a porta do apartamento deles estava meio aberta.
Sem me lembrar que estava vestida de menina, não me contive e saí de minha casa para espreitar o que tinha acontecido na casa da frente.
Empurrei a porta devagar e ela abriu toda rangendo. Estiquei-me passando pela ombreira e espreitei para o corredor da entrada deles em todas as direções e não vi nada. Entrei vagarosamente e quando cheguei ao quarto deles vi o homem, nu, caído no chão e com a cabeça ensanguentada.
Soltei um grito de medo, pensando que ele estava morto, mas de repente ele murmurou qualquer coisa e decidi que tinha de o socorrer. Ele era um homem alto, forte e muito pesado e foi difícil eu levá-lo para cima da sua cama.
De seguida fui à casa de banho do quarto dele e encontrei umas toalhas que humedeci para poder limpar o sangue. Comecei a limpar o sangue que escorria da cabeça dele e enquanto esfregava a toalha no seu corpo não pude deixar de notar o enorme volume do pénis que ele tinha.
Por momentos tive um pensamento maldoso, e pensei em quanto aquilo devia medir quando estivesse duro. O homem estava bêbado, completamente apagado e eu estava ali, sozinha com ele no quarto e novamente agi por impulso.
Comecei acariciar o pénis dele e aos pouco aquele pedaço começou a desenvolver-se, cuspi na mão para poder lubrificar a sua cabeça grande que começou a reluzir escorregando entre os meus dedos. O meu coração parecia que estava a pulsar dentro das minhas calcinhas. Eu sei que a minha mão é pequena, mas aquele pénis duro media mais de um palmo dos meus e isso devia ser mais que 20 cm. Eu estava molhada de excitação nunca tinha visto nada igual, eu tinha que usar as minhas duas mãos para envolver e continuar a acariciar aquele pénis que provavelmente tinha mais de 6 cm de largura porque uma mão minha não dava para o envolver por completo.
Cruzei as minhas pernas para apertar a minha fenda que latejava, definitivamente eu estava fora de mim. Quando percebi que ele gemia de prazer foi que também me dei conta de que estava a chupar aquele pénis.
Parei abruptamente, levantei-me e fiquei a olhar para o homem que tinha um leve sorriso nos lábios como se estivesse a ter um sonho bem bom. Mas os seus olhos estavam fechados, e certifiquei-me de que ele estava completamente apagado.
Fiquei a olhar para aquele homem nu, eu devia sair de ali para fora, mas aquele pénis duro pulsava no mesmo ritmo que a minha fenda anal latejava, não resisti e subi para a cama, levantei as saias do meu vestido, afastei as calcinhas para o lado, segurei o pénis e comecei a sentar-me devagar sentindo aquela haste enorme deslizar pouco a pouco ate me tocar na minha próstata e de imediato senti que estava a gozar de prazer. O pénis parecia estar em brasa, dentro de mim, e de repente começou a inchar mais e mais começando a jorrar o seu esperma. Levantei-me devagar tentando conter-me mas só de sentir aquele pénis a deslizar dentro da minha fenda eu voltei a gozar outra vez, e senti-me mole, parecia que ia desmaiar de tanta excitação. Curvei-me para a frente e relaxei até sentir o pénis a amolecer e sair da minha fenda.
Senti a minha fenda inundada começar a pingar o esperma eu ainda estava com tanto excitação que quase gozei de novo só de sentir aquele esperma a escorrer por mim.
Recompus a minha roupa e voltei para o meu apartamento.
Comecei a pensar na loucura que eu tinha acabado de fazer, e que podia ter sido surpreendida, porque a porta da entrada dos dois apartamentos tinha ficado aberta e que qualquer pessoa podia ter entrado.
No dia seguinte quando ele passou indiferente por mim percebi que ele não tinha acordado.
O pior é que ele continua apaixonado pela sua esposa e não me dá atenção.
Quando será que eu terei uma nova oportunidade com o meu vizinho?