145 - Confissões de uma Menina
Olá, estas linhas são um pouco da minha história, de como eu fiz o meu salto de rapaz, para rapariga.
Eu não posso culpar Deus pela minha diferença, mas a Mãe Natureza de certeza que se enganou.
Quando eu tinha doze anos, os meus seios eram maiores do que os da minha irmã de dezesseis anos, e ela até me deu os seus velhos sutiãs de treino para eu usar.
Para piorar as coisas, o meu pauzinho não era muito maior que o meu polegar.
O meu pai tentou me levar para o desporto, mas futebol não era a minha opção.
Eu gostava de natação, todos aqueles rapazes a mergulhar com as suas tangas excitavam-me.
Depois dos primeiros anos da escola primária fui para a equipe de luta livre nos peso ligeiros.
Eu provavelmente poderia ter sido bom na luta livre, mas era muito mais divertido deixar o meu oponente fazer uma tesoura na minha cabeça.
Deitado no colchão, com o meu rosto contra a sua virilha, eu movia a minha cabeça esfregando-a contra o seus pénis.
Ou quando a ocasião surgia, eu fingia que estava a morder as suas roupas, para eles sentiram os meus dentes e responderam com a sua virilidade.
Houve alguns que realmente ejacularam através das suas fatiotas de lycra, e o gosto fazia a minha pilinha juntar-se às suas ejaculações.
Claro que o árbitro não podia perceber o que se passava para não interromper os jogos quando o meu, como se diz 'amante', oponente me soltava apenas a cara para ter a sua dose de sexo grátis.
Nessa altura da minha vida começou a era do computador e da internet.
Os meus pais não tinham a instrução suficiente para saber que existia um controle parental, e eu podia utilizar o computador para tudo o que eu queria. O melhor eram os links de sexo.
Eu percorri a autoestrada cibernética consultando todos os sites de fotos gratuitas, especialmente os sites homossexuais masculinos.
Para ser mais específico, os belos e adoráveis travestis, transexuais, transformistas, crossdressers, shemales, ou qualquer outro nome que se aplicava a homens que pensam que são mulheres e que se vestem apropriadamente.
Eu até gostaria de entrar nos sites pagos, porque eles eram muito mais gostosos e sexy e com melhores visualizações. Mas para masturbar a minha pilinha teria que ter utilizado o cartão de crédito dos meus pais e isso não estava nos meus planos.
Logo depois de ter terminado a escola secundária, fui para a faculdade, saí de casa.
Apanhei o combóio para a capital e arranjei um mini apartamento para morar.
Com o meu local na capital pude comprar um guarda-roupa inteiro com as roupas da última moda feminina, eu queria ser 'chique'.
Eu consegui um emprego diurno numa cadeia de restaurantes, que me pagava o suficiente para eu poder ter os meus luxos.
De início eu passava as minhas noites nos bancos da universidade tentando aprender e queria mesmo tirar um curso, mas na verdade o meus olhos estavam sempre mais concentrados nos rapazes que se sentavam perto de mim na universidade.
Um dia conheci o Bento, que também ia a algumas aulas à noite.
Ele pensou que eu era uma menina, e tomou coragem para me convidar para sair com ele.
Mas no momento em que ele conseguiu tirar as minhas calcinhas, eu já o tinha fisgado com as minhas habilidades orais.
Quando ele um dia me convidou para irmos para uma pensão já eu o tinha satisfeito por várias vezes mamando o seu pau gigante.
Quando ele se apercebeu que eu era uma menina diferente tive que o deixar afundar o seu pau profundamente no meu anus.
Eu sei que o Bento ficou satisfeito, porque ele continua a aparecer no restaurante em que eu trabalho, ao fim do dia para me dar boleia para a universidade.
Eu sei que ele não vem por causa dos hambúrgueres com queijo e ketchup, ele vem atrás do meu mini cachorro quente com mostarda.
Assim como o Bento conheci muitos outros rapazes, que foram passando e me foram dando tudo o que uma rapariga gosta.
Esta cidade pode ser famosa por causa das suas equipas de futebol mas também pelo seu grande número de fadas como eu também.
Aos domingos, o pessoal da casa torce pelas suas equipas de futebol. Mas, nos restantes dias da semana, um ou mais de seus bons cidadãos do sexo masculino tenta rematar na minha retaguarda.
Creio que encontrei uma boa cidade para viver, sim, sou compatível com o estilo de vida da maior parte dos homens com que me vou cruzando.
Depois conheci a Luísa, ela é uma verdadeira boneca viva, mas masculina.
Mas ela é para mim o que Ken é para a Barbie, uma amante.
Na verdade, fomos morar juntas.
Somos do mesmo tamanho, então trocamos espartilhos, sutiãs, meias, collants, calcinhas, perucas, tudo menos os sapatos de salto alto porque a Luísa tem um pé maior.
Na verdade ela também tem um pau maior que o meu, e eu adoro isso, o pau de Luísa, e adoro que ela me considere uma menina sexy e que ela me faça ser a sua cadeirinha.
Ao relembrar os meus dias de escola, na minha terra natal sinto muito por não ter ido mais longe, e não ter tido um lutador enfiando o pau no meu cu, porque agora, quando os meus amigos atuais me fazem isso, eu sinto que perdi muitos paus que se escaparam.
Se eu pareço uma putinha excitada a contar estas histórias, para todos vos, bem isso é porque eu sou certamente uma das brochistas mais gostosas e excitadas que vocês podem vir a conhecer.
Quando eu estou dentro de um vestido cor de rosa parece que se forma uma fila de rapazes ansiosos por me perseguirem para tapar o meu rabinho.