217 - O Meu Primo
Como já tive oportunidade de contar, noutras histórias, os meus desejos femininos foram transformando-se em prazeres com a descoberta do doce sabor do esperma. A minha transformação começou quando eu e o meu primo fomos tomar banho juntos e ele me deu a experimentar o seu néctar de homem na minha boca. Aquela foi a minha primeira vez que provei um homem de verdade.
Eu estava de férias em casa dele e tinha entrado no quarto dele. Os pais deles tinham saído de fim de semana e era a primeira vez que íamos ficar sozinhos na sua casa de noite. A minha tia sabendo que eu era mais ajuizado e que fazia as tarefas de casa com mais facilidade tinha-me dito que eu tinha de acordar o meu primo senão ele ficava na cama todo o dia.
E eu assim fiz, a meio da manhã fui ao quarto dele e quando bati à porta ele mandou-me entrar. Quando entrei ele estava nu, na cama, a masturbar-se. Ele vendo-me entrar nada disse e continuou a masturbar o seu pénis rindo-se para mim. Mandou-me sentar a seu lado e eu hipnotizada fiquei ali sentada na cama dele a ver aquele pénis lindo a ser acariciado pela sua mão. Breve ele começou a ter um orgasmo, ejaculou e sujou-se todo.
Ele disse que queria ir tomar banho e que eu podia ir com ele.
Ele despiu-me e entrou comigo para o duche.
Durante o banho juntos ele segurou-me por traz mordiscando o meu pescoço. Eu virei-me, de costas para ele, baixando a minha cabeça e levando os cabelos para o lado para ele poder mordiscar melhor. E assim agarrado a mim ele esfregou-se no meu rabinho enquanto dava pequenas palmadas e beliscões nas nádegas. Bem perto do meu ouvido disse que queria aquele rabinho só para ele e que eu ia ser dele nessa noite e toda aquela conversa deixou-me toda arrepiada.
Depois de termos saído do banho, o seu pénis voltou a ficar duro e pronto para mim, fomos paro o quarto dele que ainda cheirava a esperma, não sei se gostei do cheiro, cheiro de homem, mas fiquei com água na boca.
Ele deitou-se na cama e mandou eu segurar no seu pénis e brincar com ele. Eu e ele ainda meio molhados do banho ficamos a acariciar os nossos corpos e a trocar beijos durante algum tempo, mas depressa a minha vontade de ser menina mandou-me começar a beijar, lamber e chupar o seu pénis duro e bem erecto.
Chupei até ele ficar bem duro e depois acariciei e voltei a chupar enquanto olhava para a cara de prazer que ele fazia. Sentia a sua mão a acariciar o meu rabinho e um dedo a forçar a entrada do meu anus virgem. Ele deu-me uma palmada no rabo e de imediato senti que o seu dedo me tinha penetrado.
Continuei a chupar e sentia o seu dedo dentro de mim, até que ele começou a gemer e inundou a minha garganta com o seu esperma quente e doce. Achei que era maravilhosa aquela sensação de ter um dedo a estimular o meu anus enquanto saboreava o esperma dele na minha boca.
Depois de ele se ter vindo ele segurou-me, abraçou-me forte e beijou-me na boca por longos momentos.
Depois disse que ia sair, mas que ao fim do dia voltava e que eu tinha de me preparar para ser a menina dele. Disse que eu tinha de me arranjar toda bonita para ele e que eu podia ir buscar algumas roupas de mulher ao quarto dos seus pais, mas que eu é que tinha de decidir o que queria usar.
Fiquei deitada na cama dele, enrolada na toalha como normalmente uma mulher fica, com a toalha a encobrindo os meus pequeninos seios, enquanto olhava para ele e para o pénis dele enquanto ele se arranjava para sair.
Depois de ele sair fui ao guarda fatos da minha tia e escolhi umas calcinhas, uma saia e camisola e fui tratar das minhas tarefas que tinham sido interrompidas por aquela pequena aventura, enquanto trabalhava não parava de pensar. Não sabia o que usar à noite e nem sabia o que ele ia fazer comigo. O meu rabinho piscava só de me lembrar daquele pénis a roçar em mim, durante o duche, e isso fazia-me ficar com as pernas a tremer e a minha boca a salivar.
Almocei já tarde e as horas passaram. Ele não me tinha dito a que horas ia voltar, só disse que voltava ao fim do dia, e essa angustia deixava-me ansiosa, não estava nervosa com o que ia me acontecer, estava nervosa porque queria que acontecesse rapidamente, queria mesmo ser a menina dele e eu estava com fome de homem.
Ao fim da tarde fui tomar um banho porque ele devia aparecer antes da hora do jantar–. Escolhi uma roupa minha que tinha escondida na minha mala, um baby-doll branco com um decote enorme na frente e umas calcinhas com um lacinho, tudo em branco, que eu tinha comprado pra mim e que já tinha usado algumas vezes principalmente para dormir mas nunca para estar com alguém. Depois do banho fui escolher um creme de corpo da minha tia e apliquei em mim.
Sempre tive o corpo afeminado, com as coxas grossas, nádegas grandes e quase sem pelos nenhuns pelo corpo, e aquilo ajudava ainda mais o meu sentimento feminino, quando passava o creme pelo corpo sentia-me cada vez mais mulher. Tirei alguns pelos das minhas pernas, rabo, barriga e seios, e logo depois vesti o baby-doll e fui para a sala ver TV e esperar por ele. Jantei, e fiquei à espera. Às 21:00 ele não tinha chegado e eu não parava de olhar para o relógio. As minhas mãos suavam de ansiedade. Às 21:40 ele chegou.
Eu, com o meu coração a disparar, fiquei a olhar enquanto ele entrava, e veio direito a mim para me ver. Como eu estava sentada com as pernas dobradas e os pés em cima do sofá, as coxas estavam para fora e ele viu o fio das calcinhas de lado e parte do baby-doll. Ele mandou-me levantar para me ver, e disse que mesmo sabendo que era um menino eu era uma delicia vestido assim, que eu parecia realmente uma mulher. Mandando-me sentar, ele disse que tinha adorado a nossa brincadeira da manhã e que gostava de me ver assim arranjada à espera dele.
Eu disse que apenas tinha feito o que ele me tinha pedido. Eu estava super excitada e sem precisar de qualquer pedido sentei-me na beira do sofá e comecei a tirar a roupa dele, primeiro abrir o fecho das calças e o cinto, e logo o seu pénis começou a ficar duro dentro dos boxers, baixei as calças e tirei a camisa dele, deixando-o apenas de boxers comecei a acariciar o seu membro por fora dos boxers, e ele ficou duro como uma pedra. Puxei os boxers para baixo e o pénis saltou batendo no meu rosto. Levei-o de imediato para a minha boca tamanha a vontade.
Ele agarrou no meu cabelo e levou-me de encontro ao seu membro, que eu segurava na base com força, e isso aumentava ainda mais o seu prazer, fiquei assim por alguns instantes, foi quando num acto repentino ele agarrou em mim, levantou-me e atirou-me para o sofá com força. Segurando-me pela cintura virou-me de costas para ele. Segurei-me na parte de trás do sofá e ajoelhei-me no assento do sofá.
Ele ficou a olhar para o meu rabinho com as calcinhas todas enfiadas e começou a acariciar-me toda, e sentir as suas mãos arrepiaram-me toda, a minha pilinha já estava quase a sair das calcinhas de tanto excitação. Perguntei-lhe o que ele ia fazer, e a resposta fui curta e grossa:
- Vou te comer!
O meu rabinho nunca tinha sido penetrado, já tinha posto os meus dedos nele mas nunca um pénis, latejou um pouco com a ideia mas fechou-se com medo.
Tirei da bolsa um creme lubrificante que tinha comprado para uma oportunidade destas e pedia para ele espalhar no meu rabinho.
Ele começou a espalhar pela porta e colocou um dos dedos dentro, e assim aos poucos foi pondo um dedo e depois outro abrindo espaço e acostumando-me para o que estava para vir. Disse-lhe para afastar as calcinhas e ele fez expôs todo o meu rabinho para ele, não que isso fizesse alguma diferença porque as calcinhas estavam todas enfiadas e não escondiam nada.
Senti que ele se colocava entre as minhas pernas e senti que ele ajeitava o seu pau na porta do meu rabinho, senti medo mas nada fiz apenas esperei. Lentamente ele foi empurrando estava apertado, num movimento mais brusco, senti uma dor que dilacerava o meu anus e gemi, levei um palmada na nádega e finalmente num estocada já estava todo dentro de mim, gritei de dor, outra palmada.
Depois começou o vai e vem da sua haste dentro do meu anus. Eu sentia os seus movimentos e ouvia o barulho das suas virilhas a baterem nas minhas nádegas com as estocadas. A minha pilinha dura pulsava e quase ia ao delírio com aquela delicia que me devorava, rebolei um pouco e ajeitei-me ainda mais para ele. Levantei o rosto e espreitei para tentar ver, foi quando ele segurou no meu pescoço e puxou o meu cabelo para trás obrigando-me a empinar ainda mais o rabinho e enfiou ainda mais fundo. Que delicia.
Eu rebolava, balançava-me para trás empurrando o meu anus contra o pénis que me invadia, gemia e pedia mais estava em êxtase com aquilo.
Com o grito dele pude sentir o seu liquido quente que me enchia. Ele gozou dentro de mim com vontade enchendo o meu rabinho com o seu esperma delicioso.
Quando senti que ele acabava de esvaziar o seu esperma dentro de mim, apoiei-me com uma das mãos e com a outra masturbei-me e num instante também explodi sujando a minha perna e o sofá. Ainda de quatro e com ele dentro de mim encolhi-me toda exausta sujando a cara na minha própria esperma que tinha caído no sofá.
Ele afastou-se e tirou o pénis de dentro de mim. Ficou a escorrer pelas minhas pernas a esperma dele. Era uma mistura de dor, felicidade e alegria que me invadia, fazendo chorar e rir ao mesmo tempo.
Levantei-me para vestir as minhas calcinhas e ai, sim, o líquido escorreu sujando tudo.
Ele sentou-se no sofá e eu no seu colo e dei-lhe um beijo na boca, que ele retribui-o com paixão.
Perguntou-me se eu tinha gostado de ter sido a sua menina e eu respondi que apesar da dor que ainda era forte tinha adorado e que queria mais depois.
Mal sabia eu que ainda teria muito mais, mas essa vai ser outra história.