102 - Ele ou Ela
Catarina mal podia acreditar que tinha mesmo enviado aquela mensagem para o Daniel.
Ela tinha concordado com um segundo encontro e tudo isso porque o seu pequeno cérebro no cimo daquela coisa nas suas calcinhas ficara excitado com a ideia de um virgem anal, crossdresser de meio idade.
A esperada noite de sexta-feira chegou bem depressa, embora ela soubesse que a ideia “Daniel” tinha apimentado a sua vida ao longo da semana, sentia que os seus pensamentos se voltavam lentamente para outra amizade online com quem ela tinha falado apenas dois dias antes. Vanessa, conforme o nome que estava no perfil, também estava em transição e pelas fotos que ela tinha visto, Vanessa parecia em todos os aspectos a menina feminina que Catarina estava a procurar.
O problema é que Daniel parecia ser uma pessoa espectacular e ela gostava dele, especialmente quando ele usava meias de seda. As suas longas pernas e nádegas empinadas eram bastante atraentes quando vestidas de seda.
Durante a semana, Daniel tinha conseguido deixar a Catarina cada vez mais excitada sempre que falavam. Não era sexo virtual propriamente dito, apenas uma descrição do que faria em algumas ocasiões.circunstâncias. Ele frequentemente aparecia com ideias novas e descrevia-as nas suas mensagens:
‘Como tu podes imaginar ... '
Nesses momentos, Catarina apenas lhe respondia dizendo para ir em frente e relatar como seria com ela envolvida. O Daniel fazia exatamente isso, e com um padrão muito alto.
O episódio que ele inventara envolvendo a sua banheira foi um espetáculo com uma hora de duração, em que o Daniel se limitou a relatar como tudo poderia acontecer e o que podiam fazer. Tudo o que Catarina precisara de fazer fora fechar os olhos e imaginar a cena a decorrer enquanto ele ia relatando com as suas palavras. O Daniel era bom com as palavras. A descrição real da banheira não fora assim muito longa, mas o que a fizera durar tinham sido as interrogações que a Catarina lançara ao Daniel, sobre as suas impossibilidades e omissões gerais. Ainda assim, Catarina estava excitada com a maneira como ele contara a história.
A banheira era aquela onde ela tomava o seu banho e onde por vezes se masturbava.
O Daniel colocava a Catarina em pé ao lado da banheira, no início da noite, a preparar-se para um encontro quente. De alguma forma, o seu par daquele encontro quente entrou em sua casa e ficou a assistir a ela a lavar-se na banheira pela porta da casa de banho que tinha ficado aberta. Houve discussão em torno desse assunto, mas a história continuou mesmo assim. O seu par quente aproximava-se de Catarina e colocava as mãos nos seus ombros. Ela suspirava profundamente e arqueava as costas ao sentir o toque sensual dele. As mãos iam descer até à cintura e apertar o seu traseiro. O par mandava-a colocar o seu pénis e bolas na borda da pia, onde a água fluía do chuveiro, esperando que respingasse no seu pénis.
Catarina fechou os olhos durante a sugestão e ela podia imaginar-se na borda da banheira levantando as suas bolas sobre a borda da porcelana fria. Ela podia sentir o respingo de água quente na glande do seu pénis.
O seu par então cobria as suas mãos com sabão, ensaboando-os até ficarem pegajosos. Uma mão rodeava o pénis da Catarina e acariciava-o, o tempo todo sussurrava ao seu ouvido sobre como era bom e como ele gostava da maneira como ela respondia.
Naquela ponto da história, a Catarina realmente começou a acariciar o seu pau, deixando-o bom e pronto, especialmente quando ela supôs onde isso os levaria.
O seu par então sussurrava ao ouvido da Catarina sobre o que ela devia fazer com os seus dedos ensaboados. Catarina, é claro, não disse nada, preferindo que o Daniel continuasse com a sua história. Um dedo ensaboado de fato encontrou o caminho para o seu traseiro enquanto a outra mão do par segurava o seu pénis sobre a banheira, com a ponta coberta com a água quente que corria.
Então, o namorado sugeria que ela espremesse um pouco de pasta de dentes na mão dele, o que ela fez. Isso era algo que Catarina nunca tinha feito, mas desde a história de Daniel, era algo que ela fazia quase todas as manhãs antes de ir para o trabalho.
A pasta de dentes foi espalhada nas suas mãos e, antes que tivesse possibilidade de se dissolver, espalhou-se sobre o pénis e as bolas da Catarina. O calor aumentou. Catarina podia sentir as suas bolas brilharem com o calor, mas não ficou muito quente, não queimando como um calor profundo. Não, este era um calor agradável que se espalhou pelo seu pénis, aquecendo-a. O par de seguida apertava-a sobre a boda da banheira enquanto o seu dedo mexia na sua entrada traseira.
O óbvio acontecia de seguida, é claro, o seu par sugeria que algo duro devia substituir o dedo. Daniel tinha descrito a ação de deixar cair as calças do par e dele puxar o seu pau até se aninhar no vinco das nádegas da Catarina. O pau recém aparecido foi coberto com sabão e como um míssil teleguiado encostou-se e bateu na pequena estrela que o impedia de ir mais longe sem um pouco de força.
Nesse ponto da história, a Catarina lembrava-se de se masturbar enquanto empurrava o traseiro para trás na cadeira em que estava sentada. A certa altura, ela quase pensou em levar o portátil para a casa de banho, despir-se e fazer todas aquelas coisas que o Daniel ia sugerindo.
Daniel descreveu o ato sujo do seu par ir empurrando o seu pau para dentro do traseiro desejoso da Catarina. A sua mão ensaboada segurando na sua cintura e puxando-a sobre a banheira enquanto a outra mão manchada de pasta de dente envolvia a glande do seu pénis. O par fodeu o traseiro da Catarina até ela gemer de puro prazer.
Na sua mente, ela imaginou uma experiência sensual maravilhosa de estar a ser fodida e jogada fora ao mesmo tempo. Foi o puro calor de todos os elementos que o Daniel ia relatando que a fizeram sentar-se na cadeira, ler as palavras do Daniel e concentrar-se no seu orgasmo.
Daniel descrevia como o seu par estava constantemente a sussurrar no seu ouvido sobre a racha apertada que ela tinha e como ele a desejava comer, dizendo que a ela como ela devia informar quando estivesse prestes a gozar.
Catarina fez exatamente isso. Ela respondeu ao Daniel dizendo que estava prestes a gozar, escrevendo com uma mão na caixa das mensagens.
O seu par então tirou o seu pénis da sua racha, e virou-a, afundou de joelhos e puxou o pénis da Catarina na direção do seu rosto apontou para a sua boca até que o primeiro jato jorrou sobre ele. O par afundou a boca no seu pau sensível e chupou e engoliu até ela ficar vazia.
O esperma da Catarina naquele momento inundou as suas calcinhas, levando alguns respingos até ao seu estômago. Ela tinha uma perna apoiada contra a mesa enquanto a outra se deslocava para o lado da cadeira. Ela levantou o traseiro da cadeira várias vezes durante os seus ataques de jorro.
O Daniel ficou orgulhoso de si mesmo quando ela lhe contou o que tinha acontecido. A Catarina deu-lhe os parabéns pelas suas habilidades com todas aquelas palavras lindas que ele sabia usar.
Depois que terminaram a conversa, ela foi imediatamente á sua casa de banho e espalhou um pouco de pasta de dentes na mão. Ela se olhou no espelho e estava prestes a massajar as suas bolas quando se afastou, com medo de aquilo fazer doer mais do que o Daniel tinha descrito, e resolveu entrar na sua banheira, ligou um pouco a água quente e deixou-a escorrer para a pasta e cerrou os dentes. Ficou quente como tudo. Não no sentido de queimar, embora ardesse um pouco, mas no sentido de uma propagação de calor que fluía para o seu pénis e bolas. A Catarina decidiu que aquilo era quente e excitante como tudo e que na viagem para o trabalho na manhã seguinte, com aquela sensação de calor a espalhar-se pelas suas virilhas tinha que ser experimentada.
A outra história do Daniel, envolvendo o chuveiro era igualmente deliciosa, pelo menos na mente de Catarina. A história começava com o Daniel passando a noite na casa de Catarina, mas isso ainda era pura fantasia.
Pela manhã, assim conta a história, Catarina e Daniel tinham ido para o chuveiro ao mesmo tempo. Catarina riu para si mesma quando Daniel contou a maneira como ele a empurrou contra a parede, envolvendo-a com a mão em torno do seu corpo até agarrar o seu pau e sussurrou ao seu ouvido:
- O teu rabinho primeiro? Ou o meu?
Ela lembrou-se da sua resposta na altura:
- O teu!
O chuveiro era um dos lugares favoritos da Catarina. Ela adorava o jorro da água quente no seu corpo, que normalmente estimulava os seus peitos minúsculos e seu pau desenfreado. Ela costumava colocar o chuveiro numa configuração para um jato central e direcionava-o contra as suas bolas, pau e rabinho.
No entanto, ter outra pessoa no chuveiro ao mesmo tempo era uma de suas maiores fantasias. Ela não se importava com quem eles eram, contanto que fossem atravessados como ela.
O toque da campainha da entrada trouxe a Catarina de volta ao presente, deixando para trás as suas memórias dos últimos dias. Ela apressou-se para abrir a porta ao Daniel.
A sua linguagem corporal era efervescente. Ele imediatamente abraçou a Catarina, puxando-a para perto e quase que a derrubava. Ele deu um passo para a frente e beijou-a nos lábios e só depois estendeu-lhe um pequeno ramo de flores que ela vira ele a tentar disfarçar momentos antes.
Foi tão gentil da parte dele oferecer isto, pensou ela. A etiqueta de preço de quatro euros e noventa e cinco do supermercado local ainda estava na embalagem de plástico. Mas era o pensamento que contava. Ela rapidamente puxou-o para o interior do seu apartamento e enquanto conversavam, ela preparou um jarro de água para as colocar.
A refeição correu bem, a conversa foi fácil e divertida. Quase duas garrafas de vinho foram despejadas antes de se irem para o sofá, onde começaram os beijos e toques. Daniel levou a mão para baixo da blusa de Catarina e começou a mexer nos seus mamilos. Ela respondeu beijando-o e os dois deslizaram juntos pela encosta escorregadia. Era mais fácil para o Daniel chegar às partes de Catarina porque a sua saia permitia um acesso fácil e, portanto, a maior parte do prazer sexual era unilateral.
A Catarina não reclamava, nem um pouco, mas ia esfregando o alto duro por cima da calça jeans do Daniel.
A Catarina levantou-se.
Era para fazer para o Daniel um pouco de dança, uma espécie de striptease, mas a única coisa que precisava sair era a blusa e a saia, não havia mais nada para jogar no chão. No final, ela confessou que precisava de ir à casa de banho e deixou o Daniel no sofá.
Ela estava esperançosa de que ele estivesse nu quando ela voltasse, porque ele tinha confessado o seu desejo de dar o seu traseiro virgem.
Mas o Daniel estava desaparecido quando Catarina voltou da casa de banho e então ela foi à caça dele. Na sua cabeça, ela brincava de esconde-esconde, mas sabia que a única outra divisão da casa em que ele podia estar era o quarto.
A visão diante dela era emocionante e divertida. A Catarina não precisava de tocar o seu pau, já tinha voltado à vida, os seus olhos alimentaram-se do delicioso e depravado Daniel deitado na cama e o sorriso do seu rosto foi alimentado pelo som que saia do seu telemóvel.
O refrão da música dos Squeeze começou:
Take me I'm yours
Because dreams are made of this
http://www.squeezeofficial.com
Era evidente que não era a música adequada, mas era uma mistura que ele tinha feito para este propósito.
O Daniel estava de quatro na cama. Com as mãos espalmadas, agarrando as bordas da cama. O seu peito estava prostrado e sua cabeça enterrada nas almofadas. O seu pénis e bolas lindas e rapadas pendiam das suas pernas ligeiramente abertas e do seu traseiro, que já tinha sido lubrificada com gel transparente do tubo que estava ao lado dele.
Ela caminhou lentamente em direção ao seu objetivo. O seu pau endurecia a cada passo. A Catarina engoliu em seco, os olhos dela observando, caso ele fizesse um movimento repentino. Ela rastejou pela cama e estendeu a mão, agarrando o seu pénis, ela puxou-o antes de acariciar o seu saco das bolas. Ele estava tão duro quanto ela e sentia-se tão carente. Catarina aproximou-se dele. Ela não precisava de segurar o seu pau, parecia saber o caminho para aquele traseiro virgem que já estava no nível certo para ela.
- Realmente tu queres isto, Daniel?
Ele apenas grunhiu no almofada.
- Queres mesmo o meu pau no teu rabinho virgem?
- Uh-huh. Ela esperava que ele confirmasse os seus desejos.
- Queres que eu empurre isto para dentro de ti?
As mãos de Catarina pousaram nos seus quadris. Ela não podia resistir, a tentação era muito grande.
Ela bateu com força na bochecha direita. O Daniel gritou, mas manteve a sua posição na cama
O seu pénis ansioso pingou quando ela o encostou ao seu traseiro. Parou perto da estrelinha do Daniel, mas depois deslizou para cima e ao longo da fenda de seu traseiro. Catarina afastou-se para se reposicionar. Um brilho nos seus olhos e um sorriso malicioso no rosto. Ela aplicou uma pequena pressão apenas para começar. Os seus olhos arregalaram-se quando começou a afundar no rabinho do Daniel. Aquela sua pequena racha que ele tão desesperadamente queria ter preenchida.
A sensação do seu pénis abrindo o buraco trouxe-lhe uma imensa quantidade de prazer e um grande sorriso ao seu rosto. Antes de empurrar, ela queria perguntar se ele tinha a certeza de que era um buraco virgem, mas isso era impróprio e indelicado, e ela conteve-se.
Não havia pressa. Ela avançou para dentro, sempre ouvindo gemidos e gemidos e até mesmo a instrução para parar. As mãos dela agarraram os seus quadris com mais força e ela puxou-os na sua direção até que ficou totalmente dentro dele. Ela ajustou os joelhos, balançando de um lado para o outro. Suspirou alto, apreciando a sensação do anel apertando o seu pénis. Catarina recuou e empurrou uma segunda vez. Tudo fácil no início, mas no fundo de sua mente, ela sabia que ia destruir aquela racha até ao momento de se sentir a explodir.
Os gemidos suaves começaram a emergir das almofadas. As suas estocadas começaram lentas, mas constantes, enquanto saboreava a sensação ao longo de cada centímetro do seu pénis. De vez em quando ela puxava-o para mais perto dela no seu golpe interior, arrastando os joelhos para frente ao mesmo tempo. O desejo de ir mais fundo estava a crescer nela. O seu corpo inclinou-se ligeiramente sobre o dele, o que por sua vez lhe deu a estabilidade para foder com mais força. Ela começou a acelerar e o Daniel a gemer mais alto e com mais frequência.
- Eu vou encher este traseiro de esperma. As palavras dela o chocavam, mas ele podia perceber que elas vinham por entre os dentes cerrados enquanto o seu rabinho estava a ser golpeado duas vezes por segundo, tão forte foi que o corpo do Daniel caiu na cama, mas tudo rapidamente se reajustou, e ela deitou-se em cima dele para que a sua foda fosse ininterrupta.
- Que racha tão adorável! Gemia a Catarina no seu ouvido.
O Daniel deixou escapar alguns suspiros altos e finalmente virou-se para ela:
- Vamos, sua desgraçada, deixa-me levar com tudo isso. Vem com força e rápido.
A Catarina pensou que ela estava a fazer-lhe um favor ao aceitá-lo suavemente, mas ouvir as suas palavras apenas a fez acelerar, agarrar nos seus quadris com força e foder o seu pau nele. Ela endireitou o corpo e puxou seus quadris para trás para melhorar os seus impulsos para a frente.
- Foda-se, seu bastardo! Gritou enquanto jorrava fundo no seu traseiro. Ela empurrou todo o caminho e segurou-o tão profundamente quanto pôde, permitindo que o seu esperma ejaculasse nas suas profundezas.
Sem que ela soubesse, o Daniel já tinha sujado os seus lençóis quando tinha caido na cama.
Catarina segurou-se dentro dele enquanto expulsava até a última gota todo o esperma de seu pénis que começava a murchar.
A conversa rouca destacou o fato de que ambos terem gostado imensamente.
A Catarina acabou por sair de cima do Daniel. Ela procurou os seus olhos, ele estava muito quieto e ela sabia que ele estava a planejar algo, mas ela não sabia o quê. Ela alcançou seu corpo e sorriu quando encontrou a mancha húmida nos seus lençóis.
- Então? Daniel perguntou ansiosamente. Vou passar a noite aqui?
Catarina balançou a cabeça.
- Não podes, tenho visitantes a chegar amanhã, alguns amigos.
Daniel achou que era um pouco deprimente, mas a Catarina não achava certo passar a noite num segundo encontro, embora a história da cena do chuveiro talvez tenha influenciado a sua decisão.
- Bem, muito obrigado por esta noite. Pelo menos é um visto da minha lista de desejos! Ele sorriu e inclinou-se para um beijo rápido. Demorou mais uma hora para o Daniel começar a vestir-se com relutância e preparar-se para sair.
Depois do Daniel sair de casa, Catarina ia para a casa de banho tomar um banho de chuveiro mas foi desviada para o seu portátil, que apitou quando ela passou por ele. Aparentemente, não estava tão ocioso quanto ela pensava. Ela abriu a tampa na esperança de ver se a Vanessa tinha deixado alguma mensagem para ela, mas ficou desapontada por ser de outra pessoa. Ela começou a fechar a tampa, mas apercebe-se de uma estrela nas notificações na parte superior da tela. Ela abriu.
“Vanessa compartilhou uma pasta privada consigo. Por que não agradece?”
Catarina clicou no link que a levava para a página de Vanessa e esperou que as miniaturas fossem preenchidas. O seu queixo caiu com a qualidade das imagens e a natureza erótica das poses da Vanessa. A garota levava a fotografia erótica a um nível totalmente novo e Catarina passou de uma imagem para a outra, cada uma mais sexy e com mais tesão do que a anterior. No momento em que ela chegava à metade das sessenta imagens, o seu pau já estava duro e ela acariciava-se.
Mas ela sabia que não havia nenhuma maneira de uma T-Girl feminina como Vanessa se interessar por ela.
O Messenger repentinamente ganhou vida e uma nova mensagem apareceu na sua tela.
“ Olá - gostei do teu perfil - tens tempo para uma conversa? “
Inferno, eram apenas onze e meia da note, é claro que a Catarina tinha tempo para uma conversa. Ela começou a teclar uma resposta mas parou quando a sua atenção foi tomada por uma imagem em que clicou, mostrava uma foto do perfil da Vanessa em lingerie branca com o seu pau esguichando sobre os seus lindos seios.
O fotógrafo, quem quer que fosse, tinha capturado o jacto de esperma no ar enquanto ela se arqueava sobre a sua cadeira, a parte superior das suas calcinhas estava empurrada para o lado. A legenda dizia: Pega se puderes.
Havia muitos comentários de todos os tipos de pessoas informando-a sobre o que gostariam de fazer com ela naquele momento e nenhum deles era decente.
Catarina teclou a sua resposta:
- Esperando! Esperando que eu seja a única a conseguir te pegar.